Texto sobre Educação
Um povo saudável é o retrato da educação, da consciência limpa, da dignidade. O dia em que no Brasil a saúde passa a ser menos importante que a educação e a segurança, é o dia em que olhar para as próprias botas sujas é mais importante que erguer os olhos e ver toda uma nação mergulhada no crime organizado, no aparelhamento e na corrupção desmedida. E por fim dizer: Ele nunca Ele não, como se isso lhe enchesse a boca de algum valor moral.
Um desafio claro para a educação nos dias de hoje é se encontrar um ponto de conciliação entre os meios tradicionais, físicos, como livros, jornais e revistas com os novos suportes tecnológicos, presentes de maneira cada vez mais precoce em nossas vidas. Eu acredito que a tecnologia vem para acrescentar, o que devemos fazer é unir as novas tecnologias ao que já se faz em casa e nas salas de aula. O importante e imprescindível é estimular a leitura!
Precisamos garantir oportunidades equitativas para todos por meio da educação. Há verdadeiros talentos perdidos nas sombras, pois lhes foi negado o direito a uma existência digna. O que crianças, adolescentes e jovens aprendem durante essa fase crucial determina a trajetória de quem se tornarão. Qual seria a escolha mais vantajosa: jovens instruídos, dedicados em suas áreas de atuação, ou envolvidos em atividades criminosas? Esta é uma realidade esculpida por nossas próprias ações. É imperativo apoiar políticas públicas capazes de reverter esse cenário, permitindo que o Brasil revele toda a grandiosidade de sua corajosa população.
A violência nas escolas é um reflexo preocupante de uma educação que ainda legitima a masculinidade tóxica. Transformar meninos dóceis em homens violentos que objetificam corpos femininos é um sintoma de uma sociedade que perpetua uma educação perversa e misógina. Precisamos urgentemente de uma educação que desconstrua essas estruturas sociais arraigadas e combata o terrorismo moral. Uma educação emancipatória e questionadora é fundamental para promover a igualdade de gênero e formar cidadãos mais justos e conscientes.
Falando em Educação: quando não se cobra (no sentido de incentivar) se acomoda, estagna. Quando coloco o discente e sua família como coitados, indiretamente, estou alimentando a exclusão. Dizer "coitadinhos"; "vulneráveis" gera ação meramente assistencialista, que em nada ajuda. Visualizar e atacar por meio de ação planejada sim gera atitudes logo mudanças longitudinais, não assistencialismo momentâneo que nada mais é que manutenção da dependência, falta de confiança e prisão; servidão.
"Há uma diferença grande entre educação e gentileza. EDUCAÇÃO pode ser adquirida, treinada, forjada pelas conveniências sociais. GENTILEZA é inerente do ser, pode surgir em qualquer situação. Não tem vínculos com razão, classe, gênero, idade... Um ser humano realmente gentil, dá voz ao sentimento que brota da ALMA."
A educação deve ser o futuro e o crescimento de uma nação, é extremamente importante ensinar crianças e adolescência como se vivessem na sociedade, ao trabalho e especialmente na saúde emocional e psicólogico. A inteligência nasce com o ser humano, uma verdadeira cultura dar oportunidades e o conhecimento é gratuito.
A educação dos antigos era pela sintonia dos olhares, onde pai e filho se comunicavão em silêncio (pelo temor e respeito); logo depois, através das décadas, pai e mãe lutam verbalmente e disciplinarmente para parcialmente manter ou resgatar a educação que tiveram no passado (pela pressão e chantagem) hoje em dia, só é necessário privá-los das mídias tecnológicas e acesso à internet! No futuro, talvez seja necessário desconectá-los literalmente!
A educação transcende o simples ato de instruir; ela é a força que esculpe a alma e molda o caráter. Vai além da mera polidez e disciplina; é o tecido que une os fios dos hábitos, dos costumes e dos valores de uma comunidade, transmiti-os, com reverência, de uma geração a outra. É o farol que ilumina o caminho ao conhecimento, à empatia e ao entendimento mútuo. Educar é forjar alicerces sólidos para o futuro, onde a sabedoria e o respeito pelas diferenças se tornam pilares de uma sociedade compassiva e próspera. É um ato de amor e compromisso com o crescimento humano, uma jornada de autodescoberta que nos conduz à transcendência e à excelência, definindo o rumo de nossas vidas e o destinodenossomundo.
São conflituosos, desafiadores e necessários os caminhos para um país melhor através da educação. É necessário acreditar e defender nossos ideais enquanto profissionais da educação. Em todos os momentos da história do Brasil foi difícil, mas sempre houve aqueles e aquelas que lutaram mais que outros, deixando um legado de experiências positivas, exemplos de que é possível fazer muito mais. Portanto eu acredito! "Acredito que a EDUCAÇÃO pode mudar vidas, inclusive a história de uma nação.
No Brasil, as pessoas não tem dinheiro, não tem acesso a educação de qualidade, tampouco a saúde.Contudo os brasileiros são simpáticos, carismáticos, calorosos e alegres e é isso que há de melhor no Brasil, os brasileiros.Eita povo forte! Em meio aos caos, não apenas existem, mas, vivem.Enquanto em países onde prolemas como, desigualdade social, já foram eliminados a muito tempo.Os índices de suicídio só aumentam.Isso porque brasileiros dizem:GRAÇAS A DEUS.E alguém aí ainda duvida,de que DEUS seja BRASILEIRO?
"EDUCAÇÃO: Pessoas instruídas não só produzem mais como trabalhadoras e, consequentemente, obtém salários mais altos e o mais importante, se adaptam com mais facilidade às tecnologias inovadoras melhorando o seu padrão de vida, por isso, estudar a maravilhoso, aproveite o seu tempo" Ademar de Borba
Ter boas maneiras é o primeiro passo para se tornar uma pessoa civilizada. Uma boa educação abre muitas portas e diz muito sobre a pessoa. Isso não significa dizer que se deve cair no pedantismo. Devemos ser naturais nos modos, pois tudo em excesso é veneno e não ser civilizado não é nada plausível. A elegância forçada é uma deselegância. Portanto, use o bom senso.
“No teatro neoliberal da educação, o professor é personagem explorado e o mercado é quem dirige a cena. Não há instituição educacional que compreenda melhor o educando do que o CEEBJA. Foi nesse espaço que pude vivenciar situações singulares, que me proporcionaram uma compreensão profunda sobre o verdadeiro significado de ser educador e gestor. Ser diretor de uma instituição como essa é conviver diariamente com múltiplos educandos, vindos de realidades, histórias e universos sociais diversos, o que exige sensibilidade, empatia, compromisso e constante capacidade de mediação entre sonhos, desafios e possibilidades.
Ser Pai atualmente é entender que a melhor educação é o exemplo, a melhor correição vem da palavra, o melhor presente é o tempo de qualidade que oferecemos a eles e a maior alegria está no fato dos filhos serem felizes com as próprias escolhas. Feliz Dia dos Pais! Obrigado meus filhos por trilharem seus caminhos com personalidade e fazendo escolhas sábias, principalmente longe de qualquer droga. Deus abençoe nossa Jornada. @mcmarombado
Uma educação castradora não nos faz pensar, mas é exatamente esse o objetivo da deseducação alienadora dessa pátria da desordem e do regresso! Não é culpa dos professores, é culpa do sistema alienador e enganador do "mistério da deseducação" - doutrinação castradora, enquadradora, limitadora, isso não tem nada a ver com gênero! Estamos falando de educação para libertar - não educação para castrar e condicionar!
É uma tendência humana universal, causada pela supressão da vida; a educação autoritária constitui a base psicológica das massas populares de todas as nações para a aceitação e o estabelecimento da ditadura. Seus elementos básicos são a mistificação do processo vital, um concreto desamparo de caráter material e social, o medo de assumir a responsabilidade de orientar a própria vida, isso é, o desejo mais ou menos forte de uma segurança ilusória e de autoridade ativa ou passiva.
A desvalorização da educação começa quando pouco damos prioridade a sua existência. Podemos falar milhares de coisas, que a valorizamos e que só ela pode mudar o mundo, mas na prática muitas das vezes deparamos com ações opostas. Lemos um livro se ele estiver disponível gratuito na internet, pois se for pago, preferimos utilizar o nosso dinheiro para comprar um outro tipo de produto. Cadê o valor da literatura?! Da educação?! Se nós próprios não a damos o valor que merece realmente. E se não está disponível para download gratuito, nos questionamos sobre o valor do livro, sobre o que o escritor aborda naquela obra, se vai valer a pena adquiri-la, mas nunca vemos o trabalho do escritor para criar aquilo, a dedicação, tempo, criatividade, esforço e falamos que com esse dinheiro poderíamos estar comprando outra coisa do que um livro. Será que a educação vai mudar mesmo o mundo?! Como ela vai mudar se nem nós próprios a valorizamos?! Essa valorização tem que começar por cada um de nós.
Dos primórdios da civilização até quase os dias de hoje – e ainda hoje na China e no Japão – os pais têm sacrificado a felicidade de seus filhos no casamento ao decidir com quem se casarão, escolhendo quase sempre a noiva ou noivo mais rico disponível. No mundo ocidental (exceto em parte na França) as crianças libertaram-se dessa escravidão pela rebelião, mas os instintos dos pais não mudaram. Nem a felicidade nem a virtude, mas o sucesso material é o desejo de um pai médio para seus filhos. Ele quer que seja de tamanha relevância que ele possa se vangloriar dele para seus amigos, e esse desejo domina em grande parte seus esforços para educá-los.
Se tivesse lido um pouco mais, se tivesse estudado, se não tivesse cortado a fila da merenda, se tivesse devolvido o troco que recebeu errado do motorista, se não tivesse jogado papel de bala no chão, achando que estava contribuindo com o “emprego” do varredor de rua, se não tivesse vendido o seu voto, talvez o gigante não estivesse tão enfurecido com o governo que tem, talvez não estivesse pagando caro para se manter no poder, talvez não estivesse com tantos problemas de saúde, educação, lazer, transporte público, meio ambiente, etc.
