Texto sobre eu Amo meu Irmao
E se você soubesse?
Queria tanto
Que soubesse
Do sentimento
Que nasceu em
Meu coração,
Mas não há forma
De dizer,
A razão desfaz
A emoção,
Desejo que esteja
Sempre no ambiente
Como um facho de luz
Banindo a escuridão,
Já entrou o outono,
As folhas
Puseram-se ao chão,
Findam os dias de canção
E o meu amor vem crescente
Como o sol de verão.
"Em tuas mãos entreguei meu coração,
Peço que o cuides bem,com ternura.
Cuides com a verdade e sinceridade que apenas tu podes dar,
Quando em mim as navalhas do tempo alcançar,
Segure com cuidado meu coração frágil,
Não o abandones nem o deixes cair,
Oh amor! Meu coração sem ti
Secará e apodreceram ao neveno do ódio,
Que de tempos em tempos,
A expreita,tenta de tuas mãos tomar."
Lua ,sua linda...ilumina minha noite..ilumina minha vida...
Teus raios prateados banham meu rosto e acariciam meus cabelos...
As estrelas a tua volta,enciumadas com tua travessura,piscam,piscam e correm pelo ceu claro num corre-corre de crianca...numa ciranda la no alto..e nem mesmo o grito que foge de meus labios de alegria e contentamento conseguem acalmar tamanha festa!!
Se hoje fosse nosso ultimo dia...se fosse meu ultimo dia...o que teria deixado de legado??Uma reflexao que se faz necessaria...Nao ha porque dar mais do que esta ao nosso alcance porque ha um momento em que tudo que poderiamos ter demosntrado de amor,atencao,carinho,respeito,aprendemos...Valores sao adquiridos em nossa caminhada...
Nascemos em processo de aprendizagem para toda uma vida...ninguem nasce pronto!E dependendo do que escolhemos ter como norma nesta caminhada,seremos lembrados apos nossa passagem...E estamos continuamente aprendendo...
Entao a pergunta que nao quer calar:Faremos falta?Nossos valores foram transmitidos?O que eu fiz pelo outro?Como amei?Serei uma lembranca agradavel?terei deixado uma historia,uma caminhada que possa me orgulhar e que poderia ser contada por alguem?Fui solidario?Confraternizei?Fui presenca?Marquei minha passagem?
Fica a questao...
Urge pensar!!
Fogo de amor
Na madrugada fria e silenciosa,
Rolo na cama com meu corpo nu,
Acordo com o calor do seu corpo,
E tudo parece estar em chamas.
Sinto sua pele suada colada na minha,
Seus lábios quentes e úmidos,
Minha língua dançando em sua boca,
Um balé divino de calor e de paixão.
O suor do meu corpo pinga sobre o seu,
Sinto seu coração na batida mais forte do meu,
Corações disparados, corpos colados,
Me enrolo loucamente em seus cabelos.
Minhas mãos percorrem sua pele ardente,
Minha boca desvenda sabores quentes,
A respiração é ofegante e cadenciada,
No ritmo alucinante do sangue em suas veias.
Aos meus ouvidos só gemidos e sussurros,
Barulhos ardentes de amor e paixão,
E no calor insano dos seus braços,
Chego ao ápice da minha loucura.
Estou deitado sozinho na minha cama,
Meu corpo molhado, meu sono abalado,
Na minha mente só você e a paixão que me consome,
E os momentos felizes ao seu lado.
Trova do vento que passa
Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
Última Página
Vou deixar este livro. Adeus.
Aqui morei nas ruas infinitas.
Adeus meu bairro página branca
onde morri onde nasci algumas vezes.
Adeus palavras comboios
adeus navio. De ti povo
não me despeço. Vou contigo.
Adeus meu bairro versos ventos.
Não voltarei a Nambuangongo
onde tu meu amor não viste nada. Adeus
camaradas dos campos de batalha.
Parto sem ti Pedro Soldado.
Tu Rapariga do País de Abril
tu vens comigo. Não te esqueças
da primavera. Vamos soltar
a primavera no País de Abril.
Livro: meu suor meu sangue
aqui te deixo no cimo da pátria
Meto a viola debaixo do braço
e viro a página. Adeus.
A VIDA NÃO TEM GRAÇA SEM VOCÊ
Ontem quando sonhei com você
Meu coração ficou abalado
Com a noticia que eu tive de você
Quase não pude dormi
Pensando na pessoa amada
Que inspira os meus a fazeres
Durante toda minha vida
Que eu conheci você
A minha vida teve mudança
Depois que você chegou a minha vida
Rafaela Vieira dos Santos
A vida não tem graça sem você.
Moldas o meu coração com o barro mais puro. Mas nem sempre o cuido como Tu me pedes.
Tenho quem o cuide com carinho e tenho quem o parta ou corte com ruindade.
Mas Tu chegas sem me aperceber. Acrescentas o que me tiraram (terra), humedeces para voltar a moldar-me (água), aqueces para me fortalecer (fogo) e sopras para me alentar com sabedoria (ar).
(agosto.2013)
Teus lábios sedosos
fazem meu corpo vibrar
A cada beijo teu meu coração dispara
Quando longe estás minhas noites são
longas e tristes.
Venha, vamos ter a lua só para nós.
De coração para coração,
De pele para pele.
Sendo apenas um de sentidos entrelaçados
a viajar pelas estrelas no bailar do amor
e da paixão, vivamos tudo sem medos e que
o doce da vida no reviva a cada dia
Na cumplicidade e na alegria
Apenas você e eu
Bom dia!
Até mais!
Estou aqui! Amor meu
Sem você , quem sou eu?
O meu coração só quero você.
A minha boca só quero os teus beijos.
e os meus olhos só querem ver o seu rosto.
sem você não quero ter mais nenhuma mulher e vou te esperar o tempo que for possível, porque o tempo e o melhor remedio para curar as magoas que você sentes crida amo-te com todo meu coração.Nelilson
"Meu Pecado"
Quando estou perto de você me desconcentro,ah...os meus princípios são as ultimas coisas em que penso,pois o teu olhar me consome,o teu corpo me enlouquece e a tua alma se junta a minha até nos meus sonhos,eu carrego no peito uma grande agonia de pensar em você toda hora e todo dia,já tentei te esquecer,mas parece que quanto mais eu tento,mais eu lembro de você.
POEMA INEFÁVEL
Em um desejo fecundo o instante
Como o etéreo lume do meu corpo,
No rútilo semblante do meu rosto.
E inerte como o tempo de meu pranto.
Em um momento estéril e obstante,
Em seu corpo ausente e encantador,
E de arte e beleza dois amantes
A presente chama e seu calor.
Submerso momento criador
Indizível e obstante amor,
Onde existe o belo e a presente dor.
Miríades de Sardas
Sardas são estrelas.
Meu corpo é a Via Láctea salpicada de sardas.
Dunas são ondas de areia
Meu corpo tem ondas
São as dunas de areia,
as alvas ondulações estelares desse meu corpo.
Via Láctea é uma galáxia
Meu corpo é Lácteo do grego clássico.
Provoca o teu desejo voraz exigindo instinto primitivos de sabenças as delicadas reentrâncias desse meu corpo
Oh Leitosos caminhos cósmicos desafiam o amante primata venturoso que de tão altivo rijo sente prazeroso dolo ao final da explosão cósmica de miríade estelar, as sardas.
Sardas são estrelas que atraem astros , sóis e pontos minúsculos de universo para sempre ao profundo e estreito incógnito vital
Meus corpo salpicado de sardas, ponteado de alvas ondas estelares, reentrâncias como desafios, convida o venturoso amante.
Colhe, tome para si , sem pressa , uma a uma as estrelas, com os lábios apagar suavemente as minhas sardas e deslindar o sabor lácteo
que as minhas reentrâncias exalam.
Sentir a sal do meu sabor da pele, dos teus lábios aos meus lábios marte carmim , repor uma a uma as sardas todas em seus devidos lugares.
Via Láctea chamuscada de sardas – que são artes estelares – reproduzindo o trimilenar mistério.
Miríades de sensações...
Meu corpo tem sardas...
Sardas são estrelas
Meu corpo é a Via Láctea
Salpicado de estrelas...
O último passo do destino
A terra que cobrirá meu corpo
Esta me chamando.
Espreitando-me sem cessar
Os vermes já me rondam
Como que se, minha sorte pudessem tirar
Diante disso, vou traficando dias
Vomitando de mim agonias
Cessarei assim desinibida de mim
Derramando palavras em sulcos
Adiando com versos o meu fim
A fase final das horas sorri olhando-me
Aproximam-se o cessar
Distanciam-se os sons dos meus suspiros
Não há gestação de dias
A fome do fogo da vida, saciada, chora
Murcha como flor, sem culpa
Completo minha caminhada
Deixando-me ainda aqui.
Enide Santos 18/12/15
Reconcilia-te com minha
pele, preciso do teu toque
suave.
Reconcilia-te com meu
perfume, preciso do teu
aroma de recordação
para relembrar os
momentos que vibramos
das loucuras da paixão.
Reconcilia-te com o tempo
e tenha mais dele para os
nossos momentos .
Reconcilia-te com o amor
e ame cada suspiro de
minha alma; cada sussurro
que clama por ti.
Reconcilia-te com a vida
e vamos vivê-la outra vez.
Todo o meu esforço canalizo para a vida.
Não para o equilíbrio, não para as certezas. Caminho suportando nas costas todo o peso da desesperança, pois que a esperança, é ridículo, dramático, que a humanidade ainda precise de tê-la.
Esperança em quê? Em remédios que curem?… Em poemas que se dão de mão em mão?
E as cartas sem resposta?
E os becos sem saída?
E a nova hipocrisia?
E o deus-dinheiro que nos espreita a cada esquina?… e a África?
E a América Latina?…
E todas essas universidades e tantos analfabetos?…
Toda gente sabe a extensão da verdade: surpreendendo a paisagem esfomeada, o gatilho já não precisa do dedo de ninguém.
A minha verdade conversa com a tua mentira
e o meu ar cínico finge que acredita.
Desmistifico a metáfora. Nada para mim é segredo.
Teu mar que antes era mistério
hoje é mar tranquilo de águas límpidas.
Tenho intimidade com o mar que tu navegas.
A nudez visível da tua alma me pertence.
Tenho olhos de águia e o veneno da serpente.
E na escola da vida, onde ainda és aluno, sou bacharel.
Sou doce, sou mel, não queira experimentar o meu fel.
Sou brisa que bate no teu rosto, mas posso ser tempestade.
Inundo, arrasto,
devasto.
Não desafie a minha natureza mais mórbida.
Sou anjo, sou o sol que brilha no amanhecer.
Sou mar tranquilo, sou a natureza em si.
Mas também sou tempestade, furacão, vulcão em erupção.
O meu equilíbrio me faz racional, isso me difere do animal.
Mas não brinque com a força da natureza.
Ela pode ser cruel e perder a sua gentileza.
Pai, te peço guia meus passos
pois tantos querem o meu mal,
Tantos almejam ver minha destruição.
Sentem prazer na minha angústia.
Pai, Tu que és tão grande,
Toma direção dos meus pensamentos,
Que a minh'alma seja honra para Ti.
Abra meus olhos para ver as ciladas,
E me livra delas.
Obrigada por sempre estar ao meu lado.
Isso cara, continue atuando. Deixe-me aqui no chão. Destroce mais o meu coração.
Continue mostrando-me o lado negro em seus olhos. Já que é assim que você quer, continue... Mostre-me o quão pior você pode ser.
É esse o seu limite? Ou ainda consegue ser mais mentecapto?
Mostre-me o seu jogo ou me empurre de uma vez desse penhasco.
As borboletas no estômago estão mortas.
Se olhe no espelho e continue fingindo esse ego que não existe.
Eu estou cansada de tudo isso.
Eu estive lá. Estive ao seu lado dando o melhor de mim. E você me explode. Explode com palavras, ditas e não ditas. Age como se eu fosse uma psicopata.
Eu costumava ser a melhor pra você, lembra?! Mas depois comecei a me sentir neutra. Então chega!
Não tenho um cérebro tão idiota assim.
Preciso voltar a sonhar, sem estar dopada.
Não posso estar morna, seria estar morta.
Preciso de fuga, ou qualquer coisa que me dê paz, mesmo estando nessa guerra interna.
