Texto para a Pessoa que eu Amo

Cerca de 90866 frases e pensamentos: Texto para a Pessoa que eu Amo

Eu tentei mil formas de te ter comigo,
perdoei teus vacilos,
acreditei no impossível,
me iludi com migalhas
e sorrisos vazios.
Um dia a ficha caiu.
Percebi que eu estava criando
um alguém que nunca existiu.
Alguém idealizado,
nascido da fumaça
de cada cigarro que você fumava,
um amor platônico,
pleno demais
pra caber em você.

Tudo bem,
a ficha caiu,
arrumei minhas coisas,
dei as costas
e fui embora…

Decepcionado,
não por te perder,
mas por ter amado alguém
que só existia na minha cabeça.

meu próprio sabor
é sobre meu e meus,
de seio pessoal,
de carne!
póem na carneação —
eu sou mordida viva!
vi ela beijando um velho.
me fez Vomitar,
vomitei em silêncio.
entendi,
meu amor
não é pra vagabundas.
me observei demais,
me rasguei demais,
talvez.
eu me sirvo.
me provo.
sou amargo.
sou só meu!

SAUDADES


Quando eu era criança
Guardo na recordação
A casa que nós morava
Perto de um ribeirão
Dum lado tinha um pasto
E do outro um mangueirão
Na frente tinha um jardim
E no fundo a plantação


Perto da venda da estrada
Tinha um campinho de bola
E num banco de madeira
Os cantador de viola
Junto com meus companheiros
Como a gente era feliz
Sentado a sombra das árvores
Ouvindo modas raiz


Hoje só resta lembranças
Daquele tempo que foi
Não tem munjolo e pilão
E nem o carro de boi
Não tem toque de berrante
E nem nuvem de poeira
Quando passava a boiada
Na estrada boiadeira


O torrador de café
Também não existe mais
Hoje é o computador
A internet e Wi-Fi
E agora mais recente
Inteligência artificial
Vou vivendo de saudades
Até o momento final.


Francisco Garbosi

Eu acreditava cegamente no casamento. Pintava minha vida com cores de sonhos, imaginando sorrisos que durariam para sempre, mãos dadas que nada quebraria. Mas a vida se encarregou de me mostrar a verdade: nem toda promessa é sincera, nem todo amor é eterno. Hoje, vejo que o que eu achava lindo era só uma máscara, uma ilusão vestida de contos de fadas. Meu coração se cansou de esperar por algo que talvez nunca existiu, e minhas lágrimas aprenderam que valor real não se mede por palavras bonitas, mas por respeito, cuidado e verdade.

Gláucia

Porque eu acredito em Deus
O que eu devo fazer quando eu me sentir triste?
Orar.
E quando as pessoas estiverem me criticando?
Orar.
E quando tentarem me fazer cair?
Orar.
E quando falarem de mim pelas costas?
Orar.
E quando o mundo parecer pesado demais?
Orar.
E quando o medo roubar minha paz?
Orar.
E quando eu não tiver mais forças para levantar?
Orar.
E quando eu não acreditar mais em mim?
Aí eu vou orar…
Porque eu acredito em Deus.

Eu queria esse amor que fosse leve e profundo ao mesmo tempo, que me fizesse sorrir mesmo nas horas mais complicadas, que me inspirasse a ser melhor, mas que também aceitasse minhas imperfeições. Porque mereço alguém que me ame de forma completa, que me faça sentir especial todos os dias, e não apenas quando for conveniente.







Gláucia B Araújo

"Eu sei... talvez não seja a hora certa pra escrever isso. Talvez eu esteja errado em insistir em algo que só existe em silêncio. Mas ainda assim, preo abrir meu coração — talvez pela última vez.

Eu penso em você. Todos os dias. E se um dia a vida mudar de direção e o seu caminho cruzar o meu de novo... talvez, só talvez, exista o nosso tempo.

Hoje não escrevo pra pedir nada. Nem resposta. Só te peço uma coisa: olhe pra dentro de si, com sinceridade. Não pra me responder — mas pra se responder.

Eu me faço essa pergunta todos os dias. E a minha resposta é sempre a mesma: seria um desperdício deixar essa vida sem ter vivido o que eu sonho viver com você.

Meu sentimento nunca mudou. Meu coração nunca te deixou. E mesmo que essa seja a última vez que eu escreva, quero que saiba: sempre que fecho os olhos, você ainda é o meu lugar favorito pra descansar o pensamento."

Poema Melancólico – Hemorragia da Alma


Eu te amei com uma fidelidade ingênua,
daquelas que a gente oferta sem cautela,
como quem deposita o coração inteiro
numa promessa frágil, de aparência tão bela.


Mas tu eras narcísica inconstância,
um vazio requintado em forma de gente,
um afeto de porcelana: vistoso,
mas que se estilhaça facilmente.


Eu, tolo, fiz vigília sobre teus silêncios,
buscando migalhas onde só havia desdém.
E cada gesto teu — tão miúdo, tão ínfimo —
era um corte discreto, mas profundo também.


Hoje trago no peito essa hemorragia etérea,
sangramento que não se vê, mas consome.
Um padecer sem alarde, clandestino,
que corrói o que resta do meu nome.


E percebo, enfim, com amarga lucidez,
que o amor que te dei, vasto, plúmbeo, inteiro,
não foi capaz de redimir tua secura,
nem de salvar meu próprio travesseiro.


Resta-me agora a cura lenta e austera:
recolher meus cacos com serenidade tardia,
e permitir que o tempo, senhor indulgente,
estanque o que sobra dessa triste hemorragia.

O bom de não ter fé ancorada no Poder,
É que o templo de Deus não me pode vender.
Eu vejo o ouro farto, a luxúria em excesso,
Em nome da miséria que busca algum acesso.
​O homem transformou a hóstia e o aleluia
Em moeda de troca, em astuta estratégia.
O Cristo de sandálias, despojado e simples,
Virou a estampa rica em templos de cúpulas.
​Exigem o suor, a última moeda,
Prometendo o Céu, enquanto a Terra se veda.
A fé virou imposto, o medo, um credor,
E a Casa de Oração, um vasto cobrador.
​Eu busco o divino no canto do pobre,
Na ação que conforta, no gesto que é nobre.
Pois a verdadeira igreja, o que dela resta,
Não está na opulência, nem em faustosa festa.
​Ela vive no coração que se doa,
Livre do palácio que a graça magoa.
Minha crença é em Deus, não em quem se apropria
Do Livro Sagrado e da sua poesia.

📖 Prefácio do Livro


Eu nunca quis escrever um livro.
Essas páginas surgiram porque eu não tinha mais onde gritar.
Enquanto uns escrevem pra vender sonhos, eu escrevo pra não enlouquecer.
Cada crônica, cada verso, cada frase cuspida aqui, foi arrancada no tapa pela vida.


Não espere encontrar heróis nessas linhas.
Eu não sou um deles.
Sou só mais um filho da favela, que aprendeu cedo que abraços apertados escondem punhais,
e que o amor, quando não mata, vicia.


Esse livro não é pra quem quer se sentir bem.
É pra quem tem coragem de encarar a própria hipocrisia no espelho.
Se você chegou até aqui, bem-vindo ao caos.
Não prometo redenção, mas te garanto que a verdade aqui não tem maquiagem.


Assinado,
Valter Martins / Santo da Favela

Crônica de saudade: eu te peço perdão pela última vez


"Eu ainda vejo tuas coisa, eu ainda curto tuas foto, eu ainda abro o story pra ver se você olha tudo que eu posto". Continuo com saudade, contínuo sentindo sua falta, continuo querendo que estivesse aqui, comigo, mas sei que você não quer. Faz tanto tempo, até parece que tudo mudou — a vida, a rotina, a gente — e, ainda assim, esse sentimento não parou, sumiu desapareceu ou, sequer, mudou. Você me faz tanta falta, provável que por não saber o porquê acabou.


Talvez tenha terminado por eu não ter sido o que você queria, o que você precisava, o que você merecia. Não tenho certeza se foi isso, sequer tenho como saber, você me provou de te conhecer — de conhecer a sua verdade. E, por esse motivo, hoje me apego tanto às memórias — elas se tornaram a minha verdade, minha única possibilidade de tentar desvendar o que aconteceu, quando e como eu te perdi. Na verdade, eu te tive em algum momento?


Meu jeito devia exigir muito de você; quem sabe se eu fosse um pouco menos complicado, não teríamos nos separados. Não, talvez esse — ou melhor, aquele — era o momento para tudo acabar, eu havia feito, afinal, até o impossível para não terminar. Quando o fim não era mais possibilidade, e sim realidade, eu tentei postergar para ter um pouco mais de tempo com você. Claro, valeu à pena: ainda te guardo, em cada detalhe, na minha mente — eu me tornei melhor por e para você; não, você me tornou e torna melhor com tudo o que me ensinou durante aquele ano.


Será que, se eu te encontrar de novo, os seus olhos ainda serão meu abrigo e o seu abraço ainda serão minha morada? Não, é óbvio que não. Eu já te encontrei de novo, e quem eu vi não era quem eu conhecimento você está melhor, bem melhor para ser sincero, eu tenho orgulho disso, de você, embora ainda queira voltar a te ter com achei que já tive. Por fim, é verdade que você me faz falta e também é verdade que eu devia ter te pedido desculpa — não tive maturidade nem coragem para solver. Por isso e por tudo, eu te peço perdão pela última vez.

DIÁLOGOS COM A SOMBRA


Eu te ignorei por anos, trancada no sótão da mente
Doeu menos fingir que eras obra da poeira e do tempo
Mas nas noites de insônia, quando o mundo desmaia
Sinto teu peso no colchão, um afundamento calmo, lento
És o hóspede não convidado que paga aluguel em silêncio
A parte da história que nunca me contaram completa
A raiz que cresce na direção oposta da flor
A única verdade que minha alegria aceita discreta


E hoje, cansei da guerra. Baixei as armas da razão.
Abri a porta do sótão e disse, sem triunfo, apenas:
"Entra. Já que insistes em habitar esta casa,
ao menos vem da penumbra. Vamos ter uma conversa,
afinal somos inquilinos do mesmo osso, da mesma carne,
dividimos o mesmo teto quando a tempestade desaba."
Refrão:
E assim começou o diálogo com a sombra:
"O que queres de mim, além do medo que já te dei?"
E ela, feita de vozes antigas e pó de espelho:
"Nada que já não seja teu. Apenas devolver o que esqueceu de ser.
Sou a cidade submersa sob teu mar de tranquilidade.
O nome que riscaste da tua própria biografia.
Não vim para te destruir, apenas lembrar-te
que a luz que tanto cultuas nasceu da minha geografia."


Confessei meus segredos mais claros, os de pleno sol
Ela riu um riso de terra: "Ingênua. Esses não interessam.
Fala-me da inveja que vestiste de ambição.
Do ódio que baptizaste de 'justiça'. Da crueldade
que chamas de 'franqueza'. Dos desejos que afogas
no álcool da resignação. Desses sim, somos parentes."
E eu, sentada no chão com meu duplo noturno,
vi minha história reescrever-se com tintas diferentes.


Ela mostrou-me as feridas que eu causara e chamara de 'conquista'
Os amores que asfixiei em nome do 'amor próprio'
A criança que abandonei no caminho da 'maturidade'
E eu chorei. Não de arrependimento, mas de reconhecimento.
Era como ler um livro escrito em língua estrangeira
e descobrir, página após página, que era a própria história.
A sombra não era monstro. Era o arquivo, o repositório
de tudo o que joguei fora para brilhar na memória


E assim seguiu o diálogo com a sombra:
"O que faço contigo agora, se já não te posso temer?"
E ela, feita de silêncios e verdades truncadas:
"Integra-me. Não como inimiga, mas como contraponto.
Sou o contorno que dá forma à tua luz.
A nota grave na tua melodia.
Sem mim, és apenas claridade sem definição,
uma bondade plana, sem história, sem profundidade, sem dia."
Bridge (Musical: cresce para um clímax orquestral, depois cai em absoluto silêncio por 2 segundos)
E no ápice do confronto, veio a quietude.
A rendição. A sombra não se dissolveu em luz.
A luz não venceu a sombra.
Elas apenas... se reconheceram.
Dois rios correndo no mesmo leito.
Dois vocais na mesma canção.
E eu, que era a guerra,
tornei-me o campo de batalha pacificado.
E depois, o próprio tratado de paz.
Outro (Sussurrado, sobre um piano solitário que retorna):
E agora carrego-te comigo. Já não és um fardo às costas.
És a mochila com as provisões para a noite.
Aprendi a linguagem das tuas pausas,
e tu aprendeste a melodia dos meus desejos aceites.
Já não sou 'eu contra ti'.
Somos... um nós.
Uma alma com suas nuances.
E quando a luz do dia me define,
és tu, na penumbra, quem me dá dimensão.
Obrigada, estranha.
Minha mais íntima estrangeira.
Minha sombra.
Minha... dona de casa

Eu quero beijar os seus olhos
Queria lamber seus cabelos
Desejo morder os seus dentes
encontrar-te de repente
Se você me desse um segundo
Pra eu te prometer o mundo
Você não queria mais nada
Estaria apaixonada
Eu preciso fazer uma
pra te conquistar
Ficar longe
Ninguém se acostuma
E você nem pra me olhar
Não existe nada pior
que não sentir
O cheiro bom do seu suor
Eu tenho tanta coisa
pra fazer
Mas eu preciso
Fazer-te entender
Que eu só faço
Por você.

Hoje
Sem saber por quê
Fui lembrar
De um tempo que ficou pra trás
E vi alguém
Alguém que eu já não sou mais
Porquanto,
A despedida é uma constância
Só que quase que despercebida
E as fases da vida, tem prazo de validade
De vez em quando
Quase vemos isso, qual criança
A se rir de um medo bobo que não finda
Pra no fim da vida ter segredo
A saber-se o mesmo ainda... e ninguém vê
Pois, se conhecimento é uma conquista
A lista do que não sabemos permanece vasta
E é preciso ser um grande tolo pra pensar vencer
Vida, doce vida
Passa tão depressa
Quanto um lindo verso de lua cheia
O dia vem, pouca gente viu a lua
e o luar... ninguém
A gente segue, abandonando
Um medo ou outro ao longo do caminho
Como quem se despede de velha amizade
Mas que ainda existirão
Um dia após o fim da eternidade
Há um tempo a despir-se também
De todo e qualquer orgulho
Como espelho que se parte
Agora partimos
Sem fazer barulho, alarde ou ruido
Nem querer se fazer ouvido
Pois, quanto mais a gente cresce
Mais a gente se apequena
de tanto pensar, se pensa
E vê que não vale a pena.

Edson Ricardo Paiva.

Eu sei… você não faz ideia do quanto eu gosto de você.
Passo horas pensando em como dizer, ensaiando cada palavra, imaginando se um dia eu vou ter coragem de deixar escapar tudo que sinto.
Você nem imagina — mas eu te desejo.
Desejo teu sorriso, teu jeito, tua voz que me atravessa mesmo sem perceber.
Desejo a calma que você traz e o fogo que acende em mim quando chega perto.
É estranho… eu te vejo e o mundo parece se encaixar por um instante.
Como se tudo fizesse sentido.
Como se meu coração, que sempre foi tão fechado, abrisse só pra você entrar.
Eu não sei se mereço tua atenção.
Não sei se você vai entender o que estou tentando dizer.
Mas precisava escrever, porque guardar isso já não cabe mais em mim.
Se um dia você quiser saber o que realmente sinto, é simples:
basta olhar nos meus olhos.
Eles contam tudo — inclusive o quanto você se tornou importante para mim.
Com carinho e coragem,

Eu estou cansada.
Não quero retroceder.
Na minha mente, vejo as escadas.
Talvez eu não precise mais descer.
Não sou abelha para tecer.
Mau me quer ou o bem?
Que nunca me quiseste.
O monte mais lindo.
Não é o Everest.
A última gota de veneno.
Quem bebeu não fui eu.
Meu último verso.
Sobre as tuas mentiras.
Melhor partir.
Do que sofrer a consequência.
Sobre aquilo que fiz.
Sem pensar na penitência.
O mau feitio vem da boca pagã.
E os anjos que me recolhem.
Desse mundo sem justiça.
Faço um desejo.
E lá, no fundo, eu vejo.
A única saída.
Sem choro nem velas.
Sem despedidas.

⁠Porque eu sei que em tudo na minha vida tem um plano de Deus para me edificar, proteger e abençoar
Até mesmo nas coisas que não dão certo
Na hora eu choro, mas depois eu oro e rezando meu terço eu hoje só agradeço...
Obrigada meu Deus por não desistir de mim
Tão fraca e pecadora, mas com muita fé no coração.
Segura minha mão, Senhor e me guia somente pelos vales do amor que por onde eu passar eu não somente leve, mas deixe também é dando que se recebe e perdoando que serei perdoada.
Então eu finalizo assim
Fé, amor e coragem para você e pra mim que seguimos pelo mesmo caminho
Iguais
Entre flores e espinhos. 🌹

Muitas vezes eu quis, sim, a aprovação, admiração e validação de muitas pessoas que me diminuíram se achando superiores, eu sonhava com um grande evento onde eu entrava triunfante com um lindo vestido longo, um sapato de salto com pedrinhas brilhantes e eu cheguei até a comprar o sapato 😂🤭 mas eu amadureci de uma forma que hoje eu me vejo saindo desses eventos e curtindo minha Netflix em casa de pijama e completamente realizada com a pessoa que eu me tornei....
Hoje o meubrinde é para mim 🍷...🌸

⁠Boa noite!
Eu desejo a você:
Que tenha força para recomeçar ao amanhecer e fazer tudo que deseja.
Que suas orações sejam energizadas pela sua fé.
Que a sua esperança impeça que você desista e que persista no caminho da realização dos seus sonhos.
E que tenha muito amor de Deus em sua vida. Que Ele possa abençoar, cuidar e iluminar você essa noite e perante todos os dias.
Confie em Deus e deixe Ele agir!
- Laís Carvalho

O pastor depende mais do rebanho do que o rebanho precisa do pastor do pastor
✴️ "Eu não temeria um grupo de leões conduzido por uma ovelha, mas eu sempre temeria um rebanho de ovelhas conduzido por um leão." - Alexandre, o Grande
✅Na verdade, tudo é relativo;
✅Para que preciso de um rebanho e de seguir o pastor?
Nem sei se é uma ovelha ou um leão...apenas sigo como um cordeiro.
Seguir o pastor como um ser sem vontade própria,
Sem sonhos, apenas pela falsa segurança de ser protegido, de pertença, de sentir-me guiado...querido, integrado;
✅Um pastor alimenta o seu rebanho, cuida sim, mas para ser próprio benefício;
Domina os passos, domina o caminho, indica por onde ir e por onde não ir; O cordeiro sob a falsa proteção de ter calor, alimento e até algumas tiradas com carinho e afagos na cabeça, é o mesmo que o vende para matar quando está pronto; o pastor tem a sua recompensa;
✅O cordeiro acreditou até ao fim e seguiu o pastor;
O pastor estrategicamente guarda o rebanho,
...não há nada de amor nisso;
...não há respeito nisso;
Para o cordeiro o que há é uma morte anunciada por quem se alimenta do seu rebanho;
✅Para quê então seguir o pastor se tenho meus sonhos?
Quero ser o pastor dos meus sonhos e não de rebanhos, e isso sim é amor, é cuidado.
Não existe lição nobre que se ensine causada por sofrimento; Existe sim a nossa vivência que nos ensina.
✴️ "Ou você vira lobo ou aceita fazer parte do rebanho." - Silvano S.de Souza.
Célia Carracha.