Texto eu Amo meu Namorado
Quem vive ocupado demais
em provar que é maior que os outros.
Enquanto ela coleciona soberba,
eu cultivo silêncio, tempo e sonho.
Há quem confunda correria com grandeza
e humildade com vazio.
Desocupado, sim —
de ego inflado,
de máscaras,
de aplausos falsos.
E isso, convenhamos,
é uma bela ocupação.
Hoje eu escolho ter fé em Deus!
Hoje eu escolho acreditar que tudo vai dar certo,
mesmo que os olhos da razão digam o contrário.
Hoje eu escolho a paz...
Hoje eu escolho a beleza
Hoje eu escolho o fácil e o leve...
Hoje eu escolho a alegria e o amor!
Hoje eu escolho aceitar o outro como o outro é.
Hoje eu escolho o perdão...
O deixar pra lá,
o distanciamento,
o silêncio e até a solidão...
Hoje eu escolho ser feliz,
sendo grato pelas pequenas coisas do dia a dia.
Hoje eu escolho você que me escolheu!
Bill Oliveira William
Geminiano quer falar com o mundo!
Há vezes que eu tenho
CONVULSÕES
De me pintar de rosa e amarelo
de cantar para o príncipe Charles
de chorar com as crianças da palestina
De estar simplesmente lá
na hora do tsunami
De dar um tapa na cara do ditador da nossa era...
Eu queria que meu poema fosse ouvido
e há vezes que tenho convulsões
de falar com o mundo inteiro
ser ouvido!
Se o mundo me ouvisse, ah!
Eu sou aquela velha tia
gorada
e preta
que sempre tem razão!
E esta ânsia por ter fama
e eu sou do século passado
desencaixado
Eu queria que meu poema fosse ouvido
e há vezes que tenho convulsões
de falar com o mundo inteiro
ser ouvido!
Se o mundo me ouvisse, ah!
Eu sou aquela velha tia
gorada
e preta
que sempre tem razão!
E esta ânsia por ter fama
e eu sou do século passado
desencaixado
Eu queria mesmo era ter ouro no banco!
Eu na minha juventude, em busca incessante de me encontrar entre os passos dos acordes musicais e as vibrações das emoções do meu eu. Um caminho de auto-descoberta e expressão.
A música como guia, os sentimentos como mapa. Eu navegava pelas ondas do som e da alma. Procurando entender quem eu era. E encontrar meu lugar no mundo.
Mundo de belíssimo som e vibrações no meu coração. Onde a melodia se torna emoção. E cada nota é um pedaço de mim. Que se revela na harmonia do som.
Se me encontro nas vibrações da música, me realizo.
A vida é uma dança leve.
Nas batidas do coração, eu sinto a liberdade.
Cada passo, um sorriso, cada movimento, uma alegria.
A leveza da vida, eu sinto todos os dias.
Nas batidas do coração, eu encontro a paz.
Um ritmo que me guia, um compasso que me faz.
Viver é uma arte, uma melodia suave.
Que ecoa dentro de mim, como uma canção de amor.
A leveza da vida é um presente.
Que nos faz sentir vivos, que nos faz sonhar.
Então, vamos dançar, vamos cantar.
E sentir a leveza da vida, em cada batida do coração.
Distante, eu olho para mim.
Um passado de guerras e batalhas sem fim.
Vencida pela guerra que habita em mim.
Luto para encontrar a paz que perdi.
As cicatrizes do passado ainda dolentes,
As memórias de dor, ainda presentes.
Mas em meio à tempestade, busco a calma,
E encontro a força para seguir em frente.
Presente, eu olho para o futuro.
Cheio de termos que exigem coragem e pureza.
Minha espada, símbolo de luta e glória.
Reportará digna das minhas histórias vencidas.
As lutas do passado me ensinaram a ser forte,
As glórias alcançadas me deram a confiança para seguir.
Agora, eu olho para o futuro com determinação,
E sei que minha espada continuará a brilhar.
"Venha até mim"
Eu me lembro.
Era tudo que ecoava na minha mente
Sob estes ventos
e a luz do luar,
E eu atendo.
Abdicando da minha humanidade,
me entrego a você por inteiro.
Banhados de sangue,
chuva de caos nos nomeia.
Agora sabes que te pertenço.
Meu Criador, minha luz, meu relento.
Sacie a sede que há no meu peito.
Me proteja do medo.
Diga que serei teu até o fim dos tempos.
e que não me abandonará
O destino Sempre irá nos juntar
Ninguém em tantos séculos ocuparia o teu lugar.
O nosso amor é milenar
Nada faz sentido com a tua ausência.
Você é minha perdição.
Somos os donos da noite.
Você é meu luar.
Para sempre te amarei,
Meu eterno Lestat.
Manifesto por uma Humanidade Melhor
Se eu tivesse o poder de Deus, eu não criaria um mundo baseado no medo, na competição ou na ganância.
Eu criaria uma humanidade mais honesta, mais consciente e mais comprometida com o bem coletivo.
Acredito que o ser humano não precisa destruir para ter.
A destruição nasce do ego, não da necessidade.
O planeta oferece o suficiente para todos — o que falta é consciência, empatia e responsabilidade.
Criaria seres humanos que entendessem que o futuro importa, que a próxima geração não é um detalhe, mas a continuidade da própria vida. Pessoas que pensassem antes de agir, sabendo que cada escolha de hoje constrói — ou destrói — o amanhã.
Uniria todas as nações, não apagando culturas, religiões ou identidades, mas ensinando que nenhuma diferença justifica a desigualdade.
Raça, cor, religião ou nacionalidade jamais seriam motivo de separação, ódio ou dominação.
Seriam apenas expressões da riqueza humana.
O conhecimento não seria arma de poder, mas herança coletiva.
Tudo o que fosse descoberto serviria para curar, ensinar, proteger e evoluir a humanidade como um todo.
Compartilhar saber seria um dever moral, não uma ameaça econômica.
Neste mundo, ninguém cresceria às custas do outro.
A lógica não seria vencer, mas crescer juntos.
Não competir para excluir, mas cooperar para elevar todos ao mesmo nível de dignidade.
A educação formaria seres humanos mais éticos do que ambiciosos, mais empáticos do que egoístas, mais conscientes do que consumistas. Pessoas ensinadas a ajudar não por obrigação, mas por compreensão.
Porque quando o ser humano entende que o outro é parte de si, a corrupção perde sentido, a violência perde força e a ganância deixa de ser virtude.
Esse mundo não seria perfeito — mas seria justo.
Não seria isento de desafios — mas seria humano.
Talvez não seja preciso ser Deus para criar esse mundo.
Talvez baste que mais pessoas escolham pensar, agir e viver dessa forma.
E é assim que acredito que a humanidade pode, finalmente, evoluir.
A Última Cartada
Kleber Ferreira
Espelhos eu nunca quebrei, mas de joelhos me pôs o destino
Com gato preto nunca cruzei, sou brinquedo nas mãos do divino
Vou arrumar uma ferradura: Vou mudar o meu caminho
Mudar a sorte desta loucura, eu não vou viver sozinho
Os dados do vento da sorte: Creio que estão viciados
Num jogo de vida ou morte, me tornaram um azarado
Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração
Ontem, você me amava, hoje terminou comigo
Ontem, seus lábios eu beijava, hoje, sua ausência é um castigo
Antes eu era tudo em sua vida, agora você não quer mais me ver
Hoje esta ferida aberta, sangra por eu te perder
Será que minha estrela está apagada? Será que nasci marcado?
Será que joguei minha carta na hora errada, num lance desesperado?
Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração
Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração
É, pra anular o azar que me cerca a todo instante
Minha aposta é você, vou tirar a sorte grande
JUSTIFICANDO O INJUSTIFICÁVEL
Kleber Ferreira
Se eu soubesse que iria terminar assim
Se eu imaginasse que este amor teria um fim
Não teria nem sequer começado
Não deixaria meu coração, magoado
Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável
Como eu vivo, justificando o que é injustificável?
Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus
E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus
Tento enganar o tempo, fingir que a dor passou
Mas este peito não esquece, de quem ele tanto amou
Ando sem norte, sem rumo e sem seus abraços
Paixão virou sofrência, de um amor, em pedaços
Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável
Como eu vivo, justificando o que é injustificável?
Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus
E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus
Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável
Como eu vivo, justificando o que é injustificável?
Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus
E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus
Minha vida sem, você ficou pouco provável
Assim vivo, justificando o que é injustificável
a culpa não foi minha,
eu até queria que fosse, assim consertaria mais rápido.
e não me entenda mal, não vejo só o meu tempo,
mas é impossível identificar se você me ama ou se está fazendo drama.
confesso que não estava pronto pra te receber assim,
repleta de expectativas em cima de mim,
é injusto achar que deveria entender,
que deveria funcionar,
mas comigo não dá.
Eu fico aqui namorando o teu sorriso,
no meio do clarão da lua,
ele é tão singelo, simples
mas tão cheio de significado.
Acho que tô alucinado.
Mentes cheias, ego vazio.
Sei que hoje está frio,
não me deixa ir, me segura.
Quero ficar aqui.
Por que aos poucos,
acho que você roubou todo brilho
que tinha no nosso satélite.
eu não me comprometo ao lembrar dessas nossas brigas,
choro encharcando o teu ombro, passando a mão pelo teu cabelo
que antes desenhava minha mão como um fio de água que molhava meu corpo inteiro,
escorrendo da mão até a ponta dos dedos do pé.
hoje, essa água me afoga e destrói cada espaço dessa casa que já existiu você.
aliança na bio e coração nos meus stories foi o seu primeiro sinal,
naquele dia que eu postei chamando vocês de "meu casal".
foi o que disse o seu mapa astral:
comigo é coisa de pele, com ele é coisa de alma,
não é isso que cê pensa quando troca a roupa pra esconder a marca da minha palma.
Olá, mulher virtuosa,
encantadora perfeição da minha vida.
Teu sorriso ilumina caminhos
que eu nem sabia que existiam.
O teu charme é acalanto,
meiga calmaria que abraça a alma.
Doçura que chega de mansinho
e transforma qualquer dia em paz.
Em você eu me reconheço melhor,
aprendo a ser leve, a ser inteiro.
Sou homem feliz quando te tenho,
abençoado por caminhar ao teu lado.
Te amar não é pressa,
é certeza que cresce no silêncio.
É olhar o futuro sem medo
e agradecer a Deus por você existir.
Se a vida é poesia,
você é o verso mais bonito.
E eu sigo escrevendo meus dias
com o amor que nasce do teu jeito de ser.
Não é que eu esteja vazia. Muito pelo contrário.
Percebo todos os sentimentos pulsando dentro de mim, conheço o potencial de cada um deles. Sei o quanto são avassaladores, quer sejam levados ao extremo do prazer ou do sofrimento. Queimam tudo ao redor enquanto se consomem.
Sinto como se eu, de alguma forma, tivesse tido a oportunidade de devolver todos os bens e os males para a caixa de Pandora e a guardasse no peito.
Então, aqui, envolta por uma serenidade inebriante, me lembro da relíquia que carrego e da responsabilidade de liberar essas energias devastadoras, cuja força é perceptível em cada batimento cardíaco.
Consciente de suas consequências, pondero qual emoção experimentar, analisando antes de qualquer ação, sendo capaz de manter todos sob controle, apesar de constantemente tentarem escapar.
Sigo tranquila enquanto a sensatez durar.
Eu sou mim
No espelho da alma, um reflexo se esconde.
Entre o ser e o parecer, a verdade responde.
Um errante, em busca do seu eu,
persegue as sombras, na luz que não veio.
O que se é, se oculta, não que se quer ser, febril.
A luta interna clama, em gritos silenciados,
um eco de dúvidas, de sonhos desfigurados.
Caminhos entrelaçados na floresta da mente.
Cada passo é um dilema, um desejo latente.
Com medo e esperança,
na busca de si mesmo, em eterna balança.
Onde tudo é certo,
O desejo de encontrar-se é um amor deserto.
Mas na jornada profunda, há beleza e dor,
amor.
E assim, entre as folhas, o coração se expõe na dualidade da vida, onde a verdade compõe.
Cada passo é um verso, cada lágrima, um som.
O ser se torna o dom.
Dizem que a fé move montanhas.
E eu acredito que sim.
Mas o Criador, com todo o Seu poder,
não moverá um dedo
onde você mesmo pode agir.
Não se apavore se nem tudo o que deseja acontece.
Isso também é resposta.
E ela é simples:
o Criador não é teu empregado
para atender vontades na hora que queres.
No fim das contas,
o servo é você.
Sabe, amor,
eu já tentei todos os caminhos de fuga.
Já tracei rotas em mapas inexistentes,
mudei os passos, apaguei vestígios e tentei convencer meus pés a caminharem para bem longe de tudo o que me lembra nós dois. Mas o que eu não sabia — ou o que eu tentava ignorar — é que o mapa da minha fuga sempre acaba me trazendo de volta para o mesmo ponto.
Por mais que eu busque fugir de você, percebo que essa distância é um equívoco. Eu corro, mas não saio do lugar, porque você não está apenas em um endereço, em um café ou em um encontro marcado. Você se tornou parte do meu silêncio, da forma como eu vejo o mundo e de como eu me sinto quando ninguém está olhando.
É por isso que, mesmo no auge da minha ausência, você está sempre perto. Não é uma presença física que se possa tocar, mas é uma presença que se sente na alma. Fugir de você seria como tentar fugir da minha própria sombra ou do ritmo do meu coração.
No fim, descobri que não importa o quão longe eu vá: eu levo você comigo. E, de alguma forma, estar perto de mim se tornou, inevitavelmente, estar perto de você também.
Roupa de cama, coisa boa
Só de pensar em você eu já estou com a roupa de ir pra sua cama, que sensação gostosa, de sentir o seu cheiro de banho recém tomado com perfume de terra molhada pela aurora. Os prazeres e desejos são alimentados em uma nuance perfeita, que misturada ao sabor deixado do seu beijo e pela suavidade do seu toque, na minhas coxas me levam a sussurrar adjetivos calorosos, que posteriomente servirão de subnomes para te chamar de meu, e nessa loucura boa que a gente se envolve, não existe posse, não existe propriedade, são comovidas sim, pelo prazer e pela saciedade que voce me dá!
