Tenho um ser que Mora dentro de Mim
O invejoso vem disfarçado de amigo, muitas vezes introduzido dentro dos nossos lares tentando descobrir o que te faz feliz, o que te faz ter destaques
Cuidado! Vigie! Sei que a felicidade é tanta que você quer que todos saibam o segredo do seu crescimento, mas há coisas em nossas vidas que só cabe a nós e a Deus saber
Se blinde da maldade alheia, "felicidade em off é mais durável".
Primeiro olhamos dentro de casa, dentro de nós, antes de desviarmos o olhar para os outros. Enquanto estivermos propensos a achar que todos erram pra minimizar os nossos erros, nunca estaremos direcionados a aprendizagem assertiva.
Essa política brasileira é tão corrupta que é capaz até de criar várias empresas de fachada dentro de uma estatal, sem que ninguém veja, e se alguém ver, finge que não vê.
E se eles enxergassem você como eu a enxergo?
E se eles enxergassem o que eu enxergo dentro dos teus olhos?
E se eles se perdessem em teus sorrisos como eu me perco?
E se todos eles te conhecessem como eu há conheço?
E se todos eles tivessem provado dos teus beijos como eu provei?
Ufa...
Que sorte a minha não é?
Não tenha medo de mergulhar dentro de si mesmo... se tiver coragem de se apresentar com verdades certamente não irá se afogar!!!
Quanto mais profundo você tem coragem de ir dentro de si mesmo, mais você se liberta do que te aprisiona. Então, seja livre e não tenha medo de se conhecer.
As vezes ficamos do lado de fora... observamos o que há dentro de nós!
Porém, devemos tomar consciência e olhar para o lado de dentro descobrir a beleza que há em se conhecer internamente!
É simples... é como se apresentar a si mesmo!
Aprenda a dizer: estou aqui e amar suas pequenas grandes partes.
Sempre no silêncio de se mergulhar de se estar e em si mesmo morar!
Vá para os braços da Ursa Negra e deixa-a te ensinar!
Hoje é Dia da Criança, e quero aproveitar esta data para celebrar a criança que ainda vive dentro de mim.
Neste dia, sinto uma vontade renovada de relembrar as partes de mim que muitas vezes ficam esquecidas. Desde que me lembro, sempre adorei as pessoas e os animais.
Nadar, brincar na lagoa, fazer arte, colher frutos, andar de bicicleta, subir em árvores—tudo isso sempre fez parte da minha essência. A criatividade e a exploração eram (e ainda são) minhas melhores companheiras.
Uma das minhas particularidades desde pequena era a liberdade de escolher minhas roupas. Vestir-me de acordo com o que me alegra sempre foi uma forma de expressar quem sou. Acredito que a maneira como nos vestimos pode contar muito sobre nós, e isso sempre me fascinou.
As músicas, as danças e a coberta quentinha em dias frios me traziam um conforto indescritível. Acordar aos domingos com o cheirinho de bolo assando ou receber uma xícara de chá de minha mãe—como é bom relembrar tudo isso! Lembro que não gostava de leite como minhas irmãs; eu já era diferente.
Recentemente, adotei o hábito de beber café sem açúcar e faço questão de comer um bolinho aos domingos. Não é apenas um capricho, mas uma forma de reviver momentos bons da infância. Aceitei que isso faz parte de mim e que não há problema em adorar essas pequenas coisas.
A vida adulta nos faz assumir responsabilidades e, muitas vezes, esquecemos de cuidar da criança que ainda vive dentro de nós. Ignorar essa parte de nós pode criar um vazio difícil de preencher.
Num mundo ideal, sempre que ouvíssemos a vozinha interna nos incentivando a brincar ou explorar, atenderíamos ao chamado. Contudo, com o tempo, as obrigações falam muitas vezes mais alto, e adiamos essas pequenas alegrias.
Uma característica que nunca perdi foi a curiosidade. Sempre tive mil perguntas na cabeça e, até hoje, isso me mantém viva e interessada no mundo ao meu redor. Manter essa curiosidade acesa é uma maneira de alimentar a criança que está dentro de mim; para mim, o tempo nunca é escasso. Não me canso de aprender e de me colocar na posição de aprendiz, pois a humildade de não saber me leva a descobrir sempre mais.
Cresci rapidamente e, como muitos, por tempo demais assumi responsabilidades que não eram minhas e necessidades que não me pertenciam.
Hoje, decido priorizar o que realmente importa e dizer "sim" às minhas próprias necessidades, mesmo que isso signifique dizer "não" a outras demandas. Se não estou bem comigo mesma, será difícil ajudar os outros.
Sei que não estou sozinha nessa jornada. Muitas vezes, nos deixamos levar pela pressão de suportar tudo, e nossa criança interior acaba sufocada, mas isso é uma escolha. Gosto de lembrar: deixar ir quem foi… porque já foi!
Que este post sirva como um lembrete: vamos fazer mais do que alimenta a nossa criança interior e dar-lhe o amor que ela merece.
Giovana Barbosa
Que seu dia seja normal, dentro da normalidade que você espera.
Que nada extraordinário ouse acontecer.
Que nenhuma alegria fora do padrão interrompa essa sequência impecável de normalidades.
Que o céu esteja normalmente nublado ou normalmente azul, mas nunca inspirador demais.
E se algo extraordinário tentar se infiltrar,
Faça de conta que é normal, só para não se empolgar.
Porque, no fundo, a vida adora contrariar o ritual,
E transformar o comum em algo fenomenal.
Enfim, que seu dia seja tão normal que, se fosse mais normal, entraria para a história como o padrão oficial do que é ser normal.
E se, por descuido, a vida tentar ser incrível… finja que é só mais uma normalidade fora do comum.
A verdadeira beleza é aquela que está escondida, mantida em segredo. Está dentro dos olhos, desafiando aos olhares mais atentos na espera de se revelar.
Estudar psicologia é como preparar uma panela de pipoca. Dentro da panela está cheio de inúmeros grãos de milho. Sabe-se que uns vão estourar antes, outros depois e alguns não vão estourar. Quando a panela estiver pronta e cheia, pega-se cada pipoca isoladamente e percebe-se que elas se parecem muito umas com as outras, mas cada uma é única, pois possuem um formato único, singular. Outra coisa é que elas não se encaixam umas nas outras. Pipocas não foram feitas para se encaixar umas nas outras. Isto revela seu caráter personalíssimo, ou seja, muitas vezes, não se encaixar é que a torna tão interessante e peculiar. Você pode até analisar e visualizar cada pipoca isoladamente, mas todas elas dentro da panela parecem todas iguais. O mínimo que se desejaria seria que houvesse um caldo grosso e doce que unisse todas estas pipocas e lhes desse um formato bem definido, que lhes desse uma interpretação e significado únicos. Como se pudéssemos identificar e orientar o talento de cada uma delas, a sua singularidade, o seu ineditismo. Mas as teorias se revestem de uma grande pretensão: que fosse possível analisar o grão de pipoca de forma objetiva e colocar-lhe um rótulo, tornar o mutável em algo fixo, que não surpreende em nada, previsível, algo que tem um comportamento e existência dentro dos padrões. Contudo, a utopia (de preservar a autenticidade de cada grão) parece muito incômoda, pois pelo visto ninguém está interessado em compreender a pipoca e seu papel essencial de transformação, mas sim, apenas, em comê-la.
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