Texto para um Amor te Esquecer

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A traição é um dos mistérios morais mais inquietantes da alma humana. Quem trai quase sempre teve diante de si a possibilidade simples e digna de partir.


Ainda assim, escolhe permanecer enquanto corrói silenciosamente a confiança do outro. Talvez porque a verdade exija coragem, e a mentira ofereça abrigo momentâneo.


Talvez porque alguns temam mais a solidão do que o peso de ferir alguém. No entanto, a traição revela algo mais profundo que a quebra de um compromisso: ela expõe o conflito entre aquilo que somos e aquilo que fingimos ser.


No instante em que alguém trai, não rompe apenas um vínculo com o outro, rompe, sobretudo, com a própria honestidade de existir.

Juízo final


Haverá um dia que será vc e Deus.
O livro contábil Dele será aberto
E não haverá ninguém parente seu
Para te ajudar ou estar por perto.


Naquele momento, a mediação familiar
Ou terrena não terá jamais valor,
Apenas a relação individual e particular
Você com o Divino, o Seu Senhor.


Não há a opção de não aceitar isso,
Tudo estará às claras, aceite ou não.
O Salvador, agora juiz com compromisso,
De julgar as obras do seu coração.


Raimundo Nonato Ferreira
Março/2026

Impetuosa

⁠Eu não estou aqui.
Já faz um tempo, mas não estou aqui.
É como se minha consciência pairasse
em outro lugar.
Enquanto isso, o meu corpo se encontra fixado no tempo,
onde há folhas mortas e paredes desbotadas.
O céu está como jornais molhados — quase pingando, querendo cair.

E eu... um ser tricotômico,
que se iguala a mais uma natureza: o êxtase do momento.
Meus olhos, cheios de água, não aguentam tamanha tristeza que o céu expõe.
Se expande em mim léguas e léguas, mas não há horizontes, pois não sei pra onde ir.

Como voltar pra casa, se já não me sinto em casa dentro de ti?

Minha vida...
Entendo o tempo lá fora.
O que há em ti que me abrigue de volta?
Por onde me levará o meu caminho, se ando perdido?
Sem horizonte, sem mulher e sem direção.

Ela vem...
Ela vem como quem não quer muito,
e sim o suficiente para apaziguar suas emoções.
Por dentro da janela, eu a espio nervosa,
como se fosse a única maneira de retribuir através da dor.
Sem se importar com o que virá depois,
ela simplesmente se derrama na cidade cinzenta,
onde pessoas andam como cápsulas vazias em meio ao temporal.
A chuva cai, e em meu coração troveja...

Fica aqui o depois
Um raciocínio é pego na câmera do pensamento
E puxando as palavras
elas mostram a cereja da linguagem
Nessas linhas
Olhos na massa da poesia
Fazendo alegria
E limpando o paladar para o
gosto da imaginação
A próxima ideia enche os olhos
São imagens de um raciocínio curioso
encontrando poesia


Leonardo Mesquita

⁠Bom dia, minha querida!
Hoje é um dia especial, pois é a véspera do Natal.
Eu estou muito feliz por ter você na minha vida,
Você é o meu presente mais precioso, a minha alegria.
Eu te amo muito e quero te abraçar bem forte,
E te desejar um Natal cheio de paz, luz e sorte.
Você é a minha estrela guia, a minha inspiração,
E eu agradeço a Deus por essa linda união.
Bom dia, minha amorzinha, e feliz Natal!
Você é tudo para mim, você é o meu ideal.

Para escalar a vida não é preciso cordas, basta a mão de um amigo.

Porque há montanhas que não aparecem no mapa. Elas surgem dentro do peito. São feitas de medo, de cansaço, de silêncio acumulado.

E a gente tenta subir sozinho.

Procura técnicas, livros, fórmulas, atalhos. Amarra nós imaginários na própria coragem. Finge que sabe escalar o que nunca foi treinado.

Mas a vida não é parede de pedra. É travessia de afeto.

Quando o terreno fica íngreme demais, quando os pés escorregam nas próprias dúvidas, não é a força do braço que salva. É o calor de outra mão segurando a nossa.

Amigo não é quem sobe por você. É quem sobe junto. Quem respira no mesmo ritmo. Quem diz calma quando o mundo inteiro parece gritar pressa.

Há mãos que são mais firmes que cordas, mais seguras que qualquer equipamento, porque são feitas de presença.

E presença é o que impede a queda de virar abismo.

No fim, a montanha continua alta. O vento continua forte. Mas quando a gente sente que não está só, até o medo aprende a ter menos altura.

Escalar a vida é isso. Não é chegar ao topo sozinho. É descobrir que a amizade transforma precipícios em caminhos compartilhados.

E às vezes a maior conquista não é alcançar o cume. É perceber que alguém escolheu segurar a sua mão justamente quando você achava que precisava provar que conseguia sozinho.

Chega um momento que é preciso parar...Ter novas atitudes,tomar algumas decisões e trilhar novos caminhos.
Ficar sempre na mesmice não nos leva a nenhum lugar.
Novos sonhos,novas metas e novas trilhas movem nossa alma para coisas bem melhores.
Porque a vida é um ciclo e precisa estar em movimento sempre.
Equilíbrio só em movimento.Façamos da vida uma ciranda,dê a mão e venha comigo.
Já imaginou se o carrossel parasse no meio da brincadeira?
Toda criançada ia chorar...E assim é quando a gente cresce.
A vida não para,o mundo gira e nessa eterna ciranda,nós vamos sempre estar!
Acorda a criança aí dentro.Sei que ela sabe brincar.Não leve tudo tão a sério...Sorria iluminando o seu dia e a todos ao seu redor nessa ciranda de emoções que é a vida!
"Simbora" brincar?

Pensar-te é um oceano.


Imaginar-te nenúfar entre os dedos escorrendo do néctar
o silêncio primordial
no êxtase de todas as tulipas
bebendo-te é púrpura loucura.


Dos gestos
a alma que perdura,
palavras e risos
percorrendo avidamente o esgar cruel do tempo
que deixaste em meu corpo inteiro
saudade,
este viver ousadamente sem nada ser ou possuir.


Pensar-te meu amor mais sublime
nas fragas do vento ou num desesperado grito de ave
é sentir teu fôlego entre
minhas pernas
tua língua brincando em meu ventre
meus dedos entrelaçados aos teus
revolvida, encharcada e concebida,
extasiada em teus cabelos,
como crianças besuntadas de mel e marmelada
roendo maçãs
no entardecer da infância
enquanto a fome doía
na alma grande
das gentes.


Pensar-te tudo e nada.
Beber-te chuva.


Célia Moura, in "Terra De Lavra"

Tome um pouco de sol
Tire as sandálias
Ande na terra
Respire sem desejar
Deseje "sem esperar"
Sinta o chão pulsar
e veja as cores que se abrem
na escuridão debaixo do sol
Por alguns minutos seja ...
apenas parte do plano, e o plano se revelará..
Tome a si mesmo como água ..
Se o vinho te saciar serás mais um ébrio..
Se tua porta estiver aberta tua janela se fechará
Se conseguir abrir a janela, a porta fecharás
e entrarás no teu aposento.
Bata e se abrirá..

Tem olhares que prendem sem corda, sem esforço, um instante que não solta.


Tem risos que encantam altos, livres, que enchem o ar e deixam eco mesmo quando param.


Tem cheiro que grava teu cheiro de pele e de dia, que entra na pele e fica morando.
E tem você.


Você que carrega os três sem saber, sem querer.


Encanta. Prende.


Fica gravado na mente, nos ossos, no coração sem nome, sem explicação.
E basta.

Atenção.
A maledicência não é um fenômeno trivial — é uma manifestação inequívoca de desordem moral.


Não se trata de palavras lançadas ao acaso, mas de uma escolha consciente que expõe a estrutura ética de quem a pratica.


Ao falar do ausente, o indivíduo não descreve o outro — ele se revela.
Cada frase carrega mais informação sobre quem emite do que sobre quem é alvo.


Ainda mais significativo é o papel de quem escuta.
A aceitação silenciosa não é neutralidade, mas validação.
Onde não há recusa, há consentimento.


O padrão é invariável.
Aquele que hoje utiliza terceiros como objeto de discurso, amanhã utilizará você.
Não por exceção, mas por coerência comportamental.


Caráter não reside naquilo que se declara, mas naquilo que se recusa a fazer.
É uma estrutura de decisões, não de discursos.
Manifesta-se, sobretudo, na capacidade de rejeitar o que é conveniente, porém indigno.


A maledicência, nesse sentido, não corrói apenas reputações —
corrói o próprio tecido de confiança que sustenta qualquer relação humana minimamente estável.


Portanto, a posição correta não é ambígua.
Recusar é preservar-se.
Aceitar é degradar-se.


No fim, o elemento central não é o conteúdo da fala,
mas a integridade de quem escolhe falar — ou calar.

Porque no meio de um mundo barulhento, você foi silêncio. Um silêncio que dizia tudo. Eu te vi e algo em mim... se reorganizou. Não foi escolha. Foi inevitável. Porque algumas conexões não precisam de lógica — só acontecem. E é isso que dizem sobre almas gêmeas, certo? Que elas se reconhecem antes mesmo de se conhecerem. Que elas se pertencem. Eu nunca acreditei nisso, até você.
Nos apaixonamos não por vontade, mas por falta. A falta de algo que a gente nem sabia que precisava até olhar nos olhos da pessoa certa. Ou errada. Ou perfeita demais pra caber em qualquer definição segura. A gente ama porque precisa se sentir inteiro. E você me fez acreditar que era possível.
Mas então veio o vazio. A ausência. Saudade?
Não. Não é só saudade. É abstinência. Do seu cheiro, do seu toque, do seu caos que fazia sentido. Ou parecia fazer. Você foi embora, mas ficou. Em cada canto. Em cada pensamento. Em cada pensamento de seguir em frente.
E eu me pergunto, toda noite, você ainda me ama?
Será que sente falta? Será que lembra da gente como eu lembro? Porque eu tento esquecer, mas não consigo. Porque amar você foi o que me fez crescer. E se tudo que fiz foi errado... foi pelo amor certo. O seu.
Então, no fim de tudo, eu volto à pergunta que nunca cala:
Por que você?
Porque sempre foi você. Desde o primeiro olhar. Desde antes do primeiro toque. Porque no meio de um mundo inteiro... Nós nos encontramos


E agora, dizem que é hora de... seguir em frente.
É, eu sei, as pessoas gostam de ouvir isso, não é? Achar que a dor vai embora só porque você diz isso em voz alta. Acontece que as palavras são apenas isso — palavras. E eu... bem, eu sou bom com palavras. Eu sei como fazer parecer que estou bem. Como fazer parecer que já não ligo mais.
Como se o coração entendesse comandos. Mas não é assim que funciona, é? Seguir em frente não é sobre andar... é sobre deixar pra trás. Esquecer. Apagar. Enterrar.
Você.
E como eu poderia fazer isso? Como se apaga alguém que se tornou sua vida? Como se esquece do sorriso que fazia você se esquecer de todos os problemas, o riso que fez sentido onde só havia ruído?
Você foi o começo. O meio. E, mesmo que tenha ido embora, ainda é o fim de tudo que veio depois.
Mas, se sou honesto, eu não esqueci de você. Não é fácil esquecer. Mas quem realmente esquece, não é? A memória de tudo que compartilhamos, tudo o que fizemos, permanece. E eu sou grato por isso. Grato por ter experimentado o que é verdadeiramente sentir. Porque, no fim das contas, são as experiências que moldam a gente. Você me moldou. Não da forma que eu imaginava, mas de um jeito que, de alguma forma, me ensinou a ser mais... real.
E isso, por mais doloroso que tenha sido, valeu a pena. Mesmo que eu nunca tenha sido capaz de seguir completamente em frente, eu me tornei alguém diferente. Alguém que agora sabe que a dor, a saudade, o vazio — tudo isso pode coexistir com o crescimento. Pode coexistir com o agradecimento.
Você fez parte de uma parte importante de mim, e talvez isso seja o suficiente. Não sei se um dia vou realmente esquecer. Mas aprendi que não preciso disso. Não agora. O importante é que eu aprendi a valorizar o que ficou. Eu realmente agradeço. Porque sem você, sem o que vivemos, sem o que me fez sentir, eu nunca teria chegado a esse ponto. O ponto onde posso olhar para tudo e dizer: 'Eu estou bem.'.

O político e a areia

Certa vez um político já calejado pelos anos de vida pública estava chateado e sucumbindo pelos escândalos, o mesmo já cansado de tanto ser exposto e ter sua vida particular devastada, estava decidido a abandonar o mandato para assim tentar apagar o fogo eminente que vinha em sua direção.

Um de seus mais fieis assessores indignado com a atitude de tal político que a décadas estava a frente de mandatos e nunca havia nesses anos todos se entregado ou recuado a qualquer conflito foi questionar esta atitude tão drástica que o seu chefe tomaria.

O fiel escudeiro de longa data expressou em suas palavras o sentimento do povo em relação ao seu líder tentando desta forma estimular e fazer com que ele refletisse para não abandonar o mandato e lutar, pois um povo que o segue e acredita em seu líder, mesmo que ele estivesse em um deserto sem água e pedisse para que o povo que o seguisse bebesse a areia dizendo que a mesma era água e iria saciar sua sede, eles o fariam por acreditar em sua liderança.

O político olhou para seu fiel escudeiro e falou a ele que iria deixar esta última lição para que ele refletisse em sua vida.

O povo beberia areia não por que ele era um grande líder ou por que o idolatravam como tal, muitos antes dele nem sabiam falar ou discursar e foram considerados grandes estadistas, o povo beberia areia por desconhecer o sabor da água e por esse desconhecimento os mesmos sempre o seguiram, pois o conhecimento abre os olhos do mais tolo dos homens.

Nunca menospreze uma gota de água na areia do deserto, pois milhares dela forma rios, mares e oceanos.

O Ontem: A Identidade Sob Medida.


​No passado, a identidade feminina era um figurino desenhado por mãos alheias.


O conceito de família era, muitas vezes, uma estrutura de posse e não de afeto compartilhado.


A sabedoria daquela época era a da sobrevivência e da resiliência silenciosa.


O preconceito não era uma opinião, era a lei; a violência não era um crime, era um método de controle aceito pelo tecido social.

A vida é uma longa estrada que percorremos diariamente, com intuito de chegar em um determinado lugar.
Porém, no caminho desta estrada encontraremos todas as intempéries, das quais talvez, nunca imaginamos passar. Mas o importante é seguir em frente, pois um dia, esta estrada, chegará ao seu destino.

A Bíblia é como uma espada forjada pelo próprio Deus, feita de um material indestrutível, a verdade eterna.
Mesmo que receba golpes, críticas ou tentativas de distorção, não se quebra, porque sua essência não é humana, mas divina.
Quem a empunha, encontra força, defesa e clareza em meio às batalhas da vida.

Não existe um lugar chamado Céu ou Inferno, tudo está em nosso consciente, em nossos pensamentos, o inferno de nossa consciência e o céu de nossa consciência, tudo são vibrações internas, quantas pessoas passam diariamente o inferno, fome, doenças, depressões, ansiedades, violência dentre outras mazelas da sociedade, “Isso chama-se inferno” o posto é o Céu, mas as igrejas insistem em pregar que existe um lugar para onde os pecadores serão depositados, ou ímpios subirão, uma ideia para manipular as pessoas, fazendo com que elas carreguem culpa, tornado essas pessoas mais vulneráveis, uma forma mais fácil de arrancar dinheiro, até porque Deus não permitiria entregar sua criação nas mãos de um ser maligno, que ele próprio tem todo poder sobre ele, que Deus seria esse, isso é uma farsa, as escrituras estão cheias de falhas, principalmente o Antigo Testamento, foi modificado centenas de vezes por seres humanos, em Concílios, tirando os evangélios que lhe convinham na época, um livro que foi traduzido para o Grego, para o Hebraico e depois para o Inglês, quem garante a veracidade da origem da fonte desse livro?



Prof. Mendes

A morte!!!

Quando morremos, entramos em um sono profundo: perdemos a consciência de tudo e de todas as memórias. Permanecermos em sono pós-morte até que sejamos concebidos novamente. Ao nascermos, recebemos novamente o sopro da vida e teremos um novo ciclo de vida — como uma folha em branco. Não trazemos nada, lembranças ou ideias da vida passada. E assim a vida se repete. Não existe céu ou inferno, apenas um sono pós-morte.

Prof. Mendes

A oração, a leitura, a meditação e o estudo da Palavra de Deus são um remédio eficaz para a desintoxicação virtual, porque nos afastam do excesso que distrai a mente e nos aproximam da presença de Deus, renovando o coração, purificando os pensamentos e alinhando a vida com a vontade do SENHOR.


(Cf: Josué 1.8; Filipenses 4.8)

Historia, não drama

Minha ansiedade me acompanha
como um ruído constante,
um alerta que nunca desliga,
e junto dela
o medo de exagerar,
de sentir demais,
de parecer dramática
por simplesmente sentir.

Ela nasceu cedo.
Entre olhares atentos demais,
expectativas grandes demais,
e a sensação de que sentir
era sempre exagero.

Cresci ouvindo
que tinha tudo.
Casa, cuidado, conforto,
um berço chamado de ouro
— como se isso anulasse
qualquer vazio que coubesse em mim.

Quando doía,
não era dor:
era drama.
Quando eu reclamava,
era vitimismo.
Aprendi cedo
a engolir sentimentos
antes que alguém dissesse
que eu estava exagerando.

Meus irmãos gritavam mais alto,
quebravam mais coisas,
ocupavam mais espaço.
O do meio, o mais difícil,
recebeu colo em excesso,
atenção dobrada,
como se o amor fosse um prêmio
para quem dá mais trabalho.

E eu?
Fiquei quieta.
Aprendi a merecer afeto
sendo fácil.
Sendo compreensível.
Sendo grata.
Mesmo quando algo em mim
pedia socorro —
em silêncio.

Hoje, no amor,
minha ansiedade aparece
com cuidado demais,
palavras medidas,
e o medo constante
de ser intensa demais.

Não é ciúme,
é receio.
Não é cobrança,
é medo de perder.

Carrego um receio silencioso
de depender,
porque no fundo
ainda busco validação
como quem pede permissão
para existir
sem pedir desculpas.

Já disse a ele
sobre meu medo de abandono.
Não nasceu agora.
Veio de casa.
Veio das vezes em que fui ouvida
só quando não incomodava.

Tenho amor,
mas também tenho feridas.
Tenho entrega,
mas carrego alertas.
Não sei sempre explicar
nem organizar o que sinto,
e ainda assim
sinto —
mesmo com medo
de parecer dramática.

Não quero amar por carência.
Não quero ficar por medo.
Quero escolher.
Inteira.
Mesmo ainda aprendendo
a confiar
que meus sentimentos
não são exagero,
são história.