Texto para um Bebe
Quando me acovardar diante do percurso, ou empacar diante de um obstáculo, me de uma bordoada, e diga que foi por minha expressa ordem que tal atitude se fez necessário.
Ora, vivo dizendo para não desistir e acabo caindo na minha própria armadilha.
Deixe pelo caminho sementes de autoajuda, talvez precise delas no futuro.
UM HOJE PODE TRANSFORMAR
Eu entendo o sufoco
por muito ou pouco.
Sol e chuva a vida inteira.
Que trabalheira.
Até que realizemos nossos sonhos.
E o sufoco vire passado
E no suor o realizar....
No hoje podemos transformar
e garimpar o dia a dia com o costume,
de nunca desacreditar
e a recompensa sempre imune.
Um hoje pode transformar...
olhei e me dei conta do todo envolto naquele instante
a gaveta estava vazia, um mundo de nadas
cheia de memórias e perdidas lembranças
havia uma certa dubiedade ofuscando os olhos
ali naquele tudo inexato
&
pulsante desespero
corria por todos os poros a morte lenta e derradeira
era só um sentido
era só saudade.
roberto auad
A poesia
É como um gole
De agua abrasador
Que queima como álcool
Bebida do torpor
Assim, como um animal
Sem avença
Descrença
Perdido
Ferido
Entre as estradas
Sem idas
Triste
Só
Único
Poesia
Nem sempre é para ter nexo
Do complexo
Teto
Minha
Só
Me
Sinto
Um animal
Sentimental sem ida
Perdido nas estrada
Entre verdejais poesias
Minhas!
O gato
Um casal vivia em plena alegria, paz e harmonia. Eram recém casados, e faziam planos em construir uma família bem grande. Adotaram um gatinho que o homem encontrou abandonado. O bichano, compadecido pelo aconchego amor e carinho, passou a seguir os passos do acolhedor. Onde estava o homem, lá estava o gatinho, trançando em meio as suas pernas, todos os momentos. Chegado um dia, o homem teve que fazer uma viagem, despediu-se de sua amada esposa e adorado gatinho. Quando retornou, a esposa o recebeu com o mesmo amor... E o gato? O gato desapareceu horas depois que você seguiu viagem. — explicou a mulher. Horas mais tarde, o gato se colocou aos pés do seu dono, estava magro, desnutrido e faminto. A mulher também recebeu o animal com alegria, e fez questão dela mesma cuidar do animal que, em pouco tempo estava novamente recuperado. O homem então saiu em outra viagem, deixando a esposa e o gato. Quando retornou, tempo depois, encontrou a mesma situação. O gato outra vez havia desaparecido, e assim que ressurgiu, a mulher se colocou outra vez a cuidar do animalzinho. O homem, indignado, pela segunda vez, em ver os maus tratos que o bichinho viveu, começou uma longa discussão. Mulher ingrata, mentirosa, falsa, e tudo mais ela ouviu, mesmo procurando se defender pelo desaparecimento do bichinho. O lar não era mais o mesmo. Mal conversavam, mal se entendiam, e o gato era a razão de sempre começar um novo desentendimento. A paz já não mais reinava e o amor estava em segundo plano. Uma nova viagem surgiu. O homem antes de seguir o seu destino, colocou o gato nos braços da esposa.
— Quero que cuide do animal como se fosse nosso filho! — disse ele. — Não maltrate, não deixe passar sede e fome. Quando eu retornar, se encontrá-lo magro, desnutrido como já aconteceu por duas vezes, será o fim do nosso casamento. — e saiu sem mesmo dizer até logo. Quando retornou, não encontrou a esposa esperando por ele. Procurou com visinhos, parentes, e ninguém lhe deu notícias. Amargurado, desapontado com a mulher que tanto amava, chorou desiludido. E o gato? Lembrou-se ele do animal e o avistou vindo pela estrada, caminhando vagarosamente, se colocando aos seus pés, e vindo no mesmo caminho, a esposa seguindo o rastro do animal. Ele correu ao encontro dela, o abraçou com alegria:
— Mulher o que aconteceu? Onde estava? Porque saiu assim?
A esposa, desnutrida, faminta apenas respondeu:
— Da próxima vez que sair de viagem, leve o gatinho com você, assim vai poupar o bichinho de andar tanto, seguindo os seus rastros.
Moral da história — Para manter a paz, o amor e a felicidade tão desejada, muitas vezes o sacrifício vale a pena.
Parei pra fazer um samba, mas nada fiz
Estou sem motivos pra compor
Troquei os acordes, fiz inversões
Lembrei de amores, desilusões
De nada adiantou
E ai, tomei um chopp gelado, acendi meu cigarro
E me encontrei, de bobo a "malaco"
De perdido a inspirado, é eu me encontrei
Então parei, escutei minha melodia
E me deixei levar, foi quando eu menos percebi
Ela se foi, dando vez ao seu lugar
Madrugada, companheira da Jornada de uma vida inteira
Jogada ao Vento...
Voando sem direção...
Alguém um dia tinha a chave,
Deste coração.
Jogada ao Vento...
Voando pelas Montanhas...
Dias Frios, dias quentes
Chuva e sol...
Jogada ao Vento...
Voando para não andar...
Já não existem pés.
Lá embaixo é só mar.
Jogada ao Vento...
Uma vida a parte...
Quem vê?
Quem se importa?
Jogada ao Vento...
Rotulada, Mal interpretada...
Um coração em pedaços.
Uma vida, ao Vento.
Discernimento!
Quando um sentimento nos induz a aparecer
melhor e mais fortes do que realmente somos,
é chegado o momento de procurar nossa realidade, nossa
própria verdade. É preciso largar a ilusão. Ai que entra a
a humildade e a subserviência. De que adianta a nossa
felicidade, se isso em nada diminui a infelicidade dos menos felizes.
Sessão terror
Quando você é internado em um hospital, eles colocam em seu pulso uma pulseira branca com seu nome nela. Mas há outras cores de pulseiras que significam outras coisas.As pulseiras vermelhas são colocadas em pessoas mortas.Havia um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital de universidade. Ele havia terminado uma operação e estava descendo para o porão.Ele entrou no elevador e dentro deste havia outra pessoa. Ele conversou normalmente com a mulher enquanto o elevador descia.Quando a porta do elevador abriu, outra mulher fez menção de entrar, mas o médico imediatamente apertou o botão de fechar a porta e apertou o botão do último andar do prédio.Surpresa, a mulher reprimiu o médico por ter sido rude e perguntou por que ele não deixara a outra mulher entrar.O médico disse "Essa era a mulher que eu acabei de operar. Ela morreu na mesa de cirurgia. Você não viu a pulseira vermelha que ela usava?"A mulher sorriu, e, erguendo seu braço, disse "Uma pulseira vermelha como esta?"
sessão terror
Três jovens com idade de quinze anos cada um, descobrem em um livro uma brincadeira onde se usa um compasso e um círculo com letras para atrair espíritos e poder prever o futuro. Era década 70 onde muitas coisas novas estavam sendo descobertas. Assim fizeram, Alice, Rogério e Ludmila. Se reuniram na casa de Alice que estaria sozinha em uma noite de luar naquele verão. Sentaram-se na mesa da cozinha, desenharam um círculo em um papel, escreveram as letras do alfabeto acompanhando o desenho e as palavras "Sim" e "Não" nas laterais. Antes de começarem eles conversam e com um pouco de medo se certificam do ato. Rogério começa, segura o compasso no centro e pergunta se eles podem iniciar as brincadeiras: O compasso gira, gira e cai no Sim. As meninas começam a rir e dizem que ele fez de propósito, mas Rogério jura que não. Ludmila é a segunda a mexer e pergunta se o espírito que está com eles é homem ou mulher, e mais uma vez o compasso gira mas não aponta para nenhum lugar, ela desiste e passa a vez para Alice que insiste na mesma pergunta mas desta vez eles constatam que quem está com eles é um homem. Os amigos muitas vezes param e começam a rir um das caras dos outros mas com o passar das horas o assunto vai ficando sério. Em uma de suas perguntas Rogério questiona o espírito sobre como haveria sido sua morte. A resposta é breve: "Dolorosa" o compasso soletra em suas voltas. Eles cada vez mais vão ficando curiosos, e vão se esquecendo que quanto mais tempo eles segurarem um espírito mais almas poderão ser atraídas para perto deles. Alice faz uma pergunta curiosa e assustadora: "Como era a pessoa que havia matado Paul, como era chamado o homem americano que estava em forma de espírito respondendo as perguntas." Letra por letra o compasso roda, e ele descreve como uma pessoa de máscara branca e roupa preta que com uma faca o esquartejou.
Alice fica assustada e larga o compasso que misteriosamente faz um pequeno movimento na mesa, mas que ninguém percebe. Já completava duas horas que eles estavam atraíndo espíritos para dentro da casa de Alice. Ludmila começa a duvidar da veracidade do espírito e pede uma prova. O compasso roda, roda, roda e nada acontece quando Ludmila que estava apoiada na mesa acaba escorregando e enfiando a ponta do compasso em sua mão. O corte havia sido bem grande e muito sangue estava na mão esquerda da menina. Os amigos desistem na hora da brincadeira e ajudam a fazer curativos.
O que eles não esperavam era que a maldição estava apenas começando. Um mês depois do susto eles decidem terminar a brincadeira, porque assim como tinham pedido para entrar na brincadeira, com o acidente de Ludmila haviam esquecido de perdir para sair. Recomeçam o jogo, Rogério pede para que Paul retorne mas não tem resultados o mesmo aconteceu com Alice e com Ludmila foi diferente, Paul retorna e gira o compasso até se formar a palavra "Sorry" onde dizia-se responsável pelo acidente da menina. Todos ficam aterrorizados e conseguem sair da brincadeira e juram guardar segredo sobre aquilo. Dez anos se passam. Alice, Rogério e Ludmila não se falavam mais devido ao rumo que a vida de cada um havia tomado. Ludmila havia se tornado uma pessoa que se interessava por assuntos místicos e acabou descobrindo que quando uma pessoa é ferida em alguma brincadeira com espírito ela carregaria o mal por toda sua vida. Com isso, começou a buscar ajuda em vários lugares espíritas. Pensando estar livre, segue sua vida com muita felicidade. Agora nos dias atuais, Ludmila já estava casada e tinha uma filha de 7 anos. Nos últimos meses ela não estava muito bem, na maior parte do tempo sentia-se inquieta e tinha muitas dores na mão onde o compasso havia machucado. Ela já havia deixado o espíritismo de lado, mas volta a pegar seus livros para fazer algum ritual de cura. Assim em uma noite em que ela estava sozinha, fez várias rezas, sentiu-se mais leve e foi dormir. Seu marido chega por volta das onze horas da noite com sua filha pois haviam ido à uma festinha de aniversário. Ludmila nem percebe e dorme em sono profundo. Passava das duas da manhã, Ludmila se levanta sem fazer qualquer barulho, parecendo estar com hipnose vai até o escritório da casa pega um estilete e caminha em direção ao quarto de sua filha, entra quieta chega perto da menina. A pega pelo pescoço e com uma força animal a joga contra a porta do quarto, a pequena criança perde a fala e não consegue gritar. O pai dormia profundamente e nada ouviu pois o quarto do casal ficava no andar de cima da casa. Ludmila ergue o estilete e violentamente ataca sua filha que tenta se defender com a mão mas de que nada adianta. A criança quase morrendo olha para Ludmila e diz "Mamãe te amo" e caí toda ensangüentada perto da porta de seu quarto que estava com a marca de sua mão.
Ludmila em transe segue para seu quarto com a intensão de matar seu marido, mas desta vez utiliza de uma faca que pegou na cozinha. Com muito ódio dá um golpe certeiro em seu marido que morre na hora, após isso passa a faca no corpo arrancando toda a pele. Muito sangue estava na cama, Ludmila muito calma se deita como se nada tivesse acontecido. Dorme por umas duas horas, o relógio marca quatro da manhã, Ludmila acorda com um barulho, quando olha para seu lado vê muito sangue e seu marido morto, grita desesperadamente e sai correndo pela casa. Quando chega na sala se depara com um vulto de um pessoa alta. Ela se assusta e fica sem reação, aquela coisa se aproxima dela e diz que ela o libertou do mundo dos mortos quando matou seus dois familiares e diz que ele esteve dentro dela desde o dia da brincadeira do compasso onde ela havia se machucado. Ludmila olha no rosto e nota que possui uma máscara branca, capa preta e uma faca em sua mão, do mesmo modo que o espírito havia contado para eles no dia da brincadeira. Na verdade Paul apenas iludiu os garotos e ele não era uma simples pessoa e sim um dos Demônios das trevas agora livre. O espírito ficou dentro dela por todos esses anos até achar um modo de sair e ficar livre. O dêmonio olha para Ludmila e sem piedade enfia a faca em seu olho, a lâmina atravessa e sai do outro lado da cabeça. E assim como ela fez com seu marido, o espírito fez com ela, arrancou sua pele e com seu sangue, perto de seu corpo escreveu "Sorry", a mesma palavra que ela viu quando havia se machucado durante a Brincadeira do Compasso.
Nossa Canção de Amor
Estou ouvindo a nossa canção, aquela que um dia somente eu e você ouvimos juntos, uma linda canção que fala de amor, de emoções, alegrias e também de tristezas, separação... até parece que foi feita para nós, que fala de nós, dos momentos que estivemos juntos até então.
A canção continua, ela é longa, parece nunca acabar e ao som dela eu sinto vontade de chorar, porque esconder tal sentimento? Se ainda te quero, sempre te quis e sempre vou te querer todas as vezes que ouvir nossa canção, tu estarás sempre marcando presença como em sonhos.
Mas foi bom, sempre haverá algo que fará lembrar de ti e aqui estarei eu sempre a ouvir a nossa canção e sei que em algum lugar tu estarás também ouvindo esta mesma canção, talvez ela te dirá que o amanhã está tão próximo e tudo pode acontecer... Mas nunca deixarei de ouvir a nossa canção de amor!
(abr/1992)
Minhas fraquezas doem em mim, como um espinho cravado em minha própria carne...
Como podes vir tu e dar-me conselhos sobre as minhas fraquezas se não sentis a dor que sinto; sendo assim enterre suas palavras e deixe que as larvas as consumam, pois de nada servem para mim, a não ser para adubar o próprio chão onde os animais já eliminam seus excrementos.
Meu maior medo
Meu maior medo é viver sozinho e não ter fé para receber um mundo diferente e não ter paz para se despedir. Meu maior medo é almoçar sozinho, jantar sozinho e me esforçar em me manter ocupado para não provocar compaixão dos garçons. Meu maior medo é ajudar as pessoas porque não sei me ajudar. Meu maior medo é desperdiçar espaço em uma cama de casal, sem acordar durante a chuva mais revolta, sem adormecer diante da chuva mais branda. Meu maior medo é a necessidade de ligar a tevê enquanto tomo banho. Meu maior medo é conversar com o rádio em engarrafamento.Meu maior medo é enfrentar um final de semana sozinho depois de ouvir os programas de meus colegas de trabalho. Meu maior medo é a segunda-feira e me calar para não parecer estranho e anti-social. Meu maior medo é escavar a noite para encontrar um par e voltar mais solteiro do que antes. Meu maior medo é não conseguir acabar uma cerveja sozinho. Meu maior medo é a indecisão ao escolher um presente para mim. Meu maior medo é a expectativa de dar certo na família, que não me deixa ao menos dar errado. Meu maior medo é escutar uma música, entender a letra e faltar uma companhia para concordar comigo. Meu maior medo é que a metade do rosto que apanho com a mão seja convencida a partir com a metade do rosto que não alcanço. Meu maior medo é escrever para não pensar.
Liberdade...
Livre como um pássaro , buscando sentir cada centímetro do vento que toca minha pele...
Liberdade de ser e sentir a música que toca em minha alma...
Você me mostrou o que liberdade, esses borboletas em meu estomago...
Sinal que vou voar , voar , voar...
Liberdade de ser e sentir é o que sempre busquei...
Coragem para seguir e mudar o que for preciso...
Voa , voa , voa ...
Liberdade , liberdade ...
Amor, amor...
Viver, viver ....
Que eu possa conjugar esse verbo sempre no plural, plural de nossas vidas ,liberdade de ser e sentir em nós...
Que se faça presente isso , de ser nós pois já não sei mais ser apenas eu , desde que você me mostrou que amar é ser livre é ter liberdade...
Quero para sempre estar em comunhão com seu amor ...Amo te
Um dia eu perguntei a Deus! - o que é a Fé!?
E ele sussurrou baixinho! - Fé, é acreditar que és a minha morada o meu templo vivo, Fé é acreditar que nos seus momentos de aflição eu sou a calma que pulsa em seu coração dizendo ''estou contigo'', Fé é se ver diante de um maremoto de emoções, e ter o discernimento para entender que tudo é necessário, para que nos tornemos melhores, HUMANOS. Pode soar como auto-afirmação! ou algo assim..mas eu só queria dizer que eu ME TORNEI MUITO FELIZ!, sem esperar muito da vida... apenas vivendo um dia por vez . . .
Daqui não levamos o que temos, somente o que nos tornamos...
Onde Estás?
Eu quero um romance
Que não seja só um lance
Que seja pra vida inteira
E que esse alguém eu sempre queira
Junto a mim
Que me faça sorrir
Quando eu quiser chorar
Que me tire do chão
E me diga sempre não
Quando eu pensar que não me amas
Onde estás que se esconde assim?
Não vê que padeço a te esperar?!
Nunca sonhou que anseio teus afagos?
Eu sei que terás apresso e desejo por mim
Mas não importa se vai demorar
Pois será eterno
Então,
Eu espero...
Sociedade de aparências
Bastidores negros e horrendos de um palco tão branco e belo
Dores profundas de um rosto sorridente
Bela risonha por fora, podre doente por dentro
Social e ética por fora, imoral e corrompida por dentro
Criadora e pia, mas já não cria e é ímpia
Cria o que lhe convém, não tem piedade de nada
Desfila de mãos dadas com os poderosos,
Aqueles que estão no poder pelo poder,
Com estes ela desfila e por eles é assaltada
Moderna e aparente segue ela sem solução
Eduardo jose
IMAGINANDO O HORIZONTE
Olho para o céu e imagino um horizonte aberto, repleto de pessoas se dando, se amando e se encontrando.
Imagino também, pássaros voando, cantando e se libertando.
Imagino a paz nesse mundo brotando...
E todas as pessoas nunca mais se separando.
Imagino todos os nossos sonhos se realizando.
Imagino o amor nessa vida renascendo;
E todos nós, unidos por um mesmo objetivo: por um amanhã melhor e mais humano.
Imagino tudo o que há de desumano nesse mundo se transformando.
E a nossa vida, a cada dia, se modificando.
Enquanto imagino, penso como seria bom, se um dia tudo o que imagino se concretizasse, e assim o mundo se tornaria um pouco mais humano.
"Eu quero a sorte de um amor..."
Eu tenho a sorte de um amor, fim!
Mania egoísta do ser humana de querer que tudo seja perfeito.
O amor pode até ser perfeito, mas nós não. E como é através de nós que ele é exteriorizado, a logica é que não saia perfeito. Só que as suas imperfeições, serão perfeitas para alguém.
"Por que somo todos perfeitos
De formas diferentes"
Então, no fim das contas, só devemos esperar que alguém note a nossa perfeita imperfeições. E nos ame tal como somos. Não que melhorias, não poderão acontecer. Mas até um diamante precisa ser lapidado.
Por fim, aquele clichê é mesmo verdade. "O amor é para os fortes". Aquele que desiste fácil, na primeira dificuldade, briga ou decepção; nunca verá o brilho do amor, depois de sua lapidação.
Eu queria ser...
Eu queria ser um pássaro e na imensidão dos meus dias poder exprimir ao mundo o segredo de ser feliz.
Eu queria ser um pássaro, para voar além do infinito e com o meu canto preencher todos os corações vazios de alegria.
Eu queria ser um pássaro para as pessoas sentirem em mim a presença de Deus.
Queria ter a liberdade de um pássaro, para mostrar ao mundo como é maravilhoso nos sentirmos livres dentro de nós mesmos.
(jan/98)
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