Ternura

Cerca de 2721 frases e pensamentos: Ternura

" Que a nossa
Noite

Seja
Aquecida de paz, ternura
E amor

E que o silêncio
Da vida

Faça poesia
Dentro dos nossos
Corações.

Numa linda prece
Que traga aos nossos dias

A calmaria serena que tanto
Nos falta!"

O silêncio

Veio
Por entre o escuro
Da noite

Desaguou
Os meus olhos
Na ternura

Do tempo!

° ೋ ☆ ೋ ° E a vida sorri se você tiver a ternura de agradecer cada carinho que ela sutilmente brinda seus olhos ! ° ೋ . ʚïɞ . ೋ

° ೋ✿ ° ♡ ° ೋ✿ ° Um dia abençoado de Felicidades ! Que a ternura da simplicidade , floresça a paz em nossos corações ... sempre exalando o perfume doce da harmonia e da alegria deste dia maravilhoso ! Sexta-feira linda para gente ! ° ♡ °

° ೋ✿ ° Sou apenas a ternura
que preenche todo o meu coração de Deus ! ° ೋ✿ °

Os verdadeiros momento na vida são de alegria, paixão e ternura

BOA NOITE
Anjo de Ternura
a noite já se faz alta e os pensamentos tomam forma de viagem,
vão prá onde Deus quizer....e onde você desejar
São momentos que unem duas dimensões distintas e de grande significado.
Durante o sono desligamos tudo e navegamos ao sabor do etéreo,
buscamos resposta para nossas dúvidas e forças para nossos passos
...às vezes vacilantes, frágeis ...porém resolutos e cheios de esperança.
vamos sim cheios de fé e amor no coração continuar sempre firmes em todos nossos propósitos e objetivos.
No amor e misericórdia ao Amor maior
Beijos

Algumas pessoas parecem
que foram feitas de ternura, brandura
e singeleza.
Que sorte a nossa ter por perto
gente assim de coração bom,
de alma clarinha
que com simplicidade e humildade
ilumina nosso caminho.

Que os teus olhos, sejam olhos de amor, para ver a ternura desabrochar, entre as asperezas da vida.

Crianças: elas tocam nossa esperança! Elas nos guiam à ternura com apenas um pequeno sorriso.

Quando seu sorriso não couber em sua boca linda, coloque-o em seus olhos cheios de ternura. Porque os meus sorrirão para os seus e nesse flerte falaremos mais que a próprias palavras. Elias Torres

✿ Que o seu coração tenha toda ternura para receber os detalhes de paz e carinho que Deus preparou para você !
Liahna Mell

Que sorriso é este...
" O que escondes por de traz deste lindo sorriso...
Que ternura, que encanto de mulher, olha selvagem
que queima cada parte do meu corpo, serei eternamente
acorrentado por esta Loba mulher"...

" Admiro este seu jeito de falar do amor, ha tanta ternura em seu olha, este sorriso doce de menina em corpo de mulher me alucina. Quem dera eu poder te amar em uma noite de luar".

ALLAN KARDEC. O APÓSTOLO DA VERDADE E DA TERNURA ESPIRITUAL.
Allan Kardec não pertence apenas à memória histórica do Espiritismo. Pertence à intimidade moral da humanidade. Sua presença atravessa os séculos como uma dessas consciências raras que ensinaram sem humilhar, corrigiram sem endurecer e sofreram sem abandonar a serenidade diante de Deus.
Durante muito tempo, muitos imaginaram Kardec como uma figura severa demais para o afeto, quase aprisionada numa racionalidade inflexível. Entretanto, aquilo que chegou até nós acerca de sua vida íntima revela precisamente o contrário. Revela um homem profundamente humano. Sensível. Delicado. Afetuoso. Um espírito que carregava responsabilidades imensas sem perder a capacidade de sentir as dores alheias.
Sua inteligência jamais destruiu sua ternura.
Kardec possuía a firmeza dos grandes educadores e, ao mesmo tempo, a brandura silenciosa daqueles que compreendem a fragilidade humana. Era rigoroso com princípios, porém misericordioso com pessoas. Corrigia ideias sem ferir consciências. Defendia a verdade sem transformar a doutrina numa arma de vaidade intelectual.
Talvez aí resida uma das maiores belezas de sua existência.
Ele não era um homem inacessível.
Era um homem fatigado que continuava trabalhando.
Era um espírito sobrecarregado que prosseguia servindo.
Era alguém que conhecia as angústias da alma e, ainda assim, permanecia fiel ao dever.
Sua célebre prece de aflição continua emocionando consciências porque nela não encontramos um missionário distante das dores humanas, mas um homem atravessando regiões difíceis do próprio espírito. Quando confessa sentir-se confuso, ansioso e interiormente perturbado, Kardec aproxima-se de todos aqueles que já enfrentaram noites silenciosas de exaustão emocional.
E mesmo cansado, não se revolta.
Mesmo abatido, não acusa.
Mesmo aflito, não abandona Deus.
Ele ora.
Pede discernimento.
Pede força moral.
Pede humildade para transformar sofrimento em aprendizado espiritual.
Há uma grandeza quase sublime nisso.
Num século marcado por disputas intelectuais e orgulho filosófico, Kardec escolheu a introspecção moral. Em vez de buscar culpados exteriores, investigava a própria consciência diante da Providência Divina. Sua espiritualidade não era teatralidade religiosa. Era disciplina interior. Era fé amadurecida pela razão e suavizada pela caridade.
E talvez seja impossível não sentir profunda comoção ao perceber que dentro daquele educador monumental ainda existia algo extremamente puro. Uma espécie de menino espiritual buscando repouso em Deus após o peso esmagador das responsabilidades humanas.
Seu coração não endureceu diante das lutas.
Sua alma não secou diante das perseguições.
Seu ideal não tombou diante do cansaço.
Kardec trabalhou incessantemente. Respondeu cartas. Consolou aflitos. Orientou grupos. Auxiliou necessitados. Administrou dificuldades materiais. Organizou obras gigantescas enquanto enfrentava desgaste físico e emocional quase contínuo. Havia noites de exaustão. Havia preocupações silenciosas. Havia saudades íntimas jamais verbalizadas inteiramente. Ainda assim, ele prosseguia.
Não porque fosse um homem sem dores.
Mas porque compreendia que a verdade exige perseverança.
Sua vida inteira parece ter sido um testemunho de renúncia serena. Uma existência consumida pelo dever moral, pela educação espiritual das consciências e pelo desejo sincero de aliviar o sofrimento humano.
Por isso sua lembrança permanece tão viva.
Não apenas como filósofo.
Não apenas como educador.
Mas como presença moral.
Como consciência amiga.
Como um desses raros espíritos que conseguem aproximar razão e compaixão sem destruir nenhuma delas.
Kardec venceu o cansaço sem abandonar a dignidade.
Venceu as dores sem perder a delicadeza.
Venceu as saudades sem permitir que a amargura lhe tomasse o espírito.
E talvez seja exatamente por isso que ainda hoje tantos corações sentem sua presença como um amparo silencioso atravessando gerações.
Sua grandeza não nasceu da ausência de fragilidade.
Nasceu da coragem de permanecer fiel à luz mesmo carregando o peso humano das próprias lágrimas.
Por: Marcelo Caetano Monteiro.
Fontes.
Projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora.
#geeff #cems #espiritismo #kardec #revistaespirita #vidaaposamorte #psicologiaespiritual #doutrinaespirita #mediunidade #filosofiaespiritual #consciencia #despertar #lei #moral

Não permita que cresçam ervas daninhas onde se cultiva carinho e ternura

A natureza é a manifestação divina como Mãe, pródiga em beleza, doçura, bondade e ternura. As flores perfumadas, o riso das águas que fluem, a fecundidade da terra, o desenvolvimento das plantas e dos seres, o amor de toda criatura para com seus filhotes, o bosque, a montanha, o céu azul, a areia branca, o mar refulgente; vendo isto, uma profunda ternura surge em nosso interior.

O pai educa o filho pela razão e força, a mãe pelo sentimento e ternura. Às vezes convém a austeridade, outras o amor. Ambos são necessários para o equilíbrio.

A Morte

Oh! que doce tristeza e que ternura
No olhar ansioso, aflito dos que morrem…
De que âncoras profundas se socorrem
Os que penetram nessa noite escura!
Da vida aos frios véus da sepultura
Vagos momentos trêmulos decorrem…
E dos olhos as lágrimas escorrem
Como faróis da humana Desventura.

Descem então aos golfos congelados
Os que na terra vagam suspirando,
Com os velhos corações tantalizados.

Tudo negro e sinistro vai rolando
Báratro abaixo, aos ecos soluçados
Do vendaval da Morte ondeando, uivando…

Nascemos para amar; a Humanidade
Vai, tarde ou cedo, aos laços da ternura.
Tu és doce atractivo, ó Formosura,
Que encanta, que seduz, que persuade.

Enleia-se por gosto a liberdade;
E depois que a paixão na alma se apura,
Alguns então lhe chamam desventura,
Chamam-lhe alguns então felicidade.

Qual se abisma nas lôbregas tristezas,
Qual em suaves júbilos discorre,
Com esperanças mil na ideia acesas.

Amor ou desfalece, ou pára, ou corre:
E, segundo as diversas naturezas,
Um porfia, este esquece, aquele morre.