Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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Uiva o Lobo
Em um canto triste
Odes a sua amada
A lua

O que nasceu no etéreo
Não deve ser consumado
Mas consome

Brilha a lua
Como quem diz:
Não chore. Sou sua.

O lobo não entende
Não pode. A dor cega.
Sofre ele. Sofre ela.

E o Lobo uiva...

O que mais se preocupava.

O autor Leo Buscaglia foi certa vez convidado a ser jurado de um concurso numa escola, cujo tema era: "a criança que mais se preocupa com os outros".
O vencedor foi um menino cujo vizinho - um senhor de mais de oitenta anos - acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.
Quando voltou para casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.
- Nada - disse o menino. - Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter doído muito. Eu fui apenas ajudá-lo a Chorar.
(Livro Histórias para pais filhos e netos)

Se alguém se comporta de forma negativa com você, ajuda a lembrar que ele ou ela é um ser humano como você e para distinguir entre uma ação e a pessoa que faz isso. Se forem necessárias medidas defensivas para evitar que alguém faça mal, é sempre melhor fazê-lo com calma, em vez de uma mente agitada. Se você agir com raiva, a melhor parte do seu cérebro deixa de funcionar. Lembre-se, a compaixão não é um sinal de fraqueza

Sou um humanista. Isso não significa ser bonzinho ou acreditar que o homem é bonzão. Significa apenas que aceito o homem como é - medroso, primário, invejoso, incapaz, acertando por acaso e errando por vaidade: meu irmão.

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.

Um ator precisa de algo mais do que apenas seu talento artístico: Ele deve ser, também, um ser humano ideal.

Se realmente quer ser um vencedor seja alguém que não desista.

"Nunca recuse um convite.
Nunca resista ao desconhecido.
Nunca deixe de ser educado.
E nunca abuse da hospitalidade alheia.
Mantenha a mente aberta e usufrua a experiência.
E se doer, provavelmente é porque valeu a pena."

Nunca gostei do morno. A não ser um banho num dia em que não se está frio nem quente. Fora isso, ou é quente, ou é frio. Eu prefiro o quente. Bege, cinza, marron. Pra mim não. É vermelho, rosa choque, azul anil, verde bandeira.
Não construo laços fracos. Ou você é meu amigo, ou não é: simples assim. Não sou de antipatizar antes de conhecer, mas há quem diga que tenho excesso de crítica comigo e com os outros. Acho que há uma fórmula certa pra me repelir e uma pra me atrair. Só isso.
Ao contrário de muita gente, eu amo literatura, história. Aliás, isso é parte de mim, tanto quanto números não são. Eu não sou exata, por isso me reconheço muito mais em humanas. Porque isso sim eu sou: Humana. Com todas as imperfeições e perfeições que Deus me permitiu ter e construir. Fé: Crer sem ver. Eu tenho fé. Fé na vida, nas pessoas (ainda tenho), nos meus amigos, no amor e principalmente, fé em Deus.
Gosto de música boa, gosto de escrever, de viajar, de conversar. Não sei cozinhar, embora quisesse saber. Sou bem humorada a maior parte do tempo. Não nego sorrisos. Educação então, nem falo. Prefiro um amigo com quem contar do que dez que me digam "não posso" na hora que eu preciso. Qualidade à quantidade. O tempo cura todas as coisas. A vida ensina, pelo amor, ou pela dor. Inteligência me encanta, burrice me dá graça. Talento não é pra todo mundo.
E o que fizer, faça seu melhor. (...)

Ser educado no sentido de alfabetizado, formado, graduado e culto é conhecido e um direito de todos, mas ser educado no sentido de boas maneiras, cortês, gentil e simpático, virou artigo de luxo e desconhecido pela maioria.

Cada um prioriza aquilo que julga ser importante. Com o tempo descobre-se o que realmente é.

É difícil ser amargo quando se é doce.

A doçura não é um comportamento que se veste conforme as circunstâncias; é uma natureza. Quem é doce por essência pode endurecer a postura, mas raramente endurece o coração. Pode aprender a dizer "não", a partir, a proteger-se, mas sem perder aquilo que o define.

É difícil ser amargo quando a alma foi feita para espalhar leveza. Porque a essência sempre encontra um jeito de falar mais alto do que as feridas.

Ser avô e ser avó é ser pai e mãe duas vezes...
É um amor incomparável, uma joia vinda do céu!
Parabéns a todos os vovós e vovôs, vocês são,
sem dúvida, o retrato do mais puro amor
entre pais e filhos.

O amor é sol que chama a sombra pra ser outra coisa. É relógio que marca um tempo diferente. É um jeito que escapole do controle. É música que faz os medos ficarem doidos de vontade de dançar.
Do texto "O amor é sol

No dia que um mosquito pousar nos seus testículos, você perceberá que nem tudo pode ser resolvido com violência...

Se um dia eu sumir, ninguem sentirá minha falta. Minha ausência vai ser esquecida com o tempo. Minhas atitudes serão apagadas por segundos.

Se existe um começo, existe um fim.
Isso é regra.
Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo.
Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais.
Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo.

(Dante)

Obrigada Senhor por mais um dia, por mais uma vez me dar a chance de ser e fazer os outros felizes. Viva á vida !

É necessário ser Humilde…

Gostaria de compartilhar um assunto muito importante em cada momento das nossas vidas, inclusivamente profissional.
Algumas pessoas, ao atingir o sucesso, podem não saber lidar com a vaidade, o orgulho, a ascensão, com o facto de ter alcançado o auge em seu campo de actuação.
Infelizmente, apesar do sucesso, estas pessoas falham como seres humanos, por deixarem que a arrogância os domine.
Para elas, o desejo de ser o melhor possível e ganhar o respeito dos que as rodeiam é distorcido e transforma-se numa necessidade de sentir-se superior aos outros, de exigir tratamento especial em vez de respeito, de ser “mais” do que todos à sua volta.
A arrogância é autodestrutiva, desconecta a pessoa de outras e da própria condição de ser humano.
Aquele que é arrogante se esquece de que não se tornou um sucesso sozinho, mas sim com a ajuda e o apoio dos outros, como a família, os amigos, os mentores e conselheiros, os parceiros e os funcionários.
O facto mais prejudicial para alguém arrogante, é que este será levado ao fracasso na sua carreira, e que a medida que se isola, afasta-se das ideias úteis que pode ser dada por alguém, das respostas às dúvidas, dos conselhos, das críticas e de todas as informações que podem ajudar num momento difícil. É uma forma certa para construir o declínio da carreira, de cometer alguma falha ou erro de julgamento que poderia ter sido facilmente evitado se tivesse dado ouvido e se mostrado aberto às opiniões e conselhos.
Todos conhecemos pessoas bem-sucedidas que abusam de seus funcionários, que são rudes com pessoas que consideram inferiores e assim por diante. Infelizmente eles se esquecem que devemos ser cautelosos com o modo como tratamos as pessoas em nossa escalada para o sucesso, pois um dia as encontraremos quando estivermos fazendo o caminho de volta. Quando erramos ou escorregamos precisamos de ajuda e com certeza aqueles que foram maltratados irão se lembrar de como foram tratados.
Sabemos que a vida é uma viagem, repleta de mudanças e desafios, altos e baixos. Nenhum estágio em nossas vidas é permanente. O sucesso vem depois do fracasso e o fracasso depois do sucesso.
Alcancei em minha vida muitos sucessos, assim como fracassos e muitos ainda virão. A verdade é que não sei o quanto posso alcançar. Ninguém sabe. Espero nunca chegar ao ponto de pensar: “É isso, conquistei tudo o que sou capaz de conquistar.” Espero nunca parar de me desafiar a crescer, a alcançar degraus mais altos no meu caminho.
E espero o mesmo de vocês.
Entendermos que nunca seremos perfeitos e que sempre poderemos alcançar mais é o oposto do falso orgulho e arrogância, é HUMILDADE.
A HUMILDADE também nos ajuda a enxergar e aceitar nossas falhas e vulnerabilidades. Nos permite admitir erros e aprender com eles.
Não importa o quanto nos consideramos bem-sucedidos, nunca devemos esquecer de que chegamos “lá” com a ajuda de muitas pessoas. Mantemo-nos abertos às opiniões, ideias e críticas de quem nos rodeia e, desta forma, continuamos a nos aprimorar e a melhorar nosso desempenho.
A HUMILDADE nos ajuda a não confundir arrogância e auto-confiança.
A HUMILDADE une pessoas, faz com que juntas lutem e conquistem.
Atrás de uma pessoa de sucesso existem muitas outras que o fizeram chegar lá.
A pessoa verdadeiramente sábia é sempre HUMILDE.


“A sua vida, depende do quanto tiver sido carinhoso com os jovens, piedoso com os idosos, solidário com os batalhadores e tolerante com os fracos e os fortes. Porque a sua vida só terá fundamento com tudo isso.”

Não é espada que forma um guerreiro. Meu pai me ensinou a ser usando enxada de pedreiro.