Tentando te Esquecer

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⁠ “Olho para as estrelas tentando te encontrar. Fecho meus olhos e fico a pensar: onde será que você está?
O silêncio paira e toma conta do meu ser, nesse momento ouço o som do meu coração tentando se conectar ao seu... Passa um tempo e parece que não te sinto. Será então que você existe ou será que é apenas fruto do meu ser??
Espero que você exista em algum lugar nessa imensidão toda, para que quando eu lhe encontrar eu puder te dar aquilo que eu guardei de mais belo dentro de mim esse tempo todo, o meu amor.”

⁠"Olho as estrelas tentando te encontrar. Fico ali parada e me pego a pensar:
- Onde será que você está?
O silêncio em forma de resposta toma conta do meu ser dando lugar às batidas do meu coração que acelera só de pensar em você."

Eu estava preso em um labirinto de números e razões, tentando desvendar a dor como um enigma matemático, mas a verdade é que o amor não se resolve, ele se vive. Agora, paro de correr em círculos e aceito o passado, a maior superação é reconhecer que a felicidade não está na lógica, mas na ousadia de amar novamente.

O medo é o hóspede temporário que bate à porta, sempre tentando ocupar um espaço que não lhe pertence por direito, a coragem é o motor a combustão que você aciona, a única força capaz de lançá-lo para além do horizonte ilusório do terror.

Não sou um objeto quebrado, sou uma obra em reforma perpétua, tentando alinhar as peças enquanto o chão ainda treme.

O medo de desistir é, ironicamente, o que me mantém tentando. Um paradoxo doloroso que me empurra para frente.

Não me peça para sorrir para a foto quando minha alma está ocupada demais tentando não desmoronar sob o peso de um céu que hoje resolveu pesar toneladas. A melancolia é o meu estado de repouso, o único lugar onde não preciso fingir que a vida é um comercial de margarina.

Em uma tarde fria de um dia qualquer, vou tentando me reerguer… entre lembranças que insistem em doer e a esperança que, mesmo frágil, ainda teima em permanecer. Cada passo é lento, mas carrega em si o peso da coragem de não desistir.

Aos poucos vou me reconstituindo, tentando colar os pedaços de mim que a vida esfarelou, mas sei, com uma dor que queima por dentro, que nunca serei inteiro. Sempre restarão fendas abertas, buracos que sangram lembranças e ausências que me rasgam por dentro.

Já chorei tentando entender os porquês da vida, até descobrir que a paz mora em confiar nos pra quês de Deus.

Entre erros e acertos, hoje eu apenas existo, sem marcar pontos, apenas tentando entender o jogo.

Perdemos a vida tentando mapear o oceano da nossa alma para quem só possui a capacidade de navegação em águas rasas.

O desgaste emocional é o preço de viver tentando agradar a todos, exceto ao seu próprio centro.

Viver dá medo! Não sabemos qual caminho é o melhor, vivemos tentando manter o controle, mas a mente mente. Seguir o sentimento é o que nos guia para fazer da vida uma jornada maravilhosa!

A gente vai andando na estrada da vida e tentando escolher o melhor caminho de todas e várias bifurcações que sempre aparecem.

Enquanto pensamos que estamos apenas tentando sobreviver a mais um dia, Jesus está fortalecendo nossa fé, amadurecendo nosso coração e nos ensinando a confiar de verdade.

Talvez não haja golpe mais cruel que confiar a alma ao diabo para “salvar” o país e vê-lo tentando vendê-lo para se salvar.

Malandro é o diabo que pegou as almas dos Idiotas para salvar o país, agora está tentando vendê-lo para se salvar.

⁠O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.


Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.


Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.


Ali, onde quase tudo é pouco.


Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…


Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.


O que quase sempre sobra é muito medo.


Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.


Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.


E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.


Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.


Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.

"Somos ser estranho da própria vida em busca do silêncio profano, tentando transpor a contínuo dos esquecidos."