Texto de Reflexão de Amor
Nesta vida, cada um tem razão na sua razão de ser.
Explicando: cada um de nós tem razão naquilo que decide, fala, sente...de acordo com o que entende ou sente da/a vida.
POR EXEMPLO: numa briga eu acredito que tenho razão de estar brigando por causa das minhas crenças e razões, o outro da mesma forma.
E o que mais eu peço a Deus
é que se tiver algo de ruim em minha vida,
que ele tire
e o que for bom e verdadeiro
que se faça sempre presente em cada momento.
Eu quero viver e ser feliz
e o resto já tem nome: RESTO
Eu não quero viver disso,
quero viver é de realidade,
não quero a falsidade acariciando meu rosto
e me dando beijos de farpas.
Vivo em meio a tudo isso,
porém a verdade me liberta de tudo
o que me faz mal
e se não há quem me veja com bons olhos
é porque é cego para o amor!
Dueto.
As doze badalas parar responder
E se sua vida se resumisse em um relógio e vc tivesse exatas 24horas para viver tudo? Realizar seus sonhos, superar seus medos, amar, ser amado, rir e chorar ? Quando o sol estivesse a pino vc já teria realizado metade de tudo que planejou? Teria divido cada minuto precioso do seu tempo finito com as pessoas certas?
Preferiria se arrepender de realizar todos os seus erros e fracassos ou se arrepender de tudo que começa com a frase " e se?!" ?
Tic tac, o tempo passa, planejar cada passo ou se aventurar e trilhar um caminho extasiante : hora pisar em solo macio que acaricia seus pés, hora torcer o calcanhar em algum buraco escondido?
As doze badaladas começaram , e você consegue ouvir ao longe a primeira, a segunda e a terceira...o tempo corre, cada olhar pra trás pode te fazer surdo a alguma delas.
Antes de começar a escrever coloquei capacete e joelheiras, agora que o tempo está acabando estou crente que ao final quero estar cheio de cicatrizes , muitos ossos quebrados e nenhum "e se?!" fomentando os meus medos...
Corra, não olhe para trás e pouco se preocupe com o solo em que pisa , pode ser horário de verão e ter muito mais sol depois do meão!
“É TUDO QUESTÃO DE ESCOLHA”, por Lavínia Lins.
“É tudo questão de escolha”. Aquela frase fixou residência na minha cabeça.
Antes do episódio que marcaria a minha vida para sempre, eu era uma daquelas pessoas que, ao olhar, já se via que era feliz. Rodeada de amigos, espalhando sorrisos gratuitos, eu era uma arquiteta reconhecida, bem paga, sempre “na moda” e pronta para enfrentar qualquer desafio. Todos me olhavam. Todos desejavam, lá no fundo, ser um pouquinho do que era eu.
Sexta-feira. 22 de agosto de 2015. 19h e 25 min. Saindo do escritório, super atrasada para um jantar marcado com amigos, em que seria apresentada ao “ homem da minha vida” - segundo a Cá, uma amiga de longas datas -; lá estava eu, apertando o pé no acelerador e fazendo as manobras mais loucas. Eu só precisava chegar, tomar um banho, colocar aquele vestido preto “devastador”, maquiagem e, pronto! Estaria perfeita.
Mas, a vida nos guarda surpresas, não é mesmo? Ingrata! Nem era meu aniversário. Não precisava me trazer um “presente” desse tamanho. “Obrigada”, senhor destino!
Planos frustrados. Jantar no ralo. “Homem da minha vida, tchauzinho”. A batida foi forte. Nossa. Muito forte. Sabe aquelas dores que, de tão intensas, anestesiam a gente? Pois bem. Anestesiou tudo, inclusive, minhas pernas. Não as sinto. Melhor dizendo, nesse vazio que, hoje, mora em mim, só consigo alimentar o sentimento de dor interna. Ela, somente ela, é minha inquilina.
Por falar em inquilina, a Cá, aquela minha amiga... está praticamente morando aqui no hospital. Os outros amigos? Bem, imagino que devam estar muito ocupados para me visitar. Tudo bem. Sem problemas.
Não. Não está nada bem. Tenho apenas 35 anos. Uma vida pela frente. Uma carreira no auge. E, agora, uma cadeira de rodas. Ninguém vai me convencer a usar isto. Não mesmo! Nem por um decreto!
As tentativas dos poucos familiares que me restam e da amiga incansável, frustradas, assim como eu. Não tenho forças nem para pensar na possibilidade de sair daqui. E, por falar em sair daqui, “saiam todos! Eu preciso ficar sozinha!”. Ninguém, nunca, jamais, entenderá a sua dor. Ninguém poderá fazer isto por você. Ela é sua. Pessoal e intransferível. E nem me venha com um “eu imagino o quanto deve estar sendo difícil”. Você não imagina. Se imaginasse, nem diria isso. Não me olharia com essa cara de “peninha”. Detesto essa coisa de pena. Não há sentimento mais... mais... não há palavra para definir.
Alguns minutos após, alimentando a minha solidão e a pena que sentia de mim mesma - sim, eu sentia essa coisa que não dá para definir -, a porta do quarto é aberta. Uma senhorinha, conduzindo uma cadeira de rodas, olha para mim e diz: “ó, querida, desculpe, quarto errado”. Antes que eu falasse qualquer coisa, ela, percebendo a cadeira de rodas que insistia em repousar ao meu lado, disse: “essa belezinha é para você?”. Belezinha? Como assim? – pensei, irritada. “Já deu um nome a ela? A minha é Wanderléia, em homenagem àquela época gostosa da Jovem...”. Eu nem a deixei terminar: “a senhora poderia me dar licença, por favor? Estou muito cansada e não gostaria de conversar agora” – nem temi parecer rude. Ela: “claro, querida, não quero lhe perturbar. Mas, se puder lhe dizer algo (“haja paciência!” - pensei), permita-me: a vida tem seus atropelos. Nem sempre percebemos o quão rápido estamos indo e, para mostrar que não somos os condutores desse bonde, nos são impostos os devidos freios. Sem perceber, você poderia estar indo ao encontro de algo que não lhe faria bem; poderia estar cultivando frutos que a nada lhe levariam. Receba, pela oportunidade de estar viva, o recado da vida, com os braços abertos e o coração limpo. O quanto feliz ou triste você será daqui para frente, é tudo questão de escolha. Fique com Deus”. E saiu, depois de me lançar um sorriso confortador. Nem tive tempo de dizer qualquer coisa.
Fechei os olhos e refleti. Nem sei o nome daquela senhora. Mas sei que, de alguma forma, ela conseguiu expulsar alguns monstros que me rodeavam até ali. Acho que posso chamá-la de... “anjo”?
Uma lágrima fez caminho em meu rosto. Embarguei. Foi quando vi a minha querida amiga passando pelo corredor, sem saber se eu já estava ou não pronta para receber de volta os que insistiam em não me deixar sentir sozinha.
“Cá, me ajude a levantar. Quero sair daqui!”. Ela entrou no quarto, rapidamente; me olhou, espantada, e veio me ajudar.
Sem esperar que ela questionasse, eu disse, sorrindo: “é tudo questão de escolha, minha amiga, e eu escolho ser feliz. Obrigada por estar aqui”.
O fato de alguém errar não quer dizer que erre sempre, principalmente se te prova diariamente o contrario, acredito que as pessoas possam se reabilitar, que façam a diferença, condenar é bem mais fácil do que permitir que o outro acerte e finalmente a paz seja restabelecida.
Um dia também erramos e alguém nos concedeu uma nova oportunidade de aprender com o que foi feito, esse um dos exemplos deixados por Cristo...
''As vezes fico pensando em como seria se você estivesse aqui, penso em como seria mágico os nossos momentos juntos.. sei que um dia vamos nos encontrar, não sei quando ,não sei onde, a única coisa que sei e que vou estar te esperando...
Sei também que você vai mudar minha vida por completo..vai me fazer o homem mais feliz desse planeta..ao teu lado sei que vou ter tudo que um dia eu pedi pra deus,e além disso sei que você vai me amar como ninguém nunca amou...
Te espero aqui.. ou em qualquer lugar que eu for.. apenas te espero!''
Concepção alheia: você aceita, respeita ou propaga ira?
A verdade é múltipla, diversa e divergente. O processo de aceitar/respeitar as concepções de vida heterogêneas está envolto a uma complexidade que se intensifica ao modo mantido pelo senso comum. A aceitação de pensamentos, formas de vida e posicionamentos opostos não é tão necessária quanto o ato de respeitar.
A compreensão de conceitos desiguais aos que possuímos exige um pensar profundo, um desapego às noções que nos confortam e às convicções que possuímos. Porém o respeito é primordial para que o relacionamento humano seja saudável. O ato de respeitar não inclui, necessariamente, o entendimento, ou o tentar entender – para isso é essencial um estudo do desconhecido –, tampouco a inserção das verdades pessoais.
O entendimento da diversidade humana carece de uma análise intrínseca, uma exploração veemente dos registros que permeiam o âmbito.
Para que haja o respeito não é preciso impor explicitamente o que pode ser certo ou errado. A aplicação, verbal ou escrita, do que vem a ser o correto ou incorreto afeta e influencia mentes não desenvolvidas o suficiente para corrobar, processar e pensar de forma crítica.
O estabelecimento do que pode vir a ser incerto, oriundo da avaliação individual, gera transtornos, conflitos, ódio e, até mesmo, a morte, o que se impõe inteiramente ao respeito.
Respeitar é diferente de expor uma opinião pessoal, especificamente quando essa exibe vertentes que sustentam e disseminam o ódio.
Embalo teu encanto
em movimento suaves
Canto tua melodia
em perfeita sinfonia
Aprendo tua letra com
emoção no olhar
Suavizo meu mover
com os passos teus
E no embalo de nós
damos ritmo à vida
Em par perfeito coreografamos
nossos caminhos
Não há pausa
apenas o olhar que tudo
diz no murmurar dos lábios
Entre um beijo e outro
vibramos abraçados no ritmar
da canção da vida
E na eterna valsa
até a lua se emociona
as estrelas brilham radiantes à
testemunhar eu e você
30/08/15
Suicidas...
De alguma forma fizemos, fazemos e seremos parte da vida de todos onde quer que estejam nesse globo de Deus.
Estamos envolvidos em uma teia delicada, o simples roçar nesses fios provoca vibrações densas ou sutis que em milésimos de segundos chegam do outro lado da Terra e, nesse caminho, perpassam pela vida de milhões de pessoas e ambientes.
Ao se entregar amor ou ódio esse sentimento vai, instantâneo, sem barreiras, chegar aos corações de quem está receptivo, em especial para os que estão em sofrimento intenso.
Imaginemos um cordão iluminado de pura energia e luz, aportando em alguém que, não importa as razões, esteja a ponto de interromper sua vida, como se o suicídio fosse a solução para sua momentânea incapacidade de enxergar um caminho, que se encontra com sua autoestima em baixa, deprimido, desalentado, e, assim, sem perceber, pode num centésimo de segundo intuir que há algo diferente ao seu redor, sutil mudança que o faz mudar de ideia e continuar vivendo, ele nunca mais será o mesmo, um dia perceberá que renasceu.
Vale a pena, diariamente, não importa a hora ou o lugar, ao agradecer a Deus por mais um dia, lembremo-nos de entregar com carinho o amor mais puro que, contido em um segundo, será uma explosão de vida em algum lugar e para um alguém em especial que será tocado.
O caminho do ódio é o mesmo, vigiar o pensamento é um exercício para sempre.
Tem pessoas que adoram
ver a vida dos outros caindo
como se elas não tivessem vida
e muito menos família.
Pessoas invejosas que
se dizem perfeitas.
Mas usam de desonestidade
para machucar.
Eu chamo isso de inveja
daquilo que não conseguem ser
e veem nos outros grandes qualidades
e usam da maldade.
Ah como seria bom se todos
se considerassem irmãos
e praticassem a honestidade.
Fizessem exercício do amor
e não praticassem o rancor.
Vida pós Copa
Após um mês de estádios lotados e a maior audiência mundial em se tratando de megaeventos o Brasil, lentamente, retoma suas preocupações cotidianas que vêm sendo sistematicamente empurradas com a barriga pelos políticos de sempre. Nada que não tivesse ocorrido em passado recente de triste memória após o período ditatorial que não pode ser esquecido e precisa ainda de muita luz para que se entenda quem e quais foram os protagonistas desse momento histórico e que ainda hoje, sorrateiros, já saíram de sua curta hibernação.
Infelizmente, em praticamente todos os segmentos de nossa sociedade encontramos esses espoliadores contumazes da energia do trabalhador brasileiro comum que os hospeda tal e qual os vermes que sobrevivem em nossas entranhas sem que tenhamos noção ou discernimento de suas vocações Darwinianas anormais, das quais se utilizam para se manterem e perpetuarem sua espécie.
Adotam comportamentos camaleônicos espúrios e inomináveis, assegurando a passagem dessa mesma carga genética de seus mentores que formaram seus feudos em todo o território nacional com as marcas do Coronelismo.
A democracia ainda é a melhor das alternativas, propiciando liberdade de expressão, pensamento e soberania de uma nação, os custos dessa opção continuam muito elevados em nosso país, convivemos ainda com extremas desigualdades sociais e índices alarmantes de concentração de renda.
Os esforços recentes para melhoria das condições de vida de nosso povo, para com a saúde, educação, segurança e bem estar social se mostram insuficientes para que possamos nos acomodar e negarmos nossa condição de jovem nação democrática em busca de um caminho que abarque a todos que trabalham e contribuem para a construção e expansão da riqueza material e cultural que beneficie a todos brasileiros e não os mesmos grupos de sempre.
A Copa acabou, os turistas ficaram maravilhados com nossas belezas naturais e a docilidade de nosso povo, gente tradicionalmente simples e acolhedora, sem dúvida um aspecto positivo desse evento, mas eles vão embora, será que a mobilização das forças armadas, polícias federal, civil e militar será mantida para que, sem a Copa, os índices de violência e total insegurança urbana volte a nos assombrar?
Constatamos em razão da Copa das Copas que podemos enfrentar qualquer problema em nosso país, contudo somos reféns de nós mesmos quando deixamos de exercer nossa cidadania e pouco nos interessamos pelas questões políticas que desde sempre norteiam as prioridades emanadas dos gabinetes.
Os partidos políticos existentes estão muito parecidos em suas cartas de intenções e doutrinas e pouco representam os anseios da grande maioria de nosso povo.
Estratégias e projetos para o país, engendrados pelos partidos majoritários, se confundem em seus resultados, alianças esquisitas e acomodações que supostamente se arranjam para permitir a governabilidade e, ad aeternum. Nós e nossos descendentes pagaremos essa conta.
A Copa acabou, as mazelas estão nos mesmos lugares de sempre, mas temos eleições, não podemos delegar aos mesmos o poder de infelicitar nossas vidas. Podemos e temos que fazer melhor, tendo a consciência de que esse processo é lento e precisaremos ainda de algumas gerações para resgatar alguns poucos valores humanos e morais que são a base para uma sociedade mais justa, a começar pela honestidade e ética.
(Artigo de Paulo Afonso de Barros, publicado no Jornal O Vale, 17.07.2014 - http://www.digitalflip.com.br/ovale/flip/Edicoes/01345%3D17-07-2014/02.PDF)
Virando a página...
Nossas mentes continuam conectadas àqueles que amamos, não há distâncias ou barreiras que impeçam nossa harmonia com entes queridos distantes fisicamente ou que já nos deixaram, mas permanecem vivos além túmulo.
Os vínculos que resistem não se devem necessariamente ao parentesco material ou consanguíneo, há por certo afinidades maiores ou menores e aversões, essas merecem especial atenção para que possamos compreendê-las e saibamos melhor lidar com elas.
Só permanece vivo o que nutrimos.
Um tecido do corpo humano só vive com a oxigenação que alimenta cada célula, basta cortar o fluxo que lhe dá vida e ele perece.
O que estamos nutrindo em nossas vidas?
É possível que uma reflexão diária, desarmadas nossas defesas internas em permanente alerta, nos permita começar a tatear as razões que nos entristecem e impactam nossas vidas ou a de alguém mais que está ao lado.
Olhar para nós mesmos, atentando para determinada ação que estamos adiando é um caminho possível, se não conseguimos fazer esse percurso sozinhos procuremos a força interior para pedirmos ajuda.
Se prestarmos atenção em nossos dias perceberemos que não sabemos quase nada, razão pela qual não conseguimos responder a uma série de dúvidas que nos inquietam, em especial muitas das situações que ocorrem dentro de nossas casas.
Porque se faz tão difícil admitirmos nossos limites?
Orgulho, vaidade, vergonha, medo?
Engano pensar que seja possível sermos instrumento de algum mal que afete somente a nós mesmos, sempre haverá um alguém ao menos que sofrerá conosco.
É difícil virar a página e seguirmos adiante se, ao olharmos para trás, nos depararmos com tantas pendências que nos acompanham e que nos remetem a todas as páginas de uma vida que pensávamos tê-las virado, de nada adianta voltarmos a elas somente para sofrer, vale a pena revisitá-las para nos libertarmos para melhor viver.
Sim, temos limites e, ao admiti-los não seremos menores, descobriremos como é preciso sermos fortes para encararmos nossas limitações, fácil não é, mas é possível.
Quanto a quem se socorrer e pedir amparo, peçamos com fé a Deus, que não faz restrições a nenhuma crença, Ele pode nos sugerir algum caminho, pode vir num sonho, por alguém que nunca vimos ou de uma pessoa com quem convivemos há anos, esse momento será inesquecível.
Paz e serenidade!
Mantas da vida..
Quando inquietos, o que hoje não é raro, talvez estejamos a buscar sentidos no que ainda se faz oculto, mas está presente em nossa caminhada.
Difícil, mas necessário aprender com o tempo que o melhor é não escolher atalhos afoitamente, embora aparentem encurtar caminhos, apenas ensejam e alimentam a ânsia de chegar mais rápido, onde estão nossas entranhas para lá nos fartarmos de todos nossos segredos.
Apenas engano, necessário jornadear por onde tem que ser, assuntando os sinais, sons e cheiros que, por menores e supostamente desconexos que sejam, na verdade são significativos retalhos das mantas das vidas, estas sim, entrelaçadas com um único fim que ainda desconhecemos...
Sentidos para a vida...
Durante momentos de felicidade e alegria intensas, tristezas, frustrações, decepções consigo mesmo ou para com outros de quem gostamos nos perguntamos, qual o sentido de nossas vidas?
Ao revermos nossa história e o que já vivenciamos revivemos as experiências acumuladas durante os caminhos percorridos, especialmente quando estivemos sozinhos.
Observemos nossas realizações quando fizemos boas escolhas e as menos felizes que nos trouxeram incômodos e a necessidade de repensar onde gostaríamos de chegar.
Olhemos agora à nossa volta, ouçamos, por mais breves instantes que sejam, a voz do coração, se nos aquietarmos saibamos, estamos onde deveríamos estar, ao menos por ora, pois, longe está de ser o fim, mas e, se ao contrário, se inquietos e desconfortáveis estejamos certos, melhor caminhar...
Não nos damos conta que não temos
todo tempo
A vida corre ,voa e a vida é boa
Em alguns momentos,
nosso coração dispara
Por vezes passamos por meio
a nuvens ,chuvas e trovoadas
Por vezes não sabemos entender
o que passa a acontecer
E mesmo quando não parece ter
mais razões para viver
Deus sempre no mostra
Que tudo vale a pena
e não temos tempo a perder
E vem um novo amanhecer cheio
esperanças
Que nos faz crianças prontas
para brincar
e viver aproveitando cada
um segundo
nesse mundo sem perder
a vontade
de espalhar bondade.
Poema :
Um Adeus
Eu tenho que partir
Já não sou mais parte desse mundo, nem sei se fui parte dele durante esses cem anos que vivi, podia muito bem viver mais cem anos, mais não vejo o querer em mim.
Tive dizeres a quem não ouviu, tive olhares e muitos entenderam meu dizer. Me conforto por ter escolhido o bem para ser meu progresso, deixei o mau de lado e ele foi embora. No meu entender os amores existem, a diferenciar a vida de quem não amou é só falar com quem ama. Vi o sorriso mais sincero do mundo, o sorriso de um ser inocente que acabará de nascer, tal gesto proclama a ascenção do ser em sua redenção.
Então eu pude entender o real valor de mim, sorri então, então vivi mais que eu esperava, me conforta essa progressão. Escolhi sempre certo, hoje posso partir e deixar meu legado aos nobres, que alguém possa viver minha metade de vida e descobrir no sentir de um sorriso a maneira mais bela de viver.
Anderson Luiz.
Ainda dói, mas agora não é uma dor tão dolorida, é apenas uma dorzinha de saudade, dor gostosa que fica no cantinho do coração que as vezes me faz lembrar de você, então quando isso acontece surge um sorriso no meu rosto e a dor simplesmente amortece, desaparece, dando lugar a um êxtase
na alma, uma paz, uma sensação indescritível de sentimentos bons e recordações doces.
Desde que você partiu as coisas nunca mais foram a mesma, a gente sofre, porém cresce, aprende, volta sorrir, volta viver, descobre novos caminhos, novos sabores, novos amores, no começo dá medo da solidão, seguir sozinho na escuridão da vida, mas com o tempo soltamos as amarras, tiramos os sapatos e colocamos asas nos pés e voamos para um novo recomeço,para um novo mundo, novo sonho e a vida é surpreendente sempre nos presenteia com algo melhor, quando percebemos estamos sorrindo, sendo felizes como se não houvesse um passado marcado de coisas boas e ruins.
Então sempre é tempo de viver, sonhar, acreditar, ter esperança, sorrir para os obstáculos, nao desistir, amar o próximo, ser gentil, se arrepender, pedir perdão e ser Feliz!
Sergio Fornasari
Antes de ti conhecer sempre pensei en uma história bem diferente... Mas como um passo de mágicas tu mudou completamente minha vida e meus pensamentos
E tu até hoje anda mudando minha vida
Não me arrependo de ter apostado tudo no nosso amor
De dar e ter dado de tudo para que sejamos sempre felizes
Meu amor por ti és tão grande que... Às vezes fico sem ar
E preciso da sua boca para que eu consiga voltar a ter uma respiração ainda melhor
Quero esta contigo, quero cuidar de ti, desejo tu, uma pessoa especial que está na minha vida e dando sentido nela
Estava esperando por uma história diferente... E nunca irei me arrepender de ter me entregue a ti... E espero que tu tenha o mesmo pensamento
Porque irei fazer sua volta valeu muito apena mesmo
TE AMO DE MAIS
Hoje quando parei para pensar não quis olhar pra trás, percebi que o caminho correto é sempre seguir enfrente.
Somos capazes de mudar o que queremos, somos capazes de determinar nossas escolhas e eu escolhi algo tão simples que me espantei quando gratuitamente ganhei tudo aquilo que um dia pensei ser inalcançável .. Eu escolhi viver em paz...
Decidi que o melhor que posso fazer por mim é fazer exatamente o que quero fazer sem medo de ser feliz, sem medo do que vão pensar ou dizer.
A minha vida é muito valiosa para ser dirigida por alguém que não seja eu, não vamos obter sucesso em amar o próximo sem antes estar de bem consigo mesmo...
Dificuldades???
Não tenham dúvidas de que sempre existirão... Você encontrará aos montes! Se você vai vencer as barreiras ou não dependerá da forma em que você administrará o sua trajetória. Acreditar que só coisas ruins acontecem é fraquejar no meio do caminho, é perder o rumo sem ter a mínima vontade de sentir os desafios da vida correndo nas veias, é literalmente entregar os pontos sem tentar nada!
Mude o foco, mude a visão, tente algo diferente sem pensar... faça algo bom e positivo mesmo nos piores momentos... o resultado final será a consequência de tudo que almejou, de tudo o que você plantou, e isso é FATO! Só depende de você e de mais ninguém.
Ficar parado esperando uma mágica cósmica é o mesmo que acreditar em um potinho de ouro no final do arco-íris com as "boas vindas" de um Leprechaun! Esquece! Acorda! Viva!
Viva cada momento, seja este bom ou ruim... dos bons guardaremos o gosto da conquista e dos ruins procuraremos nos fortalecer. No "nada" não há espaços para resultados.
Faça uma auto-análise de SWOT: Busque forças nas coisas mais improváveis, vença todas as fraquezas, agarre com dignidade todas as oportunidades e encare de frente as ameaças de tudo e de todos!
Acredite que o impossível é possível sim! Mas lembre-se apenas de uma coisa: A sorte não é algo que acontece por acaso, sorte é um nome opcional que deram à perseverança e às escolhas bem feitas...
por Debora Pascoarelli em 05/09/2015
A estátua de um poeta morto
Sozinho, caminho até a praça...
Dois ou três passos e paro.
Colho flores brancas entremeadas ao mato.
Mato grande, que cresce ali!
Um cercado de fios de arame enferrujado protege o jardim.
Desconsidero o aviso que diz:
-Não colha flores e, ou, plantas desse jardim!
(...)
Num segundo de descuido
um agudo espinho de esquerda
espeta-me o dedo polegar da mão direita.
Desço à terra!
Subo novamente à minha própria altura.
Recosto-me em uma estátua de cobre.
(...)
Um pássaro cinza voa no céu sobre mim.
Voa meio assim...
Meio torto, meio de lado.
Voa um tanto apressado.
Muito estranho!
O voo desse pássaro.
(...)
As pedras no chão...
-Vermelhas como estão-
parecem dançarinas de flamenco
tango, tchá...tchá, tchá!
Parecem dançar,
mexem-se sem parar!
Mexem-se. Sem parar.
(...)
De repente...
Ficam escuras!
Ficam duras!
Param de dançar.
Dói!
Dói-me a cabeça.
(...)
Os olhos ficam inquietos.
Nuveiam...
Nuveiam!
Somem as nuvens dos olhos
e até o sol para de brilhar.
(...)
Dá um sono!
Resolvo deitar ali mesmo.
Deito-me naquele lugar.
Penso-me morto.
Morto não hei de estar!
Não hei de estar.
Morto, eu? Será?
(...)
Num último e derradeiro esforço
tento me levantar.
Tudo parece estar tão distante...
O corpo está tão pesado...
Resolvo me aquietar!
Durmo por horas ao pé da estátua de cobre.
(...)
Estátua de poeta!
Homenagem 'post-mortem'.
O coitado morreu ali mesmo...
Naquele lugar!
Envenenado por um pico de espinho de rosas brancas
no polegar da mão direita.
(...)
Morto e transformado em estátua!
Pra sempre ali...
Parado!
Transformado em poesia dramática.
Eternizado em seu próprio universo,
e preso, em seu mais triste verso.
Morto!
(...)
Enquanto lamentava a sorte do pobre homem
o pássaro cinza que se remexia no céu sobre mim
mira e despeja toda a sua maldade em minha cabeça.
Numa casualidade quase transcendental,
salva-me da morte!
Livra-me da sorte de virar estátua.
Revivo e vou-me embora.
