Termino de um Amor Proibido
Depois que minha filha nasceu já nos primeiros anos ela já demonstrou seu amor pelos animais, ela já com 5 aninhos arrumamos a Juli, uma cachorra mistura de pincher e chiuaua, coisinha mais boazinha, acompanhou toda sua infância e pré adolescência, morreu aos 13 anos.
Depois tivemos a Teka, uma Jack Russell, coisa mais linda, viveu 14 anos dando muitas alegrias para nós.
Logo depois compramos o Jack, outro Jack Russell, nunca vi cachorro tão bravo, territorial, levamos mordidas pra todo lado, mas mesmo assim nós o amamos até aos seus 16 anos, teve que fazer eutanasia, sofreu muito com câncer ósseo.
Esses foram nossos companheiros e amigos verdadeiros!!!
PS: Foram 43 anos com cachorros, nunca os levamos na rua para fazer suas necessidades, faziam no nosso quintal, temos nossa consciência tranquila sobre isso!!!
O amor não muda, esse é igual. O que muda é a troca. Eu vou amar para sempre, mesmo que a troca mude.
Amor não fere, nem a mente nem a pele. Não maltrata. Tampouco mata. Onde há manipulação, vimpera a ilusão, fazendo você cair numa rotina de comercial de margarina. Uma má escolha traz consequência.Disso tudo, tenha consciência: Não se culpe, nem deixe que ninguém a insulte. Não seja um passatempo. Não deixe sequer levantar a voz. Desate-se desses nós enquanto ainda há tempo
Chamamos de saudade aquilo que resta quando o amor perde o seu objeto, mas conserva intacta a sua capacidade de ferir. Ela não diminui com os anos; apenas abandona o escândalo da dor e aprende a agir em silêncio. Há dias em que acreditamos tê-la vencido. Basta, porém, um perfume, uma fotografia ou o acaso de uma voz semelhante para que todo o edifício da serenidade desmorone. A alma nunca esquece onde foi destruída pela primeira vez.
- Tiago Scheimann
Enterramos grandes histórias de amor ainda vivas, apenas para que o nosso orgulho não precise carregar a cicatriz de uma rejeição.
Que hoje a vida me surpreenda com tudo aquilo que faz a alma florescer: amor, fé, cura e boas notícias.
Que o dia traga consigo notícias que alegrem a alma, sorrisos que iluminem o caminho, amor que aqueça o coração, fé que fortaleça e cura que renove. Que tudo aquilo que for bonito encontre morada em nossos dias — e que, entre tantas bênçãos, algumas também floresçam em mim.
Fiz, em meu tempo, cartas de amor, declarações e presentes. Ofereci palavras, flores e pequenos gestos que, embora simples, carregavam consigo partes inteiras daquilo que eu era. Em contrapartida, pouco ou nada recebi de volta. Talvez pelas circunstâncias, talvez pelas limitações da vida, talvez até por questões financeiras. Ainda assim, confesso: o mais humilde dos presentes, o menor dos símbolos, teria sido suficiente para me encantar.
Não me arrependo do que fiz. Pelo contrário, há certo conforto em saber que o primeiro buquê de flores que alguém recebeu em sua vida foi entregue por minhas mãos. Algumas pessoas colecionam bens, outras colecionam lembranças; eu talvez tenha escolhido colecionar momentos que sobreviverão à própria memória.
Recordo-me da célebre frase que diz que todas as cartas de amor são ridículas. Talvez sejam. Mas arrisco uma pequena discordância literária: ridículas não são as cartas, nem as declarações. Ridículas são apenas as criaturas que amam profundamente e, ainda assim, jamais encontram coragem para transformar sentimento em palavra.
Porque amar em silêncio é humano; mas declarar o amor é um raro ato de bravura.
— Vitor Ferreira de Paula
Polímata e curioso diante do mundo, 2026.
Senhor, que Teu amor e Tua presença estejam comigo neste dia, abençoando meu lar, meu trabalho e meu coração. Que eu reconheça Tuas bênçãos em cada momento e siga sempre com fé, gratidão e confiança em Ti.
A hipocrisia evangélica adora pregar sobre o amor ao próximo, desde que o próximo vote igual, pense igual e não questione a liderança.
O amor verdadeiro é uma força atemporal e sem fronteiras que ignora o preconceito, anula os quilômetros da distância física e atravessa qualquer barreira de idade porque duas almas conectadas não usam relógios, não aceitam rótulos sociais e transformam cada detalhe geográfico ou julgamento externo em combustível para manter o coração em uma eterna e invencível primavera.
Pessoas com amor-próprio em excesso, que se acham muito lindas e mais inteligentes que as outras, podem apresentar psicopatia e/ou transtorno de personalidade narcisista. Logo, devemos ter muita cautela ao lidar com esses seres de caráter maquiavélico.
Antes do amor acabar, não esqueça que o amor é uma decisão e não uma emoção.
Jose luis Gonçalves de Sousa
Psicólogo
