Tenho um ser que Mora dentro de Mim
E os livros, livros por todos os lados. Cada superfície plana era ocupada por um livro. Tampo da mesa, armário, criado-mudo, mesinha de cabeceira. Nenhum bibelô, Nenhum suvenir. Nenhum porta-retratos. Só restaram os livros. Para que ele soubesse quem fora realmente a mãe, teria de abri-los e ler. Teria de ler cada página de milhares, milhões.
A cada ano, minha mãe tirava um quadro do meu pai da parede para dar espaço a mais uma estante de livros.
Já discuti muito sobre isso (novamente: não comecei ontem); existe um desafio básico em fazer literatura de gênero e fazer "alta" literatura (sim, ainda acredito nisso). Como respeitar as convenções do gênero sem recorrer (apenas) a clichês, como fazer "alta" literatura sem provocar apenas estranhamento, e sim respostas objetivas (no caso do terror, "provocar medo"). É um desafio que eu mesmo (como autor) acho que não consegui vencer. Mas eu prefiro criar o estranho, a dificuldade, do que recorrer a uma literatura rasa.
Eu meio que criei um personagem odioso. Nesse conflito dele com a natureza, eu torceria pela natureza. Tive um certo receio de que essa antipatia pelo personagem prejudicasse a leitura, que os leitores abandonassem o livro por isso. Mas fico feliz que os leitores têm apreciado o livro, mesmo detestando o personagem, e que alguns até conseguem ter simpatia ou atração por ele.
Passo a passo a liberdade, um passo na Libia, a biblia na mão, enquanto bombas flutuam sem demonstrar piedade.
E no lugar das flores eu te trouxe um flow
Daqueles que você vai se identificar
Fiz pra falar do celular que tu jogou na parede
A tela trincou por não querer te retornar
"Uns dançam, outros tocam ou cantam, outros desenham e outros escrevem. Cada um se expressa à sua maneira".
Mais benéfico é um inimigo externo do que interno, por que estes, diferente daqueles, estão mais próximos para fazer-lhe o mal.
Minha alma grita
meu peito doi
sussurros escuto
de um amor obscuro
De repente ele se foi
sem avisar
apenas se foi
e doi
ô se doi
a cada passo
a cada lugar
a cada esquina
me lembro que era um amor fraco
sustentando por uma pessoa
e destruido por outra
me olho no espelho
sem saber oque pensar
as lágrimas escorrendo
de uma dor que retenho
eu luto contra vida
e a vida me ignora
assim como meu amor
que você pegou e jogou fora
jogou fora sem olhar
sem saber oque é amar
amor puro, amor próprio
amor destruído, amor retido
retido pelos seus erros
de não saber amar sem medo
algo profundo que não tem cura
é o seu amor me tortura
Controverso -
Percorremos um grande caminho,
suportamos muitas provações ...
Porquê de vivermos tão sozinhos
por andar às ordens dos corações?!
Porquê de envelhecermos sem razão?!
Só por estarmos à mercê do tempo?
O porquê de existir a solidão?!
Só por sermos frágeis como o vento?
Quem ataca a memória é o esquecimento,
quem acaba com a vida é a morte,
das duas, qual será maior tormento,
qual das duas trará a maior sorte?!
Só nos resta a condição que temos:
nunca nada ser o que desejamos,
d'onde vimos, onde vamos, não sabermos,
e perdermos tudo aquilo quanto amamos.
Existem poemas que podem até despertar um tsunami!
Mas eu só quero um, para fazer com que você me ame!
Viver em solitude é um bem estar escolhido para si, mas para os que sucumbiram a escolha de viver em solidão passam seus dias e noites em amarguras e tormentos, cheios de vazios de si e dos outros.
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