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Texto para minha Sogra

Cerca de 30392 frases e pensamentos: Texto para minha Sogra

A distância só tem me mostrado o quanto você é importante na minha vida , e que não vejo uma vida sem você. Os dias viram semanas e as semanas viram meses longe de você mas ainda sim você consegue se fazer presente na minha vida , no meu pensamento e no meu coração. Cada lugar que vou imagino o quanto seria mais perfeito se você estivesse aqui comigo .
Mas através da saudade, existe um sentimento maior que tudo no qual vence todas as barreiras e esse sentimento se chama amor . E é através dele , que é possível ter a certeza que nem a distancia pode mudar um sentimento .
Eu nunca imaginei que passaria tanto tempo longe de você , mas essa distancia só me fez perceber o quanto eu te amo mais e mais e o quanto eu quero ter você pra sempre na minha vida ...
Te amo hoje , amanhã e sempre .

A Fronteira Invisível da Minha Paz


Eu traço linhas no ar,
fios de seda tecidos com "não",
invisíveis ao olho faminto,
mas firmes como raiz na terra seca.


Antes, o mundo invadia,
tsunami de pedidos e dramas alheios,
meu peito um porto sem âncora,
ondas que levavam o silêncio embora.


Agora, ergo muralhas de silêncio,
portais guardados por voz serena:
"Não hoje", "Não mais",
ecoando como sino em névoa.


Não é egoísmo, é jardim fechado,
onde florescem rosas sem espinhos,
e o vento sopra leve, sem pressa,
acariciando o que resta de mim.


Aqui, na fronteira invisível,
encontro o espelho sem rachaduras,
a paz que brota quieta,
como rio que escolhe seu leito.


E quem ousar cruzar sem convite,
encontrará apenas o reflexo da própria fome –
pois minha paz é soberana,
inabalável, eternamente minha. Leila Boás /01 /2026

Bom dia, minha amiga querida!
A manhã chega, e com ela, novas chances,
Novas conquistas, novos sonhos a alcançar.
Que hoje seja um dia de sucesso e realizações,
De amor, de paz, de alegria e de emoções.

Que a jornada seja longa e feliz,
E que no final do dia, a satisfação seja imensa,
Tão grande quanto o seu coração, que transborda de amor.
Que você se sinta realizada, plena e feliz,
E que o sorriso não saia do seu rosto, jamais.

Que o dia seja bom, e a noite seja serena,
E que a vida seja um eterno carnaval de alegria!

Eu vibrava baixo demais, e minha consciência entendia tudo como negativo, para mim, você já não me amava mais, nunca tinha amado, eu tinha medo o tempo todo, angústia, ansiedade, e qualquer ação sua parecia negativa perante nosso amor, hoje sei que meu estado vibracional Me Enganou.
Voce sempre me amou e sempre vai me amar, e vai voltar, por que nosso amor é único.

Não te esqueças, meu amor
Que quem mais te amou, fui eu
Sempre foi o teu calor
Que minha alma aqueceu
E num sonho para dois ( a criação)
Viveremos a cantar
A cantar o amor, Diana
Nos teus braços, sem querer
Quase sempre vou parar
Não consigo te esquecer
Oh, Diana, vem sonhar
E eu te quero, meu amor
Vem trazer-me o teu calor
Vem viver pra mim, Diana
Carlos Gonzaga
Diana

A minha história dr






A luz da manhã entrava pela fresta da cortina,da sua casa, mas para Heitor, o sol parecia um intruso.
Era muito cedo ainda.


No fim da tarde ele foi para a festa junina que tinha na escola onde ele estudava, colégio Rocha Marmo


Ele de repente, saiu da festa, ainda ia ter a quadrilha, festa junina.


Ele sai e vai a direção de sua casa, mecanicamente.
E de repente na calçada , próximo da sua casa, uma menina veio rodopiando, e trombou com ele, os dois ficaram caído no chão, ele com cabelo cheio com topete, com um olhar, olha para ela... Vou o tempo voou, e chagamos nessa história.


*Minha história doutor*


O delegado acendeu um cigarro, a fumaça subindo lenta como a névoa daquela tarde de 1980.
Diante dele, o homem de mãos trêmulas começou a desenhar o passado no ar.
— Tudo começou com um rodopio, doutor. Eu era jovem, a música do Elvis e Beatles ecoava em cada esquina, e eu vinha do meu colégio e ela veio girando pela calçada
Foi quando ela trombou em mim e eu nela. Maria. O olhar dela me paralisou, foi um relâmpago em céu aberto.
Mas o destino é um roteirista cruel.
O tempo passou e ela se casou com outro.
Um homem que a comprava com joias, caixas de bombons finos e promessas de seda.
Eu virei apenas uma lembrança de calçada.
Anos depois, o reencontro. O rosto dela estava marcado pelo tempo, os cabelos, antes longos e castanhos, agora curtos e grisalhos. Ela me olhou com medo e perguntou: "Você ainda me ama?
Não sou mais aquela menina."
Eu respondi com a alma: "Maria, eu te amaria sem braços, sem pernas. Eu te amo de qualquer jeito, em qualquer carcaça que a vida te der."


Nós nos demos uma chance.
Mas o drama, doutor, gosta de se esconder nos detalhes.
Uma amiga dela pediu um presente... um desses brinquedos, um "coelhinho" para prazer solitário.
Eu aceitei, achei que era apenas curiosidade feminina.
Mas a amiga começou a cercar, a enviar mensagens, a simular uma intimidade que me dava calafrios.
Eu avisei Maria. Ela ria, dizia que eu era louco: "Eu gosto de homem, meu amor. Não gosto de mulher.
Nunca tive um homem que me satisfizesse como você, seu corpo é o meu porto."
Eu acreditei.
Eu a amava com a força de um furacão.
Até que o silêncio da casa se tornou pesado. Eu descobri a verdade, doutor.
Ela cedeu.
Deitou-se com a amiga. Trocaram beijos de línguas, segredos que eram só meus.
Ali, meu orgulho de homem ruiu.
Se fosse um outro homem, eu entenderia... o coração é terra de ninguém.
Mas ser trocado por uma mulher? Ser traído por quem dizia que eu era o único?
O perdão morreu ali.
O amor, que era construção, virou demolição.
Essa é a minha história,dr delegado.
Eu a amei tanto que não sobrou nada de mim.
Por isso eu matei a Maria.
Matei o único amor da minha vida porque não suportei ver que o nosso "pra sempre" tinha sido entregue a mãos que eu nunca imaginei.
O homem baixou a cabeça, o silêncio na delegacia era agora o único som que restava de um filme que terminou em tragédia.






Segundo ato.




O silêncio na sala de visitas da prisão era cortante, interrompido apenas pelo som do ferrolho da porta.
O homem, agora apenas uma sombra do jovem que foi rodopiando ,nos anos 60, olhou para o nada e começou seu último monólogo, como se as paredes fossem o júri que ele nunca teve.
Sabe, doutor... o que dói não é a grade.
É o eco daquele rodopio na calçada que não para de tocar na minha cabeça.
Eu disse a ela que a amaria de qualquer jeito. E era verdade.
Eu amei as rugas que o tempo desenhou nela, amei o cansaço nos olhos dela.
Eu teria sido o cajado dela até o fim.
Mas o amor tem uma face sombria.
Ele te dá uma visão perfeita de tudo o que você está perdendo.
Quando vi o brilho daquele "presente" entre ela e a amiga, eu vi o meu lugar sendo apagado. Aquelas mensagens não eram brincadeira, eram o roteiro da minha substituição.
Ela me dizia que meu corpo era o único, que o prazer comigo era insuperável... e depois limpava o batom de outra boca antes de me beijar.
Se fosse um homem, eu lutaria.
Mas contra o que elas tinham, eu não tinha armas.
Era um mundo onde eu não podia entrar.
O golpe não foi na minha carne, foi na minha alma de homem, de provedor de afetos.
Eu não matei a Maria por ódio.
Matei porque o amor que eu sentia era um gigante que não cabia mais dentro de um peito traído. No momento em que apertei o gatilho, eu só queria que o tempo voltasse para 1961 Queria que aquele esbarrão na calçada nunca tivesse terminado.
Agora, Maria está livre de mim.
E eu?
Eu estou preso para sempre naquele instante em que ela me olhou e sorriu, antes de o mundo ficar sujo.
É um fim de filme ruim, eu sei.
Mas em tragédias, doutor, ninguém sai sorrindo quando as luzes se apagam.


Ato três o julgamento




O juiz ajustou os óculos, o peso da sentença pendurado no ar espesso do tribunal.
O som do martelo batendo na madeira ecoou como o tiro que encerrou a vida de Maria.
Réu confesso proclamou o juiz. Condenado pela lei, mas sentenciado pela própria memória.
As luzes do tribunal começaram a apagar, e a cena cortou para a cela fria.
O homem estava sentado no canto, os olhos fixos em um feixe de luz que entrava pela grade.
A Imagem Final:
A câmera foca no rosto dele, envelhecido e sem brilho.
Lentamente, o som ambiente da prisão desaparece, sendo substituído por uma música suave de rádio dos anos 60.
O preto e branco da cela começa a ganhar uma cor vibrante, granulada, como um filme antigo de 16mm.
Vemos a calçada de 1961 novamente.
A jovem, cheio de vida, vem rodopiando.
Ela esbarra em mim.
Ela ri, ajeita o vestido e o olha com aquela promessa de eternidade nos olhos.
Eles dão as mãos e caminham em direção ao sol poente, desaparecendo na luz.
A imagem volta para o presente: o homem na cela fecha os olhos, tentando segurar aquela visão.
Uma lágrima solitária escorre.
A tela escurece totalmente.
FIM




Autor desconhecido.

Isso deu um boom na minha kbça:


O que Harvad e a BÍBLIA dizem sobre Resiliência:


“Você nunca deve confundir a fé de que prevalecerá no final — fé que você jamais pode se dar ao luxo de perder — com a disciplina para confrontar os fatos mais brutais da sua realidade atual, sejam eles quais forem.” — Almirante James Stockdale. Paradoxo de Stockdale
(N ser um otimista, e nem um pessimista tóxicos, mas ser um ser resiliente positivo)

"E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
E a paciência a experiência, e a experiência a esperança."Romanos 5:3,4 Bíblia Sagrada
( o deserto nos faz fortes, e com fé, chegaremos ao fim, e teremos vitórias!)

Nem liga, guria
Não vou poder te atender
Tô encontrando em minha vida um canto só pra você


Se a gente já soubesse como vai ser a viagem
Não perderia tanto tempo com bobagem
E o meu peito poderia muito bem ser a tua moradia


Eu finjo que acredito no que dizem sobre o amor
Eu finjo que é eterno, mas te peço, por favor
Esquece tudo e vem passar comigo essa madrugada tão fria

Assusto porque o meu silêncio é mais violento do que qualquer grito preso em minha garganta, um som que nunca nasce, mas morre centenas de milhares de vezes dentro de mim
Há um abismo aberto no meio do meu peito e ninguém vê o porque ele não sangra por fora, não é apenas um mar de águas ensanguentadas, é uma fonte sem fim
Eu carrego um terremoto sob a pele e tudo treme, tudo racha, tudo desmorona e por fora eu continuo em pé, educada, inteira, aceitável, intensa.
Um mundo enorme e mesmo assim sinto em meus ombros e ele está pesando inteiro sobre mim, como se eu tivesse sido escolhida para sustentar o que não cabe em minhas mão, apertando com a palma de suas mãos
Vivem me dizendo “não é nada demais”, “tem gente pior”, “isso passa”, mas só sabem exatamente o que você passa, quando eles sofrem na pele o que você sentiu
Porque a dor não se mede comparando tragédias.
Eu não quero parar, pois parar é descansar, eu quero desistir, não consigo mais fingir que não dói, simplesmente por que alguém me disse que era fraqueza demonstrar tristeza
Quero desistir de sorrir com os lábios enquanto por dentro tudo implora por socorro.
Queria rasgar o peito e mostrar que aqui dentro há um campo devastado
Não flores, elas foram destruídas
Não esperança bonita, onde nunca existiu
Mas terra revolvida, raízes arrancadas, céu escuro ao meio-dia, um fogo gelado
O caminho de pedra virou lâmina e cada passo que eu dei é um corte invisível
Cada palavra maldita que engulo vira espinho na garganta, me fazendo perder a voz
E eu engulo, sempre engulo, o sofrimento se sente sobre mim como um rei tirano e cruel que exige silêncio
Ele aperta minha voz até ela virar eco, até um dia nem o eco possa se ouvir
Eu grito e o som morre antes de nascer
Eu falo e me transformam em exagero, calando minha voz
Sou julgada antes de ser ouvida, sou a fraqueza antes de ser compreendida
E dói, dói num lugar que não tem nome, dói como se algo estivesse sendo arrancado
devagar, dia após dia, sem que ninguém perceba
Eu sou uma guerra sem plateia, o incêndio sem fumaça, uma tempestade que só acontece por dentro, é invisível e ninguém pode ver, ( não sentir, não deixar saber)
E o pior não é a dor, é a solidão que insiste em me acompanhar, e a vida me obriga a continuar respirando.

Eu gosto quando você me faz rir, gosto quando você diz que ama a minha risada, como se ela fosse música e você soubesse cada nota de cor, gosto da forma como seus olhos se fecham levemente quando sorri para mim, como se naquele instante o mundo inteiro coubesse dentro daquele simples gesto
No meu sonho, eu te reencontrei depois de tanto tempo, e não foi um reencontro comum, foi daqueles que fazem o coração esquecer como se bate devagar e perdidamente faz meu corpo suar frio, sabe aquilo que nunca morreu em mim, aquilo que eu tentei silenciar, esconder, convencer que tinha acabado, floresceu de novo, não como uma pequena flor tímida… mas como primavera inteira rompendo o inverno, como folha seca queimando no calor do verão
Foi explosão, foi sentimentos, foi lembranças, foi a esperança de não ser mais um sonho bobo
E então você segurou minha mão, eu senti seu toque ( eu sou intolerante), você quebrou meu muro indestrutível mais uma vez
Naquele dia começamos a dançar sem música por que não precisava, o som vinha do riso o seu riso, escuta as batidas do meu coração e acompanhe meus passos, está batendo acelerado demais e o céu se alegra com a nossa coragem, que começou a chover
Mas não era uma chuva triste, era uma chuva viva, uma chuva que lavava os medos antigos e fazia tudo brilhar.
As gotas desciam pelo seu rosto e eu pensava que nunca tinha visto algo tão bonito, seus olhos… meus Deus… seus olhos tem brilho das estrelas, mas não um brilho distante, é um brilho quente, próximo, como se o sol e a lua tivessem decidido morar ali dentro ( minha melhor parte), parecia que o universo inteiro tinha conspirado para aquele momento, como se cada segundo longe tivesse sido apenas um caminho torto levando de volta ao mesmo lugar: você e eu, dançando sob um céu que finalmente nos abençoava com água e luz, VOCÊ É MINHA LUZ, MINHA CALMARIA
E eu senti medo, sim, mas não aquele medo que paralisa, era o medo de quem percebe que está vivendo algo grande demais e parece que não vai caber dentro do meu peito, o medo de perder o que finalmente me encontrou, o medo de que fosse só mais um sonho… e quando eu acordasse...
Mas você não fugiu, não dessa vez, você ficou, e nos seus olhos estava escrito algo que eu nunca tinha lido antes: CERTEZA
Certeza de que eu era sua escolha, certeza de que a história não era invenção da minha mente ( uma esquizofrenia), era certeza de que o amor não tinha acabado, só estava só começando e esperando a hora certa de florescer
Dessa vez eu tenho seu lado genuíno, tudo que a de bonito, eu tenho o que preciso
E se eu pudesse voltar no tempo, talvez ainda escolheria te conhecer, porque mesmo com toda a dor, mesmo com a saudade, mesmo com esse medo que me tomava por inteira… amar você me ensinou o que é sentir de verdade, amar você me ensinou que o coração é maior do que as quedas que ele poderia suportar.
Talvez a chuva sempre tenha sido nosso código do: eu tô com saudade
E finalmente o renascimento da chama que tava escondida, as estrelas iram brilhar menos porque decidiram deixar você carregar toda a luz, o sol tem inveja do seu calor ( que aquece sem queimar a pele), a lua tem aprendido com o seu jeito de iluminar o escuro ( seu brilho é o que inspira ela )
E se um dia eu experimentar o seu beijo…
quero sentir todo seu amor, toda a espera, toda a fé de que alguns amores não morrem, apenas adormecem até a hora certa.
Porque no meu sonho…você ficou
E pela primeira vez, eu acordei sorrindo

*Minha Casinha*

🎶✍🏼 Pezão da Timba

Nóis juntemo uns amigo
Pra arrumar umas madeira
Pra subir o meu barraco
Vai ser uma casinha simples
Um quintal, uma cozinha
Um banheiro e um quarto
Comecemos levantar
As madeiras no lugar
Quando alguém alto falou
É melhor parar seu moço
Pois a lei aqui é osso
Nesse triste mundo cão
Terra onde ninguém é dono
Mas se não se tiver dinheiro
Vem os homi e põe no chão
Tudo o que é de
Deus
É o homem que destrói
Com tanto desamor
O peito dói
E quem assim lutou
Por uma casa
Triste se iludiu
Sonho criou asa

"Algumas vezes olho para a minha vida e sinto dormente, vivendo sempre os mesmos dias"; e se tudo mudasse a partir deste momento? Para viver o que nunca viveu precisa fazer o que nunca fez!
Alguém contrário é inverso, nesta ruminação esperam o pior e, por vezes, sua incoerência é fruto de experiências passadas e mal vividas!
"Desidratar certas opiniões, que maltratam o meu pensamento"... isto vai incomodar alguns, mas vale toda consideração e dedicação que provém de si mesmo!
Eliminar pensamentos negativos: se se considera perfeito, então é perfeito... "falo por mim e não de mim"!

AINDA NÃO É O FIM.


Como o servo suspira por água,
a minha alma suspira por Ti.


Minhas lágrimas me sustentam, Senhor;
és o meu alimento,
pra não desistir.


Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?


Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.


Lembro-me
de quem Tu és.


A minha alma, mesmo abatida,
sustenta a fé.


Direi ao Senhor:
Tu és a minha rocha,
e é esta rocha
que firma o meu pé.


Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?


Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.

E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.

DESABAFO

“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.

E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.

Jogar Conversa Fora ( Ou? )

Gosto De Pôr Para Fora O Que Sinto Em Minha Vasta Alma, Através Das Palavras, Por Meio Das Letras ; Sem Me Importar Se Essas Palavras Jamais Serão Lidas Ou Comentadas, O Que Me Importa É O Prazer Desse Momento, É O Que Sinto Ao Escrevê-las, Isso Me Dá Pleno Prazer Alimentando Minha Alma Transbordando Meu CoraÇão..., As Coisas Que Escrevo São Apenas Meus Pensamentos Vestindo Bellas Palavras.

A Minha Boca Fala Do Que Está Cheio O Meu CoraÇão
!!!
( Ser Poeta É Falar Com A Alma )

NA PRÓXIMA ESTAÇÃO

No vácuo espesso da minha incoerência,
caminho sobre trilhos que eu mesmo forjei.
Teu silêncio ressoa em mim
como ferro antigo rangendo no frio.
Aprendi cedo a vestir armaduras.
A confundir silêncio com força,
rigidez com caráter,
distância com equilíbrio.
Mas há um trem parado dentro do meu peito,
um apito que insiste em nascer
e não aceita mais o aço como morada.
Sou peregrino do que ainda não compreendi,
exilado nas fronteiras da própria resistência.
E começo a perceber:
não é o mundo que me endurece —
sou eu que ainda tenho medo de sentir.
Se a vida é viagem incerta,
talvez o erro seja parte da rota,
e cada queda, um ajuste de direção.
Não sou aço.
Sou travessia.
Na próxima estação,
desarmo-me.
Deixo no banco vazio
a armadura que me protegeu
e também me isolou.
Liberto-me de mim
não para desaparecer,
mas para existir sem defesa.
E então, no cais do teu ser,
o mar já não me ameaça.
O naufrágio deixa de ser destino
quando compreendo que amar
não é perder força —
é escolher vulnerabilidade com consciência.
Não te encontro como salvação.
Encontro-te como escolha.
Deixo de ser busca tensa
para ser presença inteira.
Na próxima estação,
não sou menos homem —
sou mais verdadeiro.

J Rabello de Carvalho

Dente de Leite

Eu fui na praia passear com minha vó
Veio uma concha na onda bateu no dente da frente

Que era de leite tão molinho meu xodó
E eu já tinha prometido pra minha vó de presente

Mas eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente

Eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente

Dor de Dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia a mentira dá dor de dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia mentira dá dor de dente


A minha vó me ensinou e hoje eu sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes


Minha vó me ensinou e hoje sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes

Pau de Sebo


A minha vó lia cartas via o meu e o seu destino
Mas ela gostava mesmo era da Festa do Divino (bis)


Eu sou daqueles menino nem ligeiro nem ladino
Mas quando chegava maio lá na Festa do Divino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Mais veloz que Severino no Pau de Sebo subino


Minha vó ficava brava desce desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
A minha vó ficava brava desse desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino


Eu sou aquele menino subino no Pau de Sebo
Lá na Festa do Divino
Eu sou aquele menino no Pau de Sebo subino
Lá na Festa do Divono

Lá de cima eu jogava os doces pá mulecada
Mas o prêmio em dinheiro no meu bolso colocava (bis)


Refrão...eu sou aquele menino...

Olhe só você tá veno o Pau de Sebo o prêmio
E o menino nele subino
Olhe só você tá veno o menino no Pau de Sebo
E os seus olhos estão sorrindo