Texto quando se quer Terminar de Alguém
Pausa no tempo
❝...Hora de refletir, pensar um pouco
em mim. Hoje fiz alguém feliz?
Eu tenho amigos verdadeiros?
tenho paz no meu coração?
Quantas pessoas sou capaz de
amar sem olhar os defeitos?
Quantas ficaram esquecidas?
Quantas pessoas magoei?
Quantos sonhos realizei?
Não importa a quantidade
de amigos importa ter amigos.
Não importa quantos amores
e sim alguém para amar.
Não importa se fui infeliz,
o importante é que sou feliz.
Eu amo aqueles que
estão do meu lado, aqueles
que nem o tempo nem a
saudade apaga. Amo minha
família presente de Deus,
amo meus amigos, minha vida
e meu cachorro... Amo e não
nego, amo tudo que se abre em flor,
A vida é presente de Deus, a escolha
é minha e eu escolhi ser Feliz.
Há? Sabe de uma coisa Eu Sou Feliz.
Obrigado Senhor...❞
-------------------------Eliana Angel Wolf
❝...Sempre tem alguém,
não precisa procurar
ele vem em meio ao
silêncio de um olhar,
em meio as lágrimas
do indeciso, em meio
de um sorriso inesperado.
Quando este dia chegar
você vai saber que nada
mais importa, que agora
pode ser noite ou dia,
não importa se o cabelo
esta curto ou grande,
escovado ou embaraçado.
E você vai entender que
o mundo pode parar,
a chuva pode sessas,
a noite terminar, mas
este sentimento nunca
mas vai acabar.. É...o
Amor encontrou você...❞
-------------------------Eliana Angel Wolf
É importante reconhecer que, às vezes, ajudar demais pode atrapalhar o crescimento de alguém. Fazer pelo outro o que ele já pode fazer sozinho cria dependência, esgota energia e perpetua um ciclo onde um não evolui e o outro se exaure. A maior bondade, às vezes, é saber quando se afastar e deixar a pessoa trilhar sua jornada feliz e divina.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
APRENDI....
Aprendi que por mais que procure fazer as coisas certas;
Alguém vai sempre procurar uma forma de criticar.
Aprendi que nem todas as pessoas que me sorriem;
Fazem com o coração.
Aprendi que nem todas as pessoas que dizem querer justiça;
São levadas pelo sentimento da mesma.
Mas pelo sentimento da vingança pessoal, da inveja, do orgulho, dos interesses pessoais e da vaidade.
Porém o mais importante é que aprendi...
Que não importa os motivos dos outros...
O que importa é o meu sentimento de justiça, de amizade e gratidão;
Aprendi também que não posso mudar o mundo;
Mas que posso mudar a mim mesma.
Aprendendo a discernir os verdadeiros dos hipócritas.
Essa é a realidade mais real que existe.
E que Nada Acontece Por Acaso;
E enquanto Deus me permitir estar aqui;
Lutarei pelo que acredito ser certo, lutarei contra as injustiças sociais e desmandos contra o povo.
Mesmo que seja apenas uma professora, uma mãe, mas acima de tudo;
Uma MULHER, que sabe o que quer, e que não se curva a falsos moralismos, a conchavos, a hipocrisias.
Uma MULHER que tem princípios éticos, religiosos e morais e que ama a Deus sobre todas as coisas.
Aprendi que sou um ser humano, com qualidades e defeitos, mas isso não me dá o direito ERRAR, nem de me desculpar nos erros dos outros.
Existe alguém que sempre foi cobrado por não se abrir. Dizem que é fechado, frio, distante. Mas quando resolve deixar escapar um pouco do que carrega por dentro, o resultado não é acolhimento — é confusão. Palavras atravessadas, julgamentos rápidos, olhares que pesam mais do que deveriam. Aprende, da forma mais dura, que o silêncio incomoda… mas a verdade incomoda ainda mais.
Também fica claro que não é permitido ser quem se é. Não pode gostar do que gosta, nem escolher o que escolhe, nem sentir do jeito que sente. Tudo vira motivo para comentários, apontamentos, distorções. Cada passo fora do esperado parece um erro, cada tentativa de liberdade soa como afronta. Com o tempo, a vontade de explicar vai se perdendo, porque explicar nunca foi suficiente.
Hoje, resta um conceito simples, quase vazio, mas pesado: estar na terra para servir. Não para ser entendido, nem celebrado, nem feliz — apenas para cumprir expectativas, não atrapalhar, não causar ruído. Serve em silêncio, porque o silêncio cansa menos do que lutar contra interpretações que já nascem prontas.
Viver, agora, não faz questão. Não carrega planos nem promessas. É apenas existir no modo automático, respirar enquanto ainda houver fôlego, acordar porque o corpo acorda, seguir porque o tempo segue. Não há desespero explícito, apenas um cansaço constante, desses que não gritam, mas também não passam.
E assim continua: respirando. Não porque a vida seja leve, mas porque ainda não acabou. Não porque exista esperança clara, mas porque o ar insiste em entrar e sair do peito. Está ali — não inteiro, não pleno — apenas presente, enquanto houver fôlego.
Entre o que foi e o que é
Eu tô com alguém bom, alguém que me faz bem.
Mas ainda carrego ecos de quem me feriu.
Não porque eu queira voltar,
mas porque certas lembranças não sabem ir embora.
Meu corpo já entende o novo toque,
mas minha alma, às vezes, ainda procura o antigo.
E isso me confunde — me parte.
Ele me fez mal, eu sei.
Mas há pedaços de mim presos nas memórias que ele deixou.
E o amor, mesmo quando dói,
tem um jeito cruel de se fazer presente.
Talvez um dia eu acorde e o passado não pese mais.
Talvez um dia o novo amor ocupe todo o espaço.
Mas, por enquanto,
vivo nesse meio-termo —
entre o que me destruiu
e o que tenta me reconstruir.
---
E as vezes, parecemos bobos...
Quando nos encantamos por alguém, mesmo sabendo que não há possibilidades de viver um determinado sentimento...
Na nossa teimosia demasiada, insistimos em deixá-lo vivo dentro de nós, nos conformando com aquilo que sentimos, acreditando que é esse "sentir"que faz nosso coração bater muito forte, é uma carga positiva de ânimo para nossos dias.
É assim a vida...Um tanto complicada, mas...maravilhosa.
E de repente alguém consegue te arrancar um sorriso.Não um sorriso qualquer,aquele sorriso único e verdadeiro,sabe?
Mas aí você começa a desconfiar de tudo.E já nem quer mais acreditar nesse clichê.Será Que depois de tantas tempestades,vem mesmo irradiavelmente o sol? ou vai ficar
chuviscando?
E apesar de todos os prejuízos sentimentais,eu tenho que admitir
que estou sim,contente,radiante,feliz,enfim.Sorrindo à toa.Mas uma vez.
Tratado de Paz
Você é minha guerra travada.
O alguém que vira tudo do avesso para eu aprender todas as coisas de novo, do nosso jeito.
Paixão pressupõe loucura, insensatez, patologia, irracionalidade, divergência, briga e "guerra".
Efeitos de um amor, de uma atração, de um desejo incontrolável; esses meus sentimentos sem limites que te deixam avesso à qualquer compreensão. Combatente ferido por todas as dúvidas, capturado sem chances de defesa e preso na armadilha do amor que armaram para nós.
Ambos suplicamos pela sobrevivência pacífica.
Sentindo pulsar a urgência da reconciliação, derrotamos cada um, a nossa própria guerra como algo acima da razão, nos tornando vivos de novo.
Sobreviventes do amor.
Uma parte de mim quer agarra-te a ti para sempre!
É a minha melhor parte, aquela que compreendende através do seu olhar, todos os seus desejos a mim murmurados. É a parte que sente sede de beber em teus beijos todo esse desejo, do começo ao fim.
Nada mais reconfortante que um amor desconstruído…
Olhar para alguém e não sentir nada…
A pessoa escolheu se manter no cantinho da indiferença…
Tanto faz se fazer presente…
O amar perdeu o sentido…
O tempo fez seu papel…
A saudade nem faz conta…
A lembrança virou vazio…
O amor não dorme em cama fria…
A saudade é um oceano. Profundo, imprevisível e, muitas vezes, indomável. Quando alguém que amamos parte, somos lançados a esse mar sem aviso, sem mapa e sem bússola.
No começo, tudo parece um naufrágio: as lembranças vêm como ondas altas, quebrando sobre o peito, levando o ar, o chão e o sentido.
Há alguém chegando de mansinho,
sem promessas em voz alta,
mas com presença que acalma.
Surge como luz no fim da tarde,
quando o dia já cansou de doer.
É alguém que não invade,
apenas fica —
e, ficando, transforma.
Ainda é começo, ainda é mistério,
mas o coração, atento,
já reconhece:
há algo bonito nascendo aqui.
De perto sou romântico, mas de longe te enganaram com um desabafo de alguém carente;
Diga-me onde esse amor vai parar, pois meu coração continua seguindo a sós;
De olhos em olhos continuo tentando me firmar entre as pálpebras encharcadas de emoção;
Se entre a caça a escolha vai se construindo, entre um coração virado do avesso se tem a certeza do quê quer;
Ninguém desiste do que realmente quer. Mas ninguém insiste para sempre.
Se alguém abre a porta e pergunta: “Então por que ainda está aqui?”
O tolo não é você, é quem ignora as razões que te fizeram ficar até agora.
Não fique, não insista. Saia. A sua força não merece ser questionada por quem não a enxerga.🌹
E se alguém só me ouvisse, me deixasse deitar em seu colo e chorar, esbravejar, soluçar, me debruçar.
Eu quero só tirar isso de dentro de mim sem ninguém me dizer nada, apenas estar lá de verdade!
Eu odeio ser como eu sou, já tentei inúmeras vezes mudar as coisas aqui dentro mas, nas é tudo despedaçado e a sensação que não há formas de fazer algo novo ou diferente é isso machuca e rasga cada vez mais aqui dentro, acredito que em algum momento não vá sobrar mais nada!
Eu me vejo sentada no chão, a paisagem é de tudo desmoronando, sem esperanças.
Escrever me acalma mas não me salva!
É natural e saudável ficarmos tristes e sentir dor pela perda de alguém querido. Mas, quando não apanhamos os pedaços e continuamos em frente, é como se uma parte da nossa alma, estivesse incompleta, sentimos um vazio, que nada nem ninguém pode ocupar.
Não perca tempo procurando fora de si o que lhe falta dentro. Enquanto não estiver inteiro, só irá encontrar desilusões e mais frustrações.
Nada que te obrigue a seguir alguém, fazer algo ou ser de um jeito pode ser tratado como único.
O livre árbitro que nos foi dado desmerece qualquer imposição absoluta aos seus próprios pensamentos e escolhas.
Viver de verdade e tomar controle de suas próprias vontades sem ser dominado pelo outro.
O Grito que Mora em Mim
Eu amei alguém
que virou ausência.
Não porque quis ir,
mas porque a dor falou mais alto
do que o amor que o chamava de volta.
Ele era casa
num mundo onde eu sempre fui visita.
Era paz nos dias em que minha mente
era guerra.
Era silêncio bom,
daquele que não machuca.
Guardei meu grito por anos
porque achei que não tinha direito.
Porque me disseram, sem palavras,
que amar não me dava permissão de sofrer.
Mas deu.
Deu e ainda dá.
Há três anos
o tempo anda,
mas meu coração ficou sentado
no mesmo lugar,
esperando alguém que não volta
e se culpando por não ter sido suficiente.
Eu tentei ser abrigo.
E fui.
Por um tempo, fui luz.
Mas até a luz cansa
quando o escuro é profundo demais.
Hoje, carrego um grito no peito.
Um grito sem endereço,
sem ouvidos,
sem resposta.
Um grito que não quer morrer —
só quer ser ouvido.
Não quero esquecer
porque esquecer seria perder de novo.
Só quero lembrar
sem sangrar.
Se algum dia alguém me amar,
não será no lugar dele.
Será ao lado da cicatriz
que ele deixou em mim.
Porque eu não sou feita só de perda.
Sou feita de amor que foi grande demais
para caber no silêncio.
E enquanto eu respirar,
ele vive
no espaço exato
entre a dor
e o que ainda insiste em bater aqui.
Carta que nunca te entreguei
Eu sei que você me amou do jeito mais limpo que alguém pode amar.
Sem jogos, sem fuga, sem meio-termo.
E talvez por isso tenha doído tanto.
Eu ouvi quando você disse que me amava.
Ouvi uma, duas, tantas vezes que perdi a conta.
Cada palavra sua era casa, era futuro, era permanência.
E dentro de mim havia vontade, sim,
mas havia também um peso antigo,
um cansaço que não nasceu em você
e uma resistência que eu não escolhi ter.
Existe um muro em mim.
Não foi levantado contra você,
nem para te ferir.
Ele só estava lá antes.
Toda vez que você dizia que me amava,
algo em mim queria correr na sua direção.
Mas outra parte, menor e mais antiga,
batia desesperada por dentro desse concreto,
pedindo que nada fosse aberto.
Você chamava de amor.
Eu sentia como risco.
O problema nunca foi você.
Nunca foi falta de amor.
Foi excesso de medo dentro de mim.
Quando você falava de futuro, algo em mim se fechava.
Não por desprezo,
mas por pânico.
Como se amar significasse perder a mim mesma outra vez.
Porque deixar alguém entrar
sempre significou desmoronar depois.
Existe em mim uma vontade imensa de ser amada assim,
desse jeito inteiro, sem reservas.
Eu sei que mereço.
Mas hoje eu não consigo corresponder
sem me violentar por dentro.
Eu queria sentir só o amor,
mas sentia o medo junto.
Queria ficar,
mas meu corpo gritava para não prometer
o que ainda não sei sustentar.
Você me ofereceu paciência,
futuro, permanência.
E eu sei que isso é raro.
Mas o problema do muro
é que ele não cai com promessas.
Ele cai com tempo.
E eu ainda não tenho esse tempo dentro de mim.
Eu me irritava, me afastava, me culpava.
Não porque você errava,
mas porque eu ainda não sei receber cuidado sem desconfiar.
Você merece alguém que te ame sem hesitar,
sem se irritar sem motivo,
sem carregar fantasmas que não são seus.
Merece descanso, não dúvidas.
Te deixar ir foi uma forma torta de respeito.
Porque te amar pela metade
seria mais cruel do que te perder inteira.
Talvez um dia eu aprenda a amar sem esse nó no peito.
Talvez um dia o futuro deixe de me causar náusea
e passe a parecer escolha.
Hoje, amar você exigiria
trair o silêncio que ainda me protege.
Se eu fui embora,
não foi por falta de sentimento.
Foi porque ainda estou aprendendo
a distinguir abrigo de prisão,
amor de sobrevivência.
Um dia, talvez,
esse muro vire porta.
Hoje, ele ainda é o que me mantém de pé.
Você já deve ter ouvido alguém dizer
que as dificuldades, quando se prolongam,
nos deixam sem voz, amordaçados pela dor.
Por muito tempo foi assim comigo.
Caí no fundo do poço, onde o silêncio pesa,
e a esperança parece distante.
Mas eu não me desesperei.
Fui calmo. Fui paciente.
Aprendi a esperar a água subir,
não para me afogar,
mas para alcançar a saída.
Enfrentei o abismo sem fugir dele,
olhando nos olhos do medo.
E foi nessa espera consciente,
nessa resistência silenciosa,
que encontrei forças para vencer.
Porque quem aprende a permanecer de pé no fundo,
sobe diferente:
mais forte, mais lúcido
e impossível de ser calado outra vez.
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