Termino de um Amor Proibido
Eu respiro a existência do amor que sinto
Alimento-me da esperança de um dia estarmos juntos.
Vivo a beleza de acreditar que é possível
A concretização dos meus intimos e contidos desejos
Desejos meus pra você e com você.
Autoria: Leila dos Reis
Quando se encontra um amor, não só encontra ele, mas, a dor. Não se sente só a magia de amar, compreende a triste realidade do fim. Nada é eterno, o eterno são os momentos pelos quais se vive. Não se volta ao tempo, se aprende a viver, a seguir em frente. Lembrar faz parte, sonhar ainda que uma arte, se torna a autrora da vida. Amar, sim, ainda há tempo, quando? Só o tempo para responder, o que nem ele mesmo sabe como esquecer. Mais sempre nos deixa reviver.
Isso é vida , Cara !
Quero uma casa, um amor e dois cachorros .
Com três quartos, alguém bom e qualquer raça.
Quero algo forte , uma fortaleza, sem medo de ser ou estar , algo meu , só meu .
Quero o pecado , o arrependimento mais não o puritanismo. Nada de santo não irreal .
Deus , uma cabana e uma fruta meio suja de um beijo sem paixão.Algo apenas bom ,mas sem as loucuras da juventude e os cabelos soltos .
Um jazz, meio MELO_RETRÔ e um cheiro , meu cheiro sobre uma toalha suja em cima da poltrona. Eu tentando fazer um bolo e você , lendo um livro vermelho , empoeirado .
Morre; Não morre; Mata
Um amor
que morria de medo
da morte do amor
matar.
Descobriu que não morre.
Matou outro amor
de uma morte
não morrida.
Lembranças de Um Amor
Se sinto,
quero.
Se quero,
anseio.
Se anseio,
luto.
Se luto,
tenho.
Se tenho,
desdenho.
Se desdenho,
perco.
Se perco,
lamento.
Se lamento,
paro.
Se paro...
De repente, amor e poema
Preocupa-me o fato de não vir um poema.
Daqueles poema concretos - vindo da mente pro papel.
Ouso-me fazer o inverso:
papel para poema ser escrito na mente.
Coço a barba, faço força, olho a hora,
bato caneta no queixo.
Esperançosamente, fico quieto
e me vem uns dizeres ao fundo...
E este é o poema que me veio de repente.
Feito você, meu doce poema,
que me faz sentir o leve peso destes versos
e me veio
de presente.
Humilde coração porque temes tanto a solidão?
Se de um único amor recebes uma imensa gratidão.
A solidão que te ameaça não tem um pé de fundamento.
Se tiver, fazes o próprio testamento, abre teu buraco e
te isola da mais tola preocupação.
Humildade tens de sobra, o carinho te transborda e
nunca te deixam na mão.
Recompõe tua postura.
Orgulha-te do que tens.
Esbanja tua felicidade,
sem medo da tortura
do teu amor pela lamentação.
Provas de amor nem sempre são palpáveis
Elas acontecem em um tempo-espaço indiferente ao concreto
São esboçadas de uma forma súbita, despejadas
Nem sempre explicitas, elas nascem da necessidade de falar de algo que continua guardado, do sentimento que permanece e que mesmo sujeito a todas intempéries, variáveis e transformações, nunca deixou de me habitar.
Sou como um descobridor, e pertenço ao amor, conheço a terra alheia, pois tudo que olho descoberto se tornou.
[...] Com palavras firmes, balbuciar cauteloso e carinho radiante, era um casal de amor iniciante...
O amor perguntou pro ódio... Porque me odeia tanto? Assim o ódio respondeu: Por que um dia te amei demais e você não me deu valor.
