Texto para minha Sogra
Procure na sua mente tudo que gostaria que fosse verdade, que não gostaria de aceitar como verdade. Já é um bom começo para pensar como um cientista, para deixar de ser maleável por pessoas externas. Receita anti-fake news, essa é a única vacina desenvolvida de forma eficiente. Não seja capacho de pessoas mal-intencionadas, seja um pensador independente.
Quando vejo seu nome, ou quando fazem-me lembrar de você, lembro dos seus olhos brilhantes emanando o brilho do sol. Eu poderia dizer que aquele momento, aqueles olhos, ficou marcado nas minhas memórias mais agradáveis e tristes. Triste por lembrar que não te tenho mais, pois te perdi por culpa minha, e você sofreu como ninguém nunca mais viu, não desejo te ter novamente, não desejo ter você em minha vida, pois não mereço nem sequer olhar seus olhos. Você foi meu sol, assim como eu fui o seu vazio na sua vida.
As vezes me torno um ser incapaz de conquistar algo, me vejo cansado, onde não consigo sobreviver a esse mundo, talvez eu deva apenas recomeçar, como sempre falo e nunca faço. Irei recomeçar, é o único jeito de ganhar nesse mundo é recomeçando novamente, recomeçando o meu eu, e somente a mim.
O que é mais curioso: a maior parte das religiões condenam a violência e idolatrar homens. Os supostos religiosos faziam o que alguns chamam de “customização da religião”: sou religioso, mas somente sigo o que concordo, o que me interesse. Tenho o meu Jesus, que é meu, e eu digo quais são as regras.
Eu gostaria de juntar os seus pedaços de cacos que a vida lhe causou com os meus cacos que se quebraram neste meu caminhar, e de alguma forma juntá-los... Sei que não será fácil... Ficaremos com dúvidas... Teremos receios... Até podemos desacreditar no que sentimos e até mesmo na nossa capacidade... Principalmente amar de novo, isto é, será que já amamos de verdade no passado? E é com esses cacos que pretendo junto contigo fazer um belo mosaico, e dele um novo caminho para nossas vidas... Um novo sentido para amor que por você tenho!
-Eu penso em vc a cada momento, ao cada gesto a cada pensamento, tenho que ter cuidado estou me apaixonando por vc sei que naum devia mais naum consigo ñ me apaixonar por vc com seu jeito meigo com seu olhar que só vc sabe fazer com suas palavras que tocam no fundo do meu coração ,quando escuto sua voz e como se estivesse 1000 anjos tocando meu coração tenho q para ,tenho uma pessoa que me ama (eu acho) mais q estou com ela já á um ano e 3 meses ,naum posso perdê-la por sei ela e importante pra min mesmo gostando mais de vc ñ posso continuar com essa paixão q aumenta a cada segundo e até mesmo a cada milésimo te conheço há pouco tempo, mas pensando bem eu já sinto muito sentimento por vc q naum para de aumentar tenho q parar, sofro posso ser estupido por ser sentimental naum sei se o sentimento q sinto de sua parte seja só amizade mais o sentimento q sinto por vc já posso dizer que há pouco tempo irá virar amor, naum sou o cara certo pra vc sei que liga muito para a aparência diferentemente de min, se busca alguém belo q a ame irá ser difícil, mas naum custa buscar, mais só quero q saiba q aquele sentimento de amigo aumenta incontrolável a cada minuto... rsrsrs eu logo achei um amor comprometido sendo eu também tenho namorada mais o destino me propôs isso q pena neh?.... se mudei com vc e por naum ter mais condições de continuar alimentando essa paixão me desculpe o q te causei q seja feliz, por q quando gostamos da pessoa queremos o melhor para ela independente que esteja com vc ou naum bjs bb.......
"- Eu te amo. Eu sei que a outra noite não significou para você o que significou para mim, mas eu não me arrependo e não parei de pensar nisso desde então. Não só porque foi ótimo, o que foi, mas porque foi certo. Foi tão certo, Lor, e você pode não ver isso agora, mas eu vejo. E se eu tiver que esperar até nós dois estarmos com 80 anos para que você veja, eu vou esperar. Eu não vou a lugar algum. É isto o que quero. É você que eu quero. Eu não posso fingir que sinto menos do que isso. Sinto muito,. Simplesmente, não posso."
Lembro como era bom compartilhar minha felicidade com os amigos, falar pelos cotovelos sobre alegrias que soavam até ofensivas àqueles que não entendiam o que se passava no interior de um corpo em festa. Eu costumava ser uma alegoria ambulante. Agora a festa terminou, os copos estão espalhados pelo chão, os pratos sujos, silêncio absoluto, ficou o vazio devorador de uma solidão impossível de ser contada.
Achei que eu ia ser esperta pra sempre, mas para a minha grande alegria estou me sentindo uma idiota. Sabe o que eu fiz hoje? As pazes com o Bob Marley, com o Bob Dylan e até com o ovomaltine do Bob’s. As pazes com os casais que se balançam abraçados enquanto não esperam nada, as pazes com as pessoas que não sabem ver o que eu vejo.
Ela sempre pensou assim: “Pra ficar do meu lado tem que ser melhor que minha própria companhia. Eu tenho que admirar.” E ele me parece um pedaço daquilo que a vida tem de mais charmoso. Ela estava ficando instigada. Que mais restava àqueles dois senão, pouco a pouco, se aproximarem, se conhecerem, se misturarem? Pois foi o que aconteceu. Ela diria que ele salvou sua vida se não soasse tão dramático. Ele não faz planos ou promessas, só surpresas, te ensinou a gostar de surpresas. Ele é diferente. De repente ela percebeu que o amor era o instante em que o coração fica a ponto de explodir.
Minha alma humana é a única forma possível de eu não me chocar desastrosamente com a minha organização física, tão máquina perfeita que é. Minha alma humana é, aliás, também o único modo como me é dado aceitar sem desatino a alma geral do mundo. A engrenagem não pode nem por um segundo falhar.
Tenho medo de não conseguir manter minhas ideias, meus pontos de vista, minhas escolhas. A minha cabeça é como um guarda que não permite que eu estacione em local algum. Eu fico dando voltas e voltas no meu cérebro e quando encontro uma vaga para ocupar, o guarda diz: circulando, circulando. Você está me entendendo? Eu não tenho área de repouso. Raramente desligo, e quando isso acontece, não dá nem tempo para o motor esfriar.
Eu não preciso controlar a vida, meus hormônios, meu futuro, os outros, minha felicidade. Eu só preciso levar a vida, eu só preciso desfocar do sonho que me deixa míope e enxergar além, ou melhor enxergar o que esta na minha cara. Ver o quanto o resto todo já é perfeito e esta lá, eu já conquistei, é meu…
Entendo perfeitamente crimes passionais. Entendo perfeitamente quando minha amiga diz que não consegue conversar mais com o ex-namorado porque ela tem vontade de bater nele. Entendo meu amigo que diz que preferia ver a namorada morta do que com outro. Sinceramente, entendo. Quando alguém te machuca, te decepciona, te magoa, a dor é tão grande que você quer agredir a pessoa de volta. Você se sente impotente. Enganado. Ferido. Frustrado. Dá vontade de matar. De morrer. De sumir. Seu mundo desaba bem na sua frente. Você sente que perdeu seu tempo, sua vida, sua auto-estima, suas forças. E qual a pena pro agressor nesse caso? Qual a pena pra alguém que entrou na sua vida, na sua casa, nos seus sonhos, nos seus planos e, num piscar de olhos, destruiu tudo como se tivesse esse direito?
Fiz do meu prazer e da minha dor o meu destino disfarçado. E ter apenas a própria vida é [...] um sacrifício. Como aqueles que, no convento, varrem o chão e lavam a roupa, servindo sem a glória de função maior, meu trabalho é o de viver os meus prazeres e as minhas dores. É necessário que eu tenha a modéstia de viver.
Tudo isso me perturbava porque eu pensara até então que, de certa forma, toda minha evolução conduzira lentamente a uma espécie de não-precisar-de-ninguém. Até então aceitara todas as ausências e dizia muitas vezes para os outros que me sentia um pouco como um álbum de retratos. Carregava centenas de fotografias amarelecidas em páginas que folheava detidamente durante a insônia e dentro dos ônibus olhando pelas janelas e nos elevadores de edifícios altos e em todos os lugares onde de repente ficava sozinho comigo mesmo. Virava as páginas lentamente, há muito tempo antes, e não me surpreendia nem me atemorizava pensar que muito tempo depois estaria da mesma forma de mãos dadas com um outro eu amortecido — da mesma forma — revendo antigas fotografias. Mas o que me doía, agora, era um passado próximo.
Então eu disse a ele - e foi a única coisa dita: se isso acabar agora, vai ter valido a minha vida (...) Eu vou atrás dele. Desse homem que nunca conheci de fato, mas que existe de outra forma, que existe com outro rosto e outro nome, que existe no meu futuro, se o futuro eu permitir que aconteça. Não quero mais o presente, não quero mais a paralisia, o pra sempre. Alguém espera por mim. Alguém não vê a hora de eu chegar. Eu não vejo essa hora. Daqui, não alcanço esse sonho. Eu me vou. (...) Me reconheça ímpar. Impaciente. Só. Muito antes de louca. Muito antes e muito mais. Louca é pouco. (...) As perdas serão calculadas, as malas serão fechadas, as crianças serão preservadas e as vidas seguidas. E eu, então, irei atrás do meu instante.
Ele me aperta como sempre, até que algum ossinho da minha coluna estale, e me diz, como sempre também: “Que é que você tem que eu sempre largo tudo e venho te ver?” Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa.
Mesmo consciente de que nasci sozinho do útero de minha mãe, berrando de pavor para o mundo insano, e que embarcarei sozinho num caixão rumo a sei lá o quê, além do pó. O que ou quem cruzo esses dois portos gelados da solidão é vera viagem: véu de maya, ilusão, passatempo. E exigimos o eterno do perecível, loucos.
Aos poucos, na ausência dele, enquanto tentava compreendê-lo. Cada vez menos para que minha compreensão fosse sedutora, e cada vez mais para que essa compreensão ajudasse a mim mesmo a. Não sei dizer. Quando penso desse jeito, enumero proposições como: a ser uma pessoa menos banal, a ser mais forte, mais seguro, mais sereno, mais feliz, a navegar com um mínimo de dor. Essas coisas todas que decidimos fazer ou nos tornar quando algo que supúnhamos grande acaba, e não há nada a ser feito a não ser continuar vivendo.
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