Texto para um Bebe
Toda mulher é uma surpresa, uma torta mil-folhas, um bombom diferente em um lindo papel celofane. Quer provar? Eu posso acordar doce, ficar amarga e até dormir ácida sem você perceber.Mas eu quero que você perceba. Eu quero que você se alimente do que há de melhor e pior em mim. Eu quero te mostrar cada gosto, te misturar, te revirar o estômago, te virar do avesso, jogar a receita fora. (Nada de banho-maria!). O amor não tem regras, o desejo não tem limites. Minha boca é do tamanho do meu coração.
Há pessoas que entram na nossa vida, e transformam ela num sonho, um sonho pelo qual você dormiria pra sempre, surgem do nada e fazem toda a diferença, transformam um simples telefonema na coisa mais importante do mundo, um lindo sorriso, em algo inesquecível, surgem no tempo certo na hora certa, e no momento que tinha que ser, mais vão embora do nada, somem como se nem tivessem existido, transformando o lindo sonho em um pesadelo terrível, no qual você não consegui sai, ai você lembra de como era bom aquele sonho e como foi bom sonha-lo mais que tudo não passo de uma ilusão.
Até que ponto vai a rejeição de um amor? Até que ponto vai o rejeitado? Até que ponto vai alguém com os sentimentos feridos? Alguém com uma alma morta? Alguém vazio? Alguém sem chão? Alguém solitário? Á procura de sua alma? Até quando alguém assim aguenta? Eu não sei... Mas creio que já cheguei ao meu limite.
As vezes conhecemos uma pessoa e apesar do pouco tempo,sentimos por ela uma apreço,um sentimento mais forte que o comum,inexplicável.Daí entramos por completo nesse jogo de sentimentos chamado paixão.Entramos sem pensar nas consequências e nas dores que esta atração incondicional poderá causar.Sem saber se o que sentimos por essa pessoa será correspondido com a mesma intensidade.Assim,dessa forma,tomando na cara,vamos aprendendo com a vida e infelizmente,cometendo os mesmos erros conhecendo as consequências...
Quero um dia poder falar para meus netos que aproveitei a vida ao máximo sem medo de errar, que lutei com todas as minhas forças por aquilo que almejava, que não possuo me arrepender de coisas que deixei de fazer, e sim briguei por elas até o final, pois eu ACREDITEI que um dia poderia dar certo, além de poder dar-lhes muitos e muitos de conselhos, de como ser alguém romântico a moda antiga. Depois de ter ensinado bastante, poderei descansar em paz!
Hoje parei para pensar: Como será um homem apaixonado? Porque existem vários por aí, mas àquela definição clássica, como nos livros, como a humanidade tem sobre a mulher, não existe sobre o homem. Mas por que? Eles são diferentes? Especiais? Retardados? Ou simplesmente, indefinidos? Para os bons olhos de uma reliz ser humana ( a que lhe escreve esse singelo texto ) vi que há três tipos de apaixonados. Àqueles que parecem uns otários. Quando estão apaixonados riem de tudo, falta só colocar um chapéu de palhaço, um nariz de palhaço e sair correndo mil léguas só pra provar sua paixão. Homens desse tipo, são fáceis de ser descartados porque as mulheres sentem medo. Medo de se envolverem com um palhaço, dormirem com um palhaço e acabarem se tornando PALHAÇAS. Palhaços não? Há também aquele tipo calado. O cara ta se rasgando de amores pela mulher, quase morrendo, chorando dias e noites, mas não fala nada. A beija como se fosse a última vez, faz amor como se fosse morrer no próximo minuto, mas não confessa sua paixão nem por um decreto presidencial. Homens assim também correm o risco de perder as pessoas mais importantes e especiais que aparecem na sua vida, simplesmente pelo fato de NÃO FALAR. Talvez a mulher esteja completamente apaixonada por ele, demonstrou, mas cai fora porque ele escondeu. Burro não? Há também, para finalizar, aqueles homens "quase perfeitos". No primeiro momento se declaram para a amada. Não vou incluir flores e uma serenata de violões porque já é demais. Mas assim que ele sente que está apaixonado, chega em sua amada e diz o que sente. Se for recíproco, ótimo, são felizes para sempre ( mentira, até quando durar a validade ou alguma vaca aparecer), mas se não for, ele entende perfeitamente e segue sua vida até procurar sua nova paixão. Homens assim são raros no mercado.Resumindo, só em novelas e filmes mesmo.
Tenho medo de ser clichê, de um dia acabar caindo na mesmice. A rotina nada me agrada, pelo contrário: atemoriza-me. Eu quero o inesperado, sempre gostei de surpresas. E eu mesma desejo ser assim. Que minhas ações não sejam esperadas, que ninguém sinta que me conhece. Quero causar emoções, e não enfado. Este não impressiona a ninguém. Que o impulso seja sempre meu amigo e companheiro, que guie minhas decisões. Não gosto de agoniar-me em pensar o que resolver, o que fazer ou o que dizer. Quero ser alguém único, marcante. Palavras não me caracterizarão.
Começou um novo tempo, pelo menos pra mim. Uma nova chance de fazer direito, por mais errado que pareça. Porque os olhos dos outros sempre enxergam diferente do que a gente sente. E tudo bem. Ninguém é obrigado a nos conhecer por dentro. Além disso, tem o que a gente é, a imagem que a gente passa e o que os outros concluem dela.
Em algum momento da vida, você vai encontrar um alguém especial. Um alguém que vai fazer a diferença. Um alguém que muda totalmente sua vida, simplesmente por estar nela. Um alguém que te faz sorrir, que te faz rir, que te faz gargalhar. Um alguém que faz você acreditar que realmente ainda existe algo de bom no mundo. Um alguém que te convence que você pode sonhar, que você pode alcançar, que os sonhos são só uma porta destrancada esperando você abri-la. Isso é o que vale a pena na vida: ter alguém do seu lado, um companheiro, um amigo. Ter alguém com você nos momentos que você está para baixo, para preencher o vazio, o escuro, para espantar a solidão. Ter alguém com você para te animar, para te colocar para cima, para adoçar o amargo da vida. Ter um alguém que esteja com você nas horas tristes, nas horas difíceis, nas horas confusas. Ter alguém para te guiar, caminhar lado a lado, sem medo do caminho, sem medo dos obstáculos. Ter um alguém, um companheiro, um amigo, que olhe nos seus olhos, segure sua mão e diga que você não está sozinho, que vai tudo ficar bem. Em algum momento da vida, você vai encontrar um alguém especial que vai dar o sentido que sua vida não tinha e você vai entender que o verdadeiro sentido da vida é ter alguém.
"Toda a minha vida não passa de conflitos. E se não há conflitos por aí, ora, invento um, num piscar de olhos. Ontem eu disse que não estava mais amando? Estou mais apaixonado hoje do que nunca. Tudo voltou… […] Ela é tão jovem, tão bonita e tão triste que eu seria capaz de chorar. Esse é meu sentimento. […] Em seu mundo, todos penduram um Picasso em um local de destaque. Então está muito bem, por ela eu também penduraria um Picasso em um local de destaque. Como meu conhecimento da decadência do modernismo e a loucura cega do progressivismo como um estado de ânimo, uma rebelião estúpida e óbvia contra ressentimentos imaginários, medida contra meu amor por uma garota de 50 quilos? O que importa se eu alcancei grandes verdade sociais & espirituais na solidão do meu quarto e em meu livro enorme e em anos de meditação cuidadosa e compreensão psicológica - o que é minha arte? Meu conhecimento? Minha poesia? Minha ciência? - comparado a seus pezinhos? Sim, sim, sim, acabei de notar a “ondulação de seus dedinhos”. O velho Dimitri, já falei? Aqui não sou Dimitri, sou maior que Dimitri, porque sou o pai de Dimitri, o próprio pai Karamazov. Sou eu desperdiçando fortunas e o amor dos filhos por uma garota - e olhando com ansiedade da janela de minha miséria esperando por ela. Picasso… eu gostaria mesmo de pendurar Ticiano e Grant Wood. Paris… o que quero mesmo ver é Montana. O balé… são os filmes que passam a noite inteira na Times-Square que quero ver. Mozart… O que quero mesmo ouvir é Allen Eager. Mas por ela eu usaria um cavanhaque e fingiria ser um gênio literário, e faria observações proustianas, e seria, é óbvio, sensível."
O meu desejo ao visitar o Brasil era andar por todos os bairros, bater em todas as portas, pedir um copo de água fresca, um cafezinho, mas não um copo de cachaça... Desde o primeiro instante em que toquei as terras brasileiras e aqui, junto de vocês, me sinto acolhido. Quando somos generosos acolhendo, enriquecemos. Como diz o ditado 'sempre se pode colocar um pouco mais de água no feijão'. Essa é a verdadeira riqueza. Não se cansem de trabalhar por um mundo mais justo e solidário. Ninguém pode permanecer insensível as desigualdades que ainda existem no mundo. Não deixemos entrar no nosso coração a cultura do descartável, porque nós somos irmãos.
Um dia você aprende que não precisa correr atrás de quem você deseja, a vida traz quem você merece! Se você não está com quem você ama, ame quem está com você. Triste é amar quem nos despreza, mais triste ainda é desprezar quem nos ama. Talvez essa pessoa possa não ter a beleza que você procura, mas tem o amor de que você precisa.
É um tanto assombroso ver que você é ordenado a ser forte, resistir e lutar contra anjos caídos, e ao mesmo tempo, você é ordenado a fugir com medo das paixões da mocidade. Isto demonstra que a paixão da sua carne e a sensualidade desenfreada da sua cultura é mais perigosa do que uma batalha face a face com o diabo.
Vamos supor que você vem a mim e você tem uma grande mancha na testa como um hematoma. E você diz: " Irmão Paul, eu já fui a todos os médicos do mundo e ninguém descobre porque eu tenho isso. Por favor, você poderia orar ao Senhor para que Ele te desse sabedoria para saber a razão disso na minha testa?" E eu digo: " Bem, eu não sou médico, mas, é claro, eu vou orar sobre isso. Porém eu decidi ser prático e decidi seguir você durante 24 horas. E eu descobri que a 1:00 da manhã o relógio bate e você levanta da cama e bate com a sua testa na parede uma vez e volta para a cama. Depois eu observo às 2:00 da manhã que você se levanta, o relógio bate 2 vezes e você bate a sua testa 2 vezes na parede e volta para a cama. E eu observo ao longo do dia, a cada hora você bate a sua cabeça na parede várias vezes, e no final das 24 horas eu chego até você e digo o seguinte: "Olha, eu não sou médico mas eu acho que descobri qual é o seu problema. Se você parar de bater a sua cabeça na parede toda vez que o relógio bate a cada hora, eu acho que a sua cabeça vai ficar curada." Você diz: "Isso é um absurdo!" Eu digo o mesmo para você. Você negligencia as Escrituras. Eu lamento.
Chega de fazer cara feia, afinal, quem não tem problemas??? Hora de colocar um sorriso no rosto, de olhar com carinho a vida e agradecer a tantas bênçãos que todos os dias recebemos! Hora de focar nas coisas boas e deixar de supervalorizar o que não deu certo, o que por algum momento nos deixou infeliz! Hora de colocar um sorriso no rosto e acreditar que tudo vai dar certo no final!!!
Imagina tu, leitor, uma redução dos séculos, e um desfilar de todos eles, as raças todas, todas as paixões, o tumulto dos Impérios, a guerra dos apetites e dos ódios, a destruição recíproca dos seres e das coisas. Tal era o espetáculo, acerbo e curioso espetáculo. A história do homem e da Terra tinha assim uma intensidade que lhe não podiam dar nem a imaginação nem a ciência, porque a ciência é mais lenta e a imaginação mais vaga, enquanto que o que eu ali via era a condensação viva de todos os tempos. Para descrevê-la seria preciso fixar o relâmpago. Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim, – flagelos e delícias, – desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo.
Tudo o que damos ao mundo retorna e ressoa. O mundo é um lugar que faz eco. Se atirarmos raiva, a raiva voltará. Se dermos amor, o amor voltará. Mas, esse é um fenômeno natural, e não precisamos pensar sobre ele. Podemos confiar: isso acontece por si mesmo. Esta é a lei do carma: tudo o que você semeia, você colhe, tudo o que você dá, você recebe.
Os relacionamentos não têm nada a ver com poder. Nunca! E um modo de evitar a vontade de exercer poder é escolher se limitar e servir. Os humanos costumam fazer isso quando cuidam dos enfermos, quando servem os idosos, quando se relacionam com o pobres, quando amam os muito velhos e os muito novos, ou até mesmo quando se importam com aqueles que assumiram uma posição de poder sobre eles.
Morar fora é se conhecer muito mais. É amadurecer e ver um mundo de possibilidades à sua frente. É perceber que é possível, sim, fazer tudo aquilo que você sempre sonhou e que parecia tão surreal. É notar que o mundo está na sua cara e você pode conhecê-lo inteiro. É ver seus objetivos mudarem. É mudar de ideia. É colocar em prática. É sentir sua mente se abrir muito mais, em todos os momentos. É se ver aberto para a vida. É não ter medo de arriscar. É aceitar desafios constantes. É se sentir na Terra do Nunca e não querer voltar. É pensar em voltar e não conseguir se imaginar no mesmo lugar. Morar em outro país é se surpreender consigo mesmo. É se descobrir e notar que, na verdade, você não conhecia a fundo algo que sempre achou que conhecia muito bem: você mesmo.
Nós, que conhecíamos tão bem um ao outro, somos hoje perfeitos estranhos. Horas poderiam ser gastas falando sobre tudo que nos aconteceu, e não bastaria. A gente pensa que amizade é pra sempre, que, quando a gente for velhinho e lembrar tudo que aconteceu. Hoje, caminhamos na mesma direção; talvez juntos, mas afastados. Não poderia ser de outro modo. Jamais seria. Preferiria um mundo menos cinza, menos irônico e auto-defensivo. Só que não é uma questão de escolha. Nunca foi. Não brigamos, mas nos afastamos. Estranho ver alguém que, em certa época da vida, já foi confidente, de trocar segredos, e emprestar consciência. E hoje é um desconhecido. Alguém que já soube de minhas dores, risos e desamores, das minhas rimas cafonas, das inseguranças noturnas e paixões oblíquas. Como uma roupa usada, que ficou pequena ou gasta com o tempo: não cabe mais e tão pouco reconhecemos sua utilidade no presente, sequer há falta ou ausência latente – se houvesse, teria mantido junto, e não sumido. Mas já fez parte de alguma história, da minha vida. De mim.
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