Ter Fe e ver Coragem no Amor Los Hermanos
Os termos da aceitação do homem caído são arrependimento e fé. Arrependei-vos e crede no Evangelho!
“...Mas agora Ele [Deus] nos persuade e nos conduz à fé para que sigamos o que lhe é grato, por livre escolha, através das potências racionais, com que ele mesmo nos presenteou”.
Ortodoxia
Uma das marcas dos charlatães da fé é transformar o testemunho em marketing pessoal. Essa estratégia visa abrir agendas para gerar ofertas (caches).
O exercício da fé não é somente para nos livrar dos dias difíceis, mas também para nós amadurecer nesses dias difíceis.
A coisa mais importante na fé cristã não é um conjunto de doutrinas, ou leis, ou práticas, ou liturgia, mas uma pessoa. Ser Cristão significa ter um relacionamento pessoal com Jesus Cristo, no qual ele é o nosso Senhor e Salvador.
Arminianismo Brasil
Religiosos são apaixonados com a lei, com confissões de fé, e com formulas doutrinárias humanas que normalmente matam a vida - do que com o Evangelho da Graça que é o poder de Deus para transformação daquele que crê.
As Confissões de fé e manuais de teologia são provisórios, falíveis, refutáveis e corrigíveis. Só as Escrituras são eternas, infalíveis, irrefutáveis e incorrigíveis.
O arrependimento leva imediatamente à fé salvadora, que é ao mesmo tempo a condição e o instrumento da justificação. A fé, portanto, forma o elo de ligação entre a graça preveniente e o estado inicial de salvação.
Teólogo Metodista
Quando o cristão raso na fé e o passador de pano tira o "não julgueis" do contexto, o objetivo é utiliza-lo como desculpa para "deixe-me pecar em paz" ou "deixe meu ídolo pecar em paz". Nenhum cristão Bíblico crê assim; pois não podemos ser coniventes com o pecado seja de qual ordem for.
O ensino Bíblico da Páscoa é para que a comunidade de fé se una com Jesus na Sua morte; abandonando o eu, os frutos da carne, os caprichos, e todo tipo de pecado (Ef 3.5-11); gerando assim uma superior ressurreição no ultimo dia.
Para o calvinista, a fé salvífica é um dom de Deus dado somente aos eleitos após a sua regeneração. Sendo assim, nenhum calvinista precisa ter a menor preocupação em pregar o Evangelho para um ímpio; pois o ímpio (réprobo) não pode ser convencido pela verdade, enquanto que os eleitos não precisam de convencimento, pois eles são soberanamente, sem qualquer fé, regenerados, a fim de crer.
Deus não está buscando gigantes espirituais, mas sim santos comuns de uma fé simples que perderam toda confiança na carne.
Quanto à doutrina heterodoxa calvinista da regeneração antes da fé, R.C Sproul ensina: “a visão reformada da predestinação ensina que antes da pessoa poder escolher Cristo [...] ela deve nascer de novo [...]; ela não crê primeiro e então se torna nascida de novo [...]”. Sproul, Chosen. p. 72. Aqui calvinistas tentam fazer um malabarismo bíblico grosseiro com uma tal graça regenerativa, onde o homem precisa nascer de novo para crer, quando seria a Graça habilitante, que capacita o homem crer.
C. H. Spurgeon não aceitou essa ABERRAÇÃO calvinista e disse acertadamente que era “RIDÍCULO” pregar Cristo ao regenerado (Spurgeon - “The Warrant of Faith”, p. 3.). Contradizendo veementemente essa aberração doutrinária de que a “regeneração precede a fé”, tão tagarelada por muitos calvinistas nas redes sociais.
Qualquer calvinista que pregue ou ensine a necessidade de fé e da pregação do Evangelho para salvação é um hipócrita, desonesto e dissimulador. Isso porque no calvinismo ninguém pode crer ou ir a Cristo até ser regenerado soberanamente, onde os eleitos são regenerados sem fé e sem a pregação do Evangelho, e os não eleitos não podem crer por um decreto de Deus, selando assim o destino de cada ser humano que já foi predestinado arbitrariamente na eternidade passada.
