Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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⁠No fundo, todo mundo é meio bosta, até quem não parece ser.

"A liga que nos forma é muito antiga
mas cada um de nós [mestre em transformações] -, altera pouco a pouco
seu modelo."

"E um dia percebi que a minha vida
era mais do que avenida,
era ponto de partida
-- era porto de chegar."
.
Eliana Mora [El], 12/03/2017
..
E foi assim que escolhi. Palavras ali na frente, pensamentos logo atrás. Por dentro, cultivo forte das leis da palavra amar.. [El, 13/3/18]

Inserida por elpoeta

Ferro, fogo.
fibra, dor.
Saga: destino de um amor.

Inserida por elpoeta

Tu, poeta

a fala inquieta
um código meio solar:
pelo tom, fragmento de asteróide...


Eliana Mora, agosto/2009

Inserida por elpoeta

Um Sonho


é como bailado
bem ensaiado.
[na estréia, enlouquece].


Eliana Mora, 29/06/2008

Inserida por elpoeta

Borboleta


minha saudade é assim:
vai contigo pelo mundo
leva na asa_ um jardim.


Eliana Mora, 27/02/2008

Inserida por elpoeta

Solidão não é estar só e tão pouco ser desprezado pelas pessoas. Solidão é também estar sozinho dentro de si mesmo, é sentir-se sem fé, sem Deus em seu coração

Eu sou uma menina do rostinho doce e super carinhosa. Tenho um jeitinho de anjo, mas guardo dentro de mim uma mulher apaixonada. Sei realmente como conquistar os homens com meu jeito meigo e com meu carisma!!

Ainda tenho quem desperte o meu melhor lado. Aquele que não quer sair de dentro de um abraço e me faz fechar os olhos querendo eternizar o momento, mesmo que só dentro de mim. Nessa horas é que os olhos me entregam, mas a alma já aprendeu a recuar. Porque às vezes é preciso saber engolir a lágrima. Às vezes é preciso saber engolir o próprio coração, que teima ainda em existir.

Tenho manias, mas nunca fui viciado em nada. Fui um turista dentro daquilo que queria conhecer e pronto. Nunca permiti que algo comandasse minha mente a ponto de me escravizar".
Turista, 25 anos. Publicitária por acidente. Apaixonada por cinema, leitura e boa música. Aventureira, sorridente, corajosa e séria. Viajo muito, em todos os sentidos. Comecei viajando nas ideias e agora tento colocá-las em prática.
Trabalho duro. Vivo em movimento, faço mil coisas ao mesmo tempo, não consigo ficar parada um só minuto, mas em 1 minuto percebo que preciso parar meditar e evoluir. Sonho em dar a volta ao mundo e poder voltar muitas outras vezes para os lugares e pessoas que eu AMO.

Guardo

Guardo bem quieto em meu peito,
o amor que por ti tenho.
Guardo-o dentro de um coração
triste, calado.
Faço do meu silêncio o meu
sincero confidente.
Sabe ele a realidade, desse querer
que sinto.
Junto a mim ele viaja a tantas
paragens distintas.
Finge que é alegre, tenta de várias
maneiras aconselhar-me,dizendo:
- Conta um pouco desse amor,
de há muito em teu peito guardado.
Eu faço que não o ouço.
Não vejo para esse amor perspectivas,
de que seja aceito.
Para não mais padecer, deixemo-lo
guardado onde está, que permaneça
desse jeito.

Roldão Aires

Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da A.L.B/S.J.do Rio Preto
Membro Honorário da A.L.B/Votuporanga
Membro da U.B.E

Na verdade eu tenho um mundinho aqui dentro chamado meu, que nem todos tem acesso, é nele que me reinvento todas as manhãs, é nele que guardo minhas saudades, é nele que me lembro do ontem que venci, das dores que sofri, dos sonhos que ainda não consegui.. é neste mundinho secreto que aprendi a confiar somente em Deus e a entregar a ele cada segundo da minha vida e cada momento do meu dia , sem esta de querer escrever história, mas viver a história que ele ja escreveu pra mim...

⁠Tenho a esperança plantada na alma,e sempre um ninho de amor dentro do peito,e apesar dos contratempos da vida,Deus me faz ter alegria como se fosse tudo perfeito.
Ivânia D.Farias

⁠Você fez chamas acenderem dentro de mim e eu queimava de amor. Mas você as desfez quando resolveu ir embora e não mais me levar contigo.

Ao caos decidiu tornar hermética e incompreensível a si mesma,
Jovem e pequena Nephele, diante das desavenças da vida!
Se no mundo não há sentido, porque nos versos hão de ter?
Oras, saudosos, não carrego mais em minhas palavras
A verdade dos mil dias em que sorri à abóbada e
Esbravejei que dentro de mim resistia à vida!
A morte resiste dentro do ser que ousa chamar a si de vivo,
O não-ser pôde se tornar a única e indescritível vontade de expirar o último suspiro em direção ao zéfiro!

Terra, grande Mãe e Criadora do Céu e do Inferno,
Imploro, por meio deste Apóstrofe desiludido,
Que leve consigo todo o temor substancial e arrependido de meu ser,
E que traga, em sua bagagem, a mocidade
Que se perdera onde não se tangem mais os devaneios juvenis!
Terra, detentora de tudo – inclusive de meus pensamentos –
Encubra o meu doloroso cerne e limite-o
A temperança duma bebedeira comum!

Portadores de subjacentes e melodiosas almas,
Correndo ao infinito, ver-te-ia entrar, abscôndito, em vosso próprio túmulo contemporâneo.
Sabor doce advém do arcaico, cultuarei, pois bem, a falta de modernidade
E gritarei ao além que minh´alma volte apenas por duzentos anos
Num tempo em que agridoce era o sabor da sociedade,
Ora corajosa, ou ora repleta de verdade!

Não tenho rótulo e nem descrição. Estou, em tudo e em mais um pouco;
triste
feliz
bonita
feia
carente
cansada
Sou tudo, ou melhor, estou em tudo. 'Estou' no sentido de somente estar e não ser,
não se prender, nem se permitir, ser somente uma.
As vezes quero tanto que não tenho nada, às vezes quero nada e tenho tanto.
Quando quero nada vem tanto, e quando quero tanto já não tenho mais nada.
São tantos ir e vir, e eu sempre fico aqui...
As coisas deveriam mudar, é complicado mudar o que você sempre foi.
Porque, na verdade, a gente não sabe como.

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.