Termino de um Amor Proibido
O coração de um amante se divide entre o certo e o errado, entre o proibido e o livre, entre o desejo do prazer ou uma realidade normal e rotineira..
O pior é que sempre ele escolhe os dois.
Ao mesmo tempo que se dispõe a disfarçar a sua vida inteira.
A importância de um sorriso
Alguém já ouviu falar que sorrir é proibido?
Crenças, religião, música, cultura, geografia, filosofia, num bar, numa determinada região, em cima do telhado, diante de um juiz, dentro de um avião, na favela, numa colônia de protozoários, amebas ou fungos, num Palácio, no presídio, na chuva, na rua ou na fazenda? Sei lá. Alguém? Alguém?
Até mesmo em uma celebração fúnebre, existem leis, códigos de ética, estatutos, ou uma portaria lhe impedindo de sorrir? Saiu em um edital?
Sorria carapanã, mesmo que um sorriso nervoso ou sem graça. É sem graça, mas passa!
Sorria por fora, mesmo todo dolorido por dentro! "Esteja atento à Força viva, meu jovem Padawan”. A dor alivia bem e depois passa!
Conheço sorrisos falsos, vulgares, criminosos. Esses são amargura pura. Pula!
Eu gosto mesmo é do sorriso incipiente dos nenenzinhos.
Sorriso grande de uma criança. O sorriso da ingenuidade de um adolescente.
O sorrisão meio estranho da Sandra Bullock no filme de Miss...sensacional!
Não importa se fez clareamento, se tem dente torto ou não. Só não vale deixar crescer um pé de alface, aí não há sorriso que ajude!
Mas um sorriso me chama muito a atenção;
Aquele que nasce do inesperado, do acaso. É o sorriso sincero, de coração. Vem de estímulos que causam um verdadeiro prazer. Aqui, os olhos sorriem também!
Esse sorriso, hummm, não sei se todo mundo sabe dar não.
Sabe o porquê?
Eu sei.
Porque ele é único, singular.
E sai do SEU coração!
Não sabe como ajudar?
SEU SORRISO JÁ É UM BOM COMEÇO!
Patricia Renata
Artigo Quinto da lei contra o Cristianismo – Comer na mesma mesa que um padre é proibido: quem o fizer será excomungado da sociedade honesta. O padre é o nosso chandala – ele será proscrito, lhe deixaremos morrer de fome, jogá-lo-emos em qualquer espécie de deserto.
Meu desejo
Meu encanto, meu segredo doce, mulher que acende um fogo proibido no âmago do meu desejo mais profundo, e como um tudo te desejo como um pássaro engaiolado que vê o céu e deseja voar para o teu abraço.
É proibido. É um tabu social. É uma contravenção. É contra o mundo. Tudo, nossas afinidades, nossos passeios distraídos, nossos telefonemas escondidos, nossos pequenos encontros em ruas desertas, nossas canções dedicadas, nossos beijos no escuro do cinema depois de comprarmos os ingressos e enfrentarmos a fila estrategicamente separados, paranoicos e suarentos de nervoso. Putz, o que a gente vai fazer agora?
(Contra o mundo)
É proibido não transformar sonhos em realidade, não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
Nota: Adaptação de trechos de "É Proibido", poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Pablo Neruda.
...MaisO que é a verdade?
Não seria um romance proibido,
De dois amores que se escondem
Dos olhos públicos curiosos,
Para que se amem em secreto?
E que não foi capaz de escapar
Do anonimato, do segredo,
Revelando-se um escândalo?
E, muitas vezes, não seria a verdade
Senão uma desavergonhada escandalosa?
Não seria um espelho embaçado,
Que não reflete bem nossa face,
Mas, mesmo assim, permite-nos
Um vislumbre aproximado
De nossos rostos?
Ou nossa sombra pelas paredes,
Com seu desenho não tão exato,
Sem noção tridimensional,
Distorcendo-se à medida
Do movimento de nossos corpos
Ou da luz que nos ilumina...
Incapaz de nos representar
Como faz o pintor a um quadro.
Uma simplificada aproximação?
Não seria, senão, como um alvo
Para um arqueiro,
Onde as flechas são atiradas,
E tenta-se atingir
O mais perto do centro?
Uma narrativa que tenta ser
Tão próxima da realidade,
Como a flecha ao meio do alvo?
Não seria ela
Como as estrelas do céu
Que não podemos tocar,
Ser apenas desejosos disso?
Não seria a verdade
Como o corpo de uma mulher casada
Que pertence a outro homem
E nunca poderemos tocar,
Nem nos mais ambiciosos sonhos?
Não seria, então,
Como o troféu de um esporte,
Tal como os gregos amavam praticar,
Que exige um treinamento rigoroso,
E a cada falha, procura-se evolução,
Até conquistar o resultado?
Não seria a verdade
As ideias que vagam
O pensamento dos loucos,
Um sonho dentro de nossas mentes,
Inventada pelos neurônios?
Ela existe fora da mente delirante?
O território proibido
É um labirinto de espelhos,
onde cada reflexo engana,
onde cada passo parece liberdade,
mas é apenas prisão disfarçada.
No amor, o território proibido
não se revela em mapas,
mas nas escolhas silenciosas,
nas palavras não ditas,
nos gestos que se perdem no vento.
A solidez pode ser miragem,
a certeza pode ser véu,
e o coração, cego pela vaidade,
se deixa guiar por promessas
que nunca se cumprem.
E então, o pântano se abre:
um chão macio que engole,
um silêncio que grita,
um arrependimento que floresce
como erva daninha no jardim da alma.
Quem não soube valorizar o real,
quem trocou o ouro pelo brilho falso,
descobre tarde demais
que o verdadeiro não retorna,
que o amor, quando ferido,
não se refaz com ilusões.
O território proibido é lição:
um aviso gravado na pele,
um eco que lembra,
que o presente é sempre mais precioso
do que qualquer fuga.
"Chegará o dia, que terei que me curvar perante a um abacaxi, porque, será proibido ofendê-lo dizendo que ele não é um rei."
Seu corpo é fruto proibido
É a chave de todo pecado
E da libido, e pra um garoto introvertido
Como eu, é a pura perdição.
O riso escapa às vezes como quem rouba um remédio proibido. Dói o riso quando sei o preço que ele tem: esquecer por instantes. Mas prefiro esses lapsos de luz a um cotidiano contínuo de negrume, pois há beleza mesmo nos intervalos em que a alma consegue respirar.
É como na estrada e nas regras de trânsito. Se tem um sinal proibido, é para indicar que não podes ir por ali. Ou pelo menos para te precaver de que não deves. Nós até podemos ir. Vamos em sentido contrário, ou em contra-mão, mesmo sabendo que ir por ali é sinonimo de risco. Vamos porque o coração, ou a pele, ou as emoções no limite nos pedem para ir. Vamos porque no fundo é daquilo que gostamos. Da pele arrepiada, do coração a bater como se nos fosse sair disparado a qualquer momento. E se calhar até podemos ir muitas vezes. Desafiamos as regras e ignoramos qualquer sinal. É por ali que queremos ir e é por ali que vamos. É por ali que somos felizes.
O que não nos lembramos é que por ali há sempre a possibilidade de choque frontal, e que do choque frontal podem resultar ferimentos múltiplos. Há os arranhões e os golpes fundos. A diferença é que os primeiros dão uma certa comichão, incomodam , mas desaparecem. E os segundos demoram mais tempo a passar e na maior parte das vezes a marca fica lá...
Andei sonhando um pouco, também. Ainda não é proibido, mas tem um preço. Depois andei tentando não sonhar, mas isso também tem um preço. Não tenha expectativas, me disseram. Fiquei tentando não ter expectativas - essa coisa que amolda e desenha o futuro? Me pareceu tão seco.
"Nunca deixe de viver um momento feliz mesmo que seja curto ou proibido pois no decorrer da vida nao havera tempo feliz que substitua o tempo feliz que substitua o tempo perdido"
O ser humano gosta do que é difícil, do que desafia, do q é proibido. É um eterno explorador avançando na ciência e para sua própria destruição.
Uma sociedade sem respeito, onde tudo é proibido ou feito com fiscalização, não é uma sociedade é um amontoado de pessoas.
O proibido é um sentimento viciante, hedonista, egoísta, inconsequente, imoral, perverso e raramente terá volta. Uma vez que todo aquele que o prática naturalmente corromperá seu senso mental, moral, espiritual, se tornando uma presa e escrava de seus devaneios, anseios e saliências.
Sonho que um dia, o carnaval seja proibido para maiores de dez anos de idade e restrito apenas à segurança dos salões! Que as músicas ali tocadas sejam as marchinhas e os sambas, e terminantemente proibido qualquer tipo de modismo imposto pela mídia e pela capitalista industria do reinado de Momo...
