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Texto com a Palavra Ouse Ousar Ousadia Alma

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Mais um dia está chegando ao fim. Aqui dentro uma tristeza atravessa minha alma como uma espada. Nas minhas mãos a decisão... Nos meus olhos o presente... Nos meus sonhos o futuro... No meu coração há um aperto profundo. Um mixto de medo, amor, saudade, sensatez... Nasci pro céu! Nasci pra conquistar! Nasci pra ir adiante... Além do que posso ver... Choro agora, mas sei que as lágrimas purificam meus olhos. Olho com clareza. Sinto que não tarda meu sorriso. Não é em vão! No meu coração há uma coragem abnegada, uma esperança imortal. Na minha alma um anseio blindado. No meu olhar uma luz que não se apaga. Cravada em mim está a lança da dor. Mas tenho calma... Tenho a certeza... Tenho a fé que é a mais preciosa armadura contra toda a tristeza. Sim, choro agora... Mas é um choro momentâneo. Choro da incompreensão... Choro amargo... É madrugada... Choro agora, mas minha vitória vem logo pela manhã!

By Dani Oliveira.

Dentro de mim
Tem um não sei o que dentro de mim fazendo falta, tem algo doendo na minha alma. Eu não sei se é saudade, não sei se é medo de nada mudar, se é medo das mudanças ou se é tristeza pelo que já mudou.
Tem algo dentro de mim arranhando, ardendo. Aquela dorzinha que queima, que arde, por mais que o corte não seja tão grande. Existe algo dentro de mim sentindo falta do que nem sabe o que!
Há alguma coisa fora de ordem, deslocada, algo que não se encontra, que não se acha, algo que se agita, que se tortura, algo que busca, mas não encontra, algo que quer, mas não realiza.
Existe algo dentro de mim que esta perdido e não se encontra, algo que me fere e, de vez em quando, me tira a paz e no seu lugar coloca certa dose de saudade e outra, embriagante, de melancolia.
Um misto de querer tudo com não querer mais nada, um misto de acreditar e descrer, um misto de gritar e silenciar, um misto de sorrir e chorar, uma variação tola entre o são e o insano.
É algo que dói, é algo desencontrado, algo que se perde entre a extrema segurança e uma grande fragilidade, algo que se perde entre a independência e a carência, entre a necessidade de amar e de receber amor, algo que me faz ser várias numa só.
Existe algo de desequilíbrio, algo que ora sorri, ora chora, ora tem esperança, ora não, ora aceita os fardos da vida, ora se revolta e se sente fraco. É, existe algo dentro de mim que eu mesma não entendo!

Verdade de minha alma.

A melhor maneira de viver,
É viver em Ti.
Que é a fonte do amor,
E que me faz prosseguir.

É a verdade de minha alma.
Essência do meu existir.
Criaste-me por amor,
Para eu amar em Ti.

Se vivo é porque
vives em mim.
E hoje vejo que
meu maior desejo
é repousar em ti.

Boa noite
Simplicidade é o despir da alma, corpo e sensações
porque simplificar se podemos complicar, né
complexidade são alvos de muitos,
simplicidade...de poucos!
complexidade dos mais ousados e audazes,
simplicidade é da da gente, como a gente que não busca alvos, mas objetivos,
complexidade.... hum tão salutar
simplicidade tão perto do coração,
complexidade...prá quê
se a simplicidade sempre nos norteou e nos conduziu até aqui,
Mas olha...precisamos da ousadia, complexidades, simplicidades,
os avanços e destemores sem se esquecer que tudo termina e dorme no berço da simplicidade

Com todo meu carinho lhe desejo
um amanhecer onde raios de sol penetrem iluminem sua alma... preenchendo-a de paz... amor...
A vida é repleta de esperança...
Pois a cada amanhecer temos a oportunidade de recomeçarmos...
Que seus sonhos sejam realizados...
E seus ideais sempre preservados...
Desejo um dia repleto de Felicidades!

A metástase da carne tem início na alma. O vírus do câncer é quântico. Morte no multiverso, todas as réplicas tombando como peças de dominó.

Morremos em série, a nível cósmico. Apagados, obliterados, dizimados. O não-ser da mais infinita impossibilidade, nada pleno, oco perfeito.

Morremos molecularmente. No osso do átomo. Na estagnação do elétron. Deus cai na latrina e o Demônio toca a descarga. Morremos. Morremos.

Morremos e enquanto agonizamos a morfina do entretenimento nos distrai do estertor uníssono de células presas aos coágulos pastosos que somos.

A cultura da maldade, da imbecilidade e do vazio. A cultura da ausência de cultura. Não contra-cultura, mas a própria antimatéria da cultura.

Todo conhecimento convergindo para um fétido buraco-negro, ralo que suga mentes e amalgama cérebros perdendo-se no fomento do agora crônico.

Mas que dor seria legítima sem espectadores? Um ator não representa por detrás das cortinas. Toda calúnia há de ser lançada ao devido rosto.

Para que soro corrosivo da encenação grotesca carcoma a vil máscara do público, revelando a fealdade explícita por trás da maquiagem humana.

Homenagem ao teu dia

És alma que me foges a todo momento
Nas alegrias tão boba
Nas tristezas um só lamento
Insistir em ti
... É como jogar
Oferendas ao mar
Que engole cada palavra
Ou quem sabe
Carrega para as profundezas
Para a calma do desfrute
Ou mesmo devolve
Cuspindo à beira
Devolvendo indignada
Uma enxurrada de besteiras
Mas perdoa-me
Pelas faltas de acertos
Por esquecer palavras
Nos cantos dos becos
Por às vezes ser este oco
Como mato cortado por um louco
Tú que tanto és pra mim
Pelo que te sou tão pouco

Amarelo

Amarelo.
Amar é um elo
eloquente.
De dentro da alma,
do afago da gente.

Amarelo.
Amar é um elo
quente.
De dentro do afago,
da alma da gente.

Amarelo.
Amar é um elo
dentro da gente.
Do afago da alma,
de elo quente.

Amarelo.
Amar é um elo
da gente.
De alma a dentro,
afago quente.

"SEM ALMA"

"Não venha me jogar mentiras como se fossem rosas,
Não diga que me ama, quando em verdade teu coração está vazio.
Pare de declarar que pensou em mim o dia todo, se a foto no porta-retrato da cabeceira da tua cama não é a minha.
Nem tente colocar uma música dizendo ser nossa, quando nos teus CD's só tem piada gravada.
Não chore dizendo sentir saudade da minha voz, se toda vez que tu ligaste fiquei apenas a ouvir-te e quando tu te calava era o momento da despedida.
Por que entregar tudo o que é meu a uma pessoa sem alma?"

E eu chorei. Corri para fora sentindo meu coração sangrar. O vento gelado cortava-me a alma, e em meio às minhas tristezas, nem vi você chegar.
Mas quando você me abraçou, e depois do silêncio sussurrou uma canção pra mim, eu sabia que tudo ia ficar bem. Senti vontade de te guardar no bolso e trazer você para casa. Não cabia, você era grande demais. Guardei-o no coração, ao lado de outras lembranças, na gaveta de outros sonhos que sonhei um dia...Óh, que sonho! Um doce sonho de inverno.

A serpente

A chuva respinga a minha alma

Em gotas de sangue coagulantes

Sufocadas pelo ar que pressiona os pulmões

Os olhos de uma serpente esverdeada

Enlaça em meu olhar e transmuta em minhas veias

O veneno de uma sinceridade falida

Um nevoeiro anunciava por trás das frestas

E somente a luz ali pôde passar e avançar

Em cavalos de batalha, mostrando a cena

Um misto de tragédia anuncia o olhar

Gelo glacial nas pálpebras congela o batimento

Um instante de supressão, de cólera espasmódica

A serpente avança com dentes arreganhados e sorriso

Amarelado pela maldade congelante de uma página da história

O instante do tempo: o muro cai e a luz revela a cor do ambiente

Saltam sapos e o mal cheiro da lama azulada de negro

O vento suaviza a alma em choque, em transe....

A calma visão do absurdo, do desamor configurado em bailado

A presa de sangue gargalha no silêncio do anonimato

E figuras, cenas perdidas assombram o presente

De uma idealização, agora nebulosa e massacrada de negro

O homem presa do homem na selvageria da ignorância

Estraçalha as cortinas transparentes em fúria e fulgor eternos

Sorria..... a máscara do palhaço revela-se vampiro ratejante

E assombra os cordeiros desatentos: devorando-os

Vagarosamente e perpetuamente.

Exceto que no escuro, há o iluminar do amor infinito

Da brisa implícita da boa intenção que tudo revela e modela

Nos fantasmas deformados do que se diz humano.

Um misto de agonia, tristeza, saudade invadiu minha alma
Queria poder arrancar daqui de dentro do meu coração essa sensação...
Sensação que incomoda, dói
Dor que queima, lateja
Já tentei de tudo, já não sei mais o que fazer
Se me aproximo eu me machuco
Se me afasto eu sofro cada vez mais
Eu não posso ficar sempre ao seu lado
Mas também não consigo te deixar
Eu so queria entender,
O que é isso que eu sinto por você.

PIEDADE

Que inquieto vazio desajeitou meu corpo e
Incomodou tanto a minha acomodada alma,
Quando à tua frente te enxerguei diferente.

Foi estranho não achar mais nos teus olhos,
Um facho apenas da luz dos meus e os teus
Passos transviados, da nossa rota desviados.

Te confesso que foi difícil eu te ver confuso,
Acertando os pés por caminhos obtusos e te
Saber à margem da tua própria sorte e morte.

Sinceramente, te olhei àquela hora e tive pena,
Dó de verdade e me questionei como pude um
Dia amar quem agora me desperta só piedade!
Pedaços de Mim, página 63, 1999

BOM DIA

Abra seus braços,
e abrace seu dia,
ele é todinho seu,
ame seu dia.
Abra sua alma
sorria para o dia.
Saboreie
com toda sua calma.
Abra seus olhos
do tamanho do seu dia
E veja na vida
uma grande poesia
Distribua amor
receba carinho
Faça bondade
receba perdão.
seja gentil
e receba sorrisos.
Ensine a todos
pelo seu caminho
E no cair da noite
mais sábio será
Nem notará,
o quanto aprendeu.

O amor alimenta a alma e aquece o coração

Costumamos praticar boas ações pensando que, agindo assim, estamos tornando melhor a vida de alguém. Mal sabemos que a maior transformação que os bons atos promovem acontece em nossas próprias vidas. O maior bem que a caridade pode fazer não é alimentar um estômago vazio ou vestir um corpo castigado pelo frio; o melhor acontece no plano imaterial, pois o amor alimenta a alma e aquece o coração

“Alma ou espírito é uma entidade constituída em sua essência por Luz Divina, e que possui ou não inteligência racional.

Emprega-se o nome de alma quando a entidade se encontra dentro de um corpo físico vivo, e dá-se o nome de espírito quando essa entidade não está dentro de um corpo físico vivo.

Na Terra podemos dividir as almas em dois grandes grupos que são: as dos Seres Humanos, que são munidas de uma inteligência racional e irracional, e as dos animais, que são munidas apenas de uma inteligência irracional, que recebe o nome de instinto animal.”

Decifra- me a alma

Posso te seguir, adicionar,
mas do que isso adianta
se para mim não olhas

e persiste em me abandonar?
Espio- te de longe.
Não sois bela,
Sois a própria beleza encarnada,
mas o desprezo, que me é a pior dor,
te envolve, te alucina,
fazendo- me perguntar
Tu es mesmo minha frágil amada?

Desejo teus lábios mais que a minha própria vida,
mas após seu desprezo
a paz me deixou a alma,
o desespero me vem aos olhos
abrandando a calma,
fazendo pensar
que estas não são palavras no papel
e sim o próprio açoite
que me faz te amar ainda mais,
mas que em ilusões me enegrece o céu!

Oh! Alva que ilumina
A relva da minha vida.
Minha alma fulmina
A sua triste ida.

Tristeza que caminha,
Nesta vida minha.
Ilustre é o meu sofrimento,
Nada incomum neste momento.

Aspiro a ti toda alegria,
Que sua alma suspira.
Não é aquilo que gostaria,
Mas felicidade alheia inspira.

Bom alvitre é o que não disse,
Mas alguém o dirá.
Incomum é que fosse,
Aquilo que só me partirá.

Por que em ti insisto,
Se sei que de nada adianta?
Será só meu instinto?
Pra ti minha alma canta.

Por teu amor estou aos prantos,
Pior está o fogo da paixão.
Chorar não vou ficar aos cantos,
Dignos não são eles de meu coração.

Em outros amores vou procurar,
Aquilo que em seu rosto,
Não me deixou encontrar;
Nem sequer pude sentir o gosto.

Almas Gêmeas
Alma minha......
Há milênios te perdi
Desde então, fui tangida pelo vento
Rondei campos e desertos
Pelo mundo inteiro vaguei
Rompi os véus da lógica e a barreira do tempo
Visitei a inocência dos anjos
A sabedoria dos deuses, a pureza do cristalino
Passei pelo arco-íris, indaguei ao pigmento das cores
Caminhei por todos os matizes e não te encontrei
No canto das aves te mandei recado
Perscrutei todas as paragens
Nas asas firmes das águias viajei
Caí como neblina nos penhascos
Deslizei por entre os montes
Lavei todos os caminhos que percorri
Tanto, tanto indaguei que nessa busca quase te perdi.
Mas ao me encontrar com a solidão
Parei assustada e acordei, todavia ainda sem ti.
Mas, um belo dia, conheci uma pessoa
Não, não foi uma saudação comum aos que se encontram na rua
Daquela impecável presença
Uma candura antiga me acercava
E uma sensação de paz, há muito tempo experimentada
De onde nos conhecemos, me perguntava?
De qual século, ou de qual plano?
E de súbito descobri
Hum, és tu, a minha outra metade
De mim se expandiu um grande grito
Um grito de dimensão nunca dantes pressentida
Esse meu bramido surdo transfixou o céu azul
De nuvens brancas e opacas
Em busca do eco que um dia nos reservou espaço
E que, se por acaso, pairou por séculos sem fim
Por certo, fixou-se em minh’alma
Atravessou universos sem fronteira
E por eles tomou várias formas
Para nos surpreender, por fim, assim, frente a frente
Na terra ligados apenas por invisíveis laços
Como água do mesmo rio, por obstáculos separada
Ou como rios paralelos, fazendo curso lado a lado
Porém significativamente separados.