Texto com a Palavra Ouse Ousar Ousadia Alma
Juntos
O amor é sentimento raro.
Faz a alma serenar,
faz o nosso coração
com o outro sintonizar.
Faz a gente querer
voltar ao ninho,
juntos se aconchegar.
O amor é leveza,
dá vontade de
segurar as mãos
do par e
juntos voar.
Por aí.
Sem destino.
Só nós.
E o amor.
Esse sentimento
puro, é que nos guiará.
Seja com sol.
Seja com chuva.
O amor em nós,
florescerá.
Tu és poesia.
Tu és poesia
que minh'alma
acaricia.
Faz meu
coração sorrir
em tempos
de agonia.
Você e eu,
canto de alegria.
Tu és poesia
que inspira
os meus dias.
Em meu
olhar só
há você
que faz
perfumar
os meus caminhos.
Faz florescer
amor em meu ser
a cada amanhecer.
A noite vem,
e o amor
por ti
somente cresce.
Tu és poesia
que me enternece.
Você e eu,
olhos que
se reconhecem.
Tu és poesia.
Meu lar,
meu amor,
meu par.
Tocou minh'alma,
em meu coração fez morada.
Repousei no teu abraço,
senti o vento passar,
a chuva a terra molhar.
Nem era primavera,
mas o amor em mim
floresceu assim
que meu olhar encontrou o seu.
Tu és feito poesia que
encanta os dias meus.
Não importa a estação.
Se é inverno ou faz verão.
O amor faz florir o
melhor que há em mim.
Se você sorri,
há um eterno amanhecer
no jardim do meu existir.
Tocou minh'alma,
permiti - me ser feliz.
Abra a janela da tua alma
e sinta o amanhecer em você.
Sinta a dádiva que é viver.
Ouça o barulhinho da chuva que cai,
que refresca o tempo, elimina os ais.
Ouça a canção que embala teu sonhar,
seja paz.
Deixe - se abraçar.
E abrace para sentir bater o coração de outro alguém.
Mesmo que o plantio venha doer,
pode acreditar que muitas alegrias irás colher.
As estações mudam.
Mas sempre há em nós um sol á nascer.
Deixe o amor te envolver.
Deixe o amor segurar as suas mãos.
Deixe o amor te cuidar,
tuas lágrimas enxugar.
Deixe o amor te sorrir.
Sorria de volta e seja feliz.
As estações mudam.
Mas em nós, o amor sempre há de florescer.
Amar é um eterno amanhecer.
Se o tempo nublado está,
rabisco versos para sonhar.
Se a poesia algum coração tocar,
minha alma paz sentirá.
O sol dentro de mim sempre há de brilhar.
Alcanço a esperança, sorrio feito criança...
pois na primavera hei de florir o melhor que há em mim.
Mesmo com as tempestades,
hei de amanhecer sem dor,
hei de florescer o mais puro amor.
A m o r
Se aconchegou no coração,
fez transcender o melhor que há em você.
Abraçou a tua alma, te trouxe certa calma.
Segurou as suas mãos, amparou tuas lágrimas, dedicou á ti doce canção.
Quem disse que não chegaria?
Quem disse que mesmo no inverno não florescia?
O amor enfim desabrochou, no coração que sonhos plantou.
O amor bem cultivado,
fica enraizado.
O coração floresce,
a alma engrandece.
Tatiane Oliveira
O amanhecer é um florescer de esperança em cada ser que no amor crê. Acredite em você!
Tatiane Oliveira
A poesia em mim floresce.
Feito sol, meu coração aquece.
Tatiane Oliveira
Plante com amor.
O bem que você faz exala perfume de flor.
Tatiane Oliveira
Toca a alma...
Toca a alma silenciosamente esse amor que entre nós é sol que renasce, desejo que reacende, felicidade que transcende.
Toca a alma, não precisamos nada dizer...
É aquele sentir gostoso, que faz ser leve o amor á cada amanhecer...
A gente se toca em cada noite de céu estrelado...
Sol que se põe e faz o entardecer ser música e poesia que embala nossos sonhos e nos fortalece á sermos um para o outro paz...
Paz no olhar quando nos conectamos sem perceber...
O amor em nós insiste...
Toca a alma feito música e poesia á cada amanhecer...
Embala sonhos, esperança essa amor viver...
A gente rima.
Brinca no olhar, que faz graça e ilumina nosso jardim...
De existência.
De resiliência.
De vontade de sermos par á cada amanhecer...
Toca a alma silenciosamente...
No olhar a gente se encontra.
Acende a luz bonita que clareia nossos caminhos e nos faz abraçar nossos corações nesse dia tão bonito...
Céu azul.
Pássaros voando.
Flores colorindo.
Borboletas encantando.
E a paz nos inspirando num doce sorriso que a gente só precisa acreditar, porque o amor tocou a alma e entre nós esse sentimento há de renascer...
Á cada amanhecer...
Em mim.
Em você.
"Tudo é energia"
Um dia você me disse quando nem conectada a tua alma estava...
Ledo engano... Já estávamos conectados pelos laços da espiritualidade...
O Universo conspira sim...
Para os que creem sem ver.
Para os que não desistem, mas resistem e lutam contra os medos e os apegos.
O Universo conspira para quem sonha...
Deixa o amor nos enlevar...
Deixa a alma com outra vibrar positivamente o amor...
Somos nós inspiração da mais bonita melodia, da mais doce poesia...
O Universo conspira.
A espiritualidade abençoa.
E o o amor entre nós floresce, cresce e o sorriso em nós transparece.
Somos energia.
Luz bonita.
Mãos estendidas que emanam o bem.
Meu Lindo...
Que alegria foi ter lhe encontrado.
Que alegria ser contigo canção...
Que toca o coração.
Com você a certeza desabrocha de que foi Deus quem nos uniu...
"Tudo é energia."
Você me disse um dia...
Hoje eu sei.
Hoje eu sinto.
Hoje eu acredito que o nosso encontro será o sonho mais bonito que vamos viver...
Somos a essência do amor que exala da mais bonita flor...
Que desabrocha á cada manhã quando meus olhos em ti pousam...
Tudo é energia...
Foi Meu Amor que disse quando minha alma já esperançava com ele sorrir...
Tudo é energia...
E o amor vibra.
Entre mim e ti...
A poesia em
sua alma floresce,
ela é verso,
doce canção.
O amor canta em
seu coração.
Ela é poesia,
perfume que inebria.
Uma flor que
desabrocha,
um sol que sua pele toca.
A poesia em
sua alma floresce,
o amor nela amanhece.
Ela é poesia,
alma que transcende
genuína alegria.
Ela é poesia,
versos em harmonia.
A música fala nos meus silêncios,
toca minh'alma,
meus sonhos embala.
A música meu coração acalma,
faz sorrir, faz chorar.
Faz o amor desabrochar,
a poesia rimar, a felicidade transbordar.
A música fala nos meus silêncios,
alivia os tormentos, serena os pensamentos.
A música fala o que o coração quer ouvir, que o amor traz consigo um amanhecer de sorrisos e flores perfumando os caminhos que hei de seguir.
A música fala nos meus silêncios,
traz esperança, revela sentimentos.
A música que toca em mim está em sintonia contigo.
Amor é harmonia,
amar é infinito.
A música é a sua voz que deixa meu mundo mais bonito.
A m o r D' a l m a...
Nossa alma
é um jardim,
que devemos
cuidar sempre
com paciência
e carinho.
Assim, florescerá amor.
Amor por mim.
Amor por ti.
Por nós.
Amor que
cultivado
com alegria,
como pétalas
se espalharão.
Por onde caminhar,
doce perfume
em nós permanecerá.
Meu coração será paz.
Por causa de ti
que faz - me sorrir.
Cultivar minha alma, estimular minha imaginação e me conectar com a magia contida no ato de simplesmente olhar para o céu. À medida que o sol gradualmente se punha, encerrando esse espetáculo fugaz, meu coração transbordava de gratidão. Aquelas nuvens, haviam me presenteado com um lembrete poderoso: a vida está repleta de momentos fugazes, que exigem que nos abramos para a beleza que reside nas pequenas sutilezas do mundo.
A beleza e a serenidade dessa nova imagem eram igualmente arrebatadoras, evocando uma sensação de exploração e descoberta que percorria a minha pele. Nesse momento de silêncio interno, onde meu olhar desbrava cada canto das nuvens, busco propósitos e questionamentos internos que se desfazem assim como as nuvens se transformam.
Nessa contemplação efêmera, encontro um momento de pausa e reflexão, uma oportunidade de mergulhar nas profundezas do meu ser. É um momento em que as perguntas se dissolvem nas brumas do céu, mas as respostas se multiplicam e se tornam mais vívidas, como raios de sol que atravessam as nuvens.
Linda de sorriso farto que me alegrou a alma e o coração.
Entre tantos pensamentos vejo o meu *eu* escondido na solidão que não quer me liberar de *ti.* Ai me pergunto o porquê do amor se ele só machuca e faz doer?
O engraçado da dor é que só podemos senti-lá em um lugar de cada vez... daí a confusão entre a razão e o coração.
Mas não me importo, pois lhe conhecer irá vale a pena qualquer dor!...
O Eterno Quadro da Ausência.
I — O Ateliê do Silêncio.
Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.
O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.
II — O Olhar Que Permanece.
Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.
Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.
III — Filosofia da Perda.
A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.
O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.
IV — O Funeral do Sentimento.
A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.
Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.
GRITOS EM SILÊNCIO
Sinto-te carente de gente
Com alma viva
Que te dê mais vida
Na vontade
De viver o presente
Como um presente
De conectar com gentes
Que te encostem bem
Na tua costa
Com abraços verdadeiros
Sincronizados
Looongos, quentes
E intensos
Sinto-te, com vontade
De no rio e mar, mergulhar
Despida, de corpo e alma
Na tua intimidade
Deixando que as águas correntes
Te atravessem, abrassando
O teu corpo e arrefecendo
A tua braza 🔥
Na totalidade
Sinto-te, num vazio
Contudo, carregada de amor
Fulgor
Para dar e receber
Abertamente e
Com mente aberta
Sinto-te envolvente
Rodeada de gente
Porém, numa ilha deserta
Com desejo de uma alma
Encontrar, para com ela
Partilhar
Os teus medos
Receios
Vontades
Gritos d'alma
E os barulhos
Grudados no corpo
Poder entrementes
Ultrapassar os teus limites
Politicamente correctos
Expressando a alma
Na sua essência
Sinto-te excitada
De tudo e do nada
Almejando
Ser escutada em silêncio
Sinto-te sedenta
De conexões enérgicas
Que garantem prazeres longos
Sem evadir o que existe
E em silêncio
Te reencontrares
Sendo
Verdadeiramente Tu
Sem tabus
Nem fingindo qualidades
Extraindo dessa dor
O ardor sem pudor
Toda Tu
Dona do teu mundo
Inteiramente
Em gritos de silêncio
Porque tudo que te faz bem
Fazes em silêncio.
Opoetadafogueira 🔥
Eu fumo por que a vida me sufoca,
E o fogo que arde, me acalma a alma.
Cheiro de pecado, cheiro de tabaco,
Máscaras para esconder minha dor profunda.
Fumo para esquecer, para me perder,
No fogo que consome, minha alma cansada.
O pecado é o preço, o tabaco é o vício,
Minha escolha, minha cruz, minha sombra.
Em cada tragada, sinto meu fim,
O pecado me consome, o tabaco me mata.
Mas ainda assim, eu não paro,
Porque naquela fumaça, eu encontro um refúgio.
Um refúgio temporário, uma ilusão,
Que me deixa esquecer, por um instante,
A dor, a tristeza, a solidão,
E o vazio que me consome.
Mas quando o fogo se apaga,
E a fumaça se dissipa,
Eu me vejo novamente,
Sozinho, com meu pecado.
Sou uma árvore centenária, que brota em um corpo de menino. Minha alma é um livro antigo, cheio de histórias, cheio de sabedoria. Meus olhos são dois poços de água profunda, onde o tempo se reflete, onde a eternidade habita.
Sou um homem que já viveu mil vidas, e ainda assim, sou um menino que brinca com o universo. Minha presença é um silêncio que fala, um vazio que está cheio de significado. Eu sou o resultado de todas as minhas vidas, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo.
Eu sou um enigma, um labirinto, onde a verdade se esconde e a mentira se revela. Mas eu não tenho medo do desconhecido, porque eu sei que sou o guardião de meu próprio destino.
Eu sou um rio que flui sem parar, mas que ainda assim, é profundo e tranquilo. Minha superfície é lisa e brilhante, mas minhas águas são turbulentas, cheias de correntes e redemoinhos. Eu sou um vulcão que dorme, mas que pode acordar a qualquer momento.
Minha vida é um tapete ricamente tecido, com fios de alegria e tristeza. Eu sou um poeta que escreve com o coração, e que canta com a alma. Eu sou um homem que ama profundamente, e que pode detestar com a mesma intensidade. Eu sou um ser humano, com todas as minhas contradições, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo. Mas eu não tenho medo de mim, porque eu sei que sou um ser em evolução.
Eu sou um rio que flui, um vulcão que dorme, um poeta que escreve, um homem que ama. E eu continuo a fluir, a dormir, a escrever, a amar, a viver. E quando eu finalmente chegar ao fim do meu caminho, eu saberei que vivi, que amei, que escrevi. E que deixei um pedaço de mim mesmo, no coração de todos que conheci. E assim, eu me tornarei imortal, um eco que permanecerá para sempre. Um eco de amor, de poesia, de vida. E eu serei feliz, porque vivi.
(“O velho jovem de mil vidas”, de Douglas Duarte de Almeida)
Eu me desnudo sem medo de cair, sem rede de segurança, sem véus para esconder. Minha alma é um abismo, profundo e escuro, onde apenas a verdade pode respirar.
Eu me exponho, como uma ferida aberta, sem curativos, sem disfarces, sem medo de sangrar. Meu coração é um grito, um berro de silêncio, um sussurro que ecoa, sem palavras para dizer.
Eu sou a minha própria sombra, a minha própria luz, a minha própria verdade, sem filtros, sem disfarces. Eu me desnudo, para me encontrar, para me conhecer, para me amar. Sem máscaras, sem véus, apenas a minha essência.
Eu me exponho, como um rio que flui, sem margens, sem fronteiras, apenas a corrente da minha alma. Meu ser é um espelho, que reflete a verdade, sem distorções, sem sombras, apenas a luz da minha existência.
Eu sou a minha própria criação, a minha própria destruição, a minha própria redenção, sem culpa, sem pecado. Eu me desnudo para me libertar, para me soltar das correntes que me prendem, das sombras que me cercam.
Eu sou a minha própria liberdade, a minha própria prisão, a minha própria escolha, sem medo, sem arrependimento.
(“Nudez”, de Douglas Duarte de Almeida)
Me responde uma coisa?
-Sim
- Porque toda vez que você vai embora, você leva metade da minha alma e do meu coração com você?
- É para você querer voltar e buscar o que ficou comigo...e devolver o que você levou, e quando você estava andando na minha frente eu olhei pra você e pensei como uma pessoa pode mexer tanto com o coração da gente a ponto de fazer o dia passar voando diante da vontade de estar com ela...
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