Tentativas
Não importa quantas tentativas faça, é melhor se aceitar do que viver amargurado planejando ser alguém que não cabe a você ser! Seja você, não seja algo que o mundo projeta!
Jogos emocionais e tentativas de causar ciúmes são atitudes infantis que, em vez de atrair, acabam afastando as pessoas.
“Mire no alto!
Nas primeiras tentativas talvez você não acerte.Mas não desista!
Você já sabe onde é o seu alvo.”
Ainda dói.
Mesmo depois do orgulho,
do silêncio
e das tentativas de seguir em frente.
Porque certos amores
não acabam de verdade.
Eles apenas aprendem
a morar escondidos dentro da gente,
em um lugar onde ninguém vê,
mas onde tudo ainda pulsa.
Você não precisa acertar de primeira.
A vida não é corrida de chegada,
é caminhada de tentativas.
Às vezes, é errando que a gente entende o próximo passo.
Respira. Recomeça.
O tempo certo não é o dos outros — é o seu.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
RECOMEÇOS
A vida sempre tem recomeços
Chances para novas tentativas
Para lutarmos pelo que desejamos
Para tirarmos males do caminho!
Porque a vida sempre recomeça
Quando acreditamos na vontade
No instinto que faz milagres
Atravessando novos horizontes
Até encontrar o sentido da vida
Que sempre se renova pela fé!
Pelo amor que inspira e respira
Pulsando um coração valente
Gerando uma força divina
Na imensidão dos sentimentos
Entre lágrimas ou pelos risos
Sinalizando que somos capazes
De atravessar as dificuldades
Pelo otimismo que faz renascer!
A esperança gira com o tempo
Faz sentir que o fluxo do sangue
Jorra sonhos que se tornam reais
Quando acreditamos na verdade
Movendo todo sentido da vida...
Recomeçando sempre e sempre
Pois Deus também recomeçou
Não desistiu de levar nossas vidas
Ao caminho que se mostrou Luz
Na oportunidade de eterna vida
Através do sangue de Cristo Jesus !
POESIA
JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
O Abraço da Fé
Se, em minhas tentativas, eu falhar, não grite, não me critique, não me julgue. Apenas me abrace.
A vida não é feita apenas de prazer; ela é feita de equilíbrio.
Dou o que posso e recebo o que mereço.
Há momentos em que existem motivos para a dor — eu bem sei disso. O coração sofre, e então eu choro.
Mas fico triste e preocupada quando, em minha mente, tenho a certeza de que não há motivo algum, e mesmo assim o coração dói. Nesses momentos, o choro se torna mais intenso, mais profundo, quase desesperador.
É então que a fé me envolve e me abraça, amenizando um aperto em meu peito, cuja origem nem mesmo consigo compreender.
Por isso, vamos ativar a nossa fé. Que ela nos fortaleça quando as respostas não vierem, que nos sustente quando a dor parecer sem sentido e que nos lembre de que nunca estamos sozinhos.
“Diagnosticar TDAH não é preencher critérios frios; é escutar uma história de tentativas, fracassos, culpas e recomeços.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
Como disse Jalison santos:
"Nenhuma das tentativas foram erradas, as pessoas que escolhi que não eram as certas."
Tentativa e erro é um conselho sábio, mas apenas quando os erros não iguala o número de tentativas, quando cada falha serve de aprendizado e não de peso, e quando persistir ainda tem mais valor do que temer o fracasso
Sou um mosaico de tentativas imperfeitas. Nenhuma foi o bastante, mas todas foram entregues com a honestidade de quem tentou.
QUANDO O ESPIRITISMO NÃO PODE CEDER. A FIRMEZA DOUTRINÁRIA DIANTE DAS TENTATIVAS DE DESCARACTERIZAÇÃO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
_ESPIRITISMO NÃO É IGREJA. A DEFESA DA CODIFICAÇÃO CONTRA O IGREJISMO.
_O ESPIRITISMO NÃO MUDARÁ PARA AGRADAR NINGUÉM.
Antes de tudo, é importante estabelecer uma distinção que preserva a honestidade intelectual e o respeito à liberdade de consciência. Toda pessoa possui o direito inalienável de mudar de religião, abandonar o Espiritismo ou abraçar qualquer outra crença. Esse direito é legítimo e deve ser respeitado. O próprio Allan Kardec jamais propôs uma fé coercitiva, nem desejou discípulos presos por conveniência ou tradição. A liberdade de consciência constitui um dos pilares da Doutrina Espírita.
Todavia, uma questão inteiramente diversa surge quando alguém abandona o Espiritismo, adota outra confissão religiosa e, posteriormente, pretende reintroduzir no Movimento Espírita os conceitos, ritos, crenças e práticas da nova religião que passou a professar. Nesse ponto, deixa de existir uma simples mudança de convicção pessoal para surgir uma evidente incompatibilidade doutrinária.
Nada há contra quem escolha outro caminho espiritual. O problema não está em partir, mas em querer alterar aquilo que permaneceu. O Espiritismo não pertence aos seus adeptos. Pertence aos princípios estabelecidos por Allan Kardec mediante um método rigoroso de observação, experimentação, comparação e controle universal dos ensinos dos Espíritos. Nenhum indivíduo, por mais influente que seja, recebeu autorização para remodelar a Codificação segundo suas preferências pessoais.
José Herculano Pires advertia que a descaracterização do Espiritismo frequentemente começa de maneira discreta. Introduz-se um costume aparentemente inofensivo, acrescenta-se uma prática sentimental, incorpora-se um rito importado de outra tradição religiosa e, pouco a pouco, a identidade doutrinária vai sendo dissolvida. O resultado final é um Espiritismo apenas de nome, mas profundamente estranho ao pensamento de Kardec.
Essa tentativa de conciliar princípios inconciliáveis produz uma contradição difícil de sustentar. Quem sinceramente concluiu que outra religião corresponde melhor às suas convicções possui toda a liberdade para nela permanecer, divulgá-la e vivê-la. O que não encontra justificativa lógica é utilizar o nome do Espiritismo para difundir ideias que a própria Codificação não ensina. Isso deixa de ser evolução doutrinária para tornar-se adulteração doutrinária.
Não se trata de intolerância. Trata-se de identidade. Assim como ninguém exigiria que a matemática abandonasse seus axiomas para acomodar opiniões particulares, também não se pode exigir que o Espiritismo renuncie aos seus fundamentos para satisfazer preferências individuais. Doutrinas possuem identidade. Sem ela, deixam de existir.
A Codificação Espírita não admite a introdução de corpos estranhos em sua estrutura conceitual. Kardec construiu um edifício doutrinário coerente, no qual ciência, filosofia e consequências morais se harmonizam segundo uma lógica interna rigorosa. Inserir elementos incompatíveis rompe essa coerência e compromete todo o conjunto.
Por essa razão, Herculano Pires insistia na necessidade de uma firmeza doutrinária serena, mas inegociável. Defender Kardec não significa idolatrar um homem, mas preservar um método. O Espiritismo jamais foi apresentado como um sistema aberto à incorporação indiscriminada de ritos, sacramentos, objetos sagrados, fórmulas litúrgicas, superstições, crenças mágicas, dogmas de autoridade ou práticas exteriores herdadas de outras tradições religiosas.
Quem desejar organizar uma nova corrente espiritual possui inteira liberdade para fazê-lo. Pode fundar uma associação, um movimento filosófico ou mesmo uma nova religião. A liberdade de pensamento garante esse direito. O que não se pode fazer, intelectual e moralmente, é atribuir a Allan Kardec aquilo que ele nunca ensinou, ou apresentar como espírita aquilo que contradiz frontalmente a Codificação.
O Espiritismo não necessita adaptar-se às sensibilidades passageiras de cada época para permanecer vivo. Sua força reside exatamente na estabilidade de seus princípios. As descobertas científicas podem ampliar a compreensão dos fenômenos, conforme previu Kardec em "A Gênese", mas jamais autorizam a substituição dos fundamentos doutrinários por dogmas exteriores ou práticas ritualísticas. Evoluir não significa descaracterizar-se.
Há, portanto, uma diferença decisiva entre progresso e deformação. O progresso aprofunda a compreensão da verdade sem destruir seus alicerces. A deformação modifica os próprios fundamentos até que a identidade original desapareça. É essa segunda hipótese que Herculano Pires combateu durante toda a sua vida intelectual.
O Espiritismo jamais mudará seus princípios para agradar este ou aquele expositor, dirigente, médium ou grupo. A verdade doutrinária não se submete à popularidade nem às preferências individuais. Allan Kardec pertence à História da Doutrina, não às conveniências do momento. Enquanto existirem espíritas comprometidos com o estudo sério das obras fundamentais, permanecerá vivo o compromisso de preservar, com firmeza, responsabilidade e lucidez, a integridade da Codificação contra toda tentativa de descaracterização.
"O amor tem que ser uma história com principios, meios e tentativas sem fim..."
Haredita Angel
30.10.14
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