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Texto Amigas de Verdade

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🌍 Manifesto à Hipocrisia Verde 🌳


Chamam de investimento
o que é, na verdade,
um perdão comprado.


Três bilhões de dólares
para silenciar o som das motosserras
que ecoam desde suas fábricas,
onde a madeira da Amazônia
vira móvel de luxo europeu.


Pagam
e se lavam das próprias culpas.
Pagam
e posam de santos do planeta.
Pagam
e o mundo aplaude,
porque o marketing é mais verde
do que qualquer floresta viva.


Não é benevolência,
é disfarce.
Não é investimento,
é penitência paga em dólar.


Enquanto isso,
há uma mineradora com bandeira norueguesa
cravando o chão da floresta,
bebendo o sangue da terra,
enquanto falam em sustentabilidade.


O nome disso?
HIPOCRISIA.
✍©️@MiriamDaCosta
#COP30 #Belém #MeioAmbiente
#CriseClimática #Noruega #TFFF

A verdade é uma só…
Dos bastidores em geral
(políticos, humanos, íntimos)...
a única certeza que temos
é que não sabemos da missa
nem a metade...


O que chega até nós
é só o eco, o ruído,
a sobra da sobra
de algo muito maior,
muito mais sujo,
muito mais ardiloso
do que ousamos supor...


E eu, só de imaginar,
sinto horror,
sinto náusea,
sinto o peso de tudo
o que nunca veremos,
de tudo o que é varrido
para debaixo do tapete,
para trás da cortina,
para debaixo da mesa,
para dentro das sombras
onde a verdade apodrece
sem testemunhas...
©️✍@MiriamDaCosta

Te amo de verdade.
Não importa a dificuldade.
Que iremos enfrentar.
O importante é ao seu lado lutar.
A luta muitas vezes não vamos ganhar.
Mas ao seu lado vou estar.
Sempre para te apoiar.
E com uma simples palavra.
Com doce do seu olhar.
Com você eu vou estar.
Segurar tua mão e juntos caminhar.
No seu sorriso, me encorajar, para as batalhas que vamos enfrentar.
Em seus braços quero descansar.
Uma coisa tenho certeza.
Que ninguém vai me tirar,h o direito de te amar.

A verdade cruel que eu neguei por tantos anos é; você nunca me amou, você nunca me quis. É difícil encarar essa verdade depois de tantos anos fantasiando um amor que nunca existiu. Agora eu sei e aceito, o amor que eu achei que você sentia na verdade era uma extensão do grande amor que sempre nutri por você.
Agora, sabendo e tendo certeza disso eu me retiro e passo a não mais existir para você, se esse amor permanecerá em mim você nunca saberá.


Rosane Brito

Se eu fosse falar a verdade
Talvez você se comovesse.
Perdi meu pai aos onze anos — e com ele, o lar.
A casa deixou de ser abrigo, tornou-se lembrança.
O conforto e a segurança que uma infância promete
se desmancharam na poeira do tempo.

A vida se desenrolou como um fio invisível
que eu apenas seguia, sem saber aonde levava.
Mas não escrevo para comover ninguém.
Sou um homem realizado no pouco que premeditei:
ser poeta — não por escolha, mas por destino.

Desde menino, tive uma clarividência silenciosa
sobre o que viria a ser.
Uma voz interior me dizia
que havia um mandato das alturas:
cantar, mesmo que o canto fosse triste;
dar forma ao invisível;
soprar o fio de Ariadne
que me conduziria pelo labirinto da vida.

Entre fragmentos e quedas,
fui forjado por dores que não escolhi.
E nelas, descobri a necessidade inevitável
de escrever — sempre com lágrimas,
sempre com o sangue secreto da alma.

Não havia mapa, só o instinto e a necessidade.
E foi nas escolhas, muitas vezes cegas,
que aprendi a me reconhecer.

Hoje compreendo que minha existência,
apesar de comum, sempre esteve repleta de sentido:
era o ensaio do homem que eu me tornaria —
um ser moldado pela perda,
mas iluminado pela busca.

“Aqueles que se amam de verdade, o destino sempre os unirá.”
Pode até soar como loucura, mas a cada dia que passa eu acredito mais nisso. Quanto mais o tempo corre, mais eu percebo que algumas conexões não são simples coincidências — são encontros escritos em linhas que a gente ainda nem consegue enxergar.
As madrugadas sempre me pegam desprevenido. É nelas que o silêncio fala mais alto e meus pensamentos ganham voz. Fico refletindo sobre o que o destino tem preparado para mim, sobre os caminhos que ainda vou percorrer e sobre as promessas que a vida sussurra no escuro. Às vezes dá medo, às vezes dá ansiedade… mas, acima de tudo, dá esperança.
Eu não sei exatamente o que o futuro me reserva. Não sei quais obstáculos ainda vão surgir, nem quais batalhas precisarei enfrentar. Mas sei de uma coisa: eu sonho. E sonho grande. Sonho com um futuro construído com propósito, com amor verdadeiro, com estabilidade e paz. Sonho com uma vida que faça sentido, que tenha a essência do que eu acredito e do que eu sinto.
Se o destino realmente une aqueles que se amam de verdade, então que ele continue escrevendo nossa história com coragem, maturidade e fé. E que, quando eu olhar para trás, eu veja que cada madrugada de reflexão foi apenas o começo da realização de tudo aquilo que hoje eu só consigo imaginar.
No fim, eu só espero uma coisa: que meu futuro seja do jeito que eu sonho… mas que, se for diferente, que seja ainda melhor do que eu jamais consegui imaginar.

Ruínas da verdade


Chegam os tempos das incertezas.
Quando quase nada encanta,
ao saber da verdade dos truques;
A magia de tudo se esvai.
Os belos discursos, o teor das palavras frenéticas,
perdem a veemência
com o caráter de papel do preletor.


A democracia é relativa aos interesses;
E a vergonha se mede pelo tamanho e pelo lucro da barganha.
As casas e os homens da justiça
parecem recicláveis, misturas de tudo.


O poder nas mãos de roedores,
que nada plantam, nada produzem,
só consomem e deixam restos.


Tempos de incertezas, rumos ao caos.
Caminha-se para a ruína
no tempo de tantas informações.
A ganância consome
primeiro a capacidade de projetar um futuro melhor.

Hoje eu entendo muitas coisas que antes eu me recusava a enxergar. Eu te amei de verdade, com um coração limpo e uma sinceridade que não se encontra em qualquer esquina. Para mim, o que vivemos nunca foi algo passageiro, nunca foi uma brincadeira ou um passatempo.
Enquanto eu depositava sentimento, cuidado e verdade em cada detalhe, você parecia estar apenas deixando o tempo passar. Fui íntegro em cada palavra, em cada atitude e em cada momento que escolhi permanecer ao seu lado. Nunca escondi o que sentia, nem hesitei em mergulhar no que acreditava que tínhamos. Eu confiava nas nossas conversas e em tudo o que, para mim, exalava realidade.
Mas o tempo é mestre em tirar as vendas dos nossos olhos. Comecei a perceber o que o meu coração, antes ocupado demais amando, não me deixava ver. Dói encarar o fato de que, enquanto eu me entregava por inteiro, talvez eu fosse apenas um intervalo na sua vida — alguém para ocupar um espaço vazio por um tempo determinado.
O que mais machuca não é a distância física ou o fim do ciclo em si. O que realmente fere a alma é perceber que eu vivi uma verdade sozinho. É notar que o brilho que eu via nos nossos olhos era apenas o reflexo da minha própria dedicação, enquanto você mantinha os pés no raso, pronta para partir a qualquer momento.

Anônimo


Não era bem isso que até então havia planejado, na verdade nem tinha imaginado ou fantasiado.


Algo simplesmente aconteceu em um momento que eu nem era mais eu...


Em uma noite, olhares se cruzaram, armou um alarme, de algo que se quer tinha tido momentos pra dizer que sentiu saudades...


Foi desenterrado, um sentimento do passado, não era pela fama nem fantasia de criança...


Era a química, a atração ali era genuína, foi coisa de pele que precisava sair da imaginação então colocou seu plano em ação.


No início tudo fluindo, mas depois foi ruindo, pois se descobriu que um dos dois tinha compromisso...


Momento errado, devia ter ficado calado e carregado esse fardo...


Mas hoje só me resta te observar de longe, mas pensando bem...pra quê? Se o que sinto já não tem nem é nome...

TÍTULO. A PLENITUDE APARENTE E O VAZIO ESSENCIAL.
A frase afirma uma verdade desconfortável, mas antiga como o próprio pensamento humano. Existem pessoas tão cheias de si que acabam completamente vazias. Não se trata de um paradoxo retórico, mas de uma constatação ontológica. Quanto mais o indivíduo se ocupa de acumular imagens, discursos, certezas e performances, menos espaço resta para o ser autêntico. A vida interior, que exige silêncio, humildade e escuta, é soterrada por ruídos fabricados para convencer o mundo e sobretudo a si mesmo de que algo ali existe em profundidade.
Filosoficamente, essa plenitude ilusória nasce da confusão entre ter e ser. O sujeito acredita que se constrói pela soma de papéis sociais, conquistas materiais, aplausos e posições morais exibidas. No entanto, tais elementos pertencem ao domínio do transitório. Eles não tocam o núcleo do existir. O vazio surge quando aquilo que deveria ser meio torna-se fim. A pessoa passa a existir para sustentar uma narrativa sobre si, e não para viver uma verdade. Nesse ponto, a identidade deixa de ser descoberta e passa a ser defendida, o que gera rigidez, medo e intolerância ao fracasso.
Do ponto de vista psicológico, o vazio interior é frequentemente mascarado por excesso. Excesso de controle, de fala, de razão, de vaidade, de exigência sobre os outros. O indivíduo cheio é, em geral, alguém que não suporta a própria fragilidade. As decepções da vida, inevitáveis e pedagógicas, não são integradas como experiências formadoras, mas interpretadas como injustiças pessoais. Surge então a amargura. A expectativa infantil de que o mundo deveria corresponder aos desejos individuais colide com a realidade concreta, que é impessoal, imperfeita e indiferente aos caprichos do ego.
A vida não é um parque de diversão. Ela não foi concebida para entreter, recompensar constantemente ou poupar o ser humano da dor. Ela educa pela frustração, amadurece pela perda e revela pelo limite. Quem não aceita isso permanece num estado psicológico de adolescência prolongada, esperando que a existência funcione como espetáculo e não como travessia. Quando a realidade se impõe com suas rupturas, traições, silêncios e despedidas, o sujeito despreparado sente-se enganado, quando na verdade apenas recusou aprender.
No plano introspectivo, essa frase convida a um exame severo. O que há por trás daquilo que mostramos. Se cessarem os elogios, os cargos, as relações utilitárias, o que resta. O vazio não se manifesta apenas como ausência de sentido, mas como incapacidade de amar sem possuir, de ouvir sem disputar, de existir sem encenação. Pessoas vazias temem a solidão não porque estejam sozinhas, mas porque, ao ficarem consigo mesmas, não encontram conteúdo algum que sustente o silêncio.
Moralmente, a plenitude falsa é perigosa. Ela gera arrogância ética. O indivíduo acredita-se superior, esclarecido, justo, quando na realidade apenas reproduz valores para autoproteção. Falta-lhe compaixão verdadeira, pois nunca atravessou o próprio abismo. Falta-lhe misericórdia, pois confunde correção com dureza. A moral que nasce do vazio é sempre punitiva, nunca restauradora. Já aquela que brota da dor compreendida tende à humildade e ao cuidado.
As decepções, portanto, não são falhas do percurso, mas revelações. Elas mostram quem somos quando o mundo não coopera. Mostram se nossa força é real ou apenas decorativa. A pessoa cheia de si quebra-se facilmente, pois tudo o que a sustenta vem de fora. A pessoa que aceita o esvaziamento interior, ao contrário, aprende a reconstruir-se a partir do essencial.
Viver é desaprender fantasias. É abandonar a ideia de que merecemos mais do que os outros ou de que o sofrimento é um erro do sistema. A maturidade nasce quando se compreende que a vida não promete conforto, mas sentido, e que esse sentido não é entregue, é escavado. Somente quem aceita perder ilusões ganha densidade humana, e somente quem suporta o vazio inicial pode, um dia, tornar-se verdadeiramente pleno.

A Bíblia é como uma espada forjada pelo próprio Deus, feita de um material indestrutível, a verdade eterna.
Mesmo que receba golpes, críticas ou tentativas de distorção, não se quebra, porque sua essência não é humana, mas divina.
Quem a empunha, encontra força, defesa e clareza em meio às batalhas da vida.

Silêncio clama pela verdade.
O silêncio clama por justiça.
O silêncio tem lágrimas escorrem palavras.
Somos olhares navegantes ilusões.
Nos calamos pelo engodo...
Provenientes das mentiras que tentam te fazer calar.
Mais o silêncio grita grita mais ninguém ouve as lamurias vindas de quem sofre.
Suas experiências te dizem que verdade nao pode ser calada !
A algo maior dentro de cada um que sabe que verdade esta contaminada por mentiras.
E ainda temos que engolir essas mentiras.

Você um dia acaba entendendo que a coisa mais difícil é falar a última verdade.
A última verdade é aquela que revela tudo, é a chave para compreensão integral de tudo aquilo quê você disse, ou seja define o verdadeiro sentido de todo seu enredo e que amostra a face do lado oculto, que você não quer revelar....

Tiro sua roupa


Tiro tua roupa,
e encontro quem você é de verdade,
inteira em mim, sem pressa,
como quem confia o próprio coração.


Te observo como obra rara,
não com fome, mas com cuidado,
meu olhar aprende teus detalhes,
e minha alma repousa na tua presença.


Tua pele macia acolhe meus gestos,
teu cheiro guarda lembranças futuras,
cada suspiro teu é calma,
cada curva, poesia silenciosa.


E quando nos encontramos em silêncio,
o resto do mundo fica em silêncio,
somos dois caminhos que se escolhem,
amor entrelaçado, sereno,
até que o tempo esqueça de passar.

A luz não se apaga:


ela desiste.
Fica fraca demais para revelar a verdade.
Meus pensamentos apodrecem em silêncio,
como algo vivo que não quer morrer.


Há vozes que não falam — lembram.
Repetem meus nomes antigos,
meus erros intactos.
Cada memória é uma lâmina lenta,
cortando sem jamais sangrar.


Quando finalmente aceito o escuro,


entendo:
não estou perdido
— fui guardado aqui.
E a sombra que me observa
há tanto tempo sou eu,
esperando que eu não acorde.

Um Novo Dia


Hoje é um novo dia,
mas a verdade é que nem
tudo recomeça bonito.
Ainda tem resto de você
espalhado em mim —
no jeito que eu acordo,
no silêncio que fica depois
que tudo passa.
Eu levanto, sigo…
mas não finjo que não doeu.


Eu pensei que já tinha
aprendido a esquecer,
mas tem coisas que não saem
— só mudam de lugar.
Você ainda aparece nos detalhes pequenos,
e é ali que aperta mais.
Amar você foi real, sem enfeite,
sem exagero…
e talvez por isso seja tão difícil deixar ir.


Hoje é um novo dia, sim,
mas eu não sou mais
o mesmo de antes.
Tem mais cuidado no meu sentir,
mais verdade no que eu não digo.
E mesmo seguindo em frente…
uma parte de mim ainda olha pra trás — só pra ver se você vem.

VERDADE E IMAGEM

A verdade tornou-se um espelho partido; cada fragmento reflete a vontade de quem o segura, e a imagem do todo é apenas a soma das nossas solidões.
No reino da imagem fabricada, o maior acto de rebeldia é ainda procurar a porta da realidade, mesmo sabendo que, para a abrir, talvez seja preciso derrubar a nossa própria imagem refletida.


Toda eleição, quem ganha é o eleito, não o eleitor. O eleitor, na verdade, acaba perdendo.


Ele perde direitos, porque muitas promessas feitas pelos políticos não são cumpridas. Perde dinheiro, pois o governo pode aumentar impostos ou cortar serviços importantes. Perde respeito, porque suas necessidades e opiniões são ignoradas pelos políticos que escolheu. Perde poder, porque as decisões importantes continuam nas mãos de quem está no topo, e o cidadão comum não pode participar das decisões. Perde liberdade, porque as leis e decisões do governo podem limitar suas escolhas e ações. Perde tempo, porque não vê mudanças reais que melhorem sua vida.


No fim, a vida continua igual. O cidadão trabalha, passa o tempo e não vê melhorias reais na sua vida.

Quando cantar, cante com verdade e coração. Eu sei que dói. Às vezes rasga e destrói. Mas jogue a dor para fora, mesmo que tenha que fazer isso pelo resto da vida, e nunca passe.
Componha verdades. Conte teus sentimentos e histórias. Abra a ferida, mas seja de verdade! Não há nada mais tocante, profundo, e verdadeiramente artístico, do que a arte feita de um sentimento sincero, ao invés de uma história criada, inventada, vendida por dinheiro.
É difícil ser vulnerável. Mostrar tuas fraquezas, aquilo que mais te afeta. Por vezes, parecem facadas no peito falar do que te fez sorrir, quando já só te faz chorar, naquelas canções onde a dor era recompensada, sentia ter valor, superando toda angústia e frustração de uma história do século XXI, ou nas que revelam o quanto algo te machucou, após o fim.
Mas a dor destrói de qualquer jeito, e antes jogar para fora, do que deixar tudo preso no peito. Deixe que o mundo ouça. Abra um pouco desse coração trancado pelos muros que a vida criou ao seu redor. Mostre a verdade, doa a quem doer, inclusive a você.

Na verdade, sou um paladino do invisível.
Um romântico que ainda caminha de armadura leve, não de ferro, mas de esperança.


Carrego no peito não uma espada,
mas a coragem de sentir.
Acredito no amor como quem acredita no nascer do sol:
mesmo depois da noite mais escura, ele volta.


Sou desses que ainda escrevem versos no silêncio,
que veem eternidade em um olhar sincero
e que entendem que a vida não é batalha para ser vencida,
mas jardim para ser cuidado.


Sim, sou um paladino,
não dos castelos de pedra,
mas dos sentimentos verdadeiros.


E enquanto muitos desacreditam,
eu permaneço,
porque quem ainda acredita no amor
já venceu metade da guerra.