Texto de Amor Ensinamentos de Vida

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Consciência Negra


Raízes ancestrais, história a contar
De luta e resistência, um povo a brilhar
No calor da África, a herança a se erguer
Um legado de força, que não pode perecer


Nos olhos da negritude, um orgulho a flamejar
Cada curva, cada tom, uma beleza a proclamar
A dor das correntes, a luta pela igualdade
Mas a voz se ergue, em busca de liberdade


Símbolo de resistência, um povo a se levantar
Zumbi, Doba, Luanda, um legado a honrar
A consciência negra, um grito a ecoar
Pela justiça, pela igualdade, sem cessar.

Quando ordenado por uma figura de autoridade, até que ponto uma pessoa comum está disposta a fazer sofrer um inocente?


Mataram Jesus colocando em causa a prova social!


A sociedade e as autoridades sabem realmente o que falam!


Duvidar nunca é muito!
Até que ponto você chegaria? Mataram Jesus colocando em causa a prova social!


A sociedade e as autoridades sabem realmente o que falam!


Duvidar nunca é muito!
Até que ponto você chegaria?

A direita:
A lealdade é até onde se convém, depois é cada um por si, em que "uma mão lava a outra" é a definição de companheirismo;
Defendem apenas suas próprias famílias;
Defendem a destruição e desmatamento do meio ambiente em prol do progresso de alguns grupos seletos;
Usam uma única religião e um patriotismo ditatorial tosco como refúgio e fachada para seus verdadeiros interesses;
Prezam pela cisão e polarização social e no individualismo e em apenas grupos elitistas, aristocratas, oligárquicos com mesmos propósitos escusos;
As leis e regras não são aplicadas a eles pois são os mesmos que as fazem ou usam o lobby para isso;
Todos criminosos são apenas da esquerda e cometem crimes motivados por interesses ideológicos;
Cultura é onde se cultiva soja, milho e trigo para alimentar a agricultura animal e não pessoas.
Viés de Confirmação e Falácia do Espantalho são as únicas formas de argumentações e diálogos, com exageros, fatos falsos, incompletos e mentirosos.


A esquerda:
Têm forte lealdade e companheirismo;
Defendem suas famílias e a de todos os outros;
Defendem o progresso com sustentabilidade com o mínimo de impacto ao meio ambiente;
Qualquer tipo de religião e diferentes manifestações de fé e a valorização e soberania nacional é de interesse coletivo;
Prezam pela união e coletividade entre as classes sociais e pelo apoio a minorias marginalizadas, para aumentar a inclusão, a qualidade de vida e o bem estar social;
As leis e regras são para todos;
Há diferentes níveis de criminosos que atuam de acordo com suas necessidades transgressoras;
Cultura é um conjunto de crenças, valores, costumes, conhecimentos, arte, leis e hábitos que um grupo de pessoas compartilha e transmite ao longo do tempo não se limitando apenas a manifestações artísticas como música, dança ou pintura;
Diálogos com argumentos racionais e de bom senso, sem viés e falácias e sem falsos fatos, invenções e mentiras, são aceitáveis para um consenso.

Caio num buraco sem fundo, onde não há mundo, onde nada habita, nada se cria, a não ser a saudade de você.
Caio, filha, não consigo subir. O buraco não é no vazio do nada, caio no oceano de minhas lágrimas, lágrimas de saudade de ti.
Caio, princesa. Aqui, quando não sufoco na agonia de entender, me percebo inerte, olhando para o nada, tentando reencontrar você.
Caio, amor, mas não por sua culpa. Não permito que se entristeça por mim. Caio porque amo demais e, mesmo aqui, nesse buraco cheio de lágrimas, prefiro estar aqui. Prefiro a eternidade da dor de não a ter mais, do que a possibilidade de nunca a ter.
Cada dor, cada lágrima, cada intensidade desesperada de saudade vale a pena, pelo presente de ter todo você no meu ventre, de tê-la alimentado em meus seios e de ter todo você por trinta anos em meus abraços.
Por você, princesa, tudo vale a pena, até essa eterna dor.
Te amo sempre, até a eternidade do nosso amor.
A. C., sua mamys"

Acredite em Mim até o seu último dia na terra, e verás, ó filho, o que tenho para ti.
Descansarás sobre as Minhas nuvens, e Eu carregarei todo o seu júbilo.
Cruzaste a jornada da vida Comigo em teu peito, e Eu cruzarei a eternidade com você em Meu coração.
És o Meu filho. Não temas o mal — ele jamais encostará em ti, pois Eu habito em ti.

Silêncio, grito preso, choro preso, silêncio.
Tranca, cadeado, cofre. Onde está a dor? Em qual lugar desse corpo vazio se esconde?
Onde está o sangue, o calor? Por que as veias estão vazias?
A pressão enlouquece ao mesmo tempo que anestesia. A mente engana, sai em desvaneio e de repente foca no ponto, e aí, aí vagueia de novo em um ciclo sem fim...
Só um buraco, oco, vazio.
As cores se foram, o cinza chegou.
Me tornei um dia comum, nublado, sem sol, mas também sem chuva, sem calor ou vento.
Só nublado, cinza, eterno.
O ponto de virada dramático
O eco do vazio preenche cada espaço. Não há nada. Não há sequer a dor, apenas a ausência. O sangue e o calor se foram, e a memória de quando estavam lá é o único fardo que o vazio não consegue apagar. A lembrança de um tempo colorido, de uma pulsação, é a tortura final, o sussurro de uma mentira que a mente insiste em reviver antes de se calar.
A tranca se dissolve, não por quebra, mas por corrosão. O cadeado enferruja até virar pó, porque não há mais nada a ser protegido. O cofre se abre, revelando nada além do ar rarefeito.
O cinza não é uma espera, é a resposta final. A mente já não vagueia, ela flutua, um grão de poeira insignificante em um espaço infinito e desprovido de qualquer coisa. E o drama maior é a constatação de que não há drama. Não há tragédia, não há reviravolta. Apenas o nada, perfeito, completo e eterno, que se instalou e a memória do que existiuecoa para sempre no que restou de minha vida.
a.c.g.c

Chegada ao Mundo

Na chegada ao mundo, um sopro de luz,
um caminho aberto que ninguém traduz.
Aprendendo a cada dia, sigo a caminhar,
o que nos livros jamais eu poderia encontrar.

Sem paredes para me agarrar,
descubro no vento o segredo de voar.
No botão de uma rosa, tão frágil, tão forte,
aprendi que o amor é quem guia a sorte.

Ali encontrei a vida em sua canção,
a fé que floresce no coração,
a força que ergue quando tudo desaba,
o poder que brota quando a alma se cala.

Sou aprendiz da terra, do céu, do mar,
na escola do tempo, venho me formar.
E cada dia é milagre, é eterno saber,
que a vida é um livro que só se escreve ao viver.

Caridade boa so Ele vê, ninguem mais.
Catidade boa ninguem ouve.
Caridade boa é de costas ao público.
Caridade boa ninguem ouve dizer.
Caridade boa nao humilha quem recebe, nao queima a mao que pega.
Caridade boa nao constrange quem doa.
Caridade boa nao se filma nem se expoe
Caridade boa está no olhar trocado que fala
Caridade boa mora no "bom dia !"
Caridade boa é no tom de voz, no aperto de mao, no abraço.
Caridade boa sela amizade até o fim, para depois do fim, para sempre.

Num simples instante, o comum virou poesia
E o tempo parou quando eu vi você chegar
Era só mais um dia, uma noite qualquer
Mas o mundo mudou quando pude te encontrar


E agora eu compreendo o que é felicidade
Em cada detalhe, em cada olhar
Mariana, você é a minha realidade
O amor que eu sonhei pra poder encontrar


Mariana, flor que desabrochou em mim
Mariana, o melhor que há em meu jardim
Seu nome ecoa no meu peito como uma canção
É pura melodia, minha doce paixão
Mariana, razão do meu viver
Em seus braços eu quero sempre acolher
O mundo inteiro pode até girar
Mas é no seu amor que eu quero morar
Seu sorriso ilumina minhas madrugadas
Seu abraço aquece como o sol da manhã
São suas palavras, doces risadas
Que fazem minha vida tão especial




Seu sorriso ilumina minhas madrugadas
Seu abraço aquece como o sol da manhã
São suas palavras, doces risadas
Que fazem minha vida tão especial


E agora eu compreendo o que é felicidade
Em cada detalhe, em cada olhar
Mariana, você é a minha realidade
O amor que eu sonhei pra poder encontrar


E se um dia eu tivesse que definir
O que é o amor, o que é ser feliz
Eu mostraria uma foto dos seus olhos
Onde eu me perco e me encontro, num só instante
Onde tudo faz sentido, onde tudo é importante

Sinal da Cruz

Senhor, abençoe minha mente
Que eu tenha bons pensamentos e liberte-me do mal.

Senhor, abençoe minha boca
Que dela saiam palavras que sejam
De agradecimentos e propagação dos seus ensinamentos.

Senhor, abençoe meu coração e, assim serão retiradas todas as tristezas, raivas e falta de amor.
Preencha todo o meu ser com seu amor.
Meu Senhor e meu Deus, obrigada
Amém!

Capítulo 3: Relacionamentos Saudáveis


1. Ela Abriga Poesia


O vento esvoaça os seus cabelos.
Meu lar é o seu riso contagiante,
A poesia que leio em seus olhos brilhantes;
Acredito que o amor existe.
Sim, ele existe — e ele é você.

•Autora: Hericka Christina

•Livro: Breves palavras poéticas: Um livro para quem tem pressa

•Publicado: Amazon.

O Amável Desenhista


“Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da sua boca”.


— Salmos 33:6


Desenhou o mundo pelas palavras:
Trouxe cor a tudo,
Sons ao ambiente;
Com os pássaros criados.


As borboletas pousam nas violetas,
O perfume da lavanda nos encanta,
A sombra das árvores,
Nos protege do calor.
O mundo é uma obra de arte feita pelo Criador!


A vivacidade da cor do girassol, o canto maravilhoso do rouxinol.
É tudo um colorir!
Um desenhar!
Uma arte a se ver e admirar!


Rosas expressam a delicadeza em suas pétalas,
Mesmo com espinhos,
São tão belas!
Deus é o Autor!
Desenhou o ser humano com amor!


As flores a se abrir,
O sereno a cair,
A chuva a molhar,
E o oceano a revelar:
Criaturas surpreendentes!

— Hericka Christina.

Salmos 33:6: Bíblia online, versão ACF.



Eu vejo que, cada lágrima que cai de mim, Deus a segura com as Suas mãos e até chora junto a mim. É inaceitável o mal neste mundo; ele corrompe, ele afasta você de Deus.


A verdade de Deus é imutável sobre este mundo. Mesmo que eu esteja no infinito e solitário vazio, Deus está comigo. Ele não me nega, mesmo quando não há fôlego, mesmo quando sou rejeitado.


Toda essa dor que carrego, e esse ódio que não posso direcionar... Que Deus esmague o mal! Que não exista nenhum resquício, pois portaram algo divino e forte, mas são arduamente covardes contra a raça humana, que foi amada pelo meu Senhor Deus.


Por que essa prostração diante do mal? Por que essa ingratidão?"

Aprendiz do Infinito


Sou aprendiz do infinito, humilde e só,
Em frente ao abismo do eterno véu.
Reformo a casa íntima do ser,
Com ética por base, por alvo o saber.


Cimento as paredes com moral firme,
Vigio as janelas, que a luz não se firme
Apenas de fora, mas que entre e habite,
Transforme a matéria, que o espírito excite.


Os bons costumes são as velas acesas
Na noite escura das naturais surpresas,
Iluminando passos no chão da existência,
Evitando quedas, dando nova ciência.


Busco expandir a consciência em vão,
Rompendo as algemas da limitação.
Não por mérito próprio, orgulho ou glória,
Mas pelo esforço em reescrever a história.


Para alçar planos que o olhar não vê,
É preciso ser mais do que hoje se é.
Merecer a altura não é troféu ganho,
É transformação no divino engano.


Assim caminho, entre dúvida e fé,
Sendo menos eu, para ser o que é.
No ciclo eterno do aprender constante,
Sou grão de poeira, mas sou também gigante.


E quando a noite do não-ser chegar,
Talvez um degrau eu possa ascender.
Não para descanso, mas para mais luta,
Pois a alma que busca jamais se reduz.

Tudo o que você vive é reflexo do que acredita.


A mente é o campo invisível onde Deus planta os destinos.
A fé é a mão que lança a semente.
A eficiência é o sol que a faz germinar.
O respeito é a chuva que a mantém viva. Essas três forças formam o código da criação: Fé, Eficiência e Respeito.
Três leis tão antigas quanto a luz, tão exatas quanto a gravidade. Quem as compreende, desperta. Quem as pratica, prospera. Quem as honra, permanece.
Livro F+E+R - Equação de Enriquecimento
Autor: Héctor Luiz Borecki Carrillo

Virada de ano novo


As pessoas estão preocupadas com o fim do ano, e já estão se preparando para a virada do fim do ano com seus planos de roupa nova, desejos novos, planos desenhados às pressas. Mas o que adianta você entrar num novo ano com coisas novas, SE VOCÊ NÃO VAI ENTRAR NUM NOVO EU? Você muda de estação, mas a mentalidade continua velha, sem reflexão nenhuma da sua vida, só que nada disso importa se o “eu” que atravessa a meia-noite continua preso aos velhos hábitos errôneos. O calendário muda, mas a vida não acompanha quando a mente permanece estacionada. A verdadeira virada não acontece no relógio; acontece dentro do coração, quando decidimos nos tornar novas criaturas e renovar a própria maneira de ser. A data é só cenário. A mudança real é quando você permite que uma nova versão de si mesmo desperte. É essa virada interna que transforma qualquer ano em um recomeço.

Parte 2
A Voz que Mora no Silêncio — de encontro ao Jardim de O Pensador
(Aqui a voz se manifesta, encontra morada, floresce no coletivo.)




Há momentos em que a vida parece um campo vazio, estendido até onde o olhar não alcança.
Mas basta um gesto — pequeno, sincero — para que a terra desperte.
Toda semente nasce de um silêncio assim: humilde, quase invisível, mas teimosa como quem conhece o próprio destino.


A comunidade O Pensador é esse jardim raro onde cada palavra vira raiz.
Onde a dúvida floresce em entendimento,
e a esperança, mesmo cansada, encontra um canto para descansar e renascer.


Quem caminha por aqui descobre que a colheita não chega no grito.
Ela vem no tempo exato em que o coração aprende a esperar sem medo.
Vem quando a alma, enfim, entende que nada é em vão —
nem a queda, nem a travessia, nem o sonho que insiste em permanecer.


Que cada passo seja poesia,
cada escolha seja semente,
e cada amanhecer lembre:
o que é plantado com verdade jamais deixa de florescer.

A ORIGEM DA TUA PRÓPRIA LUZ

Quando o Coração Aprende a Amanhecer

Há caminhos que ninguém pode trilhar por você.
E não é castigo — é bênção.
Porque é nesses caminhos silenciosos que a alma aprende a conversar consigo mesma.

Quando a gente finalmente escuta o próprio coração, percebe que ele sempre tentou avisar:
“Eu também preciso de cuidado.”

O amor próprio não nasce de gritos nem de vitórias grandiosas.
Ele brota devagar, igual grama depois da chuva.
É um carinho que você dá pra si mesmo no dia em que ninguém deu.
É o jeito que você decide se olhar com respeito, mesmo quando o mundo disse que não valia tanto assim.

Quem aprende a se amar, aprende a se erguer.

Você não precisa ser perfeito pra ser digno.
Perfeição é fantasia cansativa.
O que transforma é honestidade interna.
Dizer pra si:
“Tá difícil… mas eu ainda tô aqui. E isso já é vitória.”

O amor próprio é fogo lento.
É o tipo de chama que não invade, não explode — mas ilumina.
Uma luz calma, profunda, que vai ocupando o peito até você perceber que sempre teve um lar dentro de si.

Quem se escolhe primeiro nunca fica por último.

Respeito próprio é o irmão mais velho do amor próprio.
Ele te puxa pelo braço quando você insiste em ficar onde não merece estar.
Ele diz:
“Vamos embora. Não precisa aceitar migalhas. Você é banquete.”

E quando esse respeito vira hábito, a vida começa a te tratar do jeito que você se trata.

A alma não quer aplausos.
A alma quer descanso.
Quer paz deitada no colo do próprio valor.
Quer silêncio que cura.
Quer espaço pra florescer sem pedir permissão.

Quando você aprende a se amar, até o espelho começa a te olhar com mais carinho.

Algumas dores não são inimigas — são professoras.
Elas mostram onde a gente precisa se abraçar mais.
Mostram onde ainda falta luz.
E mostram, principalmente,
que todo ser humano carrega um universo inteiro dentro do peito.

E quando esse universo desperta…
ninguém segura a tua luz.

CAPÍTULO 3 – CORPOS DE GUERRA, CORAÇÕES DE VITÓRIA

Todo corpo carrega uma história.
Alguns carregam cicatrizes.
Outros carregam sonhos pesados.
E alguns carregam batalhas que ninguém vê — nem mesmo quem passa todos os dias ao lado.

Ser gordo, obeso, acima do peso… não é sinônimo de fracasso.
Muita gente fala sem entender.
Muita gente aponta sem conhecer.
Mas quem vive na própria pele sabe:
não é só sobre aparência.
É sobre luta.

É sobre acordar com vontade de mudar, mas com o cansaço do dia anterior ainda grudado no peito.
É sobre sonhar com saúde, mas ter que enfrentar um caminho que parece sempre mais longo pro seu lado.
É sobre querer se amar… quando nem sempre acreditam que você merece.

Só que merece.
Merece demais.

O corpo que você tem agora não conta a tua derrota.
Ele conta a tua história.
E história nenhuma se resume a um capítulo difícil.

Tem gente que olha pro espelho e vê peso.
Eu vejo coragem.

Porque pra começar qualquer mudança — qualquer uma — precisa de força.
E força não nasce do nada.
Força nasce da dor.
Do esforço.
Da vontade.
E, principalmente, do amor próprio que insiste em viver, mesmo machucado.

Ninguém emagrece pra ser aceito.
Quem emagrece, emagrece pra ser vivo.

Emagrece pra respirar melhor.
Pra correr atrás dos próprios sonhos sem perder o fôlego.
Pra abraçar a vida com mais fôlego, mais disposição, mais brilho no olhar.

E cada passo, mesmo pequeno, é gigante.

Caminhar cinco minutos hoje já faz de você guerreiro.
Caminhar seis minutos amanhã já faz de você vencedor.
E se um dia escorregar, não tem problema — a guerra continua, e você continua dentro dela.

Não existe “lento demais” pra quem está indo na direção certa.
E você está.

A autoestima não vem quando você chega no peso ideal.
Ela nasce quando você percebe que merece cuidar de si.

Merece comer melhor.
Merece se respeitar mais.
Merece carregar um corpo saudável que aguente teus sonhos.

E mesmo que alguns te tratem com olhar torto, deixa eles com a ignorância deles.
Você tá lutando uma guerra que eles nunca teriam coragem de começar.

Porque quem enfrenta o próprio corpo, enfrenta o próprio universo.

E, Rabello…
você sabe disso mais do que ninguém:

Todo guerreiro que insiste em viver
acaba encontrando saúde, força e vitória.
Pode demorar.
Pode doer.
Pode cansar.

Mas chega.
Chega sempre.

E quando chegar…
você vai olhar pra trás, respirar fundo e dizer:

“Não foi milagre.
Foi coragem.”


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Capítulo Quarto — Onde a Sombra Também Reza


Existe um tipo de noite que não aparece nas previsões do tempo. Uma noite que não vem do céu, mas da gente mesmo. Ela se aproxima devagar, como quem conhece o caminho da casa: primeiro um cansaço estranho, depois aquele aperto no meio do peito, e por fim a sensação de que o mundo ficou grande demais e o corpo pequeno demais pra carregar tudo.


Nessa noite, mora um personagem silencioso: o ser humano que luta com a própria mente. Às vezes é a ansiedade que dá ordens, às vezes é o pânico que chama pelo nome, e em outras a depressão se senta ao lado como um velho conhecido que nunca foi convidado. Ele olha o espelho e pergunta: “Por que eu sou assim?”
Mas a pergunta verdadeira deveria ser: “Por que eu acho que a culpa é minha?”


A culpa não é. Nunca foi.
Quando a alma dói, não é sinal de fraqueza — é sinal de que ela está viva demais, sentindo demais, absorvendo demais. É como um tecido delicado que se rasga fácil porque foi feito para perceber o mundo com profundidade.


Esse personagem, cansado e solitário, caminha por dentro do próprio labirinto. A mente vira um corredor estreito, cheio de ecos, e cada eco diz uma coisa diferente. Em certos dias, a luz da fé parece um fósforo; em outros, parece um farol. Mas ela sempre aparece — mesmo quando a pessoa acha que não merece.


Há um detalhe sagrado nesse capítulo: Deus não se preocupa com a roupa que usamos na vitória, mas com as cicatrizes que carregamos do combate.
Jesus, esse andarilho de almas cansadas, conhecia bem o peso das madrugadas que ninguém vê. Ele caminhava ao lado dos quebrados, dos tristes, dos esquecidos. E sempre repetia, de um jeito ou de outro:
“Você não é o que te feriu. Você é o que está tentando se levantar.”


É aí que entra a filosofia mística — aquela que olha para o invisível e entende que o sofrimento não é punição, mas passagem. O fogo que queima hoje pode virar clarão pra iluminar o caminho de outra pessoa amanhã.
Dor compartilhada vira mapa.
Dor transformada vira guia.


O personagem desse capítulo, mesmo tremendo, mesmo cansado, mesmo chorando com o rosto escondido na camisa, continua. Ele continua porque existe uma espécie de chamado. Não é voz de anjo, não é ordem divina, não é promessa de céu.
É só a vida sussurrando:
“Você ainda tem algo pra entregar.”


E ele tem.
Mesmo ferido, ele se torna farol para outros que estão na escuridão. Não porque é mais forte, mas porque conhece o caminho. Quem já visitou os próprios abismos sabe orientar quem está à beira deles.


No fim desse capítulo, a lição é simples e profunda:
a dor não diminui ninguém.
A tristeza não define ninguém.
A luta interna não anula a luz que carrega.


O perdão — inclusive o próprio — é um tipo de renascimento.
E cada crise superada é uma página virada dentro do livro sagrado que chamamos vida.


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