Texto Motivação na Vida
*"Muitos e muitos anos"*
Quando a pessoa esteve tanto tempo na sua vida
o corpo até esquece que ela não tá mais aqui.
A mão procura no lugar errado.
A música toca e o peito responde antes da cabeça.
A cidade inteira vira lembrança.
E o pior é que não é só saudade de quem a pessoa era.
É saudade de quem você era com ela.
De todos os anos que viraram rotina, risada, briga boba, silêncio confortável.
Dói porque foi longo.
Dói porque foi raiz.
E raiz quando arranca, leva um pedaço da terra junto.
(Saul Beleza)
Sem despedida
não me cobre uma despedida.
basta que eu suma da tua vida
sem deixar marcas,
sem barulho,
sem cena.
despedida é abandono que dói,
é palavra que corta,
é porta que bate.
eu prefiro ir
como quem nunca esteve,
do que ficar na tua memória,
como quem faz doer na hora de ir.
(Saul Beleza)
*Vou dizer o que eu acho da vida:*
A vida não é longa demais,
nem curta demais.
Ela é do tamanho exato
do espaço que nos foi dado pra caber.
Ela não é o que deixamos de fazer.
Se fosse, todo mundo era fracasso.
Ela é o que fizemos com o que tínhamos, com o que sobrou de dinheiro no fim do mês.
E se a vida é amar,
por que tanto ódio?
Porque amar dá trabalho, Gente.
Ódio é fácil, é preguiçoso.
Amar é levantar cedo, perdoar, dividir o pão, ouvir de novo a mesma história.
Muitos escolhem o ódio porque cansou.
E gente cansada morde.
Mas eu não.
Eu com quase 65 anos ainda pergunto sobre amor.
Isso já é resposta.
Escrevo assim, então:
"A vida é o espaço que me deram,
e o amor que coube nele."
(Saul Beleza)
*Dilurido de dor*
A vida é um ispêio truviscado, visse?
E eu tô aqui, dilurido, com o peito rasgado,
que ocê pega essa saudade que é dele
e desconta todinha em cima de mim.
Dói, dói que só uma peste.
Ocê me abraça chamando outro nome
com os zóio.
Eu num sou gente pra ocê não,
sou remédio amargo,
sou chá do mato pra curar
uma dor que num é minha.
Tô loco, tô tonto, tô dilurido de dor,
bebendo tua saudade que num me pertence.
(Saul Beleza)
Graças dou vida por te me trazido até aqui,
e graças darei se ela me levar mais adiante.
Não reclamo do caminho,
agradeço o chão.
Mesmo com espinho,
mesmo com portas fechada,
cheguei até aqui.
O canarinho não pergunta
quantos quilômetros voou,
só agradece o vento
que ainda sopra debaixo da asa.
Se a vida trouxer mais estrada,
vou com ela.
Se trouxer descanso,
fico também.
Gratidão de ida e de volta.
É assim que eu homem do interior
rezo sem precisar de igreja.
(Saul Beleza)
Ah.. vida de ilusões,
das quais nascem emoções.
Temperamentos dispersos com o vento,
mas que acolhem um só sentimento.
Esperanças de um seres,
cuja as estrelas perdem seus brilhos.
Desmotivação de uma época,
mas vivências reprimidas em outra época.
Assim fazemos outras vidas,
na esperança de obtermos novas conquistas.
Desejos de um experimento passado,
onde os momentos não foram demonstrados.
Biblioteca musical que demonstra as inspirações de vida. Plataformas digitais que modernizaram as lojas físicas, e assim transformamos as emoções em fases da vida. Entretanto surgem dúvidas, à respeito das emoções vivenciadas pelo público, o que possibilita o surgimento da Musicoterapia.
Informações obtidas através de anamneses, onde os teste comprovam ou não, os potenciais de uma canção esquecida.
Vida que se torna eloquente,
nas escolhas de vossos parentes.
Certezas não ditas,
onde a vida se torna perdida.
Caminhos não sentidos,
na espiritualidade de um espírito.
Moldam os pensares,
no livre-arbítrio dos pesares.
Mágoa profunda,
no tempo descrito das viúvas.
Tristezas irreparáveis,
nas emoções frustradas.
Momentos que seguem um enredo,
nas batidas de um peito.
Dizeres ao vento,
e encontram os espelhos.
Reflexos de um tempo,
onde o relógio segue um ciclo imperfeito.
Percebo em teus dizeres,
um amor ocultado.
Pesares de uma vida sofrida,
onde carregastes um fardo inapropriado.
Desilusões em um caminho de solidão,
no qual as sensações provocavam arrepios.
Depressão que lhe causou um tormento,
na desesperança de um retorno passageiro.
Mas a vida é uma caixinha de surpresas,
sendo esta formada pelas verdadeiras riquezas.
Levante a cabeça e sacode à poeira,
pois o mundo se transforma.
Coloque sua roupa preferida,
e diga ao teu espelho que "és capaz de viver à vida."
Motivação que nasce por dentro,
com à certeza de uma alma bem vivida.
"Entrei na escola da vida, mas pensando nos livros indicados. Achei estranho o comportamento de uma senhora, que tricotava no pátio.
Nisso chega a diretora, com um cabo de vassoura. Forma-se uma fila, e não entendi à rima. Olho para o mastro, e de repente some o mastro.
Achei que estava perdido, mas fui hipnotizado. Cantaram uma música, e pensei nos livros passados. Contei minhas memórias, mas saí da escola.
Disseram que ainda não era o momento, e retornei para o parque. Revirei os livros, e vi uma árvore. Nisso caí uma maçã, e sinto saudades.
Dimensão de uma realidade vivida, e encontro o livro da minha vida. Mas aparece Santos Dummond, e o desespero toma conta dos ares. Ponteiros que se deslocam, nos jardins da falsidade.
Queria voltar naquela escola, onde disse algumas verdades. Porém Emmanuel não aprova e me expulsa do parque. Pareço estar perdido, mas ouço algumas vozes, não encontro os indivíduos, no ambiente desflorido.
Questiono tal acontecimento, e nisso aparece um senhor bem trajado. Mas o charuto é fedorento, e não gosto da fumaça. Escuto uma moça em uma sala, e o senhor está na mesa sentado. Olho para o papel e leio Sigmund Freud, achei estranho o nome e fiquei abismado.
És que aparece Joaquim, e meus olhos se enchem de lágrimas. Saudades dos ensinamentos, na velha morada. Corro para lhe abraçar, mas aparece Hyrten..."
Preso em monólogos, rótulos, vou pra rua
e a vida nos cobrando respostas sem dar as perguntas.verdades são nuas e cruas.
Rotina ofuscando a retina que ainda brilha,
mas o brilho também é resistência, conduta e disciplina
.
Medos batem no peito como tambores,
e a coragem nasce no compasso,
Moldando amores e dores.
Cada cicatriz eu transformo em poesia,
Verso que ecoa, ferida que nos guia.
Caminhando sozinho por dentro dos meus pensamentos,
às vezes lento, mas sempre em movimento,
observo o tempo sempre correndo.
Acelerado, paro e conto até três, me acalmo,
mesmo no caos, busco a paz que torna alvo.
Buscando sempre a paz que me livra dos alarmes falsos.
Respiro fundo, guardo a brisa fria no peito,
mesmo em campo pequeno, chuto a bola meu jeito.
A cada batida, minhas rimas são espadas estilo esgrima,
a cada corte machuca, porém, também ensina.
Não desistir, persistir,
se seu sonho é grande você também precisa evoluir.
No ringue da vida não existe plateia,
suor no rosto é chama que clareia.
Cada queda ensina, cada dor constrói,
quem luta de verdade jamais se corrói.
Minha voz ergue muros, derruba mentiras vazias,
bloqueando sombras que iludem almas frias.
Cá entre nós, nunca estamos a sós,
quem ontem me ignorou, hoje implora minha voz.
Olho nos olhos, não fujo da briga,
verdade é flecha, mentira fadiga.
Quem hoje aponta, amanhã admira,
quem fecha a porta, um dia suplica a saída.
Eu não paro, eu insisto,
cada rima é fogo, cada verso é grito.
Do silêncio eu faço poesia,
das feridas sangram minha energia.
Esse sorriso que anseia pela vida,
que se aglomera entre objetos, sonhos e planos…
Como poderia se conter
tanta energia que pede para transbordar
através do seu rosto?
Não tente se espreitar,
nem se resumir a rascunhos —
como uma molécula solitária,
sem perceber o próprio potencial.
Você é transformação.
É a prova de que a energia, quando bem direcionada,
se torna força, movimento
e um átomo inteiro de felicidade.
Do alto do mirante da vida, observo o palco do mundo. Contemplo a batuta que rege os instrumentos enquanto do púlpito o maestro ao som da orquestra declama os versos que diz: 'o maior dos encantos é o desencanto com os novos encantos'... A plateia escuta o som, e ouve a voz que veda os olhos e seduz o cérebro enquanto o atrofia... O maestro ri, fecha a partitura enquanto fecham-se as cortinas até o momento oportuno. Lá fora o espetáculo continua... A plateia continua a dança...
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Ou você decide, ou a vida decide por você. De um jeito ou de outro, vai acontecer... não como você queria, e algum dia perguntará a si mesmo como poderia ter sido. A não decisão é uma decisão: você decide ficar onde está. O tempo é o único recurso não renovável. Ele passa, com ou sem o seu sim. O arrependimento pesa mais que o erro... Mas o arrependimento vira aprendizado. A dúvida... Um fantasma.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.
O que tenho que me pertence?
Não é o que está em mim, porque até isso a vida pode me tirar.
É o que faço e deixo ir.
Minhas ações, minhas atitudes.
Quando vão, levam uma semente.
Quando voltam, trazem um fruto.
Esse, sim, me pertence O que está em mim me constitui.
O que sai de mim me revela.
O que volta para mim me transforma.O que está em mim me faz ser quem sou.
O que faço e deixo ir não deixa de me pertencer por ser de minha responsabilidade.
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A filosofia .... Pelo olhar do poeta. O homem, pela filosofia questiona os misterios da vida. Para o poeta, o grande misterio.... É a costela perdida. O homem, nasce de mulher. Mas a mulher foi arrancada do homem.
A filosofia pergunta: quem sou
A poesia: o que me completa? ... para o homem, a resposta está no camaleão. Pobre menino rico...morre na ignorância...
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Um dia, eu descobri que não tinha sido escolhida.
Olhei para a minha vida e percebi que quase sempre era eu quem ia atrás. Eu ligava, procurava, insistia, aceitava menos do que merecia e ainda encontrava motivos para ficar.
E você sabe por quê?
O que faz uma mulher permanecer em um lugar que a machuca, implorando por um amor que deveria ser espontâneo?
Às vezes, não é porque ela ama demais. É porque aprendeu que, para ser amada, precisa se esforçar, agradar e provar o seu valor.
E, sem perceber, ela passa a chamar de amor aquilo que, muitas vezes, é medo de ser abandonada.
Até que um dia ela entende: não precisa convencer ninguém a escolhê-la.
Precisa descobrir por que continua se abandonando para não ser abandonada por outra pessoa.
Bruna Wotkosky
E quantas primaveras são necessárias pra se florir por inteiro?
Quantos anos de vida são necessários pra vivermos nossos sonhos?
Acho todos não seriam suficientes.
O bom é quando as pessoas conseguem no pouco que ja viveram mostrar ao mundo sua beleza. Cativar com sua presença e aproveitar o melhor que o mundo pode oferecer. Bom é poder ver amor nas atitudes, sabedoria nas palavras... bom é o prazer de conviver.
É normal sentir que sua vida gira e permanece no mesmo lugar? Nada se altera, o tempo prossegue e você já desconhece uma surpresa. Você deseja que aconteça um fato, um encontro, qualquer coisa, mas que produza uma guinada em sua vida. Mas a vida é tirana. Não corresponde as suas vontades. Ela escreve o seu destino sem sua anuência.
E dessa contradição de interesses que constroem estradas distintas, com futuros, sonhos e desejos diferentes surgi o embate que rege a vida: seus sonhos versus a odisseia profetizada para você. Você batalha, cumpre o seu penar, mas a distância que o afasta do seu sonho alarga-se, não reduz. Por quê? Porque a vida é tirana.
A vida inteira a gente busca um certo Alguém..
Que venha a nos completar...
Como se estivesse nos faltando algum pedaço...
Alguém que seja como um espelho...
Onde possamos nos refletir...
E nos reconhecer...
Porque,quase sempre, cultivando uma auto-imagem distorcida...
Carecemos dos olhos amorosos do companheiro...
Para vislumbrar e valorizar nosso eu real ...
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