Texto de Amor Ensinamentos de Vida
Semente, corpo, flor, fruto, semente.
As pétalas vão caindo... ...todo dia todo dia todo dia...
E vão nos despindo, revelando... ...todo dia todo dia todo dia...
Exalo os perfumes, oferto os frutos!
Mas não esqueço das sementes das sementes das sementes... ...todo dia todo dia todo dia...
(Nepom Ridna)
Ta difícil?
Ta triste por não obter a vitória?
Que tal; perceber um pouco mais o que você já possui.
O que você já conquistou!
Será que você precisa de muito mais?
Se sim; não desista! Tente mais quantas vezes puder e for necessário para obter o que deseja.
Mas, enquanto isso;
Desfrute o presente! Delicie-se com esse momento.
Isso é a vida.
Isso é viver.
(Nepom Ridna)
"A Terapia ainda é vista como coisa de louco? Se respondeu que não, é porque você sabe da importância! Qual o nome de seu terapeuta? Se não respondeu é porque no subconsciente, você ainda acredita um pouco nesta crença social! Reflita:
Autoconhecimento e Crescimento é libertador?
Ferramentas para a Vida facilita o processo?
Saúde Mental é prioridade?
Investimento Duradouro(eu vejo o preço ou valor a ser agregado?)
Desmistifica Preconceitos?
Nenhum ativo do mercado financeiro te renderá tanto o quanto você investir em si mesmo(a)!
Então o que é terapia para você?"
Poema da vida
"Como as vidas são vividas?
Elas são, padrões e crenças limitantes repetidas!
Beijamos as mãos apontadas, que nos tornam julgadas!
Cuspirmos nas mãos estendidas!
Os julgadores temus que ficar abraçandos (as)!
Os abraços acolhedores, ignoras!
Dizer ao companheiro (a) o hoje é o que pra tu importas!
Mas, 'os ontens', viveras a depressão, que se torna fantasmas!
O passado importa-te ou tu não importas?
As vozes internas que me fazem SER, dia a dia, não são às minhas!
Digo não me importar, mas em tudo na minha vida há quem opina!
Respeito não é! Pois o medo não me deixa ser respeitado (a)
Ou apenas, nas prisões afetivas é que a vida não me faz sentir merecedor(a)!
Há quem diz, prefiro está certo(a)!
Ou como quem brinca, prefiro em paz está?
" Humanizado, Carlos Henrique)
A vida; incansavelmente insiste em nos mostrar quê somos só a existência,
só o que fazemos, posteriormente só os nossos atos ficarão,
coisas dignas, boas e construtivas que mereçam ser lembradas,
ou uma existência de atitudes futeis, imbecis e egoístas
que melhor seria fosse esquecida.
Vejo que talvez seja o momento de o ser humano repensar em tudo em que acredita ou tem como exemplo, analisar, e ver se a conduta daquilo que segue ou participa
condiz com aquilo que pregam ou dizem que é certo
Se aqueles que falam do exemplo a ser seguido
foram ou são realmente algum exemplo de boa conduta ao longo da vida
não precisa pensar ou procurar muito
O comportamento denuncia
Complicadas as divergências em relação a relaxar a quarentena, até porque na linha de frente é o povo e o pequeno empresario que estarão
O grande empresário, na possibilidade do pior, tem estrutura para se manter recluso por tempo indeterminado
e meios como helicóptero, avião etc, para se deslocar e proteger a própria família
O povo, tem como única arma o seu bem mais valioso
a própria vida
Seu argumento só será válido quando você tirar ele da cabeça e testar o poder da sua ideologia na reação alheia.
Mirar em uma pessoa é tortura.
Como vai ser a sua construção sentimental?
Sem ação não há reação, tudo que está parado não evolui.
A razão da vida é a coleção de sentimentos bons que podemos ter.
Só você sabe sua forma de sentir, e se não souber, vai trilhar a história de alguém.
O ser humano procura títulos, filosofias e religiões para justificar a sua própria existência.
Nenhuma dessas é capaz de explicar ou dar sentido a vida.
A vida é o espetáculo organico, biologico e mutável que da sentido a todas construções socias, filosóficas e políticas.
O sentido da vida é subjetivo e proporcional a percepção única de cada indivíduo.
A procura de sentido da vida em regras de massa é a fuga da realidade individual, a única capaz de proporcionar algum sentido real a vida.
A crença nas filosofias, títulos e religiões são fugas da realidade e de nada valem para a busca de um propósito de vida.
Viver a procura de reconhecimento faz parte da ilusão do ego humano, é necessário ser criador de sua própria filosofia, sem desejo de ter seguidores ou de seguir, apenas ser livre em seu próprio sentido da vida.
No palco vasto da existência,
Onde a vida dança em fluência,
Humanos e bananas em harmonia,
Com ancestrais na mesma melodia.
Genomas como manuscritos divinos,
O destino de cada ser tece fino,
Cada um, um universo singular,
Na trama da vida a se entrelaçar.
Um ancestral remoto, a história desvenda,
Onde toda vida se comanda e se agenda,
Humanos e bananas, formas diversas,
Mas unidos pela mesma força imersa.
No DNA, o segredo da vida se revela,
A essência da existência em cada senda,
Uma epopeia narrada pela evolução,
Cada espécie, uma encantadora canção.
No jogo das nações, o capital impera,
Na busca alucinante pelo lucro que hoje se espera.
Riquezas são cobiçadas, terras são tomadas, e nas entranhas do sistema, a guerra é forjada.
Onde os interesses econômicos ditam o caminho, o povo sofre calado e sozinho.
Indústrias bélicas prosperam, alimentadas pela ganância, enquanto corações partidos se acumulam a distância.
A competição voraz, a busca pelo poder,
Leva civis alienados a se enfrentar, mesmo sem querer.
Em nome do mercado, vidas são sacrificadas, e o ciclo vicioso da guerra nunca é questionada.
Mas quebrar as correntes do capital, é possível sim, escolher o caminho da paz, um futuro de amor humano enfim.
Leve na mente
algo que não pesa na vida.
Eleve a mente
àquilo que não causa ferida.
Se não for o que te faça crescer,
Se não for o que te faça existir
Deixa pra lá, o que não vale é sofrer,
Deixa pra lá a isso não vale insistir.
Sentimento bom
nos causa prazer.
Sentimento bom
Deve se refletir.
O que há por dentro
Vai prevalecer,
O que há por dentro
Tem que ser bom e se expandir.
Eleve a mente
A mente leve.
É Crescer e Evoluir.
Arlindo Vida’Boa
Arlindo Vida’Boa fugiu da crise econômica de seu país,
Veio tentar, outra vida boa, aqui pelo Brasil.
Fincou pé numa metrópole, de águas quentes e boa brisa,
Esqueceu-se de se abstrair da realidade convincente, das grandes capitais.
Os arredores são cruéis, não são pintados a pincéis.
Arlindo Vida’Boa!
Não é de brisa que se vive em terras de coronéis.
Guerrilha da vida
Ei! menino...
Você está aí carcomido?
Está precisado de uma semideusa?
Por afugentar seus pensamentos
Necessita de um Deus para a sua semiologia?
Por que?
Desapegou o seu olhar aflito das estrelas...
Desdenhou da única possível certeza...
Amesquinhou a lógica da natureza...
Abominou o coquetel molotov que criou...
Ei! menino...
Tem de dar conta da rosa
E não esquecer dos espinhos.
O vergel é lindo mas têm daninhas
Pisoteie somente o que for preciso
Mesmo sendo no pomar do agreste
A escolha não pode ser antagônica.
A bomba cai e, muitas vezes acerta o alvo
Nenhum movimento é sempre preciso
Mas não subestime os pressupostos
Que pode ser o míssil direcionado
Ao não contestável.
Ei! menino...
Acertaram precisamente no seu coração?
E nem se importaram?
Sentiu o sangue na garganta?
E você não morreu?
Então, porque não levanta?
Sabe menino...
Não se ergue por não saber que foi atingido
A arma está em sua mão.
Não treinou o suficiente
Seu aprendizado foi apenas disfarçado
A sua escolha é ficar amotinado
Protegendo os que estão em seu patamar ideologizado.
Ei! menino...
Engole esse sangue amargo
Ajude a alguém a carregar as pesadas armas
Mostre o seu ânimo mais aguerrido
Ao menos assim, poderá não ser um alvo surpreendido.
Vidão
não tenho preocupação
Deito na rede
admiro a constelação
Se não quero inverno
tenho verão
Se tem discussão
eu sempre com razão
Falta dinheiro hoje
logo ali, arranjo muito tostão
Para cara sisuda
abro um sorrisão
Se alguém está perdido
eu considero ilusão
Viver de sonhos?
Não vivo, não
Se tem lagosta, eu como
senão, cai bem uma porção de berbigão
Compro um cajado pra pagar promessas
e, vou mesmo é de carrão
se mais distante, navio ou avião
No lombo do burro
visito o sertão
Se tem swell
entro no tubão
senão, pego jacarezão
e vou levado um vidão
fazendo mochilão
por esse mundão
Se chateia comigo, não
Tchau, tiozão.
Conto da vida real - 1
Dalila deixou a sua vida segura para ir viver com Augusto. Partiu sem olhar para trás, fascinada em conhecer o que havia de interessante do outro lado do atlântico, culturas, novos lugares e estar com a sua paixão, o Augusto.
Não se passou muito tempo e Dalila estava encantada com tudo que vivia. Mas, em uma ocasião, sem que ela tivesse astúcia para perceber, lá também tinham as suas coisas esquisitas.
Depois de viver muitos anos por lá e desistir de tudo, Dalila começou a recordar de muitas dessas coisas, situações que a paixão não permitia que enxergasse. Foi então que Dalila me contou uma delas, dentre tantas outras que veio a contar mais tarde. Vou relatar a primeira, deixando as outras para adiante.
Era uma noite fria, ela não se lembra bem se já era inverno, poderia ser uma noite de outono. Augusto ainda não se tinha deixado conhecer plenamente por Dalila, aliás, nunca se deixou conhecer, mas sempre a tratava com muito carinho e desvelo. Os dois saíram naquela noite e foram à Nazaré, um sítio de praias bonitas e turísticas, lugar que Augusto conhecida muito bem, pois passou a sua infância, adolescência e continuou a frequentar freneticamente na vida adulta, conhecia cada ruela de casas antigas e bem conservadas, muitas ruelas não se entrava com o carro.
Dalila já não muito jovem, estava entrando na idade dos seus 40 anos, mas ainda tinha lá um charme que encantava e, em sua cegueira por Augusto, lhe confiava a sua proteção diante do novo. Tanto Augusto quanto Dalila gostavam da boêmia e bebiam uns copos para se divertirem.
Naquela noite, depois de não beberem muito, estavam alegres e sorridentes, quando Augusto encontrou três pessoas, uma mulher e um senhor, ambos de meia idade, e um terceiro senhor mais jovem e de boa aparência, usava um sobretudo, talvez de cor preta ou cinza escuro, na luz da noite não se fazia possível perceber bem. Foi então que algo muito estranho aconteceu.
Dalila não compreendeu o que Augusto conversou com eles, estava mais para sussurros do que para uma conversa descontraída. Augusto pega na mão de Dalila e a puxa, quanto ela pergunta para onde iriam, ele responde, vamos até um lugar com essas pessoas, pessoas mesmo, que ela nunca soube os seus nomes.
Caminharam um pouco pelas ruas estranhas da Nazaré e o senhor mais velho abriu uma porta, vagamente Dalila se lembra que mais parecia estarem entrando em um porão. O ambiente era mesmo muito estranho com algumas mesas e bancos de madeira, e também algumas cadeiras, não havia muita coisa lá dentro, e com pouca iluminação, era como se estivessem num mausoléu de tamanho maior, tudo muito fúnebre.
Dalila se lembra que serviram uma bebida que continha álcool, não sabe que tipo de bebida, também não sabe o que adicionaram na bebida, porque ela se sentiu diferente depois de ingerir alguns goles, e parou imediatamente de beber. Augusto ficou conversando com o senhor e senhora mais idosos e deixou Dalila sem muito ambiente e a solta. Dalila são sabe dizer se Augusto estava a fazer tudo com algum propósito, com certeza Dalila sabe que Augusto, homem da vida e bem vivido, de inocência não tinha nada.
Passado alguns minutos, o senhor de sobretudo e mais bem aparentado, começou um diálogo com Dalila, conversa estranha de gente esquisita, ao ponto de dar uma cantada na Dalila como se ela fosse uma mulher da vida. Ela percebeu que tudo aquilo era extremamente novo para ela, era o submundo que nunca havia conhecido e, sutilmente se achegou a Augusto e disse para irem embora que a conversa não era agradável. Mais estranho foi a atitude de Augusto, sem titubear e nem pegar na mão dela, saiu muito furioso e a andar depressa sem esperar por Dalila, que saiu correndo atrás de Augusto que já se retirava do recinto.
Caminhando apressadamente, Augusto na frente e Dalila atrás sem entender nada, foram até o carro e se dirigiram para casa e, nunca mais falaram sobre o ocorrido.
Dalila e Augusto voltaram muitas vezes na Nazaré e, Dalila se lembra em ter visto o tal senhor do sobretudo, mais de uma vez, ele fingia que não a conhecia e ela também. Dalila nunca comentava nada com Augusto.
Passaram-se alguns meses e Augusto falou para Dalila que o tal senhor mais velho havia falecido. Dalila pensou... estranho Augusto se interessar sobre a vida e a morte de uma pessoa tão esquisita... Teria Augusto mais conhecimento naquelas pessoas que ela não percebia? Seria Augusto tão estranho quando eles? Queria Augusto em conluio com aquelas pessoas testá-la, por não a conhecer bem e não ter certeza de quem ela realmente era? Queria Augusto que Dalila fosse uma mulher da vida para conseguir proveitos financeiros? Era Augusto um atravessador de prostitutas e se deu muito mal com Dalila?
Hoje Dalila sabe o quanto foi míope durante alguns anos. Sim, o homem que ela prezava tem como resposta, para todas as perguntas mais negativas que ela se fez e faz sobre ele, positiva. Augusto é do submundo.
A Vida
A vida não é assim
Com beleza maquiada
Para demonstrar felicidade
Muito além do normal,
Viver de trocas
Inventar novos passeios
A tentar preencher o vazio do peito
Ilusão afoita do esperançado perfeito
No desencontro do próprio eu,
Os olhos passam a carregar um olhar cansado
O corpo a ficar esquálido
E o sorrir constante e aberto
Sem alegria,
Bonito talvez fosse
Abstrair-se do imaginário
E internalizar que a felicidade
Pode vir de uma vida minimalista, serena
Mais real e plena.
Que a luz da palavra venha iluminar o cristão.
Ah obediência vai nos levar ao céu.
Que da parte de Deus venha o renovo de cristo para sua vida.
Serdes sábios no entendimento e no saber.
Seje onde for pregai o conhecer de Deus.
A palavra de Deus é vida para te purificar da maldade
A tua fé vai ser de grande valor, e valores espirituas. E claro sedes humilhados perante Deus, no seu tempo Ele te exaltarar, no seu proposito e no devido tempo ele te honrará, na sua vida hoje mesmo
Receba vida agora Ele vai te levantar, não fiqui aí caido não, ele tem promesas, ele vai te abençoar não duvide creia nisso,
Mantém o foco de cabeça erguida e não olhe para traz, passado é passado, ja ficou para traz,
Sonhe e isso Ele vai realizar seu sonho. Deus vai fazer você próspera siga em frente deus te abençoe!
Até onde vai a paciência humana? A resignação? Só Deus sabe.
Quando a gente acha que está chegando no limite, se supera. E até onde isso é saudável? Em que, realmente, vale a pena canalizar a própria energia?
A vida vem com seu movimento, surpresas, encontros, desencontros e a gente navegando nesse mar aberto, aqui e acolá uma ou outra barquinha se aproxima e entre amigos e amores a gente tenta remar juntos. Pensa remar juntos. Vez em quando o marasmo quer cercar e Deus me livre dele! O controverso "chove e não molha" só existe pra testar a gente. Mas até quando... ?
"Eu sou eu e minhas circunstâncias", disse José Ortega y Gasset, e ele estava certo. Faça por si pra merecer o que é seu! Trace seu caminho, irmão. Dê à sua vida a direção, não espere acontecer. E não viva da paciência alheia, não abuse dela, nem se iluda com uma suposta paciência consigo mesmo que lhe paralisa e acomoda. Ser paciente não é sinônimo de não saber o que fazer da vida, isso se chama crise existencial e às vezes a gente está mesmo sujeito a ela. E dá de sair quando se quer.
Mas vá lá, sem crise! Tome um chá de vergonha na cara, almeje uma meta razoável e siga em frente. Um passo de cada vez na direção dela, mas sabendo onde quer chegar. Agora sim a gente pode falar de paciência.
Chega de libertinagem! Tolo é o homem e mulher que confunde liberdade com libertinagem. Liberdade é responsabilidade, é o bom senso de agir dentro dos seus direitos sem ferir aos direitos alheios. As "coisinhas sem importância" para um, podem gerar grandes transtornos para outros, por isso meu direito termina onde começa o seu. É tempo de trazer a própria conduta a um exame profundo de consciência, é tempo de renunciar ao que aflige o espírito e abala a moral, é tempo de transição. Na natureza nada se perde, tudo se transforma, esse é o maior poder que Deus concedeu ao ser humano: a própria TRANSFORMAÇÃO... E isso demanda renúncias.
A quem mais é dado, mais é cobrado e a vida cobra sério. Pobre daquele puritano que se julga superior às falhas alheias e não se dá ao direito de aprender com elas, mas tem facilidade de se colocar no lugar de julgar e condenar a quem quer que seja. Frente aos erros e acertos de meus amigos, renuncio aos erros e me abraço aos acertos, porque sei o bem que já me fizeram e sei que somos todos sujeitos a falhas. Um quadro branco com algumas manchas pretas, continua sendo um quadro branco.
A vida bate, irmão. Mas quando bate, ensina!
