Texto de Amor Ensinamentos de Vida
Meu pensamento de Hoje...
Você já reparou a sua volta, burburinhos e barulho
Chamamos de dia - a - dia
E se do nada não tivesse os burburinhos e tão pouco o barulho
Como seria o dia... Um SILÊNCIO
Então imagina isso por anos o Silêncio
Sem o barulho , sem burburinhos e
Sem os sorrisos
Bom seria triste, então agradeça a Deus tudo que ele te proporciona e veja quem está ao seu lado sorria pra esta pessoa e diga:
- Eu te amo! faz toda a diferença.
Seja ele o Pai, a mãe, o filho, a filha, os sobrinhos ou irmão... Até mesmo o amigo. Declare pra vida o seu amor!
Shirlei Miriam de Souza...
Mãe...
Ser mãe, é ter a certeza da incerteza
é uma dadiva que consiste em ser e não ser...
É um tudo!
Um presente dos céus
A mãe, você é um tesouro tão raro
sua formosura é de encher os olhos de felicidade
Mãe, é um tesouro sem explicação
brilha mais que diamante
Reluz como uma estrela
Brilha no coração de quem a ama
Mãe, obrigada por tudo em minha vida
Sem você eu nada seria, te amo!
Shirlei Miriam de Souza
Pare com essas idéias fantasiosas, essas neuroses que tua mente fértil cria sobre mim
Essas verdades não são as minhas, essas verdades são apenas sua
Eu entendo que talvez você pense assim por ser exatamente o que Você faria, mas eu não querida. Eu me permito ser diferente. Quanto mais você define quem eu sou mais distante está de me conhecer.
Não basta apreender a verdade pelo pensamento, é preciso transformá-la num hábito ou posse permanente, e que só se obtêm pela remoção das distrações e pela concentração do intelecto. A concentração, como é óbvio, intensifica a atividade do intelecto, e nunca a suprime a pretexto de desenvolver supostas ‘faculdades superiores’. O termo ‘visão interior’ utilizado por todos os místicos, refere-se ao estado de evidência permanente que é alcançado pelo intelecto, e que nunca poderia ser alcançado pelo seu mero exercício esporádico e intermitente, e sim somente pela prática voluntária e regular.
Por outro lado, a possibilidade da corrupção não decorre de alguma falha constitutiva do próprio intelecto, mas do simples fato de que pensar é simultaneamente um ato lógico (portanto ontológico) e um ato psicológico (portanto biológico), respondendo simultaneamente, de uma parte, às exigências constitutivas da verdade e, de outra parte, às contingências e demandas do corpo em sua instabilidade e flutuação cíclica. Quando o pensamento é fiel à sua missão, quando ele se atém à universalidade lógica que reflete a permanência e a universalidade do ser, ele é o ‘intelecto são’ que conduz o homem à verdade. Quando, ao contrário, ele se deixa envolver pelas funções inferiores e se torna escravo da imaginação e dos desejos, ele mergulha na obscuridade subjetiva dos impulsos biológicos, e é o ‘intelecto doente’ que encerra o homem na prisão da mentira e da ilusão.
Hoje eu tô de véspera
Vivendo o direito de ser quem sou
Não tenho mais idade pra viver pros outros ou como os outros acham ser o certo
Não me iludo com tanta facilidade
Me permito falar sempre a verdade
Me permito calar quando não acrescento
Me permito ser responsável pelas minhas escolhas e não reclamar delas depois
Me permito trocar, mudar, tentar, cair, levantar e cuidar das minhas feridas e cicatrizes das experiências que adoro viver
Sou quase um arquivo científico, tentativas, erros e acertos
Não quero que façam por mim, eu mesma quero tentar
Não quero que falem por mim, quero que me dêem voz
Não quero facilidade, quero oportunidade
Não vivo a espera de apreciações
Quero o que é de verdade
Quero apenas amizades que me corrijam em minha presença e me defendam em minha ausência
Aqueles que me amam completamente exatamente como sou
Quero o leve, o correspondido
Quero intensidade
Saúde, vida longa e prazerosa!!!
Quero as essências, quero o que vem de dentro, quero o que acrescenta, quero o que me tira fácil um sorriso
Quero chegar e elevar os astrais
Quero continuar deixando um pouco de mim onde passo
Quero que me vejam com o coração, mas se não puder não fique, vá!
Quero os que me vêem além do aqui de fora, tão confundivel
Ao contrário do corpo que vai acabando, a alma cresce, me olhe por dentro
Quero a metamorfose de passar por essa vida com sentido
Quero remoçar o que perdeu o sentido
Quero olhar pelo próximo com o olhar de um ser humano que pensa que poderia ser eu ali naquele lugar
Quero manter a liberdade de aceitar sem julgar, de ter empatia
Quero lembrar que o universo é o reflexo do que eu transmito para ele
Quero agradecer pela vida
Quero agradecer todas as maravilhosas benfeitorias que aconteceram aqui dentro
Quero agradecer por existir alguém lá em cima que Nunca se esqueceu de um ser tão pequeno como eu
Quero agradecer o ato de SER.
Maria de Paula ( Nazaré)
20/03/2019
Deus para Spinoza é o único motivo da existência de todas as coisas. Deus é a substância única e nenhuma outra realidade existe fora de Deus. Ele é a fonte única e Dele surgem todos os outros elementos. Deus existe em si e foi gerado por si, para existir ele não necessita de nenhuma outra realidade. A essência de Deus pressupõe a sua existência. A substância divina é infinita e não é limitada por nenhuma outra, ela é a causa de todas as coisas existentes, que por consequência são manifestações de Deus.
Assim sendo, nada existe fora de Deus, e tudo que existe é uma forma de Deus, não como uma criação sem regras ou espontânea, mas seguindo as leis da natureza e respeitando a possibilidade de agir com vontade própria.
(o conceito de Deus em Spinoza)
Sobre o direito, Spinoza afirma que existe no mundo um ordenamento essencial, e dele vem o direito natural que tem por origem Deus. O direito natural é para o filósofo as normas que dirigem a natureza. As regras através das quais a natureza se ordena estendem-se até o limite do seu poder. Se o homem seguir as leis da natureza, estará seguindo também as leis de Deus. Se os homens seguirem as regras e ensinamentos recomendados pela razão, o direito natural irá se expressar através dessa razão, que é a natureza do homem.
(da filosofia de Spinoza)
Os pontos básicos da doutrina religiosa que fundamentam a fé universal para Spinoza são os seguintes:
1 - Deus existe e é justo e misericordioso;
2 - Deus é único;
3 - Deus está em toda parte e conhece tudo;
4 - Deus domina tudo e faz tudo;
5 - Cultuar a Deus é ser justo, caridoso e amar o próximo;
6 - Quem viver desse modo será salvo, os outros não;
7 - Deus perdoa quem se arrepender.
O objetivo da fé é a obediência, o objetivo da filosofia é a verdade.
(da filosofia de Spinoza)
Me juraste,
Me juraste a eternidade
Me juraste o infinito
Me juraste tanta coisa e eu só fiquei com o vazio
Eu sei, eu também jurei
Mas eu cumpri o meu papel
Fui tua amiga, tua irmã, tua mãe, tua companheira, tua confidente, tua parceria, fui tua
Mantive a Fidelidade embora não tivéssemos assinado nenhum papel, nenhum contrato, mais que isso fui leal
E eu te amei com toda a minha força e eu desejei a eternidade com você, e eu quis que tivéssemos casado de verdade, eu quis ter filhos com você, mais que isso eu queria tua felicidade e sua felicidade até hoje é a minha
Eu entendia você,
Eu amei cada detalhe, inclusive seu defeitos
Em 1891 dias mais ou menos, nas 24 horas que tivemos ali, sempre do início ao fim eu fui verdade
E ainda sou
É claro que ainda amo você
Mas como você me disse uma vez, é um amor diferente hoje
Mas eu sempre estarei por você, eu sempre irei me preocupar, eu sempre irei pedir a Deus que fique feliz
Que a vida seja leve como a manhã de um dia de férias!
O homem e a mulher é livre de tudo que sabe,mas é escravo de tudo que ingnora...
Vivemos hoje um verdadeiro mercado da fé. Pregações vazias, repletas de erros e também heresias.
Muitos dos problemas que a religião produziu através dos séculos, vem da concepção de que a religião tem em Deus um ser algo distinto de nós,a quem devemos adorar cultivar e agradar, esperando ser premiado no fim da minha vida com a salvação.
Deus não é isso!!
É uma blasfêmia.
Deus é uma coisa mais ampla, muito associado a religião.
E a religião assombra o mundo com seus dogmas.
Fez mal as mulheres,as pessoas oprimidas,ao world trade Center etc..
Ainda assim, temos no mesmo ponto,uma epidemia de uma grande ciência.....a ciência que mais se aproximou pra explicar os ensinamentos de Jesus,de que uma semente de mostarda era maior que o reino dos céus...foi a física quântica.
A forma como está sendo contada a história está equivocada e em busca do conhecimento moral e social devemos nos livrar da prisão mental chamada religião.
Deixando de lado o sentimento cetisista,o que mais importa é nossa fé,amor ao próximo e seguir o fluxo da vida.
Sobre a existência de Deus,isso não tenho dúvidas.... Quanto a Bíblia nada tira sua veracidade, porém ela é baseada em uma história muito mais complexa e antiga e isso não é ensinada nas escolas..... trata-se de abrir a mente e se livrar do mito religioso
Deus é muito mais que isso...
Baseado nas mais recentes descobertas arqueológicas,na antiga Mesopotâmia, Egito,Turquia e outras civilizações antigas,não é difícil compreender que o cristianismo bem como todas as crenças teístas são a fraude desta era,pois se basearam em mitos e epopéias para manipular sociedades através da FÉ.
As Religiões Serviu para afastar os seres humanos uns dos outros e da mesma maneira do seu meio natural.
Sustenta a submissão cega, do ser humano a autoridade...
Reduz a responsabilidade humana sobre a premissa de que "Deus" controla tudo.
E que por sua vez os crimes mais terríveis podem ser justificados em nome da perseguição divina.
E o mais importante,dá poder aqueles que sabem da verdade e usam o mito pra manipular e controlar pessoas...
O mito religioso é o mais poderoso dispositivo já criado e serve como base psicológica para que outros mitos floresçam ou justifiquem.
É isso mesmo??
Que Homens praticamente surgidos das cavernas e usando cálculos de matemática avançada, em um universo infinito, e somente este planeta com seres vivos?!!
A humanidade é muito pretensiosa...
A história conta outra coisa,e devemos abrir nossos olhos para a verdade que há lá fora.
Existência
O saber existencial
Onde saber que existimos
Mas, se comparando a tudo que
Podemos saber,
O que realmente se sabe,
Além da superficialidade,
Da atual Sociedade,
Do Racismo e preconceito
Na contemporaneidade
Ou, No que consideramos
Humanidade
Em que grande parte das vezes,
Nem sabemos se é realidade,
Ou mera ilusão,
Da grande Cidade.
O sorriso é a luz do ser humano.
O sorriso é a luz da alma, é o brilho dos olhos, expressão de pura felicidade.
O sorriso encanta, conquista ...
Não importa o seu tamanho e sim a beleza que ele causa.
Um simples sorriso estampa na face a alegria.
Enquanto estiver sorrindo, a tristeza não chega.
Aquele que tem uma necessidade extrema de se mostrar melhor e superior aos demais, tem dentro de si a certeza da sua inferioridade e para isso precisa apresentar a sua platéia situações criadas por este para diminuir e taxar os outros.
São pequenos seres que encontramos na vida, sempre envolvidos em fofocas, intrigas e dissensões.
Levam uma vida sempre condizente com o seu estado de espírito deplorável.
A relatividade está em tudo que é material e o que conserne a consciência terrena.
Dia e noite, sim e não, riqueza e pobreza, alegria e tristeza. O oposto e a inconstância faz parte da natureza para produzir o equilíbrio e constante amadurecimento... Nem tanto e nem tão pouco.
Mas a relatividade só não cabe para questões espirituais, pois transcendem a vida terrena e a capacidade intelectual humana.
"Nenhum intelectual pode estar realmente próximo do seu povo quando sua definição de 'povo' provém de um estereótipo sociológico -- quando não ideológico -- e não de uma elaboração abstrativa feita a partir dos dados da vivência pessoal. A vivência pessoal, por sua vez, não liga o indivíduo ao 'povo', assim genericamente, mas se dá através da família, do bairro, da cidade, das raízes pessoais enfim. Por isto, dentre os intelectuais, aqueles que melhor expressaram o sentimento do povo brasileiro chegaram até ele por meio de suas recordações pessoais, como o fizeram José Lins do Rego, Ariano Suassuna, Antônio de Alcântara Machado e Gilberto Freyre.
Já se você aborda o povo por meio de idéias como 'classe', 'revolução' ou 'cidadania' etc., você só enxerga as partes dele que se encaixam, mais ou menos, por mera coincidência, em esquemas produzidos pela casta intelectual, condutora das revoluções. Um povo, em si, não é nunca revolucionário, não é nem sequer progressista. Um povo é sempre conservador, apegado a recordações e tradições. Quem não valoriza o passado e as tradições não pode conhecer o povo, porque não sente como ele. A vida popular é feita de emoções simples e milenares. A vida de família, por exemplo, é o coração da vivência popular. Que não ama essas coisas não pode compreender o povo."
(Revista Mundo Multicultural, ano 1, edição nº 12, de dezembro de 2001)
E a Justiça sem justo!
É justamente falha essa falha justa...
É o juiz o justo, do mau justo?
E o justo será que justiça a para esse justo?
É o jeito de ser do brasileiro!
É esse o mesmo o jeito de ser e sair ileso?
É esse tal jeito que dar jeito, em Tudo que É o jeito, da justiça dar jeito?
É como daremos Jeito nesse jeito ser...
É com Jair se acostumando com o Jair!
É o mesmo Jair que não estava com o JBS.
É o mesmo Jair que Janot não o injustiçou.
É o Jair, então e melhor Jair se ajustando.
E será justo a justiça será quando o Jair
E Seu Jeito Chegar o e jeito será ser justo!
E justo o Brasil será com Jair!
Respeite a força da sua mente.
Você sabe a força que tem seu espírito?
É aquela energia, que sendo parte do infinito,
Concede-lhe tremenda força para atrair o bem e produzi-lo em si.
Pense sempre,
No que de melhor você puder pensar…
Atraia sobre si a saúde, pensando em coisas saudáveis.
Provoque alegria, pensando muito na felicidade.
Aumente o bem que está dentro de você,
Conscientizando-se de que você foi feito para possuí-lo.
Acredite, na força que lhe foi concedida,
Use-a para ajudar o próximo o melhor possível,
Transmitindo-lhes, somente o amor e a verdade!
A inveja é o mais dissimulado dos sentimentos humanos, não só por ser o mais desprezível mas porque se compõe, em essência, de um conflito insolúvel entre a aversão a si mesmo e o anseio de autovalorização, de tal modo que a alma, dividida, fala para fora com a voz do orgulho e para dentro com a do desprezo, não logrando jamais aquela unidade de intenção e de tom que evidencia a sinceridade.
[...] A gente confessa ódio, humilhação, medo, ciúme, tristeza, cobiça. Inveja, nunca. A inveja admitida se anularia no ato, transmutando-se em competição franca ou em desistência resignada. A inveja é o único sentimento que se alimenta de sua própria ocultação.
O homem torna-se invejoso quando desiste intimamente dos bens que cobiçava, por acreditar, em segredo, que não os merece. O que lhe dói não é a falta dos bens, mas do mérito. Daí sua compulsão de depreciar esses bens, de destruí-los ou de substituí-los por simulacros miseráveis, fingindo julgá-los mais valiosos que os originais. É precisamente nas dissimulações que a inveja se revela da maneira mais clara.
As formas de dissimulação são muitas, mas a inveja essencial, primordial, tem por objeto os bens espirituais, porque são mais abstratos e impalpáveis, mais aptos a despertar no invejoso aquele sentimento de exclusão irremediável que faz dele, em vida, um condenado do inferno. Riqueza material e poder mundano nunca são tão distantes, tão incompreensíveis, quanto a amizade de Abel com Deus, que leva Caim ao desespero, ou o misterioso dom do gênio criador, que humilha as inteligências medíocres mesmo quando bem sucedidas social e economicamente.
Desde a Revolução Francesa, os movimentos ideológicos de massa sempre recrutaram o grosso de seus líderes da multidão dos semi-intelectuais ressentidos. Afastados do trabalho manual pela instrução que receberam, separados da realização nas letras e nas artes pela sua mediocridade endêmica, que lhes restava? A revolta. Mas uma revolta em nome da inépcia se autodesmoralizaria no ato. O único que a confessou, com candura suicida, foi justamente o 'sobrinho de Rameau'. Como que advertidos por essa cruel caricatura, os demais notaram que era preciso a camuflagem de um pretexto nobre. Para isso serviram os pobres e oprimidos. A facilidade com que todo revolucionário derrama lágrimas de piedade por eles enquanto luta contra o establishment, passando a oprimi-los tão logo sobe ao poder, só se explica pelo fato de que não era o sofrimento material deles que o comovia, mas apenas o seu próprio sofrimento psíquico. O direito dos pobres é a poção alucinógena com que o intelectual ativista se inebria de ilusões quanto aos motivos da sua conduta.
[...] Se esses movimentos fossem autenticamente de pobres, eles se contentariam com o atendimento de suas reivindicações nominais: um pedaço de terra, uma casa, ferramentas de trabalho. Mas o vazio no coração do intelectual ativista, o buraco negro da inveja espiritual, é tão profundo quanto o abismo do inferno. Nem o mundo inteiro pode preenchê-lo. Por isso a demanda razoável dos bens mais simples da vida, esperança inicial da massa dos liderados, acaba sempre se ampliando, por iniciativa dos líderes, na exigência louca de uma transformação total da realidade, de uma mutação revolucionária do mundo. E, no caos da revolução, as esperanças dos pobres acabam sempre sacrificadas à glória dos intelectuais ativistas.
Para Perdoar
Sempre, em todas as vezes desprezado
Esqueci o quanto era bom se sentir sozinho
Insistindo em ter amizades do lado
Como se tomasse água e sentisse vinho
O que é real quando me sinto frustrado
Quando sinto que apenas estou sendo controlado
Controlando as emoções de um tolo novamente
Sempre com tolas pretensões
Onde nada é importante, quando a voz sempre mente
Me controlando, um tolo novamente
As tardes vazias que juntos estávamos
Inebriados por um perfume adocicado
Quando nós passávamos o tempo e nos olhávamos
Achei que aquilo era amor (Como estava enganado)
Controlado como um tolo novamente
Com minhas fúteis pretensões
Chorava minhas lágrimas, nada mais é importante
Um tolo com controladas ações
Eu perdoo o que de você não tive
Como eu perdoo o que não senti
Nada mais é importante para mim
Eu senti minha perda
Eu vi seu sorriso vazio em minha direção
E por um momento percebi que era tristeza
Aquilo que você queria não era meu coração
Eu sempre achei que amava até perceber
Então eu fingi, sorri de volta pra você
Controlando o tolo novamente
Com minhas fúteis invenções
Achando que vê-la sorri era mais importante
Mesmo sendo controlado nas ações
