Texto sobre Educação
Liberal education é, para resumir, a educação da mente para os debates culturais e cívicos mediante a leitura meditada dos clássicos. Acabo de escrever esta palavra, 'clássicos', e já vejo que não sou compreendido. A falta de uma liberal education dá a esse termo a acepção estrita de obras literárias famosas e antigas, lidas por lazer ou obrigação escolar. Um clássico, no sentido de Adler, não é sempre uma obra de literatura: entre os clássicos há livros sobre eletricidade e fisiologia animal, os milagres de Cristo e a constituição romana: coisas que ninguém hoje leria por lazer e que geralmente são deixadas aos especialistas. Mas um clássico não é um livro para especialistas. É um livro que deu origem aos termos, conceitos e valores que usamos na vida diária e nos debates públicos. É um livro para o homem comum que pretenda ser o cidadão consciente de uma democracia. Clássicos são livros que criaram as noções de realidade e fantasia, senso comum e extravagância, razão e irrazão, liberdade e tirania, absoluto e relativo – as noções que usamos diariamente para expressar nossos pontos de vista. Só que, quando o fazemos sem uma educação liberal, limitamo-nos a repetir um script que não compreendemos. Nossas palavras não têm fundo, não refletem uma longa experiência humana nem um sólido senso de realidade, apenas a superfície verbal do momento, as ilusões de um vocabulário prêt-à-porter. A educação liberal consiste não somente em dar esses livros a ler, mas em ensinar a lê-los segundo uma técnica de compreensão e interpretação que começa com os eruditos greco-romanos e atravessa, como um fio condutor, toda a história da consciência ocidental.
Investir mais dinheiro no setor EDUCAÇÃO é essencial, mas não é a única coisa! Além de valorizar os professores com salários mais justos e plano de carreira, precisam investir em cursos bons de formação continuada, melhores condições de trabalho, acesso às tecnologias (nem máquinas de xerox as escolas têm), material de trabalho adequado. Precisam também ser mais criteriosos com os cursos que formam professores, hoje, em qualquer esquina vemos cartazes de cursos de licenciatura vapt-vupt! E eu, como professora que sou, ouso dizer que precisamos de alunos melhores! Alunos que se interessem em ir à escola para evoluir e não para passar o tempo. Incentivos como bolsa-família, progressão continuada e tantos outros, acabaram com a escola pública! Os brasileiros não estavam preparados pra receber esses tipos de benefícios sem querer "tirar vantagens" deles. Pois é, os estudantes acham que só precisam ir à escola, esquentar a cadeira e pronto. Esquecem-se que lá, é o único lugar onde eles podem melhorar! Que essas manifestações mudem a mentalidade da grande maioria dos alunos de escolas públicas brasileiras! Que eles voltem a respeitar a escola e voltem a se respeitar! Só assim, a escola pública terá uma utilidade, porque hoje ela é nada mais nada menos que um depósito de gente!
Vivo na pior geração. Aquela onde a falta de educação impera. Onde o Egocentrismo, as Aparências & a Falsidade são válidas para se obter um 'status quo'. E mais do que isso, onde as pessoas só usam o nome de Deus para se promover e aparecer. E claro não se pode esquecer: aquela que pra ser 'alguém' convém inferiorizar os outros e seguir modinhas desastrosas
A educação de palanque não constrói, modela; não inclui, promove a exclusão institucionalizada; não desenvolve a autonomia, conduz a heteronomia; não media a criticidade, aliena o aluno; não aplica a equidade, pois foca na meritocracia como motivação; não consegue exercer seu papel social porque seu objetivo não está no que pode fazer, mas no que pode aparecer.
A educação está tão promíscua em servir aos ideais do mercado, se assumindo como empresa, focada em resultados, em produzir uma excelência fabricada, que esquece o ser humano mais importante de uma sociedade, pois é pela mediação dele, que provém todos os outros profissionais de uma sociedade. Os sistemas de ensino, desvalorizando o professor no exercício de sua profissão, faz com que a sociedade não enxergue o seu valor social. Lamentável! Transferindo a responsabilidade do baixo nível dos alunos, nas escolas, para os educadores, atribuindo-lhes metas focadas, em apenas, no desempenho dos alunos nas avaliações externas, pouco se preocupando com a verdadeira formação dos mesmos. Omissão em reconhecer que a situação deplorável dos alunos não estarem no nível de conhecimento esperado para a série que estão cursando, seja fruto de um modelo educacional que não forma, deforma; não inclui, promove a exclusão institucionalizada; não media a cooperação, valoriza a meritocracia.
Além de todo o desenvolvimento das tecnologias educacionais, os gestores e reguladores da educação, líderes do agora precisam lidar com o grande desafio, exercitando a empatia com sinceridade e abrindo novos caminhos para o reposicionamento da educação básica, ou seja, estimulando a conscientização das oportunidades e ameaças, dos seus pontos fortes e fracos, para o balizamento dos encaminhamentos almejados.
Se queremos salvar a educação, a escola pública, o ensino fundamental e médio, será urgente que os governantes retirem a formação dos futuros professores das universidades. Elas não conseguem ir além dos bacharelados. Deixem a formação de professores para os Institutos de Educação e Colégios de renome e história.
A desigualdade na educação brasileira é um entrave para o progresso do país. Enquanto escolas de ensino fundamental e médio enfrentam condições precárias com infraestrutura pior que muitas unidades socioeducativas e prisionais, o sistema educacional não conseguirá formar cidadãos preparados para transformar a sociedade. Investir em escolas dignas, com instalações adequadas e recursos pedagógicos, é essencial para romper o ciclo e construir um futuro melhor. Sem essa priorização, o Brasil continuará patinando em um modelo que privilegia a contenção em vez da educação.
A secretaria de educação recomenda aprovação automática para evitar evasão em 2021, e as escolas correndo atrás de aluno parece que estão em harmonia de propósito. Mas, os tais conselhos de classe verificando se o aluno pode ou não passar de ano através da nota por atividades feitas. Trabalho inútil. Velho no novo. Talvez seja a última expressão da ânsia do professor para não perder o controle sobre os alunos. Só não entendi ainda em que lado a coordenadora pedagógica está. ... como se tivéssemos o poder de reprovação, em detrimento das estatísticas. CiFA
O empreendedor cria empregos, impostos para saúde, segurança e educação, melhora a qualidade pela concorrência, cria e multiplica oportunidades. Interesse próprio? Claro, não existe almoço grátis. Todos nós humanos somos assim, movidos pelos nossos próprios interesses. Porém, os frutos de uma visão com ação são saboreados por muitas pessoas, por muitas gerações. (Artigo "Empreendedorismo na essência")
Não existe tal coisa como um processo de educação neutra. Educação ou funciona como um instrumento que é usado para facilitar a integração das gerações na lógica do atual sistema e trazer conformidade com ele, ou ela se torna a "prática da liberdade", o meio pelo qual homens e mulheres lidam de forma crítica com a realidade e descobrem como participar na transformação do seu mundo.
Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Paulo Freire, mas pertence a Richard Shaull, educador estadunidense presbiteriano. A confusão aconteceu porque Shaull escreveu o prefácio da edição em língua inglesa de “Pedagogia do Oprimido”.
...MaisSonho com a educação que evolui para acompanhar as necessidades do mundo ao seu redor. Os estudantes servidos com a formação tecnológica, para que possam trabalhar utilizando ferramentas digitais, e preparados para realizar muitiplas tarefas diferentes, pois seus estudos oferecem um vasto currículo e inúmeras conexões coletivas, vejo as escolas caminhando para isso.
A educação podemos dizer que é um "contraditório educador". Espaço do saber é livre, como é livre a instituição dizer ao contrário, mas jamais romper o limite da fala de um educador a sua atuação, ou a palavra correta seria ao seu sonho. Quem se viu como educador e não pensar que seria um sonho toda essa caminhada, se limita as fronteiras físicas do futuro, de se construir uma mudança criada primeiramente dentro de si, a colaborar com o outro em primeiro lugar com amor, e depois no sonho.
Olhando retrospectivamente, vejo que recebi uma educação diferenciada, moderna, fora da curva, como se diz hoje em dia. Meus pais não tinham preconceitos, eram liberais, e me trataram como alguém que deveria ser independente, que merecia conhecer a verdade, sem falsos moralismos e sem paternalismo.
Cultura digital é a mistura de educação,tecnologia,internet e algumas outras áreas.98% da população mundial está adpeto e rendido a essa cultura,ela nos cerca e nos domina.A cultura digital abre diversas oportunidades no mundo todo mas, também apresenta seus perigos.Ela é sinônimo de avanço,agilidade e rapidez
A educação é um caminho sem volta, quando o adentramos o fim não tem fim, sempre é um recomeço, onde cada um faz a sua parte para que no final estejamos dispostos a recomeçar novamente em prol de um recomeço sempre melhor. Sendo assim, a educação é uma constante união de esforços para que tudo aconteça da melhor forma possível para que não tenhamos que recomeçar do início, mas sempre de um ponto logo a frente.
Um povo sem educação nem instrução é manipulável, pois, jamais indagará acerca de democracia, despesas públicas, educação, erário público, fraternidade, igualdade, justiça social, liberdade, prestação de contas, progresso, saúde, segurança, separação de poderes, transparência, tolerância e tantos outros fenómenos sociais e mundiais.
Quando a educação busca o sucesso no foco de atingir metas, ela não forma, apenas formaliza resultados planejados, porque educar não é um ato pradronizado e muito menos com respostas previstas, por isso as metas não devem ser o destino, mas o caminho para se conseguir o que queremos com o ato educativo.
"Na Educação Interdimensional, é preciso articular os fins e os meios da ação educativa, para desenvolver integralmente as dimensões do aluno, através da metodologia que valoriza o pensamento da educação ativa, para condicionar o educando como fonte de iniciativa, liberdade e compromisso."
O Brasil está passando por um momento singular: a estupidez não é mais devido à falta de educação, de alfabetização. A cegueira agora vem de pessoas bem informadas o suficiente para dar uma entrevista a um jornal, e falar bem: idiotas com diplomas. Seria a traição da inteligência? Isso nos leva a pergunta “por que pessoas inteligentes fazem coisas estúpidas?”
