Texto sobre Luta
"Não se deixe abater pelos tempos difíceis, tampouco se inebriar pela quimera dos tempos de calmaria, antes disso, sê em tudo resoluto pela força de seguir lutando pelos seus propósitos, sonhos e ideais.
Nada é capaz de abalar alguém que confia em si, na dignidade dos seus princípios e faz deles sua razão de ser e viver."
"Para subir ao ringue, são apenas 3 degraus.
Porém talvez seja muito mais fácil subir uma montanha de muitos quilômetros.
A diferença não está na distância, mas sim na certeza de que vitória é mais certa.
Não vá pelo caminho que seja mais fácil, vá por aquele que seja mais digno, ainda que seja muito mais doloroso.
Só existem duas dores: a que te machuca e a que te muda.
Saiba bem a que escolhe sentir..."
A vida é como as madrastas dos contos de fadas, meu bem e não passa a mão na cabeça de ninguém. Muito pelo contrário, ela passa a rasteira, apela pra golpe baixo, bate forte e antes que você tenha tempo pra se levantar ela bate de novo e pior, a vida não para nenhum instante para que você tome fôlego, remende os seus rasgos e cure as suas feridas.
Então, já deu pra perceber que a vida não foi feita para os fracos, foi feita para os fortes. É preciso coragem pra viver. É preciso força pra seguir, determinação pra não desistir, e muito coração para se superar.
Vai encarar, ou vai ficar prostrado aí no chão esperando a vida se compadecer de você?
Levanta, ergue a cabeça e lute porque se você não nocautear a vida vai ser ela que vai nocautear você!
O sonho da Pátria Livre
vem do ventre das fêmeas.
Que entre flores e frutos,
ousam somente sonhar
Com uma pátria justa e livre
que os seus filhos abriga
em marcha e luta
para uma sociedade decente.
Entre lutas e dores
Seguem carregando sementes
de melhores dias e formas
de se viver com Justiça
Com homens, mulheres
Jovens e crianças
Uma pátria em mudanças
Que acolha toda gente
E abrigue todos os sonhos
Daqueles que vivem somente
Lutando por uma pátria justa.
(LUA, Pedra da. Sementes da Pátria justa. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 89).
As provações vem para aprimorar nossa fé...
...Moldar nosso caráter...
...Desencadear nosso crescimento...
E o mais importante do pós lutanão é o gozo da Vitória como muitos pensam, mas em como nos comportamos depois... O aproveitamento que tivemos, as lições que extraimos de tudo...
E é isso, as novas atitudes, que determinarão novas vitórias e conquistas!
Medite sempre nisso!
Apenas humanos, sem rostos, sem traço, apenas heróis.
São eles, heróis de lonas e bambus,
Chegam sem aviso, mas com propósito virtuoso.
A noite vira dia em abraços de solidariedade,
Em cozinhas coletivas, ensinam a fraternidade.
Dividindo teto e pão, incansáveis na missão,
Não conhecem descanso, só a dedicação.
Quando a mãe faxineira chega exausta, a chorar,
Gritando contra o roubo do lar pelo governar.
Eles são a resposta, os guardiões da empatia,
Construindo abrigos, desafiando a tirania.
Com coragem, enfrentam o descaso estatal,
Heróis que emergem quando a injustiça é fatal.
No olhar desses anônimos, o brilho da esperança,
Na resistência, a força que nunca cansa.
Quem são eles? São a voz dos desvalidos,
Nas lonas e bambus, surgem como escolhidos.
Jamais escreverei uma autobiografia.
Primeiro, porque não me considero suficientemente interessante.
Segundo, porque canso só em lembrar do que vivi.
Terceiro, porque não a história não faria sentido nenhum,
pois pareço ter vivido múltiplas vidas
e todas elas da pior maneira possível.
Sou um colecionador inveterado de erros e fracassos.
Apanho da vida como uma espécie de Rocky Balboa
cuja luta nunca termina
e a vitória nunca chega.
Mas sigo.
Porque preciso.
Porque vivo.
Porque na lona, com o rosto rente ao chão,
vejo aquela flor que brota,
vejo as estrelas brilhando no céu,
vejo o sorriso da criança pequena,
e todas essas coisas bobas e belas
junto com a justiça e a paz no horizonte
que ainda me fazem acreditar
que tudo isso vale a pena.
O CARENTE
Entre as sombras dos desejos alheios,
Dança o carente em laços de vento,
Tateia sonhos de afeto, em gotas de orvalho, borda devaneios,
Em busca de um toque, de um abraço, de um consentimento.
Na penumbra suave de olhos que o negam,
Ele curva-se e molda-se na espera que é vã,
Não vê que a dor que o cerca e cega
É o reflexo frio da alma afã.
E o manipulador, maestro de silêncios,
Toca subtil as cordas do medo e da solidão,
Tece promessas que, como véus de incenso,
Dissipam-se no ar, sem forma ou direção.
O carente, perdido na fúria que calafrios lhe faz,
Não percebe que a prisão é leve, feita de ar,
Que no abandono é o outro que lhe rouba a paz,
Esta ironia amarga e silenciosa,
Onde o espelho engana os olhos marejados
Quem procura aprovação tão ansiosa,
Encontra um eco de corações fechados.
O amor próprio, joia oculta em si,
É o farol esquecido num porto de amor,
Enquanto se ajoelha a quem não quer ouví-lo,
A liberdade jaz, oculta em seu valor.
E o manipulador, ávido devorador de almas,
Sacia-se da fragilidade de quem amor lhe implora,
Mas, no fundo, a sua fome que aos demais causa traumas,
É de um parasita que tudo devora.
Doce tragédia de vultos entrelaçados,
Num teatro de sombras e desatino,
Onde a dor é cantada em fados,
E brincar com os sentimentos do outro, um perpétuo destino.
E assim dançam, como folhas ao vento,
O carente e o que o controla em segredo,
Até que o despertar seja um lamento,
E as correntes se desfaçam, sem dó nem medo.
Mas há uma força, latente, escondida,
Quando o carente por fim se olha
ao espelho,
A rejeição não é mais ferida renhida,
mas sim, o voo final, o adeus ao velho.
Então ele ergue-se, sem nunca mais se curvar,
Agora a sua busca não é por rostos, nem gestos vazios...
No brilho dos olhos que acabam de despertar,
Vê-se a liberdade, num coração que não é mais dos gentios.
E assim o jogo termina, não com gritos,
Mas com o silêncio da alma sabia, que por fim aprendeu,
Que a verdadeira luta não está nos conflitos,
Está em aceitar-se o que se é,
E não chorar o que se perdeu.
E no fim, o manipulador, solitário ao espelho,
Vê apenas o vazio que ele próprio bordou,
Sua arte, pintada num traço vermelho,
Nada construiu, apenas se desfez, e então... se finou...
T. M. GRACE
Não espere que a vida seja sempre um mar de rosas por que quando vc menos espera ela te dar uma rasteira e te joga no chão não espere que as pessoas sejam sempre suas amigas elas um dia poderão te virar as costas não espere sempre sinceridade algumas delas serão falsas, se isso aconteceu com certeza vc caiu. Mas só depende de você permanecer no chão, ou levantar e seguir em frente mais forte. O que te derruba hoje te fortalece amanhã.sempre podemos recomeçar.
Leriano perêirah
PREMONIÇÃO
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Em um dia de meio dia,
meus olhos, somente os olhos,
tiveram uma visão.
.
Lembro-me que a luz me doía
como uma ponta de sabre
no corpo do coração.
.
Lembro-me, sem muito assombro,
que tudo quedava incompleto,
como se as luzes buscassem em vão
o preenchimento das coisas.
.
Na sintonia das imagens
dissecavam-se as paisagens
sem mistificação:
.
Não obstante o colorido,
ficavam os homens repartidos
como se feitos de pão.
A uns: o ouro e a prata;
a outros: a fome e a crença;
a esses: a esperança;
para aqueles: quitutes em lata.
.
Tanto sol doía
nos ombros da nação
(talvez não houvesse justiça
em sua distribuição).
.
E talvez por ser evidente,
ficavam doídas e claras
as sombras dos coqueiros.
Ali, onde outrora era verde
espreitam crianças no desamparo.
.
Desamparadas, porém livres,
querem construir a nação
– mas faltam-lhe os instrumentos:
os braços, e as mãos...
.
.
Igualmente iluminados,
os andarilhos nas estradas:
pés descalços, chapéus de palha,
– ou capacetes e mãos de graxa –.
Todos, embora cansados,
querendo correr o chão.
.
Mas falta-lhes segmento:
as pernas da multidão.
.
Arre!
Tanto sol
arde como uma tarde
de Verão...
.
.
BARROS, José D'Assunção. Publicado na revista Insurgências, 2024]
Nasceu entre espinhos, sem direito a flor,
A infância marcada por sombras de dor.
Silêncios forçados, medo sem cor,
Crescia calada, sem mostrar o clamor.
O mundo era duro, as feridas sem fim,
Mas ela aprendeu a lutar por si.
Nos olhos, guardava o que não pôde dizer,
E na alma, um desejo imenso de viver.
Passou por abismos, cruzou vendavais,
Superou o peso de antigos ais.
Transformou o escuro em lição, não em cruz,
Fez da dor cicatriz, não um cárcere sem luz.
Hoje caminha de cabeça erguida,
Com passos de força, é dona da vida.
A vitória é dela, a honra também,
Sem buscar lamentos, sem olhar além.
Não há mais correntes, não há mais prisão,
Ela escreve sua história com o próprio coração.
E em cada vitória, um sorriso a brilhar,
Uma mulher que soube, enfim, se libertar.
Para os que Virão: VIII
Não se enganem: todo sistema que aprisiona sonhos, engessa corpos e cala vozes nasce frágil. Sua força vem do medo que plantam em nós. Rebelar-se não é apenas queimar estruturas; é recusar-se a engolir mentiras vestidas de normalidade.
Olhem em volta: as grades são invisíveis, mas estão lá nos salários que não alimentam, nas regras que humilham, nos corpos que definem quem merece existir. Resistir é honrar os que vieram antes, com nomes apagados e histórias roubadas. Cada passo contra a opressão é um fôlego novo no pulmão da humanidade.
Não tenham medo da desordem. O mundo que prometem "seguro" é o mesmo que adoece, exclui e apaga. A verdadeira pergunta não é "O que vamos perder? ",mas"O que mais podemos ganhar se ousarmos?".
Rebelião não é destruição: é cura. É dizer "não" quando o sistema exige seu "sim" silencioso. Herdem esta chama. Não a deixem morrer na comodidade do esquecimento.
Aos inquietos do futuro, com fé.
Para os que Virão: Parte X
A desigualdade não é um acidente da história, mas uma escolha repetida. Herdam um mundo onde riqueza, oportunidades e dignidade foram distribuídas como privilégios, não como direitos. Saibam: a justiça não brota por conveniência. Exige ruptura.
Não se enganem com discursos que culpam os pobres por sua pobreza ou glorificam o mérito em um tabuleiro desigual. A luta contra a desigualdade começa quando reconhecemos que ninguém é livre enquanto há pessoas reduzidas a números, corpos descartáveis, vozes abafadas pelo ruído do poder.
Seus antepassados combateram sistemas, mas muitos preferiram negociar migalhas em vez de redistribuir o pão. Não repitam o erro. Sejam radicais: eduquem, redistribuam, desmontem hierarquias. Não basta amenizar sintomas; curem a doença. A terra, o trabalho, o conhecimento tudo deve ser comum.
Desconfiem de quem diz "é assim mesmo". O futuro não é um destino, mas um projeto. Escolham: perpetuar pirâmides ou construir círculos. Lembrem-se: enquanto um existir de joelhos, a humanidade não estará de pé.
A luta é longa, mas a semente da igualdade só germina quando plantada com as mãos sujas de ação.
Aos que Virão: Não Deixem de Ser Comunistas
Não confundam comunismo com dogmas ou estátuas caídas. É, antes, a recusa eterna à exploração do homem pelo homem. Lembrem-se dos que ousaram: Marx, que desnudou as engrenagens do capital; Lenin, que transformou teoria em revolução, mesmo entre erros; Che Guevara, médico que trocou a bisturi pela guerrilha, buscando curar a América Latina da opressão. Angela Davis, mulher negra que uniu marxismo à luta antirracista. Salvador Allende, morto defendendo a democracia com pão e livros. Thomas Sankara, que em Burkina Faso plantou árvores e ideais anticoloniais. Ho Chi Minh, que expulsou impérios do Vietnã.
Critiquem seus excessos, mas não joguem fora a utopia com a água suja da história. O comunismo não é museu: é horizonte. Enquanto houver um patrão sugando o suor alheio, um favelado sem teto, um indígena sem terra, o comunismo será necessário. Não por fanatismo, mas por justiça.
Aos que herdarão a Terra carbonizada: lutem, mas lutem sem perder a humanidade. O futuro é uma trincheira que exige tanto coração quanto crítica. Não desistam. Reinventem.
No silêncio da alma...
(Nilo Ribeiro)
Aprenda a ouvir o seu coração,
ele muito lhe conhece,
dê a ele uma oração,
receba dele uma prece
o coração não apenas pulsa,
ele aconselha, orienta,
todo o mal ele expulsa,
ele nos representa
não alimente o sofrer,
não abasteça a amargura,
Deus lhe deu o poder,
Ele também dá a cura
pare, aquiete sua alma,
achará a resposta certa,
aja com toda sua calma
e encontrará a porta aberta
erro acontece,
mas pode ser reparado,
quem no erro permanece
não pode ser perdoado
na desordem do universo,
na perturbação do seu dia,
leia um belo verso,
leia a minha poesia
o seu coração lhe escuta,
ouça ele também,
Deus abençoe a sua luta,
que assim seja amém...!!!
É intrigante como algumas pessoas podem sentir inveja ou incomodo diante da felicidade alheia, a ponto de tentarem sabotá-la. Isso muitas vezes reflete uma falta de contentamento ou satisfação em suas próprias vidas. Em vez de se alegrarem com as conquistas e alegrias dos outros, elas se sentem ameaçadas ou diminuídas pela comparação.
Vencer sem esforço é vitória vazia,
Triunfo desprovido de substância,
Porque o que dá valor ao sucesso
É o caminho árduo, os obstáculos superados,
O suor e a dedicação de cada passo.
Ah, como é vão o triunfo sem luta,
O brilho sem a sombra do esforço!
Pois é no empenho, na jornada incerta,
Que se forja o verdadeiro mérito do ser.
Fracassar não é derrota, se a alma deu o melhor,
Se o esforço foi genuíno e sincero,
Pois o fracasso é mestre, não carrasco,
E nas suas lições se oculta o crescimento.
Ó vida, estrada cheia de vicissitudes,
Onde a vitória e o fracasso se entrelaçam,
O verdadeiro mérito está em caminhar,
Com o coração pleno de dedicação.
Se a vitória é doce, que seja merecida,
Se o fracasso amarga, que seja construtivo,
Pois o valor maior reside no esforço,
No árduo caminho que trilhamos,
Na luta, no empenho, no viver.
No sonho nasce a obra que há-de ser,
Por génios concebida, além do ver,
Visão sublime, além do nosso ser,
Imaginada antes do amanhecer.
Mas vem o lutador, sem hesitar,
Com força, a persistir, a trabalhar,
Nos braços leva o sonho a edificar,
Vence os desafios, faz o ideal brilhar.
E eis que o fruto, então, se faz luzir,
Os felizes desfrutam, vão sorrir,
Na obra pronta, vão-se deliciar,
No prazer de quem viu o sonho abrir.
Mas sempre há-de vir a crítica vil,
Dos velhos do Restelo, senil,
Que nada cria, só sabe obstruir,
Em sua sombra, o novo a reprimir.
Assim se faz a história, em ciclo eterno,
Do génio ao lutador, prazer fraterno,
Passando pelo crivo deste inferno,
Dos inúteis crónicos, sem inverno.
Num espaço dedicado ao cultivo do corpo e do espírito, surge um homem cuja alma anseia desvendar os mistérios do Karaté. Vestindo o cinto branco, emblema de pureza e iniciação, ele comparece aos treinos, embora o seu esforço seja tão efémero quanto a brisa fugaz.
Encantado não tanto pelo rigor do treino, mas pela camaradagem e pelas conversas pós-luta, regadas a cerveja, ele busca mais do que a maestria técnica: procura a camaradagem que tanto anseia, numa jornada onde o esforço parece ser um mero detalhe.
Entretanto, à medida que o tempo avança, ele percebe que o reconhecimento do mestre não lhe é concedido, não obstante a sua presença constante. Tal constatação desperta nele uma chama de insatisfação, alimentando a decisão de se desviar do caminho estabelecido.
Assim, unindo-se a outros de espírito semelhante, ele empreende a criação de um novo dojo, onde as promessas de ascensão rápida e a promiscuidade social são as novas moedas de troca. Adquirindo o cinto negro não pela via da dedicação, mas pelo poder monetário, ele ergue-se como o grande Sifu, iludindo-se com a miragem da autoridade.
Neste ambiente que ele próprio forjou, rodeado por almas cúmplices na sua ilusão, o fracasso torna-se motivo de celebração, enquanto a excelência real é eclipsada pela máscara do sucesso fabricado. Na encenação do poder e prestígio, refugiam-se, ávidos por uma validação que não encontram nas suas vidas para lá das paredes do dojo.
Os verdadeiros buscadores da arte, ao vislumbrarem a futilidade deste teatro de vaidades, logo se retiram, deixando para trás aqueles que preferem o simulacro do conhecimento à árdua jornada da aprendizagem genuína. E assim, o dojo prospera, não pela luz da verdade, mas pela sombra da ilusão, onde o ser e o parecer se entrelaçam numa dança sedutora.
Pedras no caminho...
Olá...
Você talvez já tenha se perguntado, o porquê certas vezes na vida nos deparamos com pedras no caminho...
E esta sensação não é só sua, lhe garanto,
Pois a vida é luta constante, embora às vezes caíamos em terrenos mais limpos e mais calmos, esquecemos que nos arredores existem inúmeros terrenos hostis.
Porém, a vida tem dessas coisas, horas estamos surfando na crista da onda, horas estamos segurando o ar enquanto borbulhamos, empurrados pela pressão desta mesma onda.
O importante é que em cada situação nós teremos uma reação e uma forma de agir, isto denota o quanto somos adaptados ao meio e as condições, e não quero dizer de forma alguma que isso é fácil, até porque toda mudança requer esforços, requer uma nova postura e atitude, imagine por exemplo em um domingo de sol relaxante, você sentado em seu sofá, com os pés descalços, tomando uma bebida refrescante e curtindo uma música ou um programa que lhe concentra e lhe traz a paz que tanto busca, porém agora lhe convido a imaginar que neste mesmo domingo fosse o dia em que está fazendo a mudança para uma casa nova e que os caixotes estão espalhados, pessoas carregando objetos para um caminhão, você olhando de um lado ao outro e fazendo o que pode para ajudar, suor intenso, e você analisando quanto tempo ainda será necessário para concluir toda a mudança. É exatamente sobre isso que estou falando, momentos diferentes exigirão atitudes diferentes, não podemos simplesmente querer usar a mesma ferramenta para todos os trabalhos... (Você me entende?)
Por isso, saiba que Deus lhe deu todas condições de agir diferente diante a cada situação, pois está ação lhe permitirá lidar com cenários que até então eram desconhecidos por ti, e haverá dor, cansaço, pois nossa mente e nosso corpo está acostumado com aquela outra forma, aquela que um dia você creu e armazenou em seu subconsciente como verdade e que acabou se tornando a única para você.
Desta maneira as "pedras" no caminho, são algumas vezes pequenas, e servem para que possamos parar, retirar os sapatos e seguir em frente, outras um pouco maiores nos farão tropeçar, possibilitando que tenhamos mais atenção no caminho, para que possamos andar mais firmes, e haverão algumas que serão grandes, e deveremos transpô-las, muitas vezes com certa dificuldade e tempo, mas, se crermos haverá ajuda, ajuda está que muitas vezes não enxergaremos, porém nos colocará ao alto.
De todas as maneiras devemos ter o entendimento que somos partes de um processo, que complementam um propósito, mesmo que não possamos entender, somos usados para que nosso crescimento seja real e eficaz, e que haverá a vitória se passarmos pelo processo.
Pense por qual guerra está passando neste momento... talvez sejam guerras que as pedras do terreno sejam pequenas e que só lhe treinarão para que andem mais firme, ou ainda que sejam um pouco maiores e que lhe dê a devida atenção no trajeto para que não caia de forma tal que não possa prosseguir, ou podem ser grandes, e este é o nível que deverá buscar toda ajuda de Deus, através daquele que é o nossa verdade, caminho e vida... Ele é o único que poderá nos trazer força, e no tempo oportuno ficará claro que não passaríamos por ela sem Ele.
Que assim possamos seguir, com fé, esperança e amor...
A guerra não acabou... A luta pode até continuar um pouco mais, mas a Vitória virá, mesmo que haja "pedras no caminho" Ele nos mostrará no tempo perfeito, certo e oportuno.
Se você precisa definir uma estratégia eficiente para as batalha da sua vida, eu lhe convido a ler meu e-book "Executores da Missão" disponível na HOTMART , e traçarmos a melhor maneira de prosseguirmos juntos em busca desta nova etapa em sua vida. Que a presença de Deus seja constante em sua vida...
Um forte abraço...
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