Ternura
É em pequenos gestos de ternura, no aconchego de abraços acolhedores, na leveza de olhares sem julgamento, no som de palavras benditas que milhares de pessoas encontram força para seguir em frente quando acham que já não possuem nenhuma.
Mulher é resistência que canta, é ternura que luta, é vitória que inspira.
Não é o peso da vida que a define, mas a forma como ela escolhe levantar-se.
Há quem carregue no coração a ternura das flores e isso, por vezes, pode ser maior do que o jardim inteiro.
Que a paz de Deus abrace sua noite
como quem embala o coração com ternura.
Ore com fé.
Descanse com leveza.
Confie sem medo.
Porque quando entregamos nas mãos dEle,
até o silêncio da noite vira cuidado.
Boa noite!
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Entre um passo e outro, aprendi a me olhar com mais ternura e a me escolher sem culpa.
- Edna de Andrade
Que o dia comece com calma...
com ternura nos gestos,
uma alegria miúda nos olhos
e fé caminhando ao lado.
Que o coração se sinta em casa,
e que bênçãos discretas floresçam no caminho —
feito surpresa boa onde menos se espera.
Porque há dias em que Deus
só sussurra…
mas a alma entende.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Que a luz divina te envolva com ternura,
te proteja com delicadeza
e ilumine os caminhos por onde teus passos passarem.
Que Deus esteja contigo…
no silêncio das preces,
na calma dos dias bons
e até nas tempestades —
te lembrando que nunca estás só.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Que a paz de Deus te envolva
com ternura nesta noite…
e permaneça com você
em cada amanhecer.
Amém.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Bom dia!
Deus vai na frente, preparando ternura
até nos dias difíceis.
Ele ajeita o caminho, acalma o que pesa
e cobre tudo com um cuidado que só Ele tem.
Hoje, caminha com fé…
Tem amor d’Ele esperando por você em cada detalhe.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Boa noite!
Que a suavidade da noite embale teu coração
e te lembre, com ternura, que cada amanhecer
é uma nova chance de recomeçar com esperança.
Durma com fé… o amanhã já vem carregado de possibilidades.
— Edna de Andrade
Há lembranças que o tempo não apaga; apenas aprende a embalar com mais ternura.
São pedaços de amor que permanecem,
mesmo quando a presença já virou silêncio.
Recordar é como abrir a janela e deixar o vento tocar o rosto:
há doçura, há ausência, há um fio invisível que ainda une.
A saudade, quando vem mansa, é quase oração.
É o coração dizendo baixinho:
“obrigada por ter existido em mim.”
— Edna de Andrade
O Doce Mistério da Sua Intensidade - Ternura e Atrevimento
Fica em evidência que a sua aparência passa ternura e delicadeza, e demonstra uma postura que muitas vezes é silenciosa — partes notáveis da sua essência, que dão um ar elegante de romantismo, sem nenhum conflito aparente com a própria consciência; uma mulher naturalmente incrível — algumas das suas qualidades inegáveis que são revestidas pelo seu físico, pela sua beleza e pelo seu espírito.
Mas também existe nela uma intensidade grandiosa, que não está adormecida, apenas é seletiva nas suas reações — uma chama ardente que se espalha por toda sua estrutura; o fogo que pertence à sua versão provocante, quente e atrevida; desprovida de ingenuidade; bem ciente daquilo de que precisa, do foco do seu desejo, de tudo que faz a sua pele arrepiar como o calor imponente que provém de um beijo.
Nem tudo dela é evidente: um doce mistério, daqueles que carecem ser desvendados aos poucos e nunca serão por completo; entretanto, havendo devido empenho atencioso, os seus principais trechos poderão ser percebidos, envolvendo o visível das suas linhas e as emoções abundantes de algumas das suas entrelinhas. Então, ela é uma poesia que tem várias versões e camadas que a tornam sempre interessante, inclusive a sua alma que é intensa em demasia.
teu nome? ele ecoa com suavidade, com uma ternura gentil demais para um monstro que se esconde por trás de um sorriso e sangue compartilhados. e eu? eu continuo a sangrar, a me ferir cada vez mais por sua causa.
“O vínculo traumático nasce quando a esperança se agarra às migalhas de ternura para suportar o peso da violência.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Não corrija com dureza quem já perdeu a segurança da própria lembrança; acolha com ternura quem ainda está tentando permanecer.”
Do livro Alzheimer — Se Eu Não Lembrar, Me Abrace Mesmo Assim. Eu Ainda Estou Aqui, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Hoje, na plenitude da paz, na essência da ternura, no silêncio dessa bela aurora, só me resta agradecer ao Altíssimo pelo dom da vida.
