Texto de Reflexão de Amor
Obter luz da escuridão...!!!
(Nilo Ribeiro)
Acredite em seu ser,
lute, você vai vencer,
faça a Jesus uma oração,
tire a luz da escuridão
você não pode desistir,
mesmo que venha a cair,
faça a Jesus uma oração,
tire a luz da escuridão
seu esforço será compensado,
Deus, o Senhor, está ao seu lado,
faça sempre uma oração,
tire a luz da escuridão
a vida não é fácil,
mas ela é grácil,
portanto, siga em oração,
tire a luz da escuridão
haverá muita dificuldade,
haverá também maldade,
entregue a Jesus o seu coração,
e tire a luz da escuridão...!!!
“Que Deus lhe dê A Mão,
pois, Ele É Luz na escuridão”...!!!
Amém...!!!
Manda-me calar minha boca!?
Manda-me ficar quieto!?
Manda-me manter a calma!?
Só não me peça para engolir a seco, aos meus desejos, quando tudo que mais desejo!?
São os teus beijos, sentir o doce-cítrico e vermelhos, sabor dos teus lábios.
Faço oque você quiser, só não consigo deixar de te amar, não consigo não te desejar..
Desculpe-me por atrapalhar o seu dia...
Não resisti, tinha de vim aqui dizer-lhe!?
Estou com saudades de você!
Tô com saudades dos teus beijos.
Estou com saudades do teu cheiro.
Tô querendo sentir o teu toque.
Estou querendo você...
Me desculpe, mas eu te quero.
Eu te quero, eu te quero, eu te quero...
Tô querendo você.
Precisamos discutir nossa relação!?
Precisamos equilibrar melhor algumas coisas?
Duas delas em especial tem me feito mal...
Você está bagunçado demais os meus pensamentos e pouco ao meu corpo.
Está revirando muito ao meu coração e pouco ao meu colchão.
Vamos resolver isso o mais rápido possível, por fim nessa questão!
Quero você diariamente bagunçado o meu corpo e trazendo-me paz ao meu dia.
Sabe por que escrevo?
Porquê as palavras não me julgam
E os versos me abraçam
Posso ser o que eu quiser
Sou o vento que sopra
O passarinho que canta
A saudade que grita
A criança que brinca
A alma que chora
O tempo perdido
A lagrima sincera
O abraço apertado
Sou apenas um sentimento
Que foi desperdiçado.
Toda a esperança precisa ser renovada, em um dia a gente olha para o mar e em outro, olha para a estrada.
Todo sorriso precisa ser de cara lavada, sem máscaras!
Todo amor deve nascer do olhar que enxerga bem mais, esse olhar, que não percebe marcas de expressão, que nasce e que se mostra nos batimentos do coração.
"Do alto ela observa tudo,
entre tudo que ela vê,
a lua percebeu você.
Viu que todos os dias
a mesma hora, você esta aí,
sentada sob as constelações.
A lua se encantou com sua beleza
e todos os dias que pode,
ela tenta ficar mais semelhante
a você, por isso, hoje a noite
esta tão linda."
“Uso você sem sua permissão,
Admissão ou qualquer sinônimo de autorização,
Uso-a como inspiração.
Ao falares, é como se ouvirá uma canção.
Geniosa como és,
Se não quiseres falar;
- Problema seu!
Para mim, só não estarás verbalizando,
Mas, seus traços continuam falando.
Os teus olhos me revelam profundidade.
Seu sorriso, me alegra,
Me faz parar no tempo,
Nesse curto espaço,
O mundo parece justo,
Por haver riso entre os lábios de quem merece.”
A PEQUENA SÁBIA
“Conheci uma Pequena Sábia,
que mais parecia Maga,
De um tudo ela sabia,
cozinhava e arrumava com primazia,
até a pescar ela se metia.
Sonho não lhe faltava, mas, magia ela não usava
Pra tirar da fantasia, suas utopias.
- Pera lá!
- Utopia para qual que outro,
mas não para a Pequena Sábia!
Pois, se uma certeza na vida ela tinha,
é que um dia ela realizaria toda sua fantasia.
Mas, como não é boba e nem nada,
Ela não hesitava em usar sua magia
pra encantar a quem queria,
tão forte era o encanto que até que não deveria
no encanto caia, o encantado ficava de bobo a sem noção.
Quando ao invés das palavras mágicas usava palavras sábias,
Aí é que havia confusão,
pois, como pode menina assim saber tanto da vida,
e ainda ter conquistado o mundão?
Magia é magia, não carece de explicação!
Mas, sabedoria assim até onde eu sabia,
Só cabia na cabeça de velho depois de muito ter vivido
e sofrido na terra,
como quem comeu pão amassado pelo cão!
Mas, como se explica na vida,
saber tanto essa menina que de tanta graça,
até parece uma margarida?!
- Ah, sei não!
- Só posso dizer que tá mudado esse mundão!
E pra encurtar a história fique sabendo disso então;
- Quem na vida encontra a Sábia Maga tem sua história mudada,
pois ela tem a capacidade de mudar a tal da percepção.
As ideias se aprumam,
e tomam um novo rumo.
Assim acontece,
com quem Deus se compadece,
e a Sábia Mágica Conhece.”
"SOBRE VOCÊ
A seu respeito tenho MEDOS,
Note a complexidade, MEDOS;
Tenho MEDO da exposição a você
Pelo que me causa, provoca e motiva.
MEDO maior por sua ausência,
Pois assim intensifico sua presença
De modo mais abstrato e criativo.
Sou pressionado por meu intelecto
A criar e recriar você de formas que
Só minha perspectiva é capaz.
Mas, acho que nenhum dos MEDOS
Que sua ausência me causa é maior
Do que o MEDO da inércia;
- ACOMODAÇÃO É MORTE!
Posso dizer que a ausência
Da sua presença me faz morrer um pouco.
Um pouco a cada dia, então cabe aqui;
- MORRER AOS POUCOS!"
"VOCÊ
Em uma palavra, defino – a como ÚNICA!
Essa palavra a define pois, nunca conheci alguém como você.
Sempre dizem que a primeira impressão é a que fica.
Sim! Isso é verdade, mas, não é verdade absoluta;
- Não se aplica a você.
Conheço você, ou melhor, estou a conhecendo por partes,
Sim, por partes!
E a cada parte sou surpreendido.
Ao longe avistei sua simpatia sempre confirmada por seu belo sorriso,
Ao me aproximar, pude perceber seu voraz interesse pela arte da leitura,
Ao observar mais de perto me dei conta da bela guerreira que és.
Apesar de defini – lá como única, é injusto adjetiva – lá com uma única qualidade.
Logo, sou impulsionado a lhe lembrar, ou a fazer notar se for o caso, de outras qualidades.
Com A posso dizer que és Autêntica
Com L tenho que dizer Lutadora,
Com outro A sussurro Angelical,
O N é de notável!
E o terceiro A me leva a suspirar amável.
Estas qualidades compõem tanto você quanto o seu nome Menina Mulher.
Hoje, a parte que me arrebatou foi sua beleza,
Confesso, não tive coragem de olhar no fundo dos seus olhos,
A Angelicalidade do seu rosto me tomou e me salvou,
Tive profundo medo de olhar no fundo dos teus olhos e ficar preso n’eles.
Apesar de já ter confessado estar perdido em você,
Tenho para mim que um olhar profundo é mais perigoso,
Caminho sinuoso, e possivelmente sem volta,
olhos esses que são lindos, os olhos da Menina Mulher.”
TESTAMENTO
E a ti deixo meu coração, deixo a ti pois já a muito lhe pertence. Este que por tantas vezes aceitou e regogitou teu sangue quente, mais quente ainda em tua presença.
Sangue teu pois o te deixo também, pois se não fores por ambígua pernície, não se dá um coração a alguém sem que se doe juntamente o sangue, pois isso seria como entregar um relógio a ti, negando-lhe as pilhas, gastar uma vida, correndo atrás de ouvir a voz do silêncio.
Mas te peço, não fiques com ele.
Este coração que me fizestes desistir dele mesmo, não te cabes no peito.
Meu tipo sanguíneo não se contenta em viver entre veias e artérias, sonho de coágulo, preferes se ver seco que entregue a outrem.
E quando receberes ame-o, apenas para que console o seu, é inevitável a sensação de culpa, mas não se culpe, o tédio é uma doença rápida e silenciosa, não te culpo por não vê-la, me culpo por não tê-la tomado por esporte.
E se teimares em tentar guardalo pra ti, minha agora fria impotência não poderá lhe impedir, mas já vou logo avisando, este veneno com cor de coração vermelho gélido, seca a alma de quem não o recusa. Resseca até mesmo as mãos da mais doce entre as mulheres, inseticida dos melhores entre os sentimentos.
E quando menos esperas verás que se tornou eu, da mesma forma que um dia já te fui.
PARADOXAL
Silêncio por favor!
Vês como estou feliz?
Ópio de teus júbilos descasos
Trancafia-me nesta minha, tão conhecida tua, esperança
Não vês agora minha tristeza?
Ousas tirar de mim tal ilusão?
Como podes tirar a minha droga de esperança?
Vício que acaricia ao me me espancar
Como ousas não me machucar?
Teu sadismo me acalente
Ao longe tu ris até de fratura exposta
Mostrando o cálcio que tu usas
Para erguer este império de mentiras.
Majestosa construção!
Ora Alice, quanto mais de propósito
Me jogo neste seu país de maravilhas,
Mais perto fico de sua distância
E quanto mais teimo em permanecer
Pior se torna a volta.
Sabes tanto quanto eu que tudo não passa de fantasia, de finitude plena, mas a liberdade de sonhar estar contigo, me desanima da realidade, tão infinita e instintivamente tácita.
......em um suspiro,
Percebo que voltei, ouço o silêncio e a incalculável escuridão,
Ouves tais gritos?
Volto ao normal,
Retorno à minha ida...
Mas espere...
Vês como estou feliz?
DUROS DIAS
Ó adorável Dora Doralice
Diga-me, o que desejas?
Dois dias depois de alguns dias distraidos e distantes
Dá a mim uma desagradável dúvida
Desde a despedida, os dias dominam a degeneração do meu cotidiano
E a dinâmica de minha desilusão
Discute, e dispõe-se a lhe dizer:
Duras tantos dias por desgosto?
Ou diz não dizer, para não deixar tão a Deus dará?
Durante o dia deprecio duas declives depressões
Da minha e da tua
Diria eu distintas
Mas não dito, pois tu não me disseste das suas demandas
Despercebido deserto de deplorável desgosto
Desfaz-se destas ideias
Debelar-se é um demérito
Se diante de tais decepções desesperar-se
Delata dos teus débeis desabafos
Duvido eu dispensar
Mas, se durante tal diálogo, dependência de você eu demonstrar
Não só peço, desejo, demonstro,
Diversas
Desculpas.
O EU E O AMANHÃ
Finges não me ouvir
Finges não me ver
Ignora minha efêmera existência
A noite morro
Entrego ao sono meus resquícios de lembrança
À manhã
Um outro que não eu
Ignora o meu velar
Com os restos do cadáver recompõe as não suas idéias
OLHA A HORA
Falho ser novo
De novo se atrasa
E de tanto ser novo
Possui um velho pensar
MANEQUIM
Longos cabelos de plástico
Falsos olhos, armados de arame
Cheiro artificial, corpo em fogo
Flores mortas
Química pura
Amor próprio, apenas por próprio amor dos outros
Hipovascularização, hiper hipócrita, hipnotizante...
Uma vida em incontáveis divisões
Todos de tua, nenhuma para si
Aparentemente ilusória altura
Impostora pele, cor mendaz, toque sintético
Intocável boca
Vermelha, falsa, lilás
E no fim, nada,
Tudo a todos,
Em todos nada
Todos em tudo
A si nada, nem ninguém
DOÇARIA
Se tendes a ser doce comigo
Diabetes? Eu? Não.
Apenas tenho insuficiência de insulina,
E alguns problemas com amigos.
Insuficiência renal? Eu?
Sou suficientemente capaz de saber que um rei como o próprio,
Não deixa de reinar por falta de um trono. Tolas pedras matemáticas,
Somam-se de uma em uma
Falhas em copiar a dor que tu me trazes.
A tangente lhe proporciona a oportunidade de ser moça,
Um doce,
Bomba de lactose.
Intolerância? Em mim?
Sou tolerantemente tolerável o bastante
Para tolerar qualquer tolice sua,
Se ao todo e por toda,
Sem sombra de dúvidas e sobretudo,
Fizeres por mim.
E o calor deste veste sobre meu corpo nu, Tanto quanto o seu,
Já me basta para dormir,
Sem nem ao menos precisar sonhar.
TER E TENTAR
Estar com outro
Não é estar
Sentir, consentir
Nada mais é do que um lapso do que não foi
O que poderia ser, imaginar,
Talvez em outra linha temporal
Uma chuva sem previsão, um baque, um pingar
Talvez no final, não seja como não é,
Não seja o que você achou que seria, talvez,
O desejo, uma perspectiva de algum outro "e se?"
Nos escapa de um limite natural,
A dor de não ter algo que de fato não é tudo que não pude ter,
Ecoa, marca e demarca um decurso lacunar, Tira o gosto do estar,
Tira ao todo a função máxima de ser; viver.
Inspirado em "Se te queres matar, porque não te queres matar?" - Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)
O amor não é próprio, o amor é universal, um sentimento sentido por todos, nada exclusivo, nada novo. Se pensares que todos amam, qual o sentido de seguir um padrão existencial pré definido pelo simples fato de existir? De ter todos os pré requisitos biológicos que te fazem apto a não ser nada além de uma repetição natural com uma leve singularidade? Não tão singular aliás, não tão singular quanto achas que pode ser autêntico. Se paras pra pensar só um pouco, verás que nem isso te faz outro, quantos estão parados a pensar? te fazendo ser um mero numeral dentre tantos outros? Se esperas buscar algo novo no mundo, creio que veio tarde de mais para tal deslumbre, e cedo de mais para poder voltar atrás e tentar ser ao menos mais você, ou ao menos algo que não outro. Não a nada de excitante em viver, tudo que te faz, a outros fazem e já lhes foram feito, tu não és nada além de mais um, e mais um está fadado a ser. E se este é o sentido da vida? Ótimo, nem sem ela, ou fora dela tu deixarás de ser nem ao menos tu mesmo.
PENSAMENTOS
Ontem te pensei apenas duas vezes, nada mais, te pensei em um momento irracional com conexões remotas de lembranças, e te pensei ao dormir, antes de imaginar-nos como seria. Hoje pela manhã, comecei te pensando, ao ouvir aquelas músicas, tantas músicas aquelas, está lembrança sonora que te fazias pensar também; me fez pensar-te mais uma vez. Ao agora, levo como excessão, pois te penso ao te escrever. E pensar que a um tempo, o ato de não te pensar era a grande excessão de meus pensamentos. Te deixo de pensar para poder perguntar-me; no tempo em que mais te pensavas, ao menos pensavas em mim? pois ao ver teu líquido de lembranças se esvair em meus dedos mentais ao menos tu devias ao seu eu imaginado em mim, não digas que deixou-te morrer em lembranças, te tinhas como ser perfeito, tinhas obrigação com si mesma, de te salvar como pensamento, antes que eu não pudesse mais te pensar. Hoje o que restou foi um abraço, um sorriso e um borrão em forma de silhueta, te decompuste sem querer ao não te mais pensar, mas juros que tentei, cheguei ao ponto de te pensares tanto que não sabia não te pensar, porém este rabisco putrefado no chão, nada é mais, do que pensamentos
