Texto de Carlos Drumond de Andrade - Antiguidades

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⁠A CULPA É DA PANDEMIA? ("Estou firmemente convencido que só se perde a liberdade por culpa da própria fraqueza." — Mahatma Gandhi)
Eu acredito em um apagão na Educação. Quando os de lá perceberem que o sistema da escola não serve para "cabide de emprego", a restituição acontecerá. Na verdade, é o alunado, pressionado pelas medidas de segurança por esta época de pandemia do Coronavírus, quem vai dizer a hora certa. Como poderão os Funcionários estar bem empregados se os clientes não se importam com os serviços lhes prestado. Pois há professor demais e aula abundante; contudo, as boas condições de menos. São muitos os insatisfeitos com o que está acontecendo; porém, o cachorro que se presa não larga o osso. Ouço muito, os professores reclamando de sua sobrecarga, e a diretora, dos muitos encargos, mas se recandidata na próxima eleição. Nisso, a formação da carga horária do professor, na maioria das vezes, é completada segundo critérios politiqueiros da gestão: apadrinhamento, vingança ou medo. Ela quer ganhar novamente. Se assim não fosse, não teria pedagogas no Ensino Médio lecionando: Filosofia, Artes, Religião, Espanhol, Sociologia e até Educação Física. A culpa é da Pandemia...?(cifa.

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⁠A EDUCAÇÃO É "IMBIRA". ("Se queres ser cego, sê-lo-ás." — José Saramago)
Pensando no Velho Normal, quando a prova servia, sim, para avaliação de quem a elaborara. Aliás, só servia para isso. Se eu desse uma nota baixa a um aluno qualquer, teria de lhe dar um trabalho cobrindo essa nota, eu me castigando como se fosse minha a reprovação deles. Agora sei que cada um age inusualmente ante ao mesmo fato, porque interpreta os estímulos de forma particular, conforme o caráter já estabelecido. Não me acostumei ainda com essa prática que transcende para o Novo Normal. Por isso, estou triste, amarrado de corda, minha alma está procurando uma saída, cura e subsídio. Ou melhor, estou numa crise profissional, doença do espírito e preciso dos medicamentos corretos. Estes medicamentos podem ser um conselho, um amigo, uma mão estendida, enfim, podem ir além de coisas materiais e palpáveis. Mas, o Mário Quintana já falava por mim: "Não tenho vergonha de dizer que estou triste, Não dessa tristeza ignominiosa dos que, em vez de se matarem, fazem poemas: Estou triste por que vocês são burros e feios e não morrem nunca..." Não queria ofendê-los, são palavras dele que me servem agora. Pois que meu senso de individualismo está bastante elevado! Mas, não vou ainda me descuidar dos interesses coletivos e quero me mostrar colaborativo. Vem você me ajudar a desatar alguns nós cegos desse sistema educacional. CiFA

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⁠O BENEFÍCIO DA PIEDADE ("O Homem perde o poder, quando é contaminado pelo sentimento de piedade." — Friedrich Nietzsche)
No novo normal, é assim: A frequência vale nota. Como assim, se as aulas são não presenciais? Faz de conta que a movimentação do aluno na internet através dos link recomendados conta como presença! E se ele tem participação efetiva virtualmente, mas não entrega as atividades propostas, vai ser promovido? Com certeza! Se não, como justificar uma possível reprovação, com tanta divergência do Velho Normal! Mesmo entregando atividades erradas: estava presente virtualmente, está valendo. A verdade é que não se controla ninguém quando o curso é a distância! Quando (onde ?) as mentiras são facilmente justificáveis. Aí, no mês do azar, agosto pandêmico, o pagamento da maioria dos professores do Estado veio errado, prejudicando-nos; ninguém erra para nos beneficiar. O contracheque de quem errou não erra, ele se beneficia de alguma forma. O benefício da piedade. CiFA

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⁠ERA UMA VEZ...("Talvez o tempo te ponha na sua escola pois não terás melhor professor que ele." — Abu Shakur)
No velho normal era assim: havia discrepância, a escola obrigava o professor devolver a prova corrigida para o aluno, com os critérios de correção, sendo esta um documento a favor do professor, que tinha de justificar a nota ao aluno, visto que este sempre jogava a culpa de sua nota baixo no professor, funcionava também como um instrumento para o aluno justificar suas respostas como se fosse o dono da verdade.
Percebia-se outra incongruência no fechamento do bimestre escolar, o aluno entrava na fila para mostrar ao professor o caderno sem atividades prontas: Tentativa de suborno ou de enganar; "Joãozinho sem braço" não tinha cabeça também! Porque de tão alienado que tirou 1,5 na prova que valia 10,0 saia mostrando a folha para todos da classe e sorridente como se fosse o mais feliz de todos. "Pagando de bandidão"! Se tal aluno não tinha objetivo nobre com minha matéria e minha aula, não posso perder o meu: merecer meu salário.
O Barbarismo era todos os dias, ali tinha um aluno na porta de minha sala de aula com uma folha da secretaria, pedindo trabalho de dependência: — aqui estava uma prova da incoerência, este de progressão parcial atrapalhara suas aulas e agora atrapalhando a aula dos outros. E a direção cobrava qualidade no trabalho extraclasse, elaborado pelo professor nas horas de descanso, no refúgio de sua família. Aí o professor cobrava a atividade do aluno, e ele dizia: "Num vim, num fiço" e ficava por isso mesmo, a culpa era do professor que não dera nota favorável em seus trabalhos no decorrer do ano letivo.
Então apareciam frequentemente as Inconveniências, o aluno faltava à aula, fazia-se a chamada para constatar o fato, e tínhamos que registrar o motivo da falta. Então o aluno mentia para não ter que se submeter ao ridículo, não querendo dizer que estava com disenteria para a classe toda. exigência esta antiética e sem profissionalismo. Se o aluno precisara faltar, deviam aplicar as medidas cabíveis sem constranger o cliente. E viva o Novo Normal. CiFA

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⁠PROFESSOR GOOGLE, O DESEJADO ("A menos que seu nome seja Google, pare de agir como se você soubesse de tudo." — Eduardo Costa)
No velho normal, era assim: O aluno era tirado da sala de aula por não largar o celular. Agora no novo normal, o aluno é excluído da aula se se desgrudar do celular! Uma guinada de 180º. Isso prova que aquelas convicções demonstradas com tanta certeza de funcionalidade eram apenas enganação. Quem as criou desmanchou. E vou mais longe, dizendo que nada deu certo no sistema educacional, até agora: Siap, Palma da mão, Pia. Novo Ensino Médio, Ressignificação, Netescola, Pde, Chamada eletrônica. Fortalecimento da EJA; Média 6,0; Inclusão social, 209 dias letivos; Ensino integral, Merenda em casa, etc. É só um cabide de emprego, quem entra e quer se dar bem, então inventa algo supostamente novo e impõe para justificar sua função ou se submete "escravamente" às inovações que vêm de cima para baixo. Vamos testar aulas síncronas, quem não pode com o inimigo une-se a ele! Não podemos concorrer com o youtube. Um aluno inteligente deixaria o conforto do lar aos pés do google para se arriscar à violência das ruas para assistir a uma aula de um professor que utiliza o google?

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⁠OS NORMAIS ANORMAIS ("No meu ponto de vista, tem sido muito normal coisas anormais." — Luis Vinícius)
No velho normal, era assim: Só podíamos desfrutar de nossos direitos, naquele sistema educacional, quando os saqueávamos com muitas brigas, só trabalhando honestamente e cumprindo os tempos exigidos, não era suficiente, éramos obrigados a greves, derrubando a qualidade e queimando nossa imagem. E o sistema cheio de velhos incompetentes que têm dificuldades até para se aposentarem. Ou não deixam...
No novo normal, é assim: O professor escolhe um vídeo na internet para sua aula não presencial, e a aluna pergunta: "Não poderia ter escolhido um vídeo melhor!"? Eu aqui sem reação justifico-me: Quem leva a sério uma pergunta tola é tão tolo como quem a fez. E considerando que uma resposta branda desvia o furor, não há nada mais brando do que o silêncio. Não vingar-me é uma forma de perdão! "A quem perdoardes os pecados serão perdoados. A quem não perdoardes os pecados não serão perdoados” (Jo 20,22s). — CiFA

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⁠AVINGANÇA PEDAGÓGICA ("Não existe nobreza sem generosidade, assim como não existe sede de vingança sem vulgaridade." — Joseph Roth)
Hoje, lembrando daquele coordenador pedagógico que gostava de ensinar os professores a ministrarem suas aulas, mas quando faltava algum professor, ele não sabia o que fazer: Sala de aula, Deus me livre! Sobe a aula do faltoso, sobrecarregando os pontuais e minando a qualidade para o aluno. Confirmei que a alegria de pobre dura pouco mesmo, já agora, em meio dum feriado prolongado, momento de renovação em minha vida; volto à decadência: Não sou coordenador pedagógico; porém, preciso ficar atento para possíveis vinganças no âmbito profissional e tomar cuidado com as tarefas do trabalho para não ser acusado injustamente de erro. E por eu estar totalmente desprendido da vaidade, deixarei apenas minha capacidade falar alto. Estou tentando ser menos impulsivo, preciso assumir o controle de minhas emoções. Todo o meu problema é que eu tenho imaginação e carisma para chamar a atenção, tenho que vender meu trabalho até para quem não quer comprar. Todavia, o que importa nesse momento não é a visibilidade, é o teor da comunicação. Eu sou um erro... e você, perigoso! (cacofonia intencional). CiFA

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⁠POBRE VENDE SUA COMIDA. ("O homem que se vende recebe sempre mais do que vale." — Barão de Itararé)
Não há lei de conservação ambiental que funcione para os ricos. Não tem como não depredar, se o pobre deve levar comida para os ricos (ou dos ricos), eles são esbanjadores. Ninguém sabe tirar da natureza o necessário e repor. A farsa do mal da extinção. Disse Chico Xavier: "...desilusão de agora será benção depois"! A mãe natureza sabe por si só se restituir, embora alguns tenham que sofrer para isso. Que farão os ambientalistas quando a população mundial chegar aos 13 bilhões, prevista para 2050? Matar as pessoas...? Não preciso ser como muitos apáticos e sem opinião formada sobre nada, fingindo ser dedicado a meu trabalho, e usando o clichê: "sou pai de família trabalhador". Como pode uma pessoa sem conjecturas ser diligente? Se a água acabar, o oxigênio também acabará. Se a população dos humanos aumentar, as populações de animais também irão. No Cazaquistão comem cavalo; na China, cachorro. Ninguém morre de fome, especialmente os ricos. Os pobres comem dinheiro. CiFA

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⁠PROFESSORES INTERNAUTAS ("A internet excluiu as distâncias." — Georgeana Alves)
No velho normal, era assim: Os cursos a distância não tinham credibilidade, não tinha internet para enriquecê-los. Agora sim, são Confiáveis! Não existe mais cursos a distância. Os professores vivem interligados em reuniões pedagógicas, fazem planejamentos on-line, apresentam seu portfólio no PowerPoint, preenchem planilhas no excel, o diário de classe está no Gemul, Siap; tudo nas nuvens! As exigências da secretaria de educação não são mais exigências, apenas "Game of Thrones". As aulas são síncronas, por isso, não se vê mais os alunos chegarem ao 7º ano sem saber ler e escrever seu próprio nome, eles são protagonistas e participativos. Então, no estudo a "distância" obrigatória, devido a pandemia, apostam-se todas as fichas em nome da saúde; graças aos comandos dos "Joystick". Que venham a ordem e o progresso. Se está dando certo, tudo que se pratica hoje, deve continuar. Exceto o professor adoecer gravemente, não podendo se ausentar do "virtualismo", pois lhe é pedido um atestado médico enviado pelo WhatsApp. Ausentar-se das não-presenciais... Porém, não aguentando nem ir ao médico, fez a consulta pelo "zoom", justificando a ausência "não-presencial"; e ai dele se não... E a diretora que registra a frequência só lamenta da casa dela! (CiFA

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⁠ENGANADORES E ENGANADOS ("O rosto enganador deve ocultar o que o falso coração sabe." — William Shakespeare)
Certa vez, disse Fábio Leandro: "Achar falsos... Fácil demais; Achar verdadeiros... Muito difícil; Localizar os fingidos... Praticamente impossível! Mas, eis-me aqui no grupo dos muito MAIS difíceis. Lembrei-me dos urubus educados, vestidos de luto, que também se alimentam de carniça! Já os vi vestidos de ovelha (Em geral, os filhotes nascem claros), mas a falsidade deles não me devorou ainda, porque tenho veneno de sapo nas veias. Asqueroso é meu nome, do princípio ao fim! E não espero que MORRAM DE amores por mim! "Se ninguém lhe detesta, se ninguém lhe odeia, se você não irrita ninguém há algo errado como você" (Thalles Carvalho). Tipo assim: quando alguém concorda comigo, já acho que estou errado. CiFA

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⁠SÓ OBSERVANDO...("Para ser um bom observador é preciso ser um bom teórico." — Charles Darwin)
Hoje, sábado, contemplo a natureza, organizando-se: o sol está muito forte; um calor danado. Todavia, para mostrar que Ele (YHWH) está no controle, venta um pouco. Vi, em uma árvore de meu quintal, um pássaro preto, escondendo seus filhotes pretos e robustos em lugar seguro, na sombra das folhas. Ele prevê intempéries! Cá comigo, por eu não saber interpretar as dicas diretas, recebo-as dos que entendem melhor da voz de Deus. Contudo, quero marcar este momento com idealismo e ousadia, buscando experiências transformadoras em detrimento do simples e trivial, isso é o que vale; porém, só vai ser confortável se tiver sabor de novidade. A natureza é minha Bíblia! Mas, não preciso olhar diretamente para o sol, posso ficar cego.

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⁠DIPLOMA ADOECE AS PESSOAS ("Deus não procurará em vós medalhas, nem graus, nem diplomas. Procurará cicatrizes." — Elbert Hubbard)
NO VELHO NORMAL, ERA ASSIM: A Secretaria de educação dividira o ensino de Língua Portuguesa em: Redação e Gramática. Aí eu perguntei o que o Leonardo da Vinci achava disso, ELE DISSE: "Assim como todo o reino dividido é desfeito, toda a inteligência dividida em diversos estudos se confunde e enfraquece." Então, entendi por que o professor de Redação se opõe ao de Gramática e vice-versa! Eu já estava convencido de que quando fragmenta, enfraquece! Mas... Não tem como recusar os ensinamentos do sistema, o Diabo educa mais do que Deus, porque as desgraças humanizam as pessoas: desgraçados solidários, assim pretendem o corporativismo. E a religião humaniza Deus, manipulando a fé e vendendo bênçãos.
Por falar em desumanização das pessoas, ainda no Velho Normal, abordei uma professora com a intenção de desenvolver um relacionamento amoroso, tentei ser o mais delicado possível. Mas, respondeu-me que ela seria "areia demais para meu caminhãozinho". Trinta anos depois, ela solteira e eu, divorciado; é verdadeiro que o caminhão enferrujado e se desgastou, entretanto funcionando e continua do mesmo tamanho, e a areia diminuiu bastante, a enxurrada carregou uma boa parte. Embora agora esteja fácil de transportá-la, não vou mais me ocupar com isso. Os diplomas nos fazem arrogantes, afetado, ufano, esnobe, altaneiro, altivo, amaneirado, convencido, desdenhoso, desvanecido, empafiado, emproado, entufado, imodesto, insolente, jactancioso, orgulhoso, pedante, presumido, presunçoso, pretensioso, soberbo, sobranceiro, vaidoso, vanglorioso, assoberbado, alteroso, bizarro, cachaceiro, chibante, ereto, fátuo, ganjento, imperativo, imperioso, imponente, importante, indômito, inflado, jupiteriano, metido, nojento, ostensivo, prepotente, rompante, snob, topetudo, túmido, vão, ventoso etc. (CiFA

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⁠VIRANDO O DISCO EM DESUSO ("O oposto da vida não é a morte: é a repetição." — Geraldo Eustáquio de Souza)
Em tempo de pandemia, quando as escolas estão se arrastando para dar alguma aula do jeito que podem, os sindicatos e associações de professores conclamam para a greve de professor. Qual será a verdadeira intenção do movimento? Com uma pauta feminista, reivindicando liberdade e igualdade. Em tempos normais, greve de professor nunca teve sentido algum. Ninguém tinha prejuízo, nem o alunado, tudo se repunha, o imbecil ainda sou eu, perseguindo a coerência. Hoje em dia, até os médicos fazem greve lucrativa, tenho de me acostumar com essa ideia promissora. Pescador experiente sabe que se captura peixe grande com iscas grandes. Se a isca é o pequeno inteiro, de preferência ainda vivo, então enfeitiça lhes muito: um bom salário e a promessa de sobrevivência garantida, ou ainda o conforto tem sido o escorregadio para o caos. Todavia, quando a caça, desconfia e não cai na armadilha, odeiam-se novamente a caça esperta demais... Então a eficiência está em não trabalhar a mesma dinâmica em sala de aula, os alunos não prestam a mesma atenção da primeira vez; piada contada duas vezes perde a graça. CiFA

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⁠"VIDA DE GADO" ("Vida de gado. Povo marcado. Hora de mugir?" — Francismar Prestes Leal)
Hoje, até que seria um dia propício para eu viver uma vida socialmente promissora e aproveitar ao máximo a companhia das pessoas agradáveis. Mas, fui pego pela veracidade ideológica do ditado popular: "Quem fala o que quer escuta o que não quer." Todavia, exatamente hoje, que estou mais aberto aos diálogos, complicou-me! Pois estou sensível a reação dos que querem o meu próprio bem. Meio desconfiado, tenho de me afastar de pessoas manipuladoras; pois, por aqui, quase não existem, só alguns "gatos pingados". Contudo, na entrada da farmácia, havia uma advertência: "Só entre, usando máscara." Por isso, argumentei: — "Ora, já parei de morder as pessoas". Então, o simpático atendente disse-me: "Mas, continua latindo. Tome isto, use, é para nossa saúde." Ele me deu uma máscara! Na saída, pesei-me, e olhei no espelho acima da balança comunitária. E eu estava mais para gado do que para quaisquer outras coisas...! Estou até com uns quilinhos a mais! Fazer o quê? É vida de gado, mesmo. CiFA

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⁠O DESESPERO LEVA A LOUCURA ("Nunca foi sensata a decisão de causar desespero nos homens, pois quem não espera o bem não teme o mal." — Maquiavel)
A pandemia da doença psicossomática chega ao extremo. Como louco, um professor de jaleco branco, com máscara de proteção respiratória, utilizando um megafone no doze, sai gritando nas ruas, subestimando os alunos, pais e os aplicativos da internet. Já se sabe que propaganda volante perturba mais que ajuda vender algum produto; por isso, nas grandes cidades não se vê mais isso. É um louco para mostrar serviço! Dizia ele: — "Tragam suas atividades, enviem as fotos para seus professores. Estamos fechando o bimestre. Feche com um dez este bimestre! Alunos ... tragam hoje às 14h. Compareçam, não percam esse ano. Estamos apenas no primeiro bimestre, dá tempo para começar agora. Atenção, pais e responsáveis orientem os seus filhos".
A escola está sempre em demanda com a sociedade, sobre reconhecimento: moral e financeiro; e nesses pontos sociorreligiosos, que ensinam a transgressão dos bons costumes sociais, crendo na misericórdia da corrupção, matando o profissionalismo e o bom-senso não esperem o respeito se não se dão esse respeito! Mas acho que aprenderam com os alunos sobre o ganhar no grito. Será que vai dar certo?! Para mim é tudo novo, ou melhor, não existe nada novo debaixo do sol como já disse o Salomão da bíblia!

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⁠ALUNO FOCADO ("Não me siga, não estou perdido, mas não faço a mínima ideia de onde posso chegar..." — Márcio de Oliveira)
O adolescente acordou muito cedo, nesse dia! Foi ao banheiro, fez suas necessidades fisiológicas, tomou banho, depois tomou seu desjejum, escovou os dentes, arrumou-se, pegou seu material escolar e saiu para o colégio. Andou devagar, e as ruas estavam vazias. Estava diferente...!— Deve ser por que ainda está muito cedo! – pensou ele em voz alta. Continuou a caminhar e chegou ao colégio, mas não havia ninguém ali, todavia lhe nasceu uma esperança descobrindo a fresta do portão semiaberto. Empurrou-o um pouquinho mais e avistou o guarda assentado na área de dentro. Então gritou entusiasmado:— Seu guarda, hoje não tem aula, não?— Hoje é sábado, meu filho! kkkkk

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⁠DIA DA LÍNGUA PORTUGUESA, 5 DE MAIO ("Se escrever é arte, a Língua Portuguesa, só pode ser um OFÍCIO!!!" — Luana Cruz)
Eu sou professor Claudeci, Leciono língua portuguesa na escola João Pereira dos santos, aqui endosso Fernando Pessoa: "Minha pátria é a língua portuguesa." E para prestigiar o dia 5 de maio (mês das mães), no qual se comemora a língua portuguesa, compartilho com os amigos a digna renovação de minha experiência. Então, eu costumava dizer que se aprende a ler é lendo muito e a escrever é escrevendo muito, mas nessa geração dos eletrônicos, nunca se leu tanto e nunca se escreveu tanto, todavia está notório a decadência na escrita e interpretação textual entre o alunado. Por isso, reformulo meu conceito dizendo que se aprende escrever é escrevendo certo e se aprende escrever é escrevendo certo. O Mérito da questão é a qualidade em detrimento da quantidade. E parabéns para todos professores de língua portuguesa. CiFA

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⁠"UM ABISMO CHAMA OUTRO ABISMO" ("E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti." — Friedrich Nietzsche)
Vivemos em um mundo onde o oprimido também é opressor, tal qual, o violentado é violentador. Os humilhados alunos são os achadores de erros nos seus professores para humilhá-los da mesma forma que são humilhados pelo Sistema. Os alunos de antigamente nos tratavam com um "sim senhor", hoje é "queridão" e a relação professor/aluno ESTÁ cada vez pior. Eles entendem por elogio, "cantada". Deus me livre de colocar parabéns em suas redações, ainda mais, se for uma crônica falando da prática de outro professor da mesma unidade escolar em que trabalho. Para um futuro incerto, vazio, não há plano perfeito que o preencha. O que é planejamento, se a vida é sem sentido? Salmos 42:7-9 — "Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas têm passado sobre mim. Contudo, o Senhor mandará de dia a sua misericórdia, e de noite a sua canção estará comigo: a oração ao Deus da minha vida. Direi a Deus, a minha Rocha: Por que te esqueceste de mim? Por que ando angustiado por causa da opressão do inimigo?" (Cifa

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⁠"O BARATO SAI CARO" ("A gratuidade das escolhas nos leva aos abusos das decisões." — Valdeci Alves Nogueira)
O corrosivo da escola atual é o aluno "autodesmoralizado" e desacreditado, fabricado por si mesmo no emaranhado das muitas e estafantes modalidades e veículos de atividades inúteis. Se essa autonomia dá-lhe traços negativos, também, certamente, somar-lhe-á autoestima. Tudo depende do olhar de quem vê! Quem quer aprender aprende de todos os lugares e de qualquer forma; aprende até sem ter quem o ensine. O autodidata valoriza mais o que aprende. A pedagogia de Deus é diferente, motiva as pessoas a explorarem suas capacidades, coisa que a gratuidade e o "paternalismo" não fazem! O que os pedagogos modernos ainda não aprenderam, é que "Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo. — Paulo Freire. O que vale mais é o aprender com os exemplos raros de qualidade para serem valorizados. A quantidade é o pecado da internet. "Comer muito mel não é bom; assim, procurar a própria honra não é honra." Provérbios 25:27. (CiFA

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⁠CHAMADA VIRTUAL ("O tolo abre a cova onde o sábio enterrá-lo-á" — Alex Hilário)
No velho normal, quando os alunos ficavam fora da sala na hora da aula, era para dizer à coordenadora que o professor era ruim. Mas, se nem sabiam o que é ser aluno, vão saber o que seria um bom professor? Agora no novo normal vão pirraçar a máquina fria. O máximo que alguém pode fazer é desligar a sua câmera e o seu microfone para enganar o coordenador que está presente na aula síncrona. Antes, o professor era só calculista, hoje é frio também e distante, para se livrar dos bagunceiros segue o método deles, apenas desliga a câmera deles e juntamente com seus microfones ou, finalmente, exclui-o da sala virtual. Assim sobram poucos para o proveito das aulas virtuais. (Cifa

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