Texto eu Amo meu Namorado
Meu medo não é de me machucar. Não sinto isso, quero me jogar de cabeça em tudo que está vindo. Tenho medo de TE magoar, te fazer enjoar, te fazer repensar sobre as suas decisões e acabar me deixando.
Não me importo com muita coisa que aconteceu e outros diriam estar me afetando porque, sinceramente, quando se está amando alguém, certas coisas não são levadas como dores ou mágoas, apenas parte do processo.
Eu entendo que é difícil, mas se fosse fácil eu não veria graça.
-plr
Karina...
Domina o meu coração
Mania da minha imaginação
Menina que tenho admiração
Inverte a minha direção
Diverte as minhas noites sem emoção
Saia dos meus sonhos e torne realização
Me acompanhe no meu caminho
Me arranhe com as suas unhas cor de vinho...
que combinam com a do meu terno linho
Karina, amor eterno...
Ande comigo ao altar, onde contigo quero estar...
Karina, me ilumina
Noiva pronta que acende a lamparina...
Minha amada
preparada por Deus
Diga "Sim" pra mim...
minha sina
Divina
Menina que me fascina
Me nina, logo, no teu colo...
Me ensina a andar com os pés no chão
Ficção da minha paixão
Minha tentação
Suavize o meu pobre, mas nobre, coração...
Graciosa
Carinhosa
Formosa
Amorosa
Boca cor de rosa
Morena do meu poema...
Essência da minha inspiração.
Morena dos lábiosmacios
Roubou meu assossego
Chamego, vara curta do cio
Intenção lida no olhar
Chegou bem devagarinho
Revelando desejo de amar
Me dando seu carinho
Meu peito também já admitia
Sem querer a ninguém explicar
E eu nem mesmo fingia
Fazendo meu coração disparar
Verdade dita sem engano
Seguindo seu único caminho
Os rios correm e viram oceano
Pra não viverem sozinhos
Brasil, meu paraíso.
Não troco as andorinhas que voam com os sabiás,
As águas do meu jalapão que a de escoar,
As mais belas águas do litorais, com suas praias magníficas,
A minha linda Amazonas a que todos ficam a desejar,
Os botos-cor-de-rosa com eles vou mergulhar.
Minha pátria varonil, salve-se, salve-se dessas sujeiras,
Meu bem-te-vi agora tem poucas palmeiras, para "cantarviar”,
Tanta sujeira no meu mar, minha caretta em extinção já está,
Pobres animaizinhos que com o fogo a de se assustar,
Triste realidade que não aguento aturar.
Vitor soares
me contemple no meu sepulcro
na minha morte de sentimentos
no aguardo de sua fatal despedida
crave letras tristes na minha lápide,
em versos negros arrancados
do lado obscuro do seu coração,
podes ainda tatuar no meu corpo morto
palavras inssossas de tua alma solitária,
rasgue versos sem dó nem piedade
me contemple antes de descer com os mortos,
sufoca-me na escuridão das tuas palavras,
sangra-me até a morte com tua língua ferina,
contemple também a morte de minha alma,
reduzida a cinzas no Jardim dos meus escritos
alma esta que cultivou flores de seus sorrisos
rosas de tua voz e jasmins de seus olhares
como primícias do meu Jardim,
me contemple no meu sepulcro
afogue meu corpo na escuridão
e minha alma no Jardim consumida
contemple minha alma em meu Jardim
reduzida a cinzas de sentimentos
terra seca de desamores de seus medos
olhe para as flores dos seus sorrisos
definhando no Jardim de minha alma,
a terra apodrecida em feridas abertas
vê agora as rosas da tua voz,
roucas e murchas arrancadas da terra
despetaladas de suas próprias rejeições
contemple os jasmins de seus olhares
cegos e intensos queimando desejos
nas cinzas estéreis da terra da minha alma
tempestades de tuas lágrimas a cair
não darão mais forças a minha alma
gritos do silêncio de tua alma ecoando
não despertarão mais sentimentos
confina tua alma, resigne tua solidão
corte seu corpo, sangre feridas
soletre saudades dizendo meu nome
ame sozinha se for capaz, grite amores,
busque palavras no vazio dos corpos que te cercam,
encharque em álcool tuas tristezas,
afogue com Bukowski seus dilemas
repita que vai me esquecer até acreditar nisso,
consuma minhas palavras acendendo e
consumindo cigarros,
e como fumaça me lance aos sabores dos ventos
me contemple mais uma vez no meu sepulcro,
despeje terra com a raiva de sua volúpia,
sufoca-me com essa boca grande a gritar despedidas
dá-me o golpe fatal, mata-me logo,
com seus medos loucos e doentios
rasga-me ainda vivo com as velhas lâminas enferrujadas dos seus ciúmes,
não esquece de cravar na minha lápide
momentos de um tempo que vivi em ti,
enquanto tu fugias de ti mesmo,
esquece-me então nos seus devaneios,
porque eu logo esquecerei de ti
quando esquecer de mim mesmo,
me mata então para que assim aconteça,
me contemple ainda uma vez no meu sepulcro,
olha-me sórdida e sem medo,
sem medo de ver a você mesma em mim..
**Um poema para a minha morte
O meu maior desejo é ter coragem de fazer novas escolhas com autoestima, autoconfiança e autoconhecimento. Elas, sim, têm o poder real de transformação que depositamos muitas vezes unicamente no céu e no externo. O que é eterno também precisa ser cultivado. Então, hoje já é o futuro.
Não há futuro que nos espera. O futuro sempre viveu ao nosso lado.
Tu és o meu vinho.
Tem a fragrância e delicadeza de um rose, aromas florais e minerais de um vinho branco, teus beijos têm a refrescância de um espumante e são gostosos como morangos, têm a doçura de um vinho de sobremesa.
És o meu encorpado vinho tinto, com taninos presentes, marcantes e inexplicáveis. Assim defino você! Igualzinho a um lindo e precioso vinho.
Um dos meu momentos preferidos é sair para uma caminhada à tarde
. O entardecer é a hora mágica. Aos poucos o sol vai declinando e trazendo as sombras que culminarão com o anoitecer.
Enquanto há claridade meu olhar segue acompanhando
o declinar do sol por entre a ramagem verde.
Sol que brinca de esconde- esconde.
Sol que me cega com seu brilho .
Sol que me mostra que não estou só....
Neste momento sinto a energia Divina agindo em mim.
Eu sinto o calor do sol
Eu vejo o brilho
da luz de diamante ,
luz da humildade
luz da sabedoria
luz da misericórdia
Luz que aquece minha pele
Mas também aquece meu coração
O pulsar do sangue correndo em minhas veias,
as batidas do meu coração,
a sensação de liberdade,
o sentir a natureza ,
o vai e vem
no balanço das folhas ,
a brisa que roça meu rosto
me falam de um Deus que me acompanha.
Que me diz : "estou contigo e não abro mão "
Mesmo que não haja sol ,
e as nuvens possam estar escuras
Meu brilho te acompanhará
Sempre !!!
Anarquia
Estou no futuro, mesmo assim vivo preso no passado,
Meu maior sonho é ajudar minha família e meus aliados,
Nas minhas frases eu acalmo o meu lado mais frágil,
Nos meus versos eu vou matando meus inimigos fracassados.
Nordestino com a lírica quente, comparado ao cangaço,
Meus inimigos treme quando me ver, vulgo rei do cangaço,
Hoje em dia caço desgraça, os que roubam vestidos de terno,
Esses sim são pragas, tiram de quem não tem nada, com prazer mandarei direto pro inferno.
DEUS! perdoa-me pelo o que fiz no passado, orienta-me, pois não quero errar minha direção,
E olha que não é culpa do cão, foi minhas escolhas, olha que não sou bom de escolhas não,
Mesmo tendo um coração frio, as minhas lagrimas descem como versos para esta poesia,
Nelas são vários sentimentos, não só de tristeza e alegria, sinto que estou morrendo no meu dia a dia.
Vitor Soares
"E você gosta de mim?"
— me pergunta o meu amor;
então lhe respondo assim:
não gosto não, minha flor.
Gosto de ver o sereno,
pato, galinha e pinto,
para expressar o que sinto
verbo gostar é pequeno!
Quem dera o verbo gostar
pudesse nesse momento!
mas somente o verbo amar
expressa meu sentimento!
Sonhar.
Sonho meu...
Algo que não vou tirar de mim.
Sonhar assim
sempre me desperta a magia.
Te sonhei em
cada verso e cada nota de saudade e nostalgia.
Sonhos malucos...
Sonhos inventados...
Sonhos de amor impossível...
Pura magia
na criação da
minha vida.
Se quero despertar ?
Não.
Jamais permiti
que realidades
tolas me tirassem a poesia.
Deixo a realidade a jornalistas.
A mim me cabe
te fazer minha
eterna poesia.
Quantos anos
luz separam
seu universo
do meu.
guardião
das minhas
noites insones.
sol que
me desperta
de um sono
longo demais.
voz que me leva
às estrelas.
longe de
onde você
está.
longe de onde
consigo ir.
Um tudo
particular
e singular.
tão íntimo
e distante
que talvez
nem exista.
um sonho
um devaneio
um desejo
um pedido
preciso que
você me traga
de volta pra mim.
GRAVIDADE
Não há por que resistir:
Tua gravidade
dobra a minha vontade
Meu solitário amor por ti
Busca o eterno caminho mais curto
Em um espaço displicentemente deformado
Pela real presença da tua beleza
Tenho irmãos? Talvez rivais?
Não os vejo,
Mas somente a ti
Tua luz me cega!
Teu peso
Me dá leveza
Teus grilhões,
Suaves,
Convertem-se em asas
(Ocultas nos meus ombros
Invisíveis)
Eis-me Anjo
Caindo sobre ti
Sem nunca chegar ao Fim
Eis-me no vôo-queda... que me faz liberto
No mergulho eterno
! Eis-me tudo !
(porque só existo em Ti)
Amo-te
Porque não pode ser
(De outro jeito)
Amo-te
Porque o caminho em torno de ti
É (incontornável)
Amo-te
Porque (não) posso evitá-lo:
Deslizo sobre o caminho traçado
Pela tua fascinante Gravidade
Como um destino
a se cumprir:
inevitável,
solene.
pleno
Tempo de Primavera
Hoje, amanheceu diferente
Tudo era diferente, mesmo!
A brisa tocava em meu rosto
Uma suavidade inexplicável
O vento assoprava mais forte
Imponente
As folhas das árvores frondosas
Estilhaçavam e se espalhavam
No firmamento belo e encantador
No Alto do calmo Iracema
Mais parecia a pasárgada dos meus sonhos pueris
E logo percebi que algo tocava, exuberante e transcendente
Minha visão e espírito de poeta
Afinal...
Algo me despertou que é tempo de
Primavera.
GOSTAR OU AMAR?
"E você gosta de mim?"
— me pergunta o meu amor;
então lhe respondo assim:
não gosto não, minha flor.
“Gostar” é dito pra coisas
simples do cotidiano,
eu gosto do meu chinelo
e da estampa desse pano.
Gosto também de meu sinto,
de fazer gestos, aceno,
para expressar o que sinto
verbo gostar é pequeno!
Quem dera o verbo gostar
pudesse nesse momento
a plenitude expressar
de todo meu sentimento!
Mas somente o verbo amar,
Esse sim tem o poder
De expressar perfeitamente
O que sinto por você!
Desencanto
Meu verso de hoje
É como sereia
Cheia do mar
Descansa na areia
Nem pra lua
Nem pro sol
Perdi o dia
O canto do rouxinol
Cansei de correr
Não vou marcar hora
Deixe a vida acontecer
Enquanto a poesia devora
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 02/02/2022 às 22:00 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
O espelho não mostra-me mais o meu reflexo apenas, mostra um turbilhão de emoções dentro de um só olhar. Não vejo-me como antes, meu EU não é mais meu... é TEU. Tua alma não é mais tua... é minha. Em que momento, em que olhar, em que reflexo não sei... em que tempo... nunca saberei... mas o destino escreveu: meu EU seria o reflexo da tua ALMA.
Flávia Abib
No meu silencio ainda tem você
De manhã até o anoitecer
Cada detalhe é grande demais
Seu sorriso, seus encantos
Ah medo cruel que destruiu
O que nem existiu, já partiu
Na morte que morri me iludi
Serpente somente é demente
Caus aqui e lá desencontro
Maldito limite imposto
Vagando na memória da dor
Sobrevivo a tempestade
Maldade, vaidade, veneno
Amargo nem me tomo, só olho
Dentro de mim e oco está ali
Caída nessa vida bandida
Entre silêncios olhares eu sigo
Vivendo sonhando querendo
Desnudar minha alma, mas pra que?
Roteiro que fere com medo não vive
Luciani Marcondes 11/02/2021
Desejo não só o que vejo
Seus lábios tocam os meus
Magia, mistério
Sinto meu corpo reagir
Surgir do limbo
Eu me permito
Aventurar por mares obscuros
Escusos, confusos
Sentir seu calor
Meu corpo te chama
E você vem, dona de si
Invade e arde
Que frenesi
E nesse vai e vem
Ninguém se contém
Momento único
Deleite e deito
Então calmaria
Que contraria o que eu dizia
Calor, topor, rubor
Andorinha que desalinha
Voa pra lá e pousa aqui
Jardim do Eden
Quero minha maça
Que mordo e sinto
Sabor suave que desarma
Minha mente é entorpecente
Reluzente, reticente
Eternizando esse momento
A derrocada dos viajantes
O meu destempero acompanha meus passos, os portões silenciosos e as janelas escuras são testemunhas, mas são através de subidas, e mais subidas, e um repente de súbitas sensações de cansaço, que se fazem todas minhas manhãs. Muitos me dizem que esta é a hora de se fortificar, porém esses parecem tão fracos quanto eu, não os julgo, muitos se contentam com suas estradas, e é claro, cada um têm a sua; curva, inclinada, esburacada estrada que os levam para um destino, esse no qual é incerto de sua chegada e, sua volta é almejada desde à partida. Sou mais um como muitos outros, mas ainda não perdi a graça de observar meu trajeto, entretanto, outros nem perscrutam por onde passam.
Outrora vazio ou cheio me sinto, ouço o ressonar dos passos atrás de mim, e aqueles que irão me acompanhar, não os conheço, mas são gente assim como sou, pois, é assim que penso, e sei, que não deveria pensar assim. Hoje, ainda jovem, tenho força para me defender, ou será que tenho? Porque pessoas não são nada, para aqueles que gostam de sentir o poder e o domínio de sua jornada, e quando você pensa, é menos um andando pelo caminho que partilha. Claro, tenho medo, mas não posso parar de viajar. Minha juventude, infelizmente, em nada me beneficia neste caminho que começo tão jovem, consigo se traz ingenuidade e carência, eu vigio por muitos, mas será que alguém vigia por mim? Não, sei que não, porém logo cedo o sol bate no pico da catedral, e nos ilumina, nós, os viajantes. Ainda assim, mesmo com essa luz, meus consortes não conheço, logo, como os mais velhos instruem; “olhem para os seus pés”.
Agora fria, minha pele começa a ficar morna, contudo, esta bendita estrela não me consolará assim. Em horas, estarei banhado pelo meu suor, angustias, revoltas, e pelos cantos, ficarei choroso. Mas meus pés nem doeram para pensar assim, nem estou na metade do percurso, quem dirá o dia. Sendo assim, devo me atentar para não me desarmar na frente daqueles que cruzam bem rapidamente minha caminhada. Sempre acenam, fazem um assobio, mas o que se faz presente nesses, são os sorrisos sem tempero, até menos que o alimento na metade do dia.
Outrora, fazia questão de se atentar para minha jovem saúde, hoje, parece que não tenho mais opções para fazê-lo, são grãos que não agraciam minha dispensa, minha fruteira de plástico, são medicinas que não jazem mais em nossos velhos criados, e um conjunto de pessoas que necessitam do mesmo que eu, que prezam pela sua recém vitalidade, e aquela que já quase parte. Canso-me de pensar, e de tanto pensar, canso de mim. Ó, descida desvanecida, não cheguei aos montes para não conseguir te enfrentar, pois, quando eu estiver no platô, terá mais um cume para desbravar, donde desaguarei em vias e rodovias turbulentas, sujas e com mais gente assim como eu, que de tanto pensar, cansa de si. A minha astúcia não se faz mais presente quando tenho de exercer o que realmente tenho que fazer, e minha altivez se desbota na última esquina que dobro, e sinto o tempo escorrer pelas minhas mãos, meu doce e precioso tempo, escorre por minhas grandes e (que agora) gélidas mãos.
Todavia, na volta é onde me faço vivo, onde minha existência não é tão execrável assim, onde minhas enfermidades não me preocupam, e nem sequer me pego pensando que todo fruto do meu esforço, são para dividas que não foram engendradas por mim, e paras quais, desconheço seus valores exorbitantes. No fim das contas; para ser exato, no fim de muitas contas. O meu êxtase se torna real quando ouço o caloroso e doce falar de um futuro viajante, que peno por ele em todas minhas caminhadas.
- Chegou cedo, papai!!!
