Termino de um Amor Proibido
"Miolo de pão"
"Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo.
Pensou ela: -Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas como amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo.
Para sua imediata surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
-Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir!"
Assim é a vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade... Diálogo, franqueza, com delicadeza sempre, são o melhor remédio!!!
Pense bem sobre isso!
Era paralisante aquela sensação de que um buraco imenso tinha sido cavado em meu peito e que meus órgãos mais vitais tinham sido arrancados por ele, restando apenas sobras, cortes abertos que continuavam a latejar e a sangrar apesar do passar do tempo...
[Em menção a invenção do motor de indução]
A ideia veio como um relâmpago e num instante a verdade foi revelada.
Momento Assim
Me ganho aqui um novo sentimento
Aos seus olhos, desejo cessar de movimento
Tão majestosa quanto bela
Você é mocinha, és donzela
O que sinto, um imenso tranquilo
Penso mais um pouco: já és divino;
Você é tudo que quero ouvir
Versos legionais, que sinto a descobrir
Meus pensamentos estão mobilizados
Os reflexos lentos, parados
Crio por ti, tal sentimento intenso
Que por outra não seria tão imenso
Na recaída da noite de luar
Olho o céu e penso em beijar
A linda boca, o qual suco cobicei
E a lembrança esplendida sua que fiquei
Bom mesmo é perder o chão por alguém
Quando esse alguém também perde o chão por você
E assim vocês dois podem flutuar juntos. (rsrs)
Da falência das instituições de "ensino".
“Eu detestava a escola e até o fim não correspondi às exigências. O que possuo em matéria de cultura consegui adquirir livremente, como autodidata, aceitando do ensino oficial apenas o elementar”
Se eu disser que não sofri, eu vou estar mentindo. Doeu, doeu muito, de uma forma absurda. Meu mundo inteiro desabou e eu nem conseguia sentir meu coração batendo embaixo dos destroços. Eu parei de lutar contra a dor, porque eu entendi que tinha que passar por todos os estágios dela para poder me curar. Deixei doer, como nunca havia doído. Deixei sangrar e escorrer dentro da minha alma. E por fim, deixei cicatrizar sem ficar tirando a casquinha da ferida. Foi um doloroso processo, mas eu consegui salvar o meu coração. E hoje em dia eu não aceito menos do que ele merece e ele merece a imensidão de um amor recíproco.
"Problemas a serem sanados com urgência, serão sanados agora. Os milagres necessitarão de mais tempo."
A representação de um sentimento não é o sentimento, assim como a lembrança de uma pedra não é a pedra.
Nossas mentes são imaginárias. Elas são feitas de verdadeiras quedas de água, de onde só transitam nossos anseios, tanto de alegrias, como de tristezas... Corre, como um rio, que desce pelas cordilheiras, lavando as pedras. Assim, elas estão com seus umbrais sempre enfeitados, com rosas, que, agarradas às paredes, dão a volta na porta, enfeitando-a... Tal qual o rio, a nossa imaginativa voa longe, como se tivéssemos um barco a navegar em nossas águas serenas... Ali, como um rio calmo, vai correndo a paz, diante dos raios de sol, que refletem em nós... Dentro, da nossa inventiva, há toda a beleza do mundo... Ali, o nosso barco navega em águas tranquilas.. Os ventos ateiam uma suave brisa, acalentando as sombras de amarguras, que poderão aparecer, vez ou outra... Quando a vaga tormentosa, desse mundo nos aturdir, não nos importaremos, pois estaremos descendo rio abaixo, sempre a favor do vento... Em certas curvas, que o rio faz, parece-nos que estamos em um labirinto, onde os sentimentos se perdem, mas, logo adiante, se encontram, para abarcarem a nossa ventura, sempre decaindo rio abaixo, atrás das alegrias, que a vida nos oferece...
Quando paramos o igarité, deparamo-nos com avenidas coloridas, onde, ali, moram as alacridades e os regozijos... Nessas alamedas, encontramo-nos com nós mesmos, em meio às flores, que brotaram de tubérculos, que estavam intumescidos, onde o céu é bem azul e nós passamos o tempo todo cantando as nossas prosperidades..., assim, como o rio, que canta, quando desce as serras, batendo em suas pedras... Dentro de nossa essência, ali, prendemos todas as nossas satisfações... Porque o rio é assim, corre desde o alto das montanhas, até o vale da ribeira, até desembocar no mar... É esse mar, que nos traz veloz a nossa serenidade... Ali, não há dor, somente amor... Esse rio sabe ser doce como mel... Ele é feito de esperas, é um botão, que floriu em plena primavera... Pequeno grande rio, que sabe espalhar encanto, por suas águas abrandas, distribuindo afagos, com os raios derramados pelo sol do amanhecer...
Logo, descobrimos que existe a felicidade, onde no silenciar leva o tempo de uma conexão e o fim de uma exclusão, como o desprezo com os lírios, que também são efêmeros...
Marilina Baccarat escritora brasileira
Eu costumava amar alguém que não merecia e ela me destruiu por dentro. Eu me refiz, mas retirei todos os cacos e estilhaços de sentimentos que haviam em mim. Ou acabariam me cortando ainda mais por dentro e eu não aguentava mais sangrar por um amor que não havia dado certo. Esse processo foi extremamente doloroso e pode ter me deixado um pouco mais frio, o que era normal naquela situação. Eu me lembrei que quando eu era pequeno e me machucava, me mandavam colocar gelo onde estava doendo, e bom, eu acabei colocando em meu coração.
