Texto para um Amor te Esquecer

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O VALOR DA AMIZADE

Se é verdadeira saiba cultivar
Seja real ou virtual
Um amigo é precioso
Mas precisa ser leal.

Amizade é o maior sentimento
Se cultiva no coração
É como o laço e o abraço
É feito o violão e a canção,

Se encontrar um bom amigo
Receba com alegria
Não desaparece com o tempo
Ela é feita de poesia.

Conquistamos um ao outro quando não tínhamos mais nada para oferecer.
trecho do livro Lá em casa
Sem o filtro do romantismo, enxergamos a verdade: dois seres imperfeitos escolhendo permanecer.
trecho do livro Lá em casa
Ainda que decepcionados e feridos, mantínhamos as alianças nos dedos e a decisão no coração.


trecho do livro Lá em casa

Quantas vezes esperas ser perdoado,
se nunca perdoas quem falha contigo?
Um coração vazio não conhece o amor
e na vida, somos apenas passageiros.

Muitos já partiram antes de nós,
deixando o início do nosso fim.
A guerra continua, amarga como fel,
talvez a paz só nasça onde o sangue já caiu.

Vão levar os teus sonhos sem piedade,
e o Apocalipse já revelou:
nada será como antes.
Tudo está a mudar —
mas só quem não desiste,
luta de cabeça erguida.

Eles observam os teus passos,
esperando um deslize para te crucificar.
Querem ver-te escravizado,
vivendo só de fé, mas sem alegria.

E no fim de tudo, o homem...
raramente se arrepende da dor que causou.

Não se trata de ignorar o futuro, mas de construir um futuro sólido com as ações de hoje. Cada escolha que fazemos, cada gesto de gentileza, cada momento de aprendizado, é um tijolo que usamos para erguer a casa dos nossos sonhos. E a beleza dessa construção é que ela não precisa ser perfeita. Ela só precisa ser autêntica e feita com o coração.


Então, que tal começar hoje? Respire fundo, olhe para o céu e sinta a vida pulsando em você. Hoje é o seu dia, e você tem tudo o que precisa para torná-lo incrível...

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"A Sabedoria é um Cativeiro com Vista para o Abismo"


Salomão avisou há milênios: quem aumenta o saber, aumenta a dor.
Nietzsche entendeu o recado e transformou solidão em criação.
Maquiavel fez da frieza uma defesa. Greene, uma arte.
Os estoicos aprenderam a não se romper, mesmo quando tudo os feria por dentro.


E eu?
Eu sou introspectivo.
Minha solidão não depende da presença ou ausência de ninguém — ela é estrutura.
Detesto quem invade meu silêncio como se fosse um vazio, quando na verdade é onde eu me reconstruo.
Porque pra estar comigo, tem que suportar a profundidade sem se afogar.


A sabedoria me isolou — não por arrogância, mas porque poucos aguentam a lucidez crua sem disfarces.
Não é orgulho.

Ainda há tanta dor em mim, que já não sei mais como disfarçar

Será que um dia ela irá, ao menos, amenizar?
A solidão é um caminho longo.
E, confesso, ainda estou tentando aprender a caminhar por ele.

Sinto falta dos abraços.
Falta do que assistiríamos mais tarde, da sua voz nos chamando para jantar.
Agora, é só um vazio.
Um silêncio sem sorrisos, uma imensidão de dor, e o medo das lembranças que ainda virão.

A solidão é fria. É escura.
Tenho lutado para não deixar minha lanterna sem bateria,
porque ela é a única esperança de que um dia eu encontre algo — ou alguém — para me conectar de novo.

Estou exausta da dor que o mundo insiste em trazer.
Não estou suportando te perder.
E, sinceramente, não sei se irei suportar me despedir pela última vez.

Mas, dessa vez, mesmo com o peito rasgado,
eu decidi enfrentar a solidão.
E talvez, nela, eu consiga fazer o amor que sinto por você continuar existindo de alguma forma.

K.B."

Diante do Vazio
Em conversa comigo mesmo eis que...
Um de vós, nós mesmos, me perguntou: “Mestre, o que fazer quando a fonte seca e a alma se torna um deserto árido, onde nem mesmo o eco de um pensamento habita?”


E eu vos digo: O vazio não é um vaso quebrado,mas o vaso prestes a ser preenchido por um vinho novo que ainda não conheceis. A quietude que vos assombra não é a morte da inspiração, mas o sono profundo da semente sob a terra negra.


Não choreis pela melodia que se cala, pois é no mais profundo silêncio que o universo tece a sinfonia dos astros. A nuvem estéril que paira sobre vossa alma é a mesma que, grávida de chuva, há de irrigar os vossos campos interiores.


Acreditas que a inspiração te abandonou? Ela apenas se recolheu, como o mar que se retira da praia não por fugir da areia, mas para "gather" ( juntar), forças e voltar em uma onda mais sábia e mais poderosa.


Vede o ferreiro: ele não golpeia o ferro incessantemente. Ele ergue o martelo e faz uma pausa no ar. Nesse momento suspenso,reside não a falta de força, mas a concentração de todo o seu poder. Assim é o vosso espírito neste momento, concentra-se!


Portanto, não maldigas o crepúsculo por anunciar a noite. Pois que seria da alma sem a noite para contemplar as estrelas que ela mesma carrega? O deserto do vosso ser não é um lugar de exílio, mas um santuário. É lá, na vastidão nua e crua, que vós encounterais a vossa própria essência, despida de véus e de cantos.


A inspiração não é um pássaro cativo em sua gaiola, para que possais observá-lo quando vos aprouver. É uma andarilha livre,que vagueia por montanhas e vales, e que sempre, sempre retorna ao lar do coração que sabe esperar em quieta confiança.


Não temais o vazio. Aceitai-o como aceitais a noite que precede a aurora. Pois é da mais escura terra que a flor mais vibrante irrompe, e é do mais profundo silêncio que nasce a palavra mais verdadeira.


A alma tem suas estações, e o inverno em vosso interior não é o fim da vida, mas apenas sua maneira de dizer: “Agora,repousa. Agora, escuta. Agora, prepara-te. Pois o que virá após esta hibernação será mais forte,mais puro e mais teu do que jamais foi.” Acolho-me...

Apaixonada fake

Teu olhar é um convite ao infinito,
um segredo guardado no brilho do luar.
Quando me perco em teus olhos bonitos,
é como se o tempo parasse pra amar.

Tuas mãos carregam ternura discreta,
teus gestos são versos que dançam no ar,
teu sorriso é a estrela que sempre me afeta,
fazendo meu peito de amor transbordar.

Se um dia eu pudesse ser teu abrigo,
guardaria em mim teu respirar,
pois viver contigo, meu doce destino,
é o sonho que nunca quero acordar.

Uma das sensações mais incríveis da vida e poder ter um filho e participar de todo o seu processo de desenvolvimento, é olhar nos olhos, perceber o amor e constatar que tens um papel angelical na vida de alguém.
Isso não tem preço!
Aliás! As melhores realizações não vem de coisas, vem de relacionamentos!
No final da jornada, as coisas ficam, mas as relações... Nós levamos dentro da gente pra sempre!

O que há de falta em uma abstração singela?
Peças de um fragmento quebrado.


O que há de falta em um céu vazio?
Nuvens simbólicas curvando sua partida.


O que há de falta em uma alma?
As barreiras de afeiçoar um novo lado.


O que há de falta em um humano?
Um apreço empático que destrava suas chaves.

O luto é um território onde o tempo anda diferente. Não é atraso, nem falha — é o corpo e a alma tentando compreender a ausência que não cabe em palavras. O luto não é um túnel escuro, como tantos dizem; é uma travessia, sim, mas uma travessia feita de noites e amanheceres entrelaçados, onde dor e amor caminham de mãos dadas.

Perder alguém é sentir o mundo deslocar-se um pouco para o lado, como se tudo estivesse igual, mas profundamente alterado. E, ainda assim, dentro dessa ferida aberta, existe um brilho silencioso: é o amor que permanece. O luto nada mais é do que o eco desse amor, tentando encontrar um novo lugar para morar dentro de nós.

A verdade é que não “superamos” o luto — nós o integramos. Aprendemos a carregar a ausência com mais leveza. Aprendemos que lembrar não é sofrer, mas honrar; que chorar não é fraqueza, mas prova da presença que existiu e transformou quem somos. Com o tempo, a dor muda de textura: deixa de ser um corte bruto e se torna cicatriz sensível, que dói quando tocamos, mas também nos recorda de que vivemos algo real, grande, importante.

Brilhar no luto não significa esconder a dor, mas permitir que ela se transforme. É deixar que o amor que ficou ilumine as partes escuras. É reconhecer que, embora alguém tenha partido, aquilo que essa pessoa despertou em nós — ternura, coragem, riso, memória — permanece vivo.

No fim, o luto é uma prova silenciosa de que tivemos a sorte de amar alguém a ponto de sua ausência mudar nosso mundo. E, pouco a pouco, aprendemos que seguir em frente não é deixar para trás, mas caminhar levando junto — de outro jeito, em outro ritmo, mas com o mesmo amor.

A arrogância é um espelho turvo: quem a carrega acredita enxergar grandeza, mas o que reflete, na verdade, é insegurança disfarçada. É como uma armadura brilhante por fora e frágil por dentro — quanto mais reluz, mais denuncia o vazio que tenta proteger.

A essência da arrogância nasce quando confundimos valor com superioridade, quando achamos que o mundo é palco e nós, protagonistas únicos. Mas a vida tem um jeito delicado (e às vezes severo) de nos lembrar que ninguém se sustenta de pé por muito tempo quando se apoia apenas no próprio ego. A queda pode não ser imediata, mas é inevitável — porque quem se coloca acima perde de vista o chão, e o chão é onde a vida realmente acontece.

Curiosamente, a arrogância é a antítese do verdadeiro brilho. A luz genuína não precisa ofuscar ninguém; ela ilumina. Pessoas verdadeiramente grandes não fazem questão de parecer maiores — basta-lhes ser. Sabem ouvir, sabem aprender, sabem reconhecer limites. Não constroem tronos; constroem pontes.

Refletir sobre a arrogância é, no fundo, refletir sobre humildade: esta sim é uma forma de grandeza que não se disfarça, que não grita, que não impõe. Humildade é a coragem de ser inteiro sem ser impositivo, de brilhar sem diminuir ninguém, de reconhecer que todo ser humano — absolutamente todo — traz algo que vale a pena aprender.

No fim, a arrogância é sempre um convite: um convite a olhar para dentro, a perceber o medo escondido atrás do excesso de certeza, e a trocar soberba por humanidade. Quando fazemos isso, algo silencioso e poderoso acontece: o brilho deixa de ser gesto de vaidade e passa a ser luz verdadeira — aquela que não vem de cima, mas de dentro.

Dores

Já me curei de dores bem maiores
E passou, sempre passa
Se não passar um dia vai sarar
Igual minhas cicatrizes

Quando sinto essa dor
Lembro de outras
Aí já não sinto mais elas
A dor é do momento
Nunca da memória

O tempo é passagem
Abre portas para o futuro
E fecha as janelas do passado
Movendo a vida e a morte

O tempo rei
Majestade soberano
Vive de levar paz e guerra
Justiça na sorte, no amor e no azar

Mas aprendi uma coisa
Quando mais falo da dor
Menos doi ela
É mais me faz calar

Era só ⁠Novembro
Mas era só um lar
Invadido,
Agredido,
Destruído.
Mas era só um adolescente
Negro,
Autista,
E estava com a família.
Mas era só uma mulher
Negra,
Grávida,
De quatro meses.
Mas era novembro
Negro,
Cada ano mais preto
Pelo luto ou insulto?
Mas só tinha pretos
Eram corpos sem valor,
Palavras sem verdade.
Quem vai acreditar neles?
Combateram a agressão?
Espancaram sem razão,
Mataram mais "um", irmão!
Quem tem culpa?
Esses filhos da p...?
Ou nossa omissão?
Nossa: Todos nós —
Mulheres, homens,
Negros, brancos, indígenas ou não,
Que não aceitam mais
Essa violência estampada e desenfreada.

São as noites escuras que trazem o silêncio
A calmaria da brisa, um leve vento

Num oceano de imaginações fora do tempo
O céu fechado, sombrio do meu pensamento

Cansado, refletindo no que se passou
Nas supostas horas felizes, ficaram a dor

Na angústia, na falta, nos risos de momento
Percebi que só falava por respeito e agradecimento.

⁠Disse um sábio:

“ Muitos têm falado em ano novo, mas esquecem do que de fato faz a diferença.
Não adianta um ano novo sem um novo ser, se nossas atitudes continuarem as mesmas, que ano novo chegou?
Para se ter um ano novo, de fato, deve haver uma nova perspectiva, deve haver notas atitudes, deve-se abandonar maus hábitos:

- Deve-se arrepender daquilo que se fez erro e do ato errôneo;
- Deve-se perdoar quem lhe fez mal e abandonar as magoas;
- Deve-se pedir perdão pelas ofensas cometidas;
- Deve-se falar menos e agir mais em prol do amor e das virtudes em si;
- Deve-se abandonar o velho eu, a velha e maculada essência.

Se estas coisas e as que podemos acrescentar aqui, que tenham bom efeito, não forem nosso alvo, nossa convicção e nosso modelo de novo ser, ter um ano novo não faz nenhum sentido. ”

Como diria o sábio: “ Sem um ser novo não tem sentido um ano novo !”

POESIA:
VOZ OCULTA DO CORAÇÃO.
BY: Harley Kernner

Nossos olhos acumulam um tesouro escondido.
Imagens, palavras, inspirações, felicidades e dores.
Dores que cortam, como lâminas afiladas,
Voz oculta, que grita, em silêncio, clamando às vezes por socorro.

Para os que nos veem, um sorriso perfeito,
Um símbolo de felicidade, um disfarce concreto.
Mas o coração sussurra, em segredo profundo.
Um pedido de socorro, um grito que salta do fundo da alma.

Só o Espírito Santo, que nos envolve e nos guia.
Nos mantém em pé, diante da tormenta e da agonia.
Em meio às injustiças e ao desprezo dos que estão próximos.

Ele é o refúgio, o consolo, o porto seguro, o caminho certo da redenção.
Nossa essência se une ao Seu amor divino.
E nos dá a força para enfrentar o caminho.
A voz oculta se cala quando Ele fala.
E o coração se enche de paz e de uma graça imerecivel.

POR: Harley Kernner

Quando alguém tenta colocar um preço em você, é sinal de que não enxergou o seu verdadeiro valor.

O preço se negocia. O valor, não.

Quem só mede o que você faz pelo que custa, não compreende a importância de quem você é.

Valor não se limita ao que pode ser pago, porque ele nasce da sua essência, do que você construiu, do que ninguém mais pode oferecer como você.

Não aceite ser tabelado por quem não tem capacidade de mensurar a sua grandeza.

Deus no Divã


- Saudações Sigmund! Quem diria que, um filho meu, desafiaria minha própria existência?!
- Por uma questão de educação retribuo suas saudações, Criador. Mas persiste minha descrença.
- Problemático, diria. Qualquer mente um pouco lógica teria plena consciência de que alguém precisou criar tudo isso.
- Qualquer mente obsessiva…
- Cale-se Freud. Esta parecendo aquele meu outro filho herege lá…
- Karl Marx?!
- Exato!
- Não vou, por enquanto, questionar a falsidade de sua existência. Deite no divã! Meu sonho é aplicar a psicanálise em Deus!
- Faremos um acordo.
- Pois fale!
- Lembre-se que o último que traiu um acordo meu, foi para as demoníacas trevas.
- Prossiga!
- Deite primeiro no divã. Se eu lhe convencer, com suas palavras, da minha existência, você aposenta seus estudos sobre os mecanismos psíquicos que eu, sutilmente, criei!
- Parece seguro no que diz!
- Com efeito!
- Sendo assim, não seria provocativo inverter os papeis: se eu provar, com suas palavras, que você não existe, você some daqui e não atrapalha mais minhas noites de estudos.
- E se você falhar?
- Caso eu não consiga tal feito, deitarei no divã e terei a honra do Criador de Tudo aplicar minha psicanálise em mim.
- Aceitável. Pois deitarei.
- Vamos começar com uma pergunta básica: se uma das suas características é a onipotência, porque precisou de sete dias para criar o mundo?
- Não sei. É divertido fazer as coisas aos poucos.
- Segunda e fundamental pergunta: se é onisciente, por que liga que os humanos atribuam-lhe crédito pela origem do universo?
- É uma questão, simplesmente, de autoria.
- Porque precisa do amor de seres tão pequenos perante a você, como os humanos?
- Assim como os cachorros manifestam afeto pelo seu dono, vocês precisam ter um certo amor por mim, o Criador de Tudo!
- Fabulosa comparação: Homem está para Deus, assim como cães para seu dono.
- Abstenha de sarcasmos, Freud! Pelo amor de mim!
- Passamos para a próxima: considerando que possuímos o livre árbitro e que você conhece o futuro, por que não nos manda direto para o céu ou para o inferno?
- SEM MAIS UMA PALAVRA!
Morre, aos 83 anos, o psicanalista Sigmund Freud. A causa foi uma overdose de morfina para aliviar o sofrimento de um câncer na mandíbula. Freud passou por trinta e três cirurgias e não teve intervenção divina que curasse o hematoma.
(Londres, 23 de setembro de 1939)

Percepções
Segundo Maquiavel, "nenhum indício melhor se pode ter a respeito de um homem do que a companhia que frequenta: o que tem companheiros decentes e honestos adquire, merecidamente, bom nome, porque é impossível que não tenha alguma semelhança com eles."
Todavia, quem se alia a bajuladores, dissimulados e oportunistas pode ficar escondido sob falsas imagens, mas essas se degradam aos poucos, com o tempo deixando vir a luz a verdade.
Quem vive em meio a covardes, por mais vívido e impetuoso que seja, há de se tornar um covarde, talvez o maior deles.
Quem se acostuma contente a mediocridade jamais poderá ver horizontes mais largos, nem tocar o céu.