Texto de Amor Ensinamentos de Vida

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⁠ "Uma ilha, uma peça"

Vim através de vias sinuosas na metade da primavera, na metade daquele estado. Como nunca antes, estava sóbrio, estava inteiro, era eu mesmo.
Não tardei em minhas considerações, era uma nova manhã para mim, o mundo todo estava de prova, o sol me deu a sua graça e o azul do céu veio como um brinde. Como um bom visitante, pedi licença, me apresentei, e desfiz minhas malas.
Explorei, admirei, escrevi oque daquela ilha exalava, dei tudo de mim, não poderia ter espaços para arrependimentos ou falhas. Fiz de mim travessia e cumpri com minhas promessas, peça por peça dei a ela os meu versos, escritas sinceras.
Mas à mim não enxergasse, nem do topo do teu forte conseguisses me encontrar. Ilha solitária, te perdes na tua razão, olha com mais calma, tuas pontes alcançariam mais que tuas mãos...
Levo de ti meu passado, oque fui e já não tornarei a ser. Serei para sempre eu, inteiro no sentir e com a coragem de não tardar. Que a Bruma seja leve e traga mais uma pétala daquele agapanthus.

Inserida por JonatasDeAlbuquerque

⁠⁠Sabadouu no sertão

Às 1:00 am. fui para o sítio com meus amigos
Marcamos de encher a cara e nos divertir
Tomamos aquela bela Schin geladinha
Para esquecermos nossos problemas e nos distrair.

Foi muita curtição e risada
E também foi inesquecível
A diversão foi bem coisada kkk
Mas depois de bêbados foi incrível

O vínculo que fortalecemos na amizade
Veio do grande momento juntos
Que foi a festa da irmandade, lealdade e felicidade
Compartilhando falas e a diversidade

As loucuras que rolaram foi diferente
Mas tudo foi muito bom e coerente
Serão segredos guardados sempre
Porque o que se faz no sigilo
Faz de tudo.

Grato pelos momentos proporcionados
São dias assim que tornam a vida mágica
Novas experiências podem ser top ou trágicas
Mas com elas vem o aprendizado
Que levamos na jornada
Para sermos diferenciados.

Inserida por Marcelo171

MEU POEMA PREDILETO

O azul, a lua enfeita;
Cena feita de outrora.
Afloram horas de saudades,
Das auroras e dos poentes,
Lourejantes, em carmesim.
De tanto olhar para o céu, enfim,
O céu olhou para mim.

Percorri décadas de poesias!
Quadrinhas, sonetos, trovas,
Concretas, líricas,
Dramáticas e épicas,
Muitos metros metrificados,
Redondilhas maiores, menores,
Amores em versos espalhados!

Das rimas ricas que ouvi na vida,
Das vidas que vi nas rimas,
Em uma coletânea completa,
Esquecidos, todos os dilemas,
Abstraídos, todos os problemas,
Vem o mais belo dos poemas,
Chegou a Cora, a minha neta.

Sérgio Antunes de Freitas
23 de novembro de 2022

Inserida por SergioFreitas

⁠ "Uma peça, uma paz"

Da distância logo após a travessia enxergo de uma vista panorâmica, não é Versalhes nem Jeri, mas existe uma beleza irrefutável. Observo com facilidade todos os passos que deixei para trás, consegui cumprir com meus ideais, oque me apetecia o fiz, em cada conta havia uma promessa cumprida, uma oração atendida.

Nessa cidade onde a chuva cai intermitente, percebo que o resumo da jornada fala mais sobre mim, ao que eu procurava, me encontrei onde eu não existia. A calma que me acompanhava naquele parque discreto era a única coisa minha, mas precisei ir para longe para encontra-la, longe de todo meu conforto, longe de onde eu me considerava pertencer, longe de onde julgava ser parte inerente dos meus grandes sonhos.

Agora o presente é realmente uma dádiva, uma graça não merecida, um favor me dado de bom grado. No regresso da ilha que "tinha" meu tesouro, me dei conta que a recompensa era maior do que previa, cruzar montanhas e grandes distâncias não é nada comparado a encontrar Minha importância.
De longe, hoje, me vejo melhor.

Inserida por JonatasDeAlbuquerque

A ambição é uma prisão
Minha obsessão por perfeição
é uma espada no meu coração
A satisfação é uma sensação que nunca senti
Como viver sendo normal
é algo que nunca aprendi
Vivi tentando ser melhor em tudo
Aprendendo sobre vinho e seu odor
Lendo todos os livros clássicos de amor
Para no final a dor de não saber nada
ainda ser massacrante
Todos agora são poetas
E eu sou igual a todos
Isso me corrói
Eu sou tão básica que dói
Uma estatua esculpida
Pela influência da figura americana
E a necessidade de ser diferente

Inserida por ThaisdePaulaLima

O arco da flecha

⁠Deslizando entre os dedos ,deixando
Seu veneno, que por sua vez seria
Seu néctar.
Descobriu meu corpo nu ,
Impôs sobre mim o seu poder que
Emanava dos seus olhos ,
Aurora cintilante , és o sol que irradia
Meu amanhã , a área quente e fria .
Dissipa de mim o aroma, suspira de
Me seu ardor.
Conte para me nossa história de amor .

Inserida por Ariane28

Dona

Tem os olhos mais profundos que a imensidão do mar , parece uma tempestade reivindicando o que é seu por direito , eu sou sua ela diz .
É como o arder do calor nos dias de noites longas , é como o assoprar do vento em tardes frias do pôr do sol.
Azul turquesa , balançava eminente no meu coração , dois passos para frente .....
Suspirou , um, dois, três , pensou suspirou
Dane - se ela pensou ...
Em fim me beijou .

Inserida por Ariane28

⁠Mira e vê, perigoso mesmo é tentar conter oque é espontâneo. Oque deveria dar medo é se privar do que não é fruto do próprio intelecto, ponderar tudo nem sempre nos leva para o melhor cenário.
Nesse teatro de cordas que é a vida, ter coragem mesmo é sentir sem pensamentos reservados.
Não me arrependo de nada que senti, tudo que fiz foi pensado no melhor que pude ser.
Se fosse para me arrepender de algo, me arrependeria de não ter sido corajoso mais cedo.
Sendo assim, transformo minha razão no palco do meu coração. Torno meu salto de coragem a mais inteligente atuação.

Inserida por JonatasDeAlbuquerque


Paliativo

Peça-me , ao brilhar com seus passos na minha direção, conturbe minha mente
Inundando , isso ou aquilo de emoção.
Quente , frio , bom ruim eu já nem sei .
Fui levada pela emoção , traída pelo meu pobre coração....
Que castigo, que castigo tão somente eu nessa ilusão.
Fiz morada no suspiro, balanceiro sonhar .
Quem és tu , querida , quem és a me indagar.

Inserida por Ariane28

Alma vagante

Abra os olhos , abra os olhos meu cérebro repetiu .
Vem como sono vagarosamente
Alma intima, vozes sons semelhantes
Eu já te vi antes , indagou-me .
Não certamente eu não me esqueceria respondi .
Inquieto coração faz tremer o peito
Que de não ter jeito se cansou de ter ilusão.

Inserida por Ariane28

Ausência⁠


Quantas vezes a espera , se faz presente na ocasião , amores perdidos distendidos
Remanescentes da dor e da ilusão ,
Quem sabe atros sensação , cúmplices amantes , quem pode titular tal sentimento , quem ?
Aqui ali , quando , por onde ou porque .
O que o coração diz a você , bem se o coração é só um músculo porque ele dói quando sofremos , nem os físicos explica
Pobre coração , pobre musculo sentimental .

Inserida por Ariane28

⁠Aquela liberdade que é subjetividade nossa, a conexão que foge de qualquer explicação ou predefinição.
Do tempo que passou e ganhou a nossa cara. Cada momento criado se tornou nossa extensão.

Apesar de ter tantos motivos, aquele se tornou o maior deles.
De jamais perder o contato singular contigo, afinal com você, sou "Eu" duas vezes...

Inserida por JonatasDeAlbuquerque

Quebrou

Escureceu , de repente veio até me
Aquela sensação e se
Ao calar-me dei sinais , é o fim
É chegada a hora tão temida por mim

Hoje agora e para sempre lamentarei
Por ser tão tola assim
Em mil cacos meus cacos se partiram
Ensanguentados diluem a minha razão

Parece apagar vagarosamente
Aquela luz que brilhava firme
Hoje ofuscada pela desenlusão
Fim sem mais delongas

Sem sombras sem paixão
Somente o fim sem razão

Inserida por Ariane28

⁠"Ao que fui"

⁠Passageiro fui, pois para ser morador precisava pertencer, mas esse nunca foi o caso.
Louco fui, pois oque tragava não era álcool, era a música que me fazia perder o compasso.
Sóbrio fui, pois a controvérsia me fazia errado, como humano precisava de algum pecado.
"Escritor" fui, pois em cada um desses versos havia tua presença ausente, e que beleza tinha nesse "acaso".

Inserida por JonatasDeAlbuquerque

⁠Maçã podre

Mais uma vez eu estava só
Mais uma vez eu chorei sozinha
Entre as paredes escuras
E um travesseiro molhado

Dolorosamente me desfiz
Calei meus sentimentos de angústia
Senti cada linha se desfazer
Percebi devia ficar muda.

Lavados com água salgada
Separados como o bem e mau
Sufocados reprimidos
Engasgados , refletidos
Po fim.

Cuspidos ...

Inserida por Ariane28

⁠⁠⁠E de tanto navegar o vento parou
À deriva no mar de sentimentos
O barco reflexivo ponderou,
Há como seguir além, sem o vento?

E não existe reposta pertinente, pobre barco
Sentir é oque te resta, nesse mar estás desolado
Recolha suas velas, fixe-as ao seu mastro
Mande a ela uma mensagem direta, deixe seu recado engarrafado.

A ilha é teu objetivo, reme por esse lado
Não há tempestades que lhe deixará ao acaso,
Navegar com coragem é o teu propósito herdado,
Reme com todas suas forças, chegará onde está com o "x" marcado.

"Os sonhos das pessoas não tem fim"
Perceba pobre barco, esse é o bem em ti encubado,
Não deixes de acreditar, te mostrarei enfim
"Diplomata do mar" é um título bem dado.

Inserida por JonatasDeAlbuquerque

⁠⁠Por vezes tentava me manter aquém,
Mas é impossível para quem sente permanecer alheio,
Não posso fugir, sei bem de onde veio.
Aquele lugar perto do mar não merece meu desdém.

Da distância onde falar à presença me bastava,
O simples estar, era o suficiente, minha saudade a abraçava.
E nem esse poema rápido poderia ser organizado,
Quem dirá dos meus sentimentos, todos exagerados.

Inserida por JonatasDeAlbuquerque

⁠intocável

Por entre as ruas e vielas
Por todas as cartas amarelas pelo tempo
Em cada pétala que cai
Em cada gota de chuva .

Entre os fios do meu cabelo negro
Em cada minina particula
Naquela sala cor de folha seca ,
Dancei ,com a sintonia perfeita.

Brilhava ao amanhecer
Era seus olhos fugindo da ira
Era meu eu quente naquela pira
Eu queimei você.

Inserida por Ariane28

⁠Não sei quando finda
Uma ou outra estação
Mas sei que é primavera
Quando muros se cobrem
De Heras e um botão de rosa
Aparece na janela.
E minha alma ri
Porque tão logo
Estará ali.
_Saudade das horas
em que as heras violam nos muros
Todos os espaços vazios
Então, vem me traz, outra vez
a primavera!

Inserida por joanadeoviedo

⁠E lá se foi o vento
da esperança
com outras lembranças
causar outros desalentos.
Esse vento que leva um tempo
não só bate as portas
fende-se janelas
e arrombam telhados
de sofrimento.
Mata a esperança
que já não é mais tão viva.
__E daí? o que se atenta?
É a vida! E tudo fica certo
depois, em seu devido lugar
onde deveria estar.
Fecham-se a abóboda
e as cortinas de um espetáculo
monossilábico, sem prosa...
Ninguém fala!
Para que?
E logo ali na casinha branca
uma rosa amarela se escancara,
linda e bela.
sem medo de nuvens,
sem temer o tempo
e o vento que talvez
um dia retornará.

Inserida por joanadeoviedo