Texto sobre o Passado
“O passado é um lugar que guarda lembranças e, às vezes, arrependimentos que o coração ainda tenta entender. O futuro é um mistério, silencioso e imprevisível, que não nos faz promessas. Mas o presente… ah, o presente é o único instante que realmente nos pertence. É onde a vida respira, onde o coração sente, onde tudo pode começar. Então viva… viva agora, com alma, com coragem, com verdade. Porque é no agora que a vida acontece.”
O tempo psicológico - essa constante projeção entre passado e futuro - é um dos principais fatores de desconexão da presença. Quando você percebe diretamente que o passado só existe como memória e o futuro como imaginação, algo se reorganiza internamente, trazendo mais simplicidade para a experiência.
O tempo passa mais rápido do que a gente pensa. Ao olhar para o passado, fico impressionada com tudo que aconteceu. Quando eu era jovem, achava que tudo poderia ser superado. Que era só uma questão de tempo para deixar o passado para trás, mas não é bem assim. Algumas dores permanecem. Em alguns momentos, é possível amenizá-la. Porém, mais cedo ou mais tarde, ela volta para mostrar que algo não foi resolvido e o que o tempo não pode curar todas as feridas.
Queria ter me entregado mais a vida, ter passado mais tempo ao lado das pessoas que foram importantes para mim. Coragem para fazer tudo aquilo que eu gostaria. Ainda há tempo, mas deixei tanta coisa passar. Mais um final de ano chegando e as reflexões começam a surgir. Aceitei de uma vez por todas que jamais poderemos saber o que o futuro nos reserva. Porém, agora tenho uma certeza que não sou mais a mesma. Não vou mais esperar o tempo passar. Nunca mais vou repetir a expressão 'um dia'. O melhor dia é o agora. Os anos se foram com os ventos, mas novos tempos estão chegando. E que eu tenha eesperança e vontade para viver tudo que chegar de novo.
Temos como prática rotineira olhar apenas para as coisas do passado, ou para aquilo que está bem próximo a nós, e a prestar atenção apenas no que acontece no dia de hoje. Porém, é necessário que aprendamos a olhar mais adiante, observando com cautela o caminho que estamos percorrendo, para que possamos evitar os problemas que poderão sobrevir sobre nós e transpor os obstáculos que, porventura, surgirão, ou até mesmo evitá-los, escolhendo uma rota alternativa. Como diz um conhecido provérbio: "Quem muito olha para trás, acaba tropeçando. É para a frente que se olha, que se anda e que se vive!"
Senhor, perdoa meu passado e toda arrogância, purificando meu coração para que eu nunca mais pratique o mal; derrama sobre mim a Tua riqueza trilionária divina para que eu viva com humildade, honestidade e amor, usando cada recurso para servir ao próximo, abençoar quem precisa e cumprir o Teu propósito de bondade na Terra em nome de Jesus. Amém!
No hebraico não existe j tem som de y e i,não existe ser e estar no presente e existe passado e futuro no hebraico,na escrita hebraica e nas letras não tem vogais e tem consoantes,no hebraico não tem hiato e nem tritongo e tem ditongo.Mispah e Yaverim e Yavá,não é Mispah e Javerim,Porquê não existe j no hebraico e não e´Javá porquê não existe j no hebraico.Não é eu sou quem eu sou,e eu serei quem eu serei em hebraico,porque não existe ser e estar no presente,e não é Ouve Yisrael,o eterno e´nosso D'us,o eterno é um,echad,e é Ouve yisrael,o eterno será nosso D'us,O eterno sera um,echad,porquê não existe ser e estar no presente e existe passado e futuro no hebraico.
Pró. Messa....o nome já diz: pró indica uma ação futura...e messa lá no passado era um puxar a barba ou retirar a casca...logo, futuramente alguém vai arrancar essa casca de ferida ou puxar a barba do pirata e tá tudo certo e nada prometido que nào será cumprido, mas lá num futuro longe esquecido. Se é que não dificultei e pouco falei pra me fazer entendido. Muitos prometem que serão até a morte unidos, mas já se separaram faz tempo e ainda continuam vivos. Enfim qual é o valor de uma promessa?
Feliz Dia das Mães para todas vocês que fizeram, criaram e ainda criam o passado, o presente e o futuro dessa nação, os seus filhos amados.... Frase de Herbert Alexandre Galdino Pereira.Feliz Dia das Mães para todas vocês que fizeram, criaram e ainda criam o passado, o presente e o futuro dessa nação, os seus filhos amados.
Em um passado próximo pela pedagogia tradicional, todas as crianças recebiam um conjunto de ensinamentos padrão, igual para todas, para que no futuro pudessem optar por uma personalíssima formação. Com isto, muitos dos saberes aplicados eram desperdiçados pois nunca mais iam ver e nem aplicá-los para nada. Resultando em confusão. Hoje na pedagogia integral, o ensinamento básico comum a todos, não devem ultrapassar a vinte por cento e deixando oitenta por cento, individualmente de conhecimentos que a criança tem maior afinidade, interesse, facilidade e predisposição natural para mais se desenvolver tanto no campo profissional, pesquisador e no âmbito acadêmico cientifico.
No passado, digo no século XX, existia toda uma sismologia, loteamento e organização padrão de obras de arte para os tradicionais leiloes nacionais e internacionais. No intuito de serem iniciados com obras de menores valores e sendo acompanhadas de obras de valores médios e deixavam as melhores obras e mais importantes com valores quase milionários para perto do fim, do pregão. Desta forma dava um ritmo próprio de oferta e lances entre obras oferecidas como oportunidades e valores. No entanto hoje não é mais assim, aboliram está organização por que o loteamento, não é feito mais pelo organizador e sim pelo sistema computacional, que mesmo com a IA, não tem a capacidade de qualificar a importância das obras.
Qualquer lugar que não preserva e honra sua historia e seus grandes personagens do passado, nunca poderá ter futuro e perde todo o aprendizado social, politico e religioso contra os graves erros. Vive toscamente a deriva da própria sorte, por que nada aprendeu com o tempo e distancia se cada vez mais, de ser chamada de soberana, viva e civilizada.
O verdadeiro futuro do passado para a ciência como um todo, só existe realmente pelo estudo freqüente e pelas pesquisas constantes no ambiente prolixo das academias, mas provida com uma mente livre e novas opções abertas para possíveis reformulação de antigos conceitos, que podem hoje estar errados, equivocados, ultrapassados ou não visto pelo viés dos atuais novos saberes.
Eis que um novo tempo se aproxima, e no passado o vento ainda varre as folhas de outono num chão onde deixei marcas das pisadas de meus pés e que ainda estão cicatrizando dos ferimentos de espinhos em tempos de outrora onde observava no recôndito de minha existência Aquele que em silêncio de seu sofrimento percorria aos sons estridentes de risadas e chibatadas o caminho da Luz e da Salvação.
O passado é meu pesadelo, a obsessão que me rouba o sono. O cerne é que o incômodo não reside no que foi minha experiência, mas na amarga certeza de que isso me corrói por dentro. Afinal, mesmo que o tempo nos concedesse a volta, nesse labirinto irrecuperável, eu jamais teria o poder de alterar o que se consumou.
O recomeço não é fingir que o passado não existiu, mas usar a sabedoria que a queda e a dor nos deram. Não voltamos ao zero, mas ao ponto onde a Graça se tornou mais real e essencial. Cada novo dia é um convite para pintar a vida com cores mais vivas, pois o Artista Maior já perdoou os erros de ontem.
O passado é uma casa velha que insiste em ranger quando o vento da lembrança passa. Podemos trancar portas, entulhar janelas, mas o eco do que vivemos sempre encontra um jeito de entrar. E talvez não seja para ferir, mas para lembrar que o sobrevivente ainda habita aqui. E isso já é vitória demais para quem quase não existiu.
Tenho um bolso cheio de noites que não cabem no sono. Cada uma delas traz a voz de um passado que insiste em ensinar. Guardo perguntas que não ouso responder em voz alta. O corpo se cansa mas o pensamento não dorme. Há uma leve certeza de que seremos menos estranhos à vida quando aprendermos a perdoar o silêncio.
O passado é um cadáver intocado pelo tempo; regressar a ele é deitar-se na podridão, aspirar a decomposição de ossos que jamais voltarão à vida. Ainda assim, minha mente enferma cava covas dentro de mim, arrancando memórias que nem sempre são minhas, mas que me invadem como larvas famintas. Eu as vivo em carne exposta, como se fossem chagas abertas, sangrando uma dor que não me pertence, mas que me consome como se fosse a única verdade que restou.
Meu passado foi um pedregal que feriu meus pés a cada passo. O terreno era árduo, coberto de espinhos e tropeços, e por vezes pensei em desistir. Mas hoje entendo, cada pedra teve um propósito. As dores que antes me faziam parar, agora me ensinam o valor do caminho. Nem todo sofrimento foi castigo, alguns foram lições disfarçadas de quedas, preparando-me para o chão firme que piso hoje.
