Texto sobre eu Amo meu Irmao
Eu, sou a voz da angústia
O despertar da dor matinal
Dentes cariados ao amargor
Ao abrir os olhos sinto-me vago
Como um pote de doce vazio
Desligo o despertador no imediato
Momento que me, vejo vivo!
Bem no fundo dos seus, olhos
Suas dores descansaram
Pois, Se durmo morro
Acordado continuo dormindo.
AO MENOS MINHA DOR
Claudia Dimer
Eu procurei, por toda a vida, atenta.
Como, um filho perdido, a mãe procura.
Uma gota de paz na alma sedente,
Felicidade achar, na desventura.
Como a mis linda e cara vestimenta
De fino pano, de melhor textura,
Não me serviu o bem, e na tormenta
Eu desisti de uma alegria pura
As vezes, possuir felicidade,
Atrai inveja, a roubam por maldade,
E disputá-la assim, sequer convinha...
Possuo a dor! Ninguém a quer por nada!
Comigo está segura e bem guardada...
Ao menos minha dor é sempre minha!
Se eu fosse escolher o que eu queria ser , eu não seria eu
Eu seria a brisa do verão
O frio do inverno
A folha que cai
A flor que floresce
O sol que aquece
Eu seria o riso
O choro
O vento
O esquecimento
Eu controlaria o tempo
Mas..tudo tem seu momento
Eu queria ser tantas coisas que nem dá para contar
E nada me impede de sonhar
E nessa estrada sombria e fria eu continuo a caminhar , e eu mesmo vou me guiar
O Eu
Você dizia que eu tinha que ser mais calma (Calma Jorge), e eu sempre dizia que eu sempre fui assim, e que na verdade toda essa loucura que chamam de impulsividade era apenas pressa de me libertar das minhas agonias. Essa minha intensidade um dia vai acabar comigo ". Quantas vezes eu já não ouvi isso, mais sabe essa mistura de pendentes, os sentimentos a flor da pele, a vontade de sair por aí sem rumo, quando meto a cara em algo sem nem mesmo pensar, essa impulsividade realmente já me fez quebrar a cara muitas vezes, mais em todas elas eu amadureci, eu cresci e eu aprendi sempre algo. É ruim não sei, fora as paranóias que você cria e fica com "raiva" de coisas banais. Mais é assim, eu sou assim. Sempre fui 8 ou 80, no extremo vivo como se já tivesse mais de 50. Cruzo-me com a ansiedade e a felicidade de uma adrenalina eletrizante, piso no chão, e saio por aí tomando decisões. Dizem que a minha impulsividade se deve ao meu passado, na realidade, tenho intolerância à morosidade. Dizem que a minha intensidade se deve a minha perdas no passado, o eu romântico, essa deve-se a minha verdade, minha maneira de respirar e pensar, não tenho como controlar, menos vocalizar, ou descaradamente me expressar. Sempre fui escaldante ou gélido, azedo ou mélico, chegado ou distante, vivendo de sobriedade, sobrevoando as ditas maldades, o conto de fadas não terminante. Sempre fui de ponderar mudanças, avaliar opções, observar consequências de todas situações, porém o tempo não me ajuda, um dia lindo, um sol e um céu azul, uma discussão, um empurrão, uma má disposição que se torna depressão, transforma a minha deliberação em decisão, um relâmpago, estridente como trovão. Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.
Diz-me, porque sozinho eu não sei,
porque sem ti não me atrevo, embora cedo lateje
essa vontade no peito de mergulhar nos teus seios,
de ver meu ar nas tuas veias, e me conter nas palavras
que me sufocam a alma que te devora calada.
E eu querendo essa seiva que corre além dos teus lábios,
que cura a febre que arde e sem teu colo não passa,
e eu querendo a coragem de aprofundar tua carne,
de ouvir soluços dos mares sobre o teu ventre suave,
e ainda assim sou silêncio, cobrando o teu agasalho.
A noite chega e te aguardo. A noite é quase um milagre,
onde as estrelas se apagam e se iluminam os sinais;
teus gestos e acenos discretos ao meu olhar afobado,
onde imóvel te espero, onde o teu corpo me fala,
onde murmúrios dispersos conhece o céu nas tuas margens...
Eu sei que às vezes seu coração esta, confuso.
Eu sei que você chora de tristeza sem falar com ninguém.
Eu sei que no fundo, você quer ficar sozinho(a).
Os sentimentos são confusos não é.
Ouça a voz do seu coração, escute o seu eu e siga no caminho em que você necessita sem olhar para trás.
Oque vale e seu bem-estar e sua felicidade com você mesmo(a).
Lailison Douglas.
“Doce...
"Basta que me digas uma só palavra
para que eu desague-me em águas
por esses rios a fora"...
Para que meu corpo claro se misture com as nuvens ...
E eu desapareça pelo universo.
Das palavras doces que eu conhecia
De ouvir-te tanto perco-me em sentidos
Quando tu me tomas em doces madrugadas...
molhando os meus olhos águas de alegria
dos teus olhos claros quando se derramam
pelos olhos meus...
perco meus sentidos .
"Desses sentimentos que eu guardo dentro
Doces madrugadas a dançar ao vento"...
E a luz da janela que se abre toda
Já te amo em claro luz da minha vida.
Quando teu amor cobre meu dormir
Luas na varanda pelas madrugadas.
Já te sinto perto quando estas chegando
Que quando tu chegas já estou tão doce
Quando me abraças luz do universo
Me derreto toda nesse teu cansaço
Perco o sono em ti por noites a fora
A acordar-me em beijos quando partes cedo.
Quando chega a noite feito ventania...
Com a minha calma aquieto os teus sentidos
Com meus doces beijos a embriagar-te
natureza tua que eu já conheço.
“Reconheço-me em ti
Há algo em seus olhos...
Que que eu reconheço
Há algo em você que me leva para longe...
Quando chegas perto
Quando tiras-me o chão,
Quando deito-me em lençóis macios.
Algo em você uma parte de mim
Que eu reconheço...
Que me leva de volta ao passado
Que me leva para longe...
Eu não sei por quantas luas nos distanciamos
Eu não sei porque seus olhos me tiram o sono
Quando noites passamos sem dormir.
Algo em seus olhos...
Uma parte de mim que eu reconheço
Que me leva para longe...
Maryen R. Escobar Escritora
#Quando_Eu_Morrer part 3
Porquê a morte?
Um mistério que a filosofia nunca descobriu
Para onde vai a alma?
Um segredo que a geografia nunca desvendou
A morte é a razão da dor e desespero
A morte prova que morre o soldado e o guerreiro
Quando eu morrer
Esqueça oquê a gente viveu juntos
E não chore por mim
Porque nunca poderei limpar as suas lágrimas
Apenas continue que a vida não tem fronteiras
Quando eu morrer
O céu nunca deixará de ser azul
O vento nunca deixará de soprar
Então não diga que não conseguir viver na minha ausência
O céu será meu cômodo
As nuvem também
Os mortos nunca acordam
Porque esse é simplesmente o fim
Maurodarg😓
#Sentimento_Latente
Pra onde se foram as estrelas
E onde se meteram as borboletas
Eu preciso do seu brilho para aprimorar as minhas noites
Eu estou necessitando de enxergar você levitando sobre os horizontes
Será que sentes saudades de mim?
Imagino que queiras que a minha resposta se assemelhe a sua
Por essa razão escuto o silêncio
Contudo, a verdade é que eu estou morrendo de saudades
Eu não posso me sentir triste
Porque quem surge também some
Essas palavras são o meu suporte
Toda vez que a saudade me consome
As vezes ligo para escutar a sua voz
E no primeiro instante desligo
Porque espero sentires a minha falta
E infelizmente me perco nessa ideia
Pós nunca sentirás a minha falta
Maurodarg😓
Hoje eu quis meditar, olhei para dentro de mim e me aprofundei. Depois de ver minha face hipócrita, eu me encontrei. Nessa noite que parecia ser um pouco mais solitária, ouvindo o rugir da metalúrgica, que abafa o som da natureza. O vento frio e úmido tira um pouco da minha concentração, mas ali sozinho, consegui me encontrar, achei uma intensa dor, que como uma faca cortava e sangrava, e ao mesmo tempo, uma força tentava escondê-la como um cobertor, que de um lado era negro e do outro um lindo bosque.
A solidão, a angústia de sempre se sentir só, por tanto tempo tentar ser feliz e procurar por companhia, me vi sozinho em meio a um mundo tão grande, cercado de hipocrisia, violência e egoísmo. Vi que eu também estava manchado por essa podridão, perdido em meus prazeres passageiros, refém das minhas escolhas mal feitas.
Ah, se o tempo me desse mais uma chance. Ah, se eu pudesse voltar a infância e aproveitar só mais um dia daqueles ensolarados, em que eu não tinha preocupação, a não ser a minha pipa, se iria ou não voar.
Vi tantas coisas, dentro de mim esquecidas, um amor por Deus, abandonado e tapado por prazeres, me sinto só, perdido e apenas quero uma luz que guie meu caminho. Oh Senhor, que sua misericórdia me alcance, pois até hoje não soube viver, sou grato! Peço-lhe que mais uma vez que olhe para mim e guie os meus passos.
Você é as pétalas do aroma que me faltava;
É o raio da minha chuva que no longínquo horizonte eu agora posso contemplar;
É as folhas de outonos que no cair veio para me abraçar;
É o vento tranquilo que chegou para me acalmar;
É o ser que nasceu para me aliviar;
E é a pessoa que faltava para me amar.
*Estou confusa*
Queria poder dizer que está tudo ótimo, tudo uma maravilha, mas eu estaria mentido e você sabe que não gosto de mentir, no caso não sei mas o que está acontecendo aqui dentro, ta tudo muito confuso, embaralhado,está tudo um caos por aqui, eu não sei se estou fingindo ou se eu estou realmente feliz, isso me deixa tão confusa, não sei quais são minhas verdadeiras emoções, se estou feliz ou triste, não sei de nada, a única coisa que eu tenho certeza é que eu cansei de viver.
Quem eu educo?
Será que educo?
E se educo, para que educo?
Ou faço apenas a mediação
entre aquele que penso educar
e um processo de ensino que
não vincula o discurso
com a prática?
Não! Não sei!
Não sei se sou um educador
que não se coaduna
com o sistema de ensino
da minha época,
ou se é este que não faz
sentir-me um educador,
mas um mero representante
de uma instituição social
que enxerga o tempo como
acinésico.
Não é a primeira vez
Queria eu
Que fosse a última
Este é um dos meus notáveis erros invisíveis
Oculto pelo caráter
E pelo fato
De eu ser um depósito de questões mal-compreendidas
Ainda não encontrei a causa nobre
Ainda não achei o tal rumo a se seguir
Por vezes acabo nestes diálagos gritantes
Me censurando
Contradizendo meus valores
Tu eras a chama da resistência, lembra?
Seria um vício
Um tremendo erro
O que uma mente sozinha tem a oferecer?
Minhas doutrinas sempre estabeleceram uma tolerância
Devo levar em consideração
Estou em ascenção
Estou em ascenção
Estou em ascenção...
Má conduta.
Ela falava e eu não sabia entender.
Ela me fitava com um olhar doce e meigo e eu não sabia decifrá-los.
Enquanto sua alma murmurava, tentando até mim se achegar, eu só sabia apreciar o meu absoluto silêncio.
Enquanto para mim ela cantava,
Eu ouvia outros gêneros musicais.
Enquanto ela falava de amor,
Eu fechava os meus ouvidos.
Enquanto a mim ela escrevia doces poesias, eu somente à garatujeava.
Enquanto nela o desejo por mim crescia, eu apenas me afastava.
Enquanto silenciosamente ela chorava, eu sorria;
Enquanto ela aprisionava suas palavras de carinho para que eu não a interpretasse errado,
Eu fugia e muda ela continuava;
Enquanto ela cansada adormecia,
Eu só pensava no trabalho.
Chegou um dia!
Um adeus determinado, atormentando minh'alma.
Adeus este jamais esperado.
Dolorosa realidade que me tomou abruptamente.
Nem um sinal dos seus passos ela deixou, para que eu não pudesse alcança-la.
Lá fora a neve indolente não para de cair.
Onde procurar, se suas pegadas já não existem mais?
Adeus maldito!
Mentecapta despedida!
Demissão peculiar!
Atitude intrépida e aguerrida, dispensando quaisquer desculpas minhas.
Desarrimado por sua partida,
Hoje sou um solitário e indefeso.
Condenado pelos meus erros e pecados, me encontro em total solidão com eternas feridas causadas, pelas minhas más condutas.....
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa.
#Quando_Eu_Me_Apaixonar
Corações fragmentados a minha volta
Tão destruídos quanto um jogo de quebra-cabeça
Isso provoca fobia em meu coração
Toda vez que alguém diz que me ama
Quando eu me apaixonar
Fecharei os olhos e deixarei o hoje me levar
Pós as Direções perderão o sentido em meus olhos
Porque o mais importante nesse momento será chegar onde nenhum homem chegou antes
Quando eu me apaixonar
Um aluvião de amor estará presente em meus olhos
E toda vez que alguém dizer
Que não me ama será o motivo para nunca deixar
Toda vez que eu me apaixonar
Será por uma flor hermafrodita
Uma partida e sem fim
A morte nunca irá nos separar
Porque toda vez que você me beijar estarás condenada a mim
O futuro um dia irá chegar
E quando esse momento assomar
Estarei aqui com a minha mulher
Aproveitando os últimos momentos
E agradecer a Deus pela oportunidade
Porque a morte nunca irá nos separar
E infelizmente o tempo
Maurodarg😓
Negra de pele fulminante, não fora eu quem te escolheu, sim meus sentimentos.
Não te farei poesia comum, sim, uma na melodia das línguas bantum ao som do trovão.
Deusa dos céus e dos restantes planetas...
Mãe de todas raças.
Geratriz da vida...Olhos que enxergam até alma dos miseráveis...
Do baro não vieste isso é uma fraude.
Te quiseram roubar a dignidade... Insolentes...cegos de pensamento e visão...
Lábios teus do dizer a verdade nada mais que a verdade.
Um andar de alegrar o solo.
A semente divina...
Arpa que ressoa o som de uma paz profunda...
Negra dos meus últimos dias...
In, Deusa das sete terras
Direitos autorais reservados
As coisas não eram tão bizarras assim
Eu tinha um controle sob as circunsntâncias
Não deixava que a a angústia me fizesse visita
O meu medo para falar a verdade
Sempre foi viver uma vida sem questionar nada
Mas de tal forma
Mesmo que feliz e santificada
Por algum motivo desaba
A conformidade
Vai além de aceitar as verdades
Mas também de se aceitar as mentiras
Que sabemos que são mentiras
Mas fazem parte de nossa peça teatral
A perdição
O porre de lágrimas que tomei
Foi por causa da comparação
Maldita comparação
Me oferecendo assim
No instante e de prontidão
Uma taça de egoísmo
Brindamos naquela magia
E naquele telão
Mostrava o quanto eu perdi
O quanto uma ação pesara
O quão grande é o peso de uma autonomia
Evento com algum propósito
Talvez um sacode da vida
De que a injustiça é rara
E para elevar-me á aquele pódio de importância
Seria necessário um pouco de fábula
Pois aquela colocação minha fraqueza impede
Já saciado pela inveja e arrependimento
Pude ver o quão mesquinho é o crítico
O apontador de defeitos
O preguiçoso analítico
As oportunidades foram as mesmas
Que trunfe o esforçado
E o blasfemador sem cor
Que se contenha com sua própria presença.
conselho " supondo"
Não existe desculpas para certas decisões, não se pode dizer eu fiz porque a minha " família fazia"
Supondo que se sua família se jogar de uma ponte você se jogaria?
A sua família pode se jogar do prédio, pode se jogar da ponte, na fonte, pode usar pedra, cocaína beber, mas lembre- se que o responsável pelo seu futuro é você mesmo, não seja aquilo que sua família se tornou, não use brechas para aquilo que você almeja fazer, caso contrário o culpado é você.
