Ter Fe e ver Coragem no Amor Los Hermanos
Sadraque, Mesaque e Abdnego foram alguns dos nossos heróis da fé na história de Israel. O cativeiro babilônico é a fidelidade deles frente a prova de fogo diante do Rei Nabucodonosor. Revelou homens comuns que se superaram. Longe de sermos perfeitos (porque ainda não estamos fora desse corpo), essa é a base da nossa fé. Espero que percebam que estamos sob ataque. Talvez sejamos a última geração com liberdade para resistir. "quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas." Talvez sejamos a última geração a ter liberdade para viver a fé.
A despeito de toda inteligência razoável, hoje nós temos uma fé cega no Brasil em vários segmentos da sociedade que vai da política até a religião.
A fé cega em partido político ou em um candidato específico tem levado muitas pessoas a magoar pessoas próximas e de longe. Num ódio desenfreado vão deixando um rastro de inconsequência.
Quanto mais o tem passa, mais o fracasso fica eminente. Mas sigo por meio da fé acreditando em um possivel sucesso.
Com a dor da partida,
acreditava que
havia acabado também
a sua vida, suas chances
de ser feliz...
ledo engano!
Ali começava o momento
de ressignificar tudo
a sua volta, entrando,
assim, numa fase
de descoberta e renovação!
Creia no impossível
e no inacreditável!
É a FÉ que te MOVE
e que possibilita acontecer!
Nunca desista dos seus sonhos!
Vá com fé!
Acredite na vida!
Lute!
Vença!
Comemore todos os dias!
Você merece,
porque sabe quem te guia...
Paz na terra
Luz na vida
Fé constante
Confiança desmedida
Música no ar
Força para seguir
Dia a raiar
Deixa fluir
O milagre acontece no momento em que nossas orações alcançam fé suficiente para mover o coração de Deus em nosso favor.
Não gere expectativas, gere fé...Quem gera expectativas se frustra, mas a fé gera em nós a perseverança que nos ensina a ter domínio próprio que nós faz vencer qualquer tribulação...
Quem vive querendo voltar atrás na sua fé nunca se converteu realmente, apenas foi convencido da verdade. Quem é convertido a Cristo e o conhece na sua intimidade tem um coração ardendo de desejo de a cada dia ser mais parecido com ele. Fiore sotana.
A única forma de sermos vencedores é através da fé, ficar esperando sermos aceitos para alcançar nossos objetivos é almejar sempre o segundo lugar.
Fé de Encontro com o Axé
O dia em que fui à Umbanda foi um dia de encontro. Encontrei um sistema de crenças profundamente enraizado na cultura brasileira, erguido sobre pilares de caridade, humildade e amor. Ali, naquela roda que girava ao ritmo do sagrado, vi o sincretismo se manifestar de maneira harmoniosa, como flores de diferentes cores e fragrâncias em um mesmo campo. Todos os meus sentidos foram despertados. A adoração ali não era apenas uma experiência espiritual; tinha cheiro, gosto, ritmo e movimento. Uma fé com o toque de axé.
Deus ali transcende os nomes e, junto d’Ele, orixás e guias, tão próximos e benevolentes, desenham uma unidade misteriosa. Divindades se entrelaçam, criando uma tapeçaria vibrante de fé. Sob o olhar atento de santos e orixás, há um terreno comum, cada um representando facetas do divino. A Umbanda é inclusiva, uma fé que abraça a universalidade da busca espiritual.
Quando a gira começou, Iansã trouxe seus ventos, e senti a poeira subir como partículas de uma história que reverbera em nossos passos. Eu, testemunha respeitosa, tentava decifrar o significado daquele movimento que parecia maior do que os corpos que dançavam. Eles giravam — alguns em profunda conexão, outros em uma quietude contemplativa, mas todos entregues a algo que, como eles, eu ainda buscava compreender.
O ritmo se intensificou, como se a própria terra pulsasse sob os pés de quem dançava. Gritos e batuques se entrelaçaram em um ápice de energia, revelando algo que não se traduz, mas se sente. Não era um clímax de liberação, mas um convite ao entendimento profundo do que somos: seres que giram e se movem, talvez para não enfrentar o silêncio ou o vazio. Na Umbanda, compreendi que o movimento é mais do que deslocamento; é a vida que persiste, é axé, a energia sagrada que demanda renovação.
Junto deles, entendi que, na dança da vida, parar é perder a conexão. Cada movimento se torna a prova de que somos mais do que corpos; somos esperança que não descansa. E, quando o ritmo acalma, somos um com a roda, com o vento, com o mistério. Quem entende o axé sabe: é preciso continuar a girar. Só assim haverá renovação, pois é o movimento que traz a mudança, a melhora.
