Frases com ter

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⁠⁠Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.




Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.




Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…




Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.




Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.




O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.




A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.




Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.




Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.




Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.




Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.




Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.




A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.




Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.




E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.




Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.




E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.




Se esse despertar vier, pode ser doloroso.




Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.




Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.




Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.




Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.




Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.




E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.

⁠Haja Humanidade para ter empatia com os cegos — Haja Idiotice para passar pano para os que acham que enxergam.


É preciso muita humanidade para estender a mão aos que não enxergam — não apenas aos cegos dos olhos, mas aos que a vida cegou por dentro: pela dor, pela falta de oportunidade, pelo medo e pela ignorância involuntária.


Ter empatia é reconhecer que ninguém escolhe tropeçar na própria escuridão.


É compreender que há sombras que não são opções, mas circunstâncias.


Outra coisa, bem diferente, é passar pano para quem acha que enxerga tudo com nitidez absoluta.


Há uma cegueira mais perigosa do que a ausência de visão: a arrogância de quem acredita possuir toda a luz.


Esses não tropeçam por falta de claridade, mas por excesso de soberba.


Não precisam de compaixão indulgente, precisam de confronto honesto — porque a falsa lucidez costuma ferir mais do que a própria escuridão.


Ser humano é saber distinguir fragilidade de presunção.


É acolher o erro de quem tenta aprender e questionar a postura de quem recusa aprendizado.


Empatia não é cumplicidade com o engano deliberado; é solidariedade com a limitação sincera.


No fim, a maturidade moral talvez esteja nisso: abraçar os que caminham no escuro sem escolha e desafiar os que, mesmo sob o sol, insistem em fechar os olhos — mas juram, com convicção quase agressiva, que são os únicos capazes de ver qualquer coisa.

⁠Não deve ter sido fácil dar a Luz à LUZ, a Vida à VIDA, a Proteção ao SALVADOR, e se tornar a MÃE mais Renegada do mundo.


Nossa, mãe!?!


Maria, muito obrigado pelo seu SIM!


Maria, muito obrigado por ensinar o CAMINHO a caminhar!


Maria, muito obrigado por salvar o nosso SALVADOR!


Há mistérios da fé que só podem ser contemplados em profundo Silêncio.


Maria recebeu em seu ventre Aquele que criou todas as coisas.


A criatura acolheu o Criador.


A serva tornou-se Mãe do Senhor.


A jovem de Nazaré carregou nos braços quem sustenta o universo inteiro.


Que paradoxo extraordinário!


A Luz do mundo precisou ser envolvida em panos.


A Vida precisou ser alimentada.


O Salvador precisou ser protegido de todas as más sortes de perseguições…


E Deus, em sua infinita sabedoria, escolheu confiar tudo isso às mãos de uma Mulher que respondeu apenas: “Faça-se em mim segundo a tua palavra.”


O “Sim” de Maria não foi apenas uma resposta…


Foi uma entrega completa.


Ela aceitou uma missão sem conhecer todos os seus desdobramentos, suportou incompreensões, dores e a espada que lhe atravessaria a alma.


Permaneceu de pé junto à cruz quando tantos fugiram.


Ainda hoje, porém, muitos insistem em rejeitar aquela que o próprio Deus escolheu para ser a Mãe de seu Filho.


Muitos esquecem que honrar Maria nunca diminui a glória de Cristo.


Pelo contrário, toda verdadeira devoção mariana conduz ao Filho, porque Maria nunca apontou para si mesma; sempre apontou para Jesus.


Quando agradecemos a Maria, não a colocamos acima de Deus.


Apenas reconhecemos que Deus quis precisar da liberdade de uma Mulher para entrar na história da humanidade.


Seu “Sim” abriu a porta para que o Verbo se fizesse Carne e habitasse entre nós.


Que aprendamos com Maria a confiar, obedecer e dizer nosso próprio “Sim”, mesmo quando não compreendemos todos os caminhos de Deus.


Porque quem caminha com Maria aprende que toda a sua missão é conduzir cada coração ao Único Salvador: Jesus Cristo.

⁠A fila da empatia da boca para fora é tão grande ao ponto de facilitar a escolha em ter empatia da boca para dentro.


Vivemos um tempo em que a empatia se tornou um discurso popular.


Ela aparece em legendas, palestras, campanhas e conversas cotidianas.


Todos parecem saber o que dizer diante da dor alheia.


As palavras certas estão quase sempre prontas, organizadas e acessíveis.


Há sempre uma frase de apoio, uma mensagem de incentivo ou uma manifestação pública de compreensão.


No entanto, entre o dizer e o sentir existe uma distância que nem sempre é percorrida.


A fila da empatia da boca para fora cresce justamente porque falar é muito mais simples do que se envolver.


É possível demonstrar solidariedade sem abrir espaço para a escuta verdadeira.


Assim como é possível concordar com causas sem carregar o peso das consequências que elas impõem à vida de alguém.


Em muitos casos, a empatia se transforma em uma aparência socialmente aceitável, um gesto rápido que tranquiliza a consciência, mas não alcança o coração.


Diante disso, surge uma escolha bastante silenciosa: cultivar a empatia da boca para dentro.


Aquela que não precisa de plateia, reconhecimento ou aplausos.


A empatia que se manifesta primeiro na reflexão, quando tentamos compreender dores que não vivemos, histórias que não conhecemos e batalhas que nunca enfrentamos.


É uma empatia menos visível, porém mais profunda.


Ela exige humildade para admitir que não sabemos tudo sobre o sofrimento do outro e coragem para abandonar julgamentos precipitados.


Ter empatia da boca para dentro não significa permanecer em silêncio diante das necessidades alheias.


Significa que as palavras passam a ser consequência de uma compreensão genuína, e não apenas uma reação automática.


É quando o discurso encontra coerência nas atitudes.


Quando a ajuda não é oferecida somente para fingir preocupação, agradar ou ser vista, mas porque alguém realmente se importa com o seu próximo.


Talvez o mundo precise de menos demonstrações instantâneas e mais sensibilidades cultivadas em silêncio.


Porque a verdadeira empatia não nasce na necessidade de parecer humano; ela nasce na disposição de reconhecer a humanidade que existe no outro.


E, quando isso acontece, as palavras deixam de ser protagonistas para serem coadjuvantes das ações.


Elas se tornam apenas a extensão natural de um sentimento que já encontrou morada em nosso interior.

Podemos ter uma vida extraordinária, porém nunca será uma vida perfeita, pois a vida perfeita é formada na imperfeição.

⁠⁠Aos que já aprenderam a namorar sem apossar: feliz Dia!

E, para não ter que ficar voltando aqui toda hora para postar fotinhos, deixo aqui minha foto com a minha Melhor Amiga, Amante, Namorada, Esposa e Mãe dos meus Filhos.

Feliz Dia dos Namorados para todos nós, no mesmo par!

⁠É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.

⁠Glória pra mim é ter conhecido a bíblia e ainda conseguir ser amigo do autor.

⁠Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

Quer ter vitória?
Mude os termos do diabo!
Se adapte.

Faz o que te faz feliz e deixa que os outros sejam felizes falando que você não devia ter feito isso, porque se você não fizer vão falar do mesmo jeito.

Casamento deveria ter bula, igual remédio: informar os benefícios, os riscos e os cuidados para funcionar bem.

Os amigos devem ter a mesma fé filosófica.
do livro aforismos vol.4 de
Sérgio f. Januário

⁠Ter filho com alguém que você não ama é acasalamento para fins de reprodução da espécie.

⁠Cinco Fases do Luto (Modelo Kübler-Ross) e ao ter neoplasia maligna.
Negação, Raiva, Negociação, Depressão e Aceitação.

Como ser racional, ter bom senso e entender uma lógica ?


Em situações inesquecíveis, inesperadas, inusitadas e inexplicáveis.

Los Angeles: A Flor De Cada Entardecer.
















O seu nascer deve ter sido em algum entardecer.
Um entardecer alaranjado com toques de uma cor roxa.
Em algum entardecer de antes.
Dos que ainda te iluminam com duas cores antes do Sol ir dormir.
O seu nascer deve ter sido em um entardecer agradável em um lugar que o mar pode alcançar.
Em terras que se estendem até algumas montanhas.
Terras amareladas e seguidas pelo brilho do entardecer.
E mais do que um.
Com cores que o Sol fazia com o céu por vários momentos no tempo.
O teu nascer foi sob as cores de um entardecer.
De um passado bonito.
Que estava sobre grandes terras que seriam o seu lugar.
Em um entardecer do tempo que seguia o Sol a sua vida foi semeada naquelas grandes terras.
Nos dias que retornavam e viravam um outro entardecer a sua vida era iluminada pelo Sol e um momento singelo que tornava o céu.
Nessas grandes terras que seguiam o Sol algumas montanhas passavam perto do céu.
Com o tempo nos seus movimentos.
E no mar o entardecer se completava.
Como o Sol em duas cores que navegava ao longe.
Como uma semente deixada por um entardecer de um brilho passado.
Naquelas grandes terras de Sol e também de montanhas.
Com o céu o Sol estava.
E o mar nas suas ondas se manifestava.
Com o tempo que seguia o Sol e as cores de cada entardecer.
Até que antes do Sol ir dormir novamente a sua vida floresceu daquelas grandes terras cercadas por majestosas montanhas.
Delicada e linda vida.
Sendo felicitada pelo mar.
E muitas vezes por um Sol em um misto de alaranjado e roxo.
No ir do tempo aquela semente do entardecer foi crescendo.
Como uma nova flor.
Com pétalas nas cores do entardecer.
Lá do céu o Sol viu aquele desabrochar com o tempo.
Aquela linda flor sentia o mar nas suas pétalas sensíveis de Sol.
E escutava as suas canções que eram trazidas até as suas raízes.
Nas montanhas que estavam ao seu lado as suas pétalas tocavam cada uma.
Com a luz de cada entardecer.
Uma semente deixada pelo Sol para que uma outra vida pudesse nascer naquele lugar.
Em um momento do tempo que seguia.
Como um mar que em ondas levava um pouco da sua cor para aquela flor.
Flor que crescia ao redor das montanhas e nas grandes terras.
Olhando para o céu e o Sol.
Quando o céu se tornava alaranjado aquela flor movia levemente as suas pétalas no sentido do céu.
De cada entardecer.
As suas pétalas também tinham duas cores.
Desde que era uma semente e dentro da sua vida ainda revestida por uma casca que foi trazida por algum entardecer que já coloria o mar,aquelas montanhas e uma vastidão de terras amareladas.
E sobre o tempo o Sol sabia.
Que percorria as cores de cada entardecer.
Das coisas do mar.
Como o mar que buscava aquela flor em cada dia.
Desde as manhãs e as noites.
E principalmente cada entardecer que o Sol fazia.
Naquelas grandes terras havia uma outra flor.
E estava crescendo de um jeito lindo e doce.
Nas suas pétalas duas cores se misturavam.
Até o Sol sentia o seu perfume de entardecer.
Antes de ir dormir outra vez.
E aquela flor com o mar e as montanhas ficava.
À espera do Sol e de mais um entardecer.
Que retornava colorindo o céu com um alaranjado e um roxo.
Como as pétalas daquela flor.
Deixada ainda como uma semente de um entardecer de um passado do Sol.
Uma semente de um momento do tempo em que o Sol fazia cores no céu.
E ainda faz sobre aquela nova flor.
Nas terras grandes que o seu brilho ilumina.
Como o mar e algumas montanhas.
Que em cada entardecer também seguem o Sol e o céu.
Com o passar do tempo essa nova flor cresceu mais.
Perto do mar que queria mais das suas pétalas com as cores do entardecer.
E as montanhas que sentiam as suas raízes querendo atravessá-las.
Um flor crescida nas cores que o Sol traz.
Desde algum tempo é assim.
Uma linda e delicada flor com as cores de cada entardecer que ainda crescerão em cada pétala sua.
Assim que o Sol voltar outras vezes sobre a sua vida enraizada em momentos feitos no céu.
Uma flor crescida que se parece com um entardecer no seu lugar perto do mar e das montanhas.
Uma flor parecida com um entardecer que tem lindas pétalas de Sol e lindas cores como as suas.

*CADA MACACO NO SEU GALHO*
Pai educa.
Professor ensina.


Quando o pai não quer ter o trabalho de educar em casa, sobra pro professor.
Aí a criança não respeita ninguém. Nem pai, nem professor.


Escola não é conserto de filho mal criado.
É lugar de aprender.


_Van Escher

Tem gente que acorda
e toma e toma logo uma dose de veneno
pra ter o que cuspir.

Na igreja: "Pai Nosso".
Na internet: dedo na cara.

"Perdoai-nos
assim como nós perdoamos"
Dedo no olho do outro até sangrar.
Virou reza vazia.

Jesus disse: amai-vos uns aos outros!
O Brasil respondeu: odiai-vos.

É mais língua do que corpo sendo enterrado todos os dias!

E o céu chora
vendo maltrapilho
sendo teste de Deus
que ninguém vê.

Van Escher

Disseram que era política.
Mas era medo.

Medo do pobre virar gente.
Medo de não ter mais
quem limpe o chão.

O ódio tem CEP.
E tem preço de mão de obra.

Jesus andou com pescador.
O Brasil crucifica
quem dá rede pro pescador.

Van Escher