Tentando
Tentando desenhar o que vi no sonho...
Um barco caravela da era colonial em um cais, muitas pessoas descendo e subindo do barco...
Eu desci, e logo vi alguém encostado no parapeito da orla, era ele novamente o 'C', nos olhamos profundamente, e rimos um para o outro.
Me despedi desse alguém, e dissemos um adeus que seria para sempre...
Porque enquanto eu estava descendo naquelas terras, ele estava indo para outras.
Eu continuei caminhando, e indo com a minha mala cheia de pertences, para não sei onde...
Eu estava tão feliz naquele instante, mas alguma coisa me dizia que eu deveria embarcar com aquela pessoa de volta, porque depois daquele momento, nunca mais nos veríamos.
Lembro que eu estava com roupas de camponesa.
Uma saia longa e uma blusa de meia manga branca...
Porém, tudo o que fiz foi andar para frente, e olhar para trás, até sumirmos das vistas um do outro.
Ele me olhava com amor e ternura, como quem dissesse "fica comigo e vamos viajar juntos, para nunca mais nos separarmos..."
Antes de partir, havia me aproximado dele e o abraçado. Era como se fosse o último abraço das nossas vidas.
Tão intenso.
É só disso que me lembro ❤️
10/11/2021
9 de junho de 2024... 21:02
Semana passada sonhei que estava tentando atravessar uma ponte, mas precisava repor uns troncos de árvores para passar por cima.
Quando peguei os 2 troncos para colocar em cima da ponte para que eu passasse, eles viraram pó e se desfizeram em minhas mãos.
A aparência de um deles, era como se fosse o rei Charles da Inglaterra deitado.
No fim das contas, a gente passa tanto tempo tentando parecer forte que esquece o básico, quase infantil, quase óbvio, mas ainda assim tão difícil: abrir a boca e dizer. Dizer o que incomoda, o que pesa, o que lateja baixinho no peito como quem pede socorro sem fazer barulho. Porque tem dores que não gritam, elas sussurram. E são justamente essas que mais machucam quando a gente decide ignorar.
Eu fico pensando que amar, de verdade, não tem nada a ver com esse teatro bonito onde ninguém erra, ninguém sente, ninguém reclama. Amar é meio bagunçado mesmo, meio torto, meio cheio de pausas estranhas no meio de uma conversa que deveria fluir melhor. Amar é ter coragem de olhar pra quem está do nosso lado e dizer com uma sinceridade quase constrangedora: olha, isso aqui me doeu. Não foi grande coisa pra você, eu sei. Mas aqui dentro fez barulho.
Porque quando a gente não fala, a gente cria. E a mente, ah, ela é uma roteirista dramática. Ela inventa histórias, aumenta detalhes, distorce intenções. O que era só um incômodo pequeno vira uma novela inteira dentro da cabeça. E aí a gente começa a se corroer por dentro, como se estivesse sendo consumida por algo que poderia ter sido resolvido em uma conversa simples, dessas de fim de tarde, com um café morno e um pouco de coragem.
Tem gente que acha que amar é aguentar calada. Que é nobre engolir o choro, fingir que não viu, que não sentiu, que não doeu. Mas isso não é amor, isso é acúmulo. E tudo que acumula uma hora transborda. Não como uma poesia bonita, mas como uma ferida aberta, daquelas que já poderiam ter sido tratadas lá no começo, quando ainda era só um arranhão.
Amar, no fim, é quase um exercício diário de manutenção emocional. É perceber o pequeno antes que ele vire gigante. É ajustar o que está fora do lugar antes que a casa inteira desmorone. É escolher conversar mesmo quando dá vontade de se fechar. Porque se fechar parece proteção, mas muitas vezes é só isolamento disfarçado.
E eu digo isso como quem já ficou em silêncio quando deveria ter falado. Como quem já criou mil histórias na cabeça por falta de uma frase dita no tempo certo. A verdade é que não existe amor que sobreviva bem ao silêncio constante. O silêncio até acolhe, às vezes, mas quando vira regra, ele distancia.
Então, talvez o que realmente importe seja isso mesmo: sentar, respirar e dizer. Sem ataque, sem defesa, sem roteiro pronto. Só dizer. Porque amar não é fingir que nada dói. É ter coragem de mostrar onde dói, enquanto ainda é possível cuidar.
E se tem uma coisa que a vida ensina, meio sem pedir licença, é que sentimentos ignorados não desaparecem. Eles só mudam de forma. E nem sempre a nova forma é gentil.
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Leveza:
Não passe a vida tentando adaptar-se para ter validação.
Isso não é liberdade e muito menos controle sobre se próprio.
A leveza de se viver é ter auto controle sobre suas emoções e decisões.
Aprenda controlar quem deve entar ou sair da sua vida.
Você não está apenas tentando recuperar autoestima, sonhos e sentido.
Está aprendendo a tornar-se um lugar seguro para a própria existência.
Tem muita gente quebrando a cara na vida, porque estão tentando a sorte ao invés de deixar Deus agir.
Sortudo mesmo é aquele que espera com paciência no senhor.
Somos peças falhas tentando nos ajustar ao mecanismo perfeito, criado e projetado pelo engenheiro do universo!
Quando a ignorância se veste de audácia para atacar a ciência, ela não está apenas tentando destruir a reputação de um homem, mas está tentando apagar a própria luz da racionalidade que nos impede de voltar à Idade Média.
Quem vive tentando caber na vida dos outros, acaba se perdendo do próprio destino, e morre sem ter vivido a própria história.
"A maior miopia do ser humano é gastar a própria existência tentando revisar o rascunho da vida alheia. Vigia-se a postura, julga-se a roupa, condena-se o comportamento. No tribunal da mediocridade, a prioridade é o outro. Esquecem-se de que a individualidade é um território sagrado e intransponível. O alheio continuará sendo exatamente o que é: independente, imutável e distante da nossa jurisdição. Deixe o alheio ser. No fim das contas, focar no outro é apenas uma forma covarde de não ter que olhar para si mesmo."
Quem gasta os dias tentando ditar o ritmo dos passos alheios acaba esquecendo como caminhar com as próprias pernas."
Sou apenas uma alma presa na melancolia de um passado inflamado, tentando pôr em palavras traumas que jamais conseguiria verbalizar senão por meio de textos.
Réu sem crime
Você não sabe o que é passar a vida inteira tentando provar a sua inocência, sem jamais ter feito nada…
Ser julgado apenas pela sua cor, pelo lugar onde mora, pela sua classe social…
Carregar, sem escolha, o peso de um olhar que condena antes mesmo de conhecer a sua história. 🌛☀️
Tenho a agonia de ser frio como o fogo na veia. É minha aura narcisista tentando se auto-aquecer para arrefecer a mente quando o mundo só sopra vento.
Seja sempre fiel aos seus princípios mesmo que o mundo inteiro esteja tentando te mostrar o contrário.
A vida é uma torta, e eu sou uma tonta tentando me manter equilibrada. Se a corda bamba arrebentar, eu mesma não me levanto, eu fico e descanso. Foda-se o mundo! Não sou fantoche ou marionete ou equilibrista para ficar tentando chegar ao fim de uma linha de novelo de lã mal enrolado que parece não ter fim!
Eu não te pedi pra mudar quem você é, só esperei que você respeitasse quem eu estou tentando ser. Não dá pra construir um ‘nós’ enquanto um dos dois ainda sente saudade de uma vida que fere o outro.
É difícil aconselhar alguém sobre qual caminho seguir quando eu mesmo ainda estou tentando encontrar o meu. Às vezes percebo que tenho palavras para os outros, mas as respostas que mais procuro ainda me faltam ...
Estou tentando mudar sua mente...
demente,
inconsequente...
eu.
Ou não!
Quem sabe eu esteja realmente certa.
Quem sabe, de todas as pessoas do mundo as quais você ouviu... quem sabe...
a mais certa seja eu.
Decerto, sou eu quem pensa mais certo.
No seu lugar eu não arriscaria,
eu realmente acreditaria.
No seu lugar, o incerto pelo certo eu trocaria
não o certo pelo incerto... isso eu não mudaria.
Vai que eu estou certa realmente...
demente...
