Textinho de Amor

Cerca de 2108 frases e pensamentos: Textinho de Amor

“Foi amor… só não foi pra sempre.”

Inserida por macjhogo

⁠“Nem a morte cala o amor que vive no silêncio do adeus.”

Inserida por macjhogo

⁠“O pior não é perder quem se ama… é sentir o amor gritar, ao vê-lo nos braços de outro alguém.”

Inserida por macjhogo

⁠Hoje completa exatos 150 dias, meu amor!
150 dias que você chegou pra completar a nossa família.
150 dias de um amor incondicional!
150 dias em que abdico de mim para cuidar de você — e se você quer saber, não me arrependo nem um pouco disso.
Um dia, eu pedi pra Deus alguém que eu amasse com todo o meu coração…
E Ele, com toda bondade, me enviou você.
Se eu tivesse mais 10 vidas, pediria somente para ser sua mãe em todas elas.
Eu amo você.
Amo ser sua mãe, amo cuidar de você, amo até as noites sem dormir, as madrugadas acordadas e os chorinhos que só uma mãe sabe decifrar…
Eu te amo, meu filho, minha dádiva.

⁠Me distanciei por amor-próprio, e foi a melhor aproximação que tive de mim.

Inserida por macjhogo

⁠"Amor que adoece não é amor — é alerta."

Inserida por macjhogo

⁠“A presença não cria amor onde só existe ausência de intenção.”

Inserida por macjhogo

⁠O amor exagerado preenche a rachadura do caráter do outro com a cera da falsa esperança.

Inserida por paulodgt

⁠"Nem tudo que aperta o peito é prova de amor. Às vezes, é só o corpo gritando o que o coração não quer ouvir."

Inserida por macjhogo

⁠"E naquele instante, o amor mostrou tudo o que ainda poderia existir."

Inserida por macjhogo

⁠"Havia amor. Havia família. Mas às vezes isso não basta quando o coração se perde."

Inserida por macjhogo

⁠"O amor era real. A dúvida, passageira. Mas o estrago... ficou."

Inserida por macjhogo

⁠“Nem sempre o amor morre. Às vezes, ele só espera uma segunda chance.”

Inserida por macjhogo

⁠“Eles juraram amor pra sempre… só não sabiam que ‘pra sempre’ às vezes só dura até o sonho mudar de endereço.”

Inserida por macjhogo

⁠era só um amor.
mas me fez esquecer
onde deixei minha dignidade.

não era fome.
mas parei de comer.
não era febre.
mas tremi quando ele disse que não sabia o que sentia.

eu, que sempre fui boa de ir embora,
fiquei.
como quem erra de propósito
só pra ver até onde aguenta.

abri mão do sono,
da lógica,
da escova de dente,
do aviso que dizia “não ultrapasse”.

troquei o arroz com feijão
por silêncios indigestos.
troquei o básico
por tudo que me fazia doer
mas que me fazia sentir.
e eu, no fundo, prefiro o que machuca
ao que não faz nada.

ninguém me avisou que
o amor que a gente aceita
diz mais sobre o nosso vazio
do que sobre o outro.

ele nunca prometeu.
mas também nunca foi embora.
e essa presença que não assume.
foi o que mais me corroeu.

me deixei amar como quem se deixa atropelar devagar:
primeiro a perna,
depois a vergonha,
por fim, a parte que ainda dizia
“isso não é amor”.

não é que eu não soubesse.
é que eu já tinha aceitado morrer bonita
na beira da estrada.

Juliana Umbelino

Inserida por Umamineira

⁠o amor que me tirou da categoria de sobrevivente

aconteceu sem anúncio.
um gesto despretensioso
e, de repente, eu estava rindo.
rindo de verdade!
sem o dente de trás doendo,
sem a pressa de acabar logo.

e eu que já tinha ensaiado tantas fugas,
fiquei.
não por esperança.
era por vergonha de não saber
como recusar um afeto
que não me pedia nada.

ele não me fez voar.
mas, pela primeira vez,
meus joelhos não tremiam por medo.

com ele, eu parei de ser
uma mulher que espera.
e comecei a ser uma mulher que respira.
em voz alta.
com respiração feia mesmo.
daquelas que ninguém edita
pra caber num story.

ele olhava pra mim como quem diz:
“é, você tem partes ruins.
que bom.”

e eu fui abrindo gavetas que nem lembrava ter.
fui pendurando as armaduras.
fui perdendo o medo
de ser tocada
sem que isso significasse
contrato ou colapso.

tudo nele era verdade que não doía.
e, por isso, doía um pouco.
porque eu aprendi a desconfiar
de qualquer lugar onde meu nome
não viesse com grito.

com ele, o amor não era destino,
era desvio.
uma linha torta
onde eu quis morar um tempo
sem precisar arrumar as malas.

e foi ali, entre um gesto idiota
e um silêncio sincero,
que eu entendi:

não era sobre me completar.
era sobre parar de me mutilar pra caber nos amores anteriores.

ele me quis inteira,
mesmo com os ossos fora do lugar.

e isso, pra mim,
foi o suficiente
pra nunca mais aceitar o suficiente.

Juliana Umbelino

Inserida por Umamineira

⁠O maior legado que alguém pode deixar é o amor.

Inserida por paulodgt

⁠Sou adepto da tristeza
Contrário ao amor margarina.

Inserida por solitudxnegrx

⁠Diante a solidão
Conhecemos o amor.

Inserida por solitudxnegrx

⁠Você pode não ter sido o meu primeiro amor, mas foi o primeiro que fez eu acreditar que ele é real.

Inserida por laraazx