Terra
Que nossa jornada na Terra não se limite às coisas mundanas, mas seja uma busca constante pela verdadeira conexão e redenção de nossos pecados por meio de Cristo, pois essa é a essência do evangelho.
'Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas. '
Mateus 6:33
Sertanejo, raiz profunda,
Em terra de sol e ventania,
Com a força da natureza,
Constrói sua própria mania.
Sob um céu estrelado e imenso,
A esperança sempre renasce,
Nas mãos calejadas pelo trabalho,
A vida segue, não se avexa e nem se esmurece.
Mulheres de coragem
Mulher que planta sonhos na terra dura,
rega com lágrimas e colhe ternura.
Mulher que tece a vida com linhas tortas,
mas faz delas caminhos, faz delas portas.
Mulher de sol e tempestade,
de riso aberto e serenidade.
Carrega o mundo em gesto singelo,
faz do pouco um amor tão belo.
Hoje é teu dia, mas sempre é tempo,
de exaltar tua força, teu brilho, teu vento.
Mulher que não para, mulher que reluz,
que enfrenta a vida e segue em luz.
Feliz Dia Internacional da Mulher.
POSTAL
.
.
Carrego comigo um postal...
Lembrança da minha terra:
minha paisagem natal!
.
Debruçado sobre a Baía,
ou de braços estendidos
(não sei bem assim ao certo),
um Cristo de Pedra abençoa
o resto do mundo em pessoa.
.
Anoiteceu no retrato...
Casas e ruas cintilam:
só há luz, não há maltrato.
.
As misérias se apagaram;
pobrezas não há mais
(sutilezas fotográficas).
.
O morro tem um colar
de barracos que são pérolas,
a avenida tem formigas
coloridas que são gente,
e a sombra deita em praias
assoalhos diferentes.
.
Carrego comigo um postal...
Anoiteceu na gravura
que a perícia de um fotógrafo
fez de um momento imortal.
.
No retrato em que nasci,
não há seres infelizes;
só há luzes de mim sorrindo,
e ondas no mar suspensas.
.
Toda coisa ruim sumiu:
a câmara filtrou tudo
na beleza de um postal!
.
Aonde vou
carrego comigo o postal...
.
Mal se forma uma conversa
sobre pátrias e valores,
exibo aos estrangeiros
a beleza de um postal.
.
– um pouco envergonhado –
... não faz mal.
.
.
[José D'Assunção Barros.
Publicado na revista Nós, vol.10, nº2, 2025]
Fecho os olhos
Tudo esquecido
Numa terra
Distante dos meus sonhos
De vontades e intenções
Tudo perdido
Num lugar
Distante de mim
Uma viagem sem volta
Num amor sem fim
Que abraça a alma
Na poesia da vida.
O lavrador espera o precioso fruto da terra aguardando-o com paciência. Assim é o líder promissor ao saber que o desempenho de sua liderança será fértil e produtivo.
José Guaracir
O sol voltou pro céu há um ano atrás, para terra o astro não voltará mais. Helena, descanse em paz. 🥹💔
Gemendo, a terra inteira...
Por onde o sonhador passa...
Fizeste-me mil maldades...
Com que a sua alma se alimenta...
Porque verdadeiramente sentir é tão complicado?
Como o mal feito está feito...
Agora a ti...
Verei como degradado...
Que somente a mim...
Andando...
Fingindo-me enganado...
Sobrevivi...
A tua falta de cuidados...
Amigos que pensam confundir-me
Eu tenho pena...
Que tentam destruir-me...
O mal por si, aviso, não se sustenta...
De haver falhado em tudo...
Como tropeçar no capacho...
Que esconde as sujeiras do mundo...
Erro ao acaso...
Será o fado?
À imagem do meu próprio desejo...
Ser tolo é uma arte...
Abrigar fel no peito...
Até tanto que não sente...
Enquanto arde...
Pastoreando hei de viver...
E o diabo loiro, como me chamava...
Há de prevalecer...
Sou eu, eu mesmo...
De tudo qual resultei....
Fizeste por ti merecer...
Mudei...
Passei...
E sem ti descobri...
Que posso bem viver...
Sandro Paschoal Nogueira
*"POEMA DA FORMIGA E O TAMANDUÁ"*
Em uma terra quente e seca,
Uma formiga pequena, mas corajosa, se via.
Ela estava sozinha, mas não se rendia,
Quando um tamanduá, com olhos famintos, se aproximava.
O tamanduá, com sua língua longa,
Tentava capturar a formiga, com uma mordida forte.
Mas a formiga, com sua força e astúcia,
Lutava com todas as suas forças, para não ser devorada.
Ela se escondia, em uma rachadura,
E o tamanduá, com sua língua, tentava alcançá-la.
Mas a formiga, com sua velocidade,
Escapava, e o tamanduá, ficava frustrado.
A luta continuava, por horas e horas,
Até que o tamanduá, cansado e faminto, desistia.
A formiga, vitoriosa, saía da rachadura,
E continuava sua jornada, com coragem e determinação.
Essa formiga pequena, mas corajosa,
Mostrou que mesmo os mais fracos, podem ser fortes.
E que a luta pela sobrevivência,
Pode ser vencida, com coragem e determinação.
Aos que Virão: V
A Terra não é herança, é empréstimo. Nossas mãos a rasgaram, envenenaram rios, sufocaram o ar com fumaça de ambição. Construímos desertos onde havia florestas; trocamos o canto dos pássaros pelo ronco de máquinas. Em nome do “progresso”, escrevemos o obituário de espécies inteiras.
Cuidado com a mentira de que destruir é desenvolver. Quem vende a natureza em pedaços não traz riqueza, traz dívida e vocês pagarão o preço. Os oceanos engasgam de plástico, o clima enlouquece, e o solo, exausto, já não nos sustenta e tudo isso enquanto aplaudíamos contas bancárias inchadas e corações vazios.
Não repitam nosso erro: a ganância veste terno, assina contratos, mas seu fim é canibal, ela devora montanhas, seca nascentes, envenena o amanhã.
Se ainda restar verde em seus olhos, protejam-no. A resistência começa quando se enxerga a vida como sagrado, não como recurso, plantem árvores onde deixamos cinzas; resgatem os rios que aprisionamos em concreto.
A natureza não pede perdão ela devolve, com juros, cada ferida. Salvem-se salvando-a. O futuro não é uma linha reta; é um círculo quebrado. Refazê-lo ou enterrá-lo: a escolha, agora, é de vocês.
O dia em que as palavras se calaram
Hoje sou terra sem chuva, sem brisa,
um campo onde a semente se perde.
O verbo me olha de longe, indeciso,
e o silêncio, de súbito, me fere.
A máquina observa, ávida e fria,
cataloga, prevê, analisa.
Mas não há código que resgate o dia
em que a alma recusa a brisa.
Nenhum cálculo encontra o caminho
por onde o mistério da criação se lança.
Não há padrão que ensine o destino
do verso que nasce só na bonança.
Sem inspiração, sou sombra dispersa,
um eco no vácuo do próprio existir.
A IA me observa, mas segue imersa
num mar de dados sem me atingir.
Que descanse a pena, que cesse o intento,
não há atalhos para o renascer.
Pois só no abismo do desalento
é que a poesia volta a viver.
Se você quer saber qual a sua missão na Terra eu respondo: EVOLUIR. E como evoluir? AMANDO, amando o próximo, amando o amigo, o inimigo, amando a família, amando a natureza, amando você mesmo, amando DEUS
Pés descalços, alma livre
Pés descalços tocam a terra,
o frio da manhã, o calor do meio-dia,
o áspero, o macio, o real.
Andar assim é ouvir a vida sussurrar,
é não temer o que tem no chão, nem o olhar dos outros.
Minha mãe dizia: liberdade não é ausência de julgamento,
é caminhar sem se importar com ele.
O mundo observa,
mas o vento não carrega pesos,
só aqueles que seguramos dentro de nós.
Ser livre é deixar que falem,
é pisar firme sem pedir licença,
é sentir o chão e saber:
eu sou.
Menestrel do Mucuri
No berço febril de uma terra encantada,
O verbo floresce em candura e luz.
Nas trovas ardentes de alma inspirada,
O bardo se eleva, qual astro que reluz.
Perfume que dança no vento sereno,
Na rosa que exala ternura e paixão,
Rastro de estrelas num céu tão ameno,
Beleza que acende do peito a emoção.
No manto da noite, segredos se entregam,
Nos versos sublimes de amor sem igual.
Saudade e desejo, em sonhos navegam,
No barco singelo de um bem imortal.
Arrebol que brilha nas pedras douradas,
Tesouros que ecoam em Teófilo Otoni,
Dos montes altivos às luas prateadas,
A lira do poeta jamais se abandona.
No alto do Iracema, esplêndido brilho,
Resgata a essência da vida febril.
No peito do homem, em verso intranquilo,
Canta o Menestrel do vale sutil
Deus é intransmutável, poderoso, de sabedoria única na terra e nos céus. Deus com bênçãos infinitas nos olha e ampara. Torna-nos valentes para lutarmos diante das adversidades e seguirmos na fé. Com amor e gratidão louvamos o seu nome hoje e sempre. Pai, continue abençoando nós, cada um das nossas famílias e amigos. Amém!
Antes de virmos para Terra, nossos destinos já estão traçados, não como masculino e feminino, mas sim como em Duna, biológico e mental (mecânico), ainda vou além, com sentidos holísticos e sacramentais.
Cair para se resolver em uma sociedade tão difusa, pode criar uma grande confusão.
Zen.
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