Texto sobre o Passado
"Cicatrizes testemunham o passado, mas não governam o destino. O homem não se define pela violência do golpe que sofreu, mas pela grandeza moral com que escolhe reconstruir-se. Porque a dor pode marcar a pele e até atravessar a alma, porém jamais possui autoridade para determinar o futuro de quem conserva a dignidade da sua reconstrução.”
Eis que um novo tempo se aproxima, e no passado o vento ainda varre as folhas de outono num chão onde deixei marcas das pisadas de meus pés e que ainda estão cicatrizando dos ferimentos de espinhos em tempos de outrora onde observava no recôndito de minha existência Aquele que em silêncio de seu sofrimento percorria aos sons estridentes de risadas e chibatadas o caminho da Luz e da Salvação.
Agora vou correr atrás do futuro, o passado é só um livro velho de páginas amareladas. Não vale a pena chorar por quem ficou para trás, uma vez que quem permanece caminhando é quem tem as mãos limpas e o coração puro. É tempo de acender luzes, luzes que iluminem o meu caminho, e o caminho daqueles que andarem comigo. A história não acabou, ela recomeçou, com novas cores, nova vida e novo brilho, assim como vivo e brilhante é o novo amanhecer.
“O passado é um lugar que guarda lembranças e, às vezes, arrependimentos que o coração ainda tenta entender. O futuro é um mistério, silencioso e imprevisível, que não nos faz promessas. Mas o presente… ah, o presente é o único instante que realmente nos pertence. É onde a vida respira, onde o coração sente, onde tudo pode começar. Então viva… viva agora, com alma, com coragem, com verdade. Porque é no agora que a vida acontece.”
Muitas vezes tratamos o nosso passado como um tribunal onde somos, ao mesmo tempo o réu e o juiz cruel. O sofrimento que carregamos não é pelo evento em si, mas pela nossa recusa em deixá-lo ser apenas memória no presente, caímos na armadilha da intelectualização. Tentamos compreender a vida como se ela fosse um problema de matemática a ser resolvido. No entanto, a vida não é problema a ser resolvido, mas uma realidade a ser experimentada. Enquanto gastamos energia tentando entender o porquê de tudo, a vida acontece no intervalo do nosso pensamento.
Hoje, ao refletirmos sobre o passado, nos deixamos envolver por lembranças de músicas, pessoas, filmes e novelas que marcaram nossas vidas. É comum achar que os momentos bons não se repetirão, mas, na verdade, isso é apenas uma ilusão da nossa mente. Na realidade, nada mudou; seguimos sem apreciar o presente e, com o tempo, lembramos dele como se fosse perfeito no futuro!
"A vida raramente nos concede a oportunidade de conversar com o passado. Mas, de vez em quando, ela abre uma porta. E, ao atravessá-la, descobrimos que aquilo que julgávamos ter deixado para trás nunca nos abandonou completamente. Continuava ali, silencioso e fiel, aguardando apenas o momento do reencontro."
Saudade é lembrança de um passado maravilhoso recordações que ficaram para traz é como a fumaça que se propaga no ar onde aquela lembrança não se apaga mais ,saudade é uma dor que não tem cura pode procurar os melhores especialistas não existe remédio para a cura da saúdade só se um dia tiver um encontro casual pra combater essa enfermidade mortal
Hoje eu choro por qualquer motivo, pois me dói muito o que eu fiz no passado, quantas pessoas eu fiz sofrer, também magoei, e que tanto eu gostaria de pedir perdão, mas muitos já estão em outra morada, então só me resta é chorar....e que Deus tenha piedade de mim e me de mais alguns anos de vida para que eu consiga pagar todos os meu pecados...
Os sinais do meu caminhar são nítidos. Muitas vivências do meu passado foram consequências dos desafios que escolhi enfrentar. Tudo o que vivi começou a fazer sentido e a refletir no futuro, onde hoje me sinto cada vez mais perto daquilo que almejei por tanto tempo. Eu apenas vivi. E tudo de ruim que chegou até mim, tive que enfrentar — não porque eu queria, mas porque fazia parte do meu caminho.
O passado é um cadáver intocado pelo tempo; regressar a ele é deitar-se na podridão, aspirar a decomposição de ossos que jamais voltarão à vida. Ainda assim, minha mente enferma cava covas dentro de mim, arrancando memórias que nem sempre são minhas, mas que me invadem como larvas famintas. Eu as vivo em carne exposta, como se fossem chagas abertas, sangrando uma dor que não me pertence, mas que me consome como se fosse a única verdade que restou.
Meu passado foi um pedregal que feriu meus pés a cada passo. O terreno era árduo, coberto de espinhos e tropeços, e por vezes pensei em desistir. Mas hoje entendo, cada pedra teve um propósito. As dores que antes me faziam parar, agora me ensinam o valor do caminho. Nem todo sofrimento foi castigo, alguns foram lições disfarçadas de quedas, preparando-me para o chão firme que piso hoje.
O passado é meu pesadelo, a obsessão que me rouba o sono. O cerne é que o incômodo não reside no que foi minha experiência, mas na amarga certeza de que isso me corrói por dentro. Afinal, mesmo que o tempo nos concedesse a volta, nesse labirinto irrecuperável, eu jamais teria o poder de alterar o que se consumou.
O recomeço não é fingir que o passado não existiu, mas usar a sabedoria que a queda e a dor nos deram. Não voltamos ao zero, mas ao ponto onde a Graça se tornou mais real e essencial. Cada novo dia é um convite para pintar a vida com cores mais vivas, pois o Artista Maior já perdoou os erros de ontem.
O passado é uma casa velha que insiste em ranger quando o vento da lembrança passa. Podemos trancar portas, entulhar janelas, mas o eco do que vivemos sempre encontra um jeito de entrar. E talvez não seja para ferir, mas para lembrar que o sobrevivente ainda habita aqui. E isso já é vitória demais para quem quase não existiu.
Tenho um bolso cheio de noites que não cabem no sono. Cada uma delas traz a voz de um passado que insiste em ensinar. Guardo perguntas que não ouso responder em voz alta. O corpo se cansa mas o pensamento não dorme. Há uma leve certeza de que seremos menos estranhos à vida quando aprendermos a perdoar o silêncio.
Em um passado próximo pela pedagogia tradicional, todas as crianças recebiam um conjunto de ensinamentos padrão, igual para todas, para que no futuro pudessem optar por uma personalíssima formação. Com isto, muitos dos saberes aplicados eram desperdiçados pois nunca mais iam ver e nem aplicá-los para nada. Resultando em confusão. Hoje na pedagogia integral, o ensinamento básico comum a todos, não devem ultrapassar a vinte por cento e deixando oitenta por cento, individualmente de conhecimentos que a criança tem maior afinidade, interesse, facilidade e predisposição natural para mais se desenvolver tanto no campo profissional, pesquisador e no âmbito acadêmico cientifico.
No passado, digo no século XX, existia toda uma sismologia, loteamento e organização padrão de obras de arte para os tradicionais leiloes nacionais e internacionais. No intuito de serem iniciados com obras de menores valores e sendo acompanhadas de obras de valores médios e deixavam as melhores obras e mais importantes com valores quase milionários para perto do fim, do pregão. Desta forma dava um ritmo próprio de oferta e lances entre obras oferecidas como oportunidades e valores. No entanto hoje não é mais assim, aboliram está organização por que o loteamento, não é feito mais pelo organizador e sim pelo sistema computacional, que mesmo com a IA, não tem a capacidade de qualificar a importância das obras.
Qualquer lugar que não preserva e honra sua historia e seus grandes personagens do passado, nunca poderá ter futuro e perde todo o aprendizado social, politico e religioso contra os graves erros. Vive toscamente a deriva da própria sorte, por que nada aprendeu com o tempo e distancia se cada vez mais, de ser chamada de soberana, viva e civilizada.
O verdadeiro futuro do passado para a ciência como um todo, só existe realmente pelo estudo freqüente e pelas pesquisas constantes no ambiente prolixo das academias, mas provida com uma mente livre e novas opções abertas para possíveis reformulação de antigos conceitos, que podem hoje estar errados, equivocados, ultrapassados ou não visto pelo viés dos atuais novos saberes.
