Frases com ter

Cerca de 58543 frases e pensamentos: Frases com ter

Ser riquíssimo é poder comprar o mundo, mas ter a sabedoria simples de perceber que as memórias mais belas não têm preço.

DIA DO SERVIDOR PÚBLICO

Ser servidor é ter fibra
É ter gosto em ajudar
É deixar a porta aberta
É a todos respeitar
É ter zelo, ter cuidado
É ser justo e dedicado
Pra quem dele precisar

É quem ensina na escola
E compartilha o saber
Tem também a professora
Que faz sonhos florescer
É o doutor na faculdade
Que prepara a mocidade
Pro seu futuro escolher

É o médico de plantão
Que trabalha no hospital
Tem também a enfermeira
Que presta ajuda vital
É a médica do posto
Que atende com bom gosto
Quem chega passando mal

É o bombeiro que apaga
O fogo descontrolado
É o guarda que orienta
O motorista apressado
É o agente de polícia
Que combate a milícia
E o crime organizado

É o gari que varre a rua
Que dá brilho ao nosso chão
Ele leva o lixo embora
Por meio do caminhão
É quem conserva a calçada
Boa para a caminhada
E merece admiração

Tem auxiliar e técnico
Que atendem com atenção
Tem analista, tem chefe
Todos têm uma missão
Cada qual é servidor
Que trabalha com amor
Dentro da repartição

Hoje a voz deste poeta
Vem pra homenagear
Quem trabalha pelo povo
E que vive pra cuidar
É pessoa essencial
É aquela sem a qual
O país não pode andar

“Chegar aos 50 anos não significa estar mais perto do fim; significa ter a oportunidade de compreender melhor quem você foi, acolher quem você é e escolher quem ainda deseja se tornar.”

Bebelle poderia ter sido minha rainha. Não lhe faltou amor, nem reino, nem coroa. Faltou-lhe acreditar que algumas eternidades começam precisamente onde o medo nos ordena partir.

⁠"A hipocrisia desta sociedade é o seu maior monumento, erguido a partir dos entulhos de terras degradadas e criações perversas. Seus líderes e cidadãos fecham os olhos para uma política opressora que lhes suga a vida e cobra o pão a preço de carne. Vivem sob a ilusão de que são justos e invencíveis, como herdeiros do sagrado. Mas a verdade é implacável: para falar de justiça e fraternidade, é preciso vir de uma linhagem de retidão. Da vida íntima, nem se fala: ostentam uma falsa moral para a mídia e se vendem por cliques — uma geração reduzida a moedas de troca e interesses rasos."

Quando a Noite Chega: A Importância de Ter o Nosso “190” Emocional
A vida é marcada por momentos de luz, mas também por períodos de profunda escuridão. Em algum momento, quase todos enfrentamos crises existenciais, inseguranças profissionais, perdas, frustrações ou situações que nos fazem sentir vulneráveis. Nessas horas, descobrimos uma verdade simples e poderosa: ninguém deveria atravessar a escuridão sozinho.
Quando enfrentamos uma emergência médica, ligamos para o serviço de urgência. Quando há um incêndio, acionamos os bombeiros. Mas e quando o que está em crise é a nossa esperança, nossa autoestima ou nossa capacidade de seguir em frente? Quem chamamos?
Todos precisamos de alguém que seja o nosso “190 emocional”. Alguém para atender quando o desespero bate à porta, quando os pensamentos se confundem, quando o medo paralisa ou quando simplesmente não encontramos forças para continuar. Não precisa ser um profissional da área de saúde, embora esse apoio seja muitas vezes fundamental. Pode ser um amigo, um familiar, um mentor, um colega ou qualquer pessoa capaz de oferecer escuta, acolhimento e presença.
Há uma falsa crença de que força significa resolver tudo sozinho. No entanto, a verdadeira fortaleza está em reconhecer a própria fragilidade e permitir que alguém caminhe ao nosso lado. Compartilhar angústias não diminui a dor imediatamente, mas reduz o peso de carregá-la sozinho. Muitas vezes, uma conversa sincera não resolve o problema, mas impede que ele nos consuma.
No ambiente profissional, por exemplo, é comum que as pessoas escondam o cansaço, a ansiedade e as dúvidas sob uma aparência de controle. Entretanto, ninguém é imune ao esgotamento, ao sentimento de inadequação ou à incerteza sobre o próprio futuro. Ter alguém de confiança para ouvir, orientar ou apenas permanecer presente pode ser a diferença entre desistir e recomeçar.
A escuridão tem uma característica perigosa: ela nos convence de que estamos sozinhos. Mas quase sempre existe uma mão estendida, um ombro disponível ou uma voz disposta a lembrar que a tempestade passa. Por isso, tão importante quanto encontrar o nosso “190” é também nos tornarmos o “190” de alguém. Um telefonema atendido, uma mensagem respondida ou alguns minutos de atenção genuína podem representar muito mais do que imaginamos.
No fim das contas, a vida não é uma jornada de autossuficiência, mas de conexões. E, quando tudo parece escuro, a presença de alguém que nos ajude a enxergar uma pequena luz pode ser exatamente o que precisamos para encontrar novamente o caminho. Afinal, ninguém deveria enfrentar sozinho os momentos em que a alma pede socorro.


by Cida Vitório

“Meu orgulho não é ter vivido em meio a tanta sujeira. É ter conseguido sair limpo dela.”⁠

“Não me orgulho da lama. Orgulho-me de ter atravessado sem perder meus princípios.”⁠

"O alicerce do conhecimento humano não repousa na ilusão de ter decifrado os mistérios do cosmos, mas na infatigável disposição de questionar o real. Toda descoberta, longe de esgotar o saber, alarga simultaneamente as fronteiras da nossa compreensão e a percepção da nossa própria ignorância."

Fui mais além do que posso fazer com as coisas que tinha e as coisas que pude ter.

Vida de cigano é mesmo assim, de três em três meses a gente se renova, isso é ter alma cigana!

QUERIA TE PEDIR DESCUPA : DESCULPA POR TER TE AMADO EM SILÊNCIO
DESCULPA POR NÃO TER LUTADO POR VC
DESCULPA POR REAPARECER NA SUA VIDA SEM CONVITE.
Nunca se descupe por ter sentido algo por alguém isto é um privilégio que poucos podem ter 😉

⁠Glória pra mim é ter conhecido a bíblia e ainda conseguir ser amigo do autor.

⁠É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.

⁠⁠Aos que já aprenderam a namorar sem apossar: feliz Dia!

E, para não ter que ficar voltando aqui toda hora para postar fotinhos, deixo aqui minha foto com a minha Melhor Amiga, Amante, Namorada, Esposa e Mãe dos meus Filhos.

Feliz Dia dos Namorados para todos nós, no mesmo par!

⁠Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

⁠Quem sugere que a justiça se valha de outro crime para se cumprir, pode ter qualquer sede, menos de Justiça.


Tentar legitimar um crime, em detrimento de outro, revela muito mais sobre suas próprias carências do que sobre qualquer virtude moral.


Porque a justiça, quando precisa caminhar sobre as sandálias do delito, já não é justiça — é vingança disfarçada de princípio.


A verdadeira justiça não nasce do atalho, nem se sustenta no erro alheio.


Ela se constrói justamente no compromisso de não reproduzir aquilo que condena.


Do contrário, perde o direito de apontar o dedo, pois passa a caminhar no mesmo terreno que finge combater.


Há quem confunda sede de justiça com fome de punição.


Mas justiça não se alimenta de excessos, nem se satisfaz com a quebra das próprias regras.


Quando alguém aceita um crime como meio legítimo, o fim já se encontra corrompido.


No fundo, quem defende esse tipo de lógica não clama por justiça — clama por triunfo, por alívio emocional, por aplacar ressentimentos.


A justiça, ao contrário, exige sobriedade, limites e, sobretudo, integridade.


Porque só permanece justa aquela que se recusa a se tornar aquilo que combate.

⁠⁠Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.




Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.




Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…




Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.




Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.




O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.




A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.




Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.




Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.




Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.




Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.




Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.




A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.




Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.




E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.




Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.




E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.




Se esse despertar vier, pode ser doloroso.




Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.




Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.




Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.




Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.




Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.




E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.

⁠Haja Humanidade para ter empatia com os cegos — Haja Idiotice para passar pano para os que acham que enxergam.


É preciso muita humanidade para estender a mão aos que não enxergam — não apenas aos cegos dos olhos, mas aos que a vida cegou por dentro: pela dor, pela falta de oportunidade, pelo medo e pela ignorância involuntária.


Ter empatia é reconhecer que ninguém escolhe tropeçar na própria escuridão.


É compreender que há sombras que não são opções, mas circunstâncias.


Outra coisa, bem diferente, é passar pano para quem acha que enxerga tudo com nitidez absoluta.


Há uma cegueira mais perigosa do que a ausência de visão: a arrogância de quem acredita possuir toda a luz.


Esses não tropeçam por falta de claridade, mas por excesso de soberba.


Não precisam de compaixão indulgente, precisam de confronto honesto — porque a falsa lucidez costuma ferir mais do que a própria escuridão.


Ser humano é saber distinguir fragilidade de presunção.


É acolher o erro de quem tenta aprender e questionar a postura de quem recusa aprendizado.


Empatia não é cumplicidade com o engano deliberado; é solidariedade com a limitação sincera.


No fim, a maturidade moral talvez esteja nisso: abraçar os que caminham no escuro sem escolha e desafiar os que, mesmo sob o sol, insistem em fechar os olhos — mas juram, com convicção quase agressiva, que são os únicos capazes de ver qualquer coisa.

⁠Quando o interlocutor já não consegue esperar o outro concluir uma frase, ambos podem não ter mais assunto relevante para tratar.


Há um momento em que a pressa de responder mata a dignidade do diálogo.


Não se trata apenas de interrupção, mas de algo mais profundo: a incapacidade de escutar até o fim revela, muitas vezes, que já não se busca compreender — apenas reagir.


E quando a reação toma o lugar da escuta, a conversa deixa de ser encontro e passa a ser disputa de egos, vaidades e certezas apressadas.


Esperar o outro concluir é muito mais do que um gesto de educação; é uma demonstração de respeito pela existência de um pensamento que não nos pertence.


Quem atropela a fala alheia quase sempre não está interessado no que será dito, mas em encaixar, quanto antes, a própria ansiedade dentro do debate.


Nesse cenário, a palavra deixa de construir pontes e passa a servir apenas como arma de ocupação de espaço.


Talvez por isso tantas conversas hoje se esgotem sem produzir nenhuma verdade, qualquer aprendizado ou qualquer aproximação.


Fala-se muito, escuta-se muito pouco, e compreende-se muito menos ainda.


O barulho da impaciência transforma qualquer troca em ruído, e o ruído, por sua vez, tem o péssimo hábito de se fantasiar de profundidade.


Mas não há profundidade alguma onde ninguém desce até o fim do que o outro quer dizer.


Há diálogos que terminam antes mesmo de acabarem.


Permanecem em curso apenas na aparência, sustentados por interrupções, suposições e respostas fabricadas antes da hora.


Quando isso acontece, talvez já não exista ali assunto relevante, porque a relevância de uma conversa não nasce apenas do tema, mas da disposição mútua de tratá-lo com presença, atenção e maturidade.


No fim, conversar de verdade exige uma virtude cada vez mais rara: suportar o tempo do outro.


Porque escutar até o fim é reconhecer que nem tudo gira ao redor da nossa urgência.


E onde essa humildade desaparece, a fala pode até continuar — mas o diálogo, esse já se retirou há muito tempo.