Texto Momentos
Há momentos em que a gente acredita que tudo acabou.
Olha para os lados, compara a própria idade com a de alguém próximo e pensa no quanto essa pessoa já alcançou sucesso. E então vem o pensamento: “oxi… estou atrasada.”
A gente se olha no espelho e duvida. Acha que não vai conseguir, que talvez não seja bom o bastante para realizar aqueles sonhos que sempre carregou no peito. Muitas vezes, é mais fácil se diminuir do que acreditar que pode vencer.
A gente se compara com quem já chegou lá e esquece daqueles que demoraram, tropeçaram, recomeçaram — e mesmo assim conquistaram.
A verdade é que se sentir triste e fraco é humano. É normal. Mas isso precisa ser passageiro. O que devemos manter em mente é que sonhos não acontecem do dia para a noite. Eles são construídos a longo prazo, com esforço, paciência e coragem.
O que não podemos fazer, por mais difícil que seja, é desistir deles. A conquista vem. E vem no tempo certo.
"Não há momentos plenos de felicidade neste plano de provas e expiações, por isso, valorize os pequenos instantes de alegria, pois são eles que fazem a verdadeira diferença em nosso tiver
A felicidade eterna é uma utopia - seja feliz com o que você tem hoje, pois o amanhã ainda não existe."
Decidi ser forte
Tenho meus momentos de fraqueza, mas não me permito ser fraca, chego a brigar comigo mesma para não me enfraquecer,sou filha de Deus por isso tenho que ser confiante, se Deus me permitiu nascer não foi para ser uma fraca e sim para vencer na vida trilhando o caminho do bem, sem passar por cima de ninguém,se hoje sou melhor que ontem é porque aprendi e venci as más inclinações que fazem parte da aprendizagem dessa escola chamada terra,ainda tenho muito o que aprender se Deus me permitir,vontade eu tenho e amo a vida que Deus me deu.
(Sobre)"Viver" e ainda mais que isso
Durante toda vida, existem momentos de
transição, momentos de passagem de um ciclo pra outro. Essa transformação acontece com todos, mas são poucos, os que a percebem e pensam sobre ela.
Para alguns as decisões são mais difíceis e complexas, do que pra outros. Os caminhos diante de nós são infindáveis, mas as escolhas que tomamos vão nos definindo e deixando o caminho mais complexo ou mais simples, de acordo com aquilo que desejamos na vida.
As dúvidas não acabam nunca e quanto mais inteligentes são as pessoas, mais dúvidas elas têm. As quedas fazem parte da vida, mas nem todos precisam cair, para aprender; alguns sim.
Existem aqueles que aprendem por observação, atentos às quedas dos outros. Você pode aprender muito sobre sua vida,
observando as outras. E quando tiver que cair, o que importa, é o que acontece da queda em diante.
O Mundo está diante de ti agora,
é hora de abraçá-lo.
(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)
"Ausentar-me-ei por alguns momentos. Serei banhado, perfumado e arrumado pelas Minhas Governanta e Babás. Tudo para receber bem (e mesocliticamente) o Ano que chega. Se a Mega Sena da Virada sair para Mim, vocês nunca saberão, pois continuarei até mesmo aqui, apesar de Bilionario, Hum!"
TextoMeu 1249
🎇🤫💲
A falta que sentimos do que ainda não vivemos…
Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.
Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.
Não é ausência.
É interrupção.
A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.
A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.
Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.
É o luto do que não aconteceu.
E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.
Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.
Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.
O que antes era afeto passa a ser desafio.
Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.
A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.
Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.
O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.
Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.
Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.
Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.
Na verdade, são sistemas diferentes operando:
O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.
Um produz excitação.
O outro produz construção.
Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.
Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.
E é aqui que mora o equívoco.
Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.
Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.
Quando entendemos isso, algo muda.
Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.
Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.
O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.
E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.
Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:
Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.
Um dia, a felicidade nos abraçou
Há momentos em que fazemos de tudo para esquecer coisas boas vividas no passado, por vários motivos: ódio, ranço, apatia — enfim, um leque de razões.
Só que nos esquecemos de que a mente já está carregada, preenchida por aqueles momentos de amor. Eles estão fotografados, grifados, tatuados por dentro. E, por mais que tentemos, não conseguimos apagar — e talvez nem devamos. Eu penso assim.
Então, não é que não saímos do passado; há vezes em que precisamos esquecer a ira e voltar apenas para sentir que, um dia, a felicidade nos abraçou.
O amor, a paixão, foram tão marcantes, tão intensos, tão deliciosamente vivos, que não conseguimos esquecer por completo. Ou, quem sabe, fazemos questão de voltar para reviver a sensação do extraordinário que um dia experimentamos.
Terna aparência charmosa, que carrega o atrevimento na sua essência, que em certos momentos reflete no jeito que ela olha, o qual parece externar os seus pensamentos fervorosos, aquelas sensações calorosas que sente em segredo, que lhe causam um deleite muito notório, que ecoa no seu íntimo mesmo cercada pelo silencio
Olhos radiantes tão deslumbrados e imersos que às vezes aparenta estar fora da sua época, como se fosse uma intensidade prazerosa do passado que agora está no presente, juntando a liberdade e o entusiasmo de quando tudo parecia novo, dispondo de uma jovialidade envolvente, que requer um contato bastante atencioso
A sua seletividade com o passar do tempo está ficando cada vez mais evidente, já que aprendeu cedo que não são todos que merecem desfrutar do seu afeto intenso, do seu comportamento atrevido, do seu amor verdadeiro, portanto, busca uma reciprocidade capaz de alimentar o fogo do seu espírito, tornando o breve em eterno.
Li recordações do Facebook e entendi esse tecelão invisível, e seus fios de momentos em uma tapeçaria infinita, o tempo. Viro a ampulheta e recomeço, mas a areia nunca é a mesma. O passado se acumula na base, enquanto o futuro logo chega, cheio de algo possível. E eu, no meio, equilibrando o presente, tentando segurar a areia que insiste em escorrer nas mãos. Afinal, o tempo não para, mas posso escolher como preencher cada grão. Ah, o tempo, não se apressa nem espera. Não podemos esquecer que cada instante é um presente a ser vivido, não desperdiçado...
... presente a ser vivido!
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi
Lembranças Azuis!
.
Nada mais importa agora!
O que se foi, se foi!
Dos momentos de antes,
só restaram lembranças!.
É tudo agora, nada mais!
O tempo afastou você de mim!
Talvez! Um novo dia possa vir e
com ele, venha, um outro olhar,
em minha direção. Florescendo,
os velhos desejos, que foram
levados, junto ao sol de verão!
Na primavera! Onde voaram e
pousaram as borboletas azuis...
Só restaram, casulos embolorados,
encobertos pela névoa fria,
sem alegrar os meus olhos!
São apenas lembranças azuis!
Os ventos que nos veneraram,
sopraram e bateram forte nas suas
janelas, e lá, você não mais estava,
para reabri-la para mim. Então!...
Nesse momento triste, entendi...
Que você, não me queria por perto.
E assim, parti! Envolto a brisa fria,
que envolvia o lugar! Agora!...
Mesmo que reabra as suas janelas,
aos novos raios do sol...
Certamente, eles virão trazê-la
os novos ventos...
Mas, nesses momentos!...
Perto de você!...
Eu, não mais estarei.!!
.
Ademilton Batista
Brasil, Bahia, Itabuna.
Do Livro O Meu Céu
DR10052023.
Portas para o Infinito
Uma passagem e um caminho sem volta.
Momentos reflexivos e tempos de mudança.
São tantas portas!
Não sabemos em qual bater.
Dúvidas, pontos de interrogações, indecisões
E ansiedades no limite.
Cada porta um mistério
E um caminho diferente a seguir
São as portas para o infinito mundo
Das incógnitas e dos ocultos
Que só vamos descobrir entrando
E se arriscando a seguir sem medo.
Rita Padoin
Que ser feliz deixe de ser uma busca e se torne pequenos momentos diários. Que a gente não perca mais nenhuma brisa suave, nenhum florecer, nenhum inicio e nenhum final das coisas boas.
Que na nossa vez de ser feliz a gente não esteja ocupados demais, cansados demais ou distraídos demais…
Que nossos medos sejam vencidos, que a nossa coragem nos guie e muitas pessoas boas cheguem nas nossas vidas e que consigamos apreciar cada uma, que ninguém passe batido, pois cada pessoa é um exemplar único.
E que a nossa vida tenha propósito e significado para nós acima de qualquer pessoa.
A vida é feita de momentos e, quando você passa pela prova, você valoriza muito mais as pessoas que realmente importam na sua vida, sem arrependimento nenhum do que se foi e agradecendo o que permanece.
Essa é uma reflexão muito bonita e verdadeira. A superação de desafios frequentemente nos proporciona uma clareza renovada sobre o que e quem realmente tem valor em nossas vidas.
Agradecer pelo que permanece e pelas pessoas que nos apoiam nos momentos difíceis é uma forma poderosa de encontrar força e gratidão. Isso nos ajuda a focar no presente e a construir relacionamentos mais profundos e significativos, sem o peso de arrependimentos passados.
É um lembrete valioso para apreciarmos os laços que resistem ao tempo e às dificuldades .
Que a semana comece recheada de coisinhas boas e principalmente gratidão.
Coragem e fé sempre!
Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…
Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.
Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.
A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.
Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.
A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.
Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.
E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.
Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.
A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.
São nos momentos em que não conseguimos revidar nem carinhos, que mais precisamos deles.
É justamente aí que eles revelam sua natureza mais alta.
Quando não conseguimos revidar — nem gestos, nem palavras, nem presença —, o carinho deixa de ser troca e se torna sustento.
Não vem como troca nem pagamento, mas como abrigo.
Não exige força, apenas permite existir.
Há dias em que a alma está tão cansada que até o afeto pesa nas mãos.
E, ainda assim, é nesses dias que ele se faz mais necessário: não para ser devolvido, mas para nos lembrar que continuamos dignos, mesmo esvaziados de nós mesmos.
O carinho verdadeiro não se ofende com o silêncio, não cobra performance, não exige reciprocidade imediata.
Ele sabe esperar…
Espera o outro se reinventar, se restaurar.
Sabe cuidar enquanto a gente reaprende a sentir.
Não Ceder
Há momentos na existência humana em que a mente se vê pressionada por forças tão sutis que quase passam despercebidas. Não é a violência das circunstâncias que nos desvia, mas sim a suavidade com que certas inclinações se insinuam no pensamento.
Ceder, nessas horas, não é um ato repentino: é um deslizamento gradual da vontade.
A verdadeira questão não reside na tentação em si, mas na arquitetura interna da consciência.
O indivíduo que deseja preservar sua integridade precisa compreender que cada impulso é uma interseção: de um lado, a gratificação imediata; do outro, a permanência de si.
O erro humano não se manifesta como monstruosidade, mas como consentimento —
um consentimento silencioso, quase matemático, em que o sujeito calcula mal as consequências e superestima o instante.
Não ceder, portanto, não é uma negação do desejo, mas uma afirmação do eu.
É a mente lembrando ao corpo que existe continuidade, que cada escolha forma uma linha que se prolonga no tempo, criando inevitavelmente uma figura moral.
E quando alguém se mantém firme, não o faz por moralismo ou rigidez, mas pela compreensão profunda de que a paz interior não nasce do prazer passageiro, e sim da coerência das próprias decisões.
A consciência, quando alinhada consigo mesma, produz uma espécie de silêncio luminoso —
uma clareza que nenhum arrependimento posterior consegue oferecer.
Assim, resistir não é violência, mas preservação;
não é ausência de sentimento, mas respeito pela própria narrativa.
E, sobretudo, é a ciência íntima de que aquilo que se constrói com lucidez não deve ser sacrificado ao que só existe no breve instante da tentação.
Natureza
A conexão com a Natureza é algo que nos eleva . Por momentos esqueço aquilo que me preocupa .
Apuro os ouvidos e ouço o cantar dos pássaros , música para os ouvidos , leveza para o coração.
Penso na liberdade do passarinho com o infinito a seu redor .
Voar, voar , sentir o calor dos primeiros raios de sol,
cantarolar ao som do vento desafiando a força de suas asas .
E então meus pensamentos também voam para lugares distantes.
editelima 60
Janeiro/2023
Lembranças boas de momentos vividos,
Vividos aqui dentro de mim;
Realidades de mundos distantes,
De sensações tão próximas;
Próximas de mim,
Por ter vivido;
Vivido o que hoje lembro,
Lembro de viver os momentos;
De realidades de mundos diferentes,
De sensações tão parecidas,
Parecidas comigo,
Por viver;
Viver esse momento.
Quanto aos momentos que se "perpetuam", os rotineiros e enfastiosos gestos repetitivos cotidianos da exaustante monotonia, talvez um dia olharás para trás, e perceberás quão magníficos foram, esses mesmos dias que hoje pensas ser tédio!
Reconhecerás o ouro que eles eram, e o quão rico ficaste, graças a eles.
Ah! Esses dias que enfadam! Abençoados sejam eles, porque são exatamente eles, quem nos conduzem às riquezas da doce comparação e contemplação!
Às 13h32 in 25.02.2026
Você já venceu dias que achou que não suportaria. Já superou momentos que pareciam impossíveis. Já chorou num silêncio ensurdecedor no seu travesseiro. Disse muitas vezes que estava tudo bem e, na verdade, você estava perecendo por dentro. Mas você é um sobrevivente, sabe por quê? — Porque você está aqui lendo isso e por si só já prova que existe algo grandioso que te sustentou até aqui. Você é um vencedor!
Lu Lena
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