Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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PRESENÇA ADVAITA

A travessia do ser que deixa de lutar contra si



A cidade ainda não dormiu.

O ar tem cheiro de chuva e café esquecido.

Há buzinas, passos apressados, vozes cansadas atravessando a noite.

Aqui dentro, a casa fecha as pálpebras e o corpo desaperta os ombros.

A respiração desacelera, como se o tempo, por um instante, perdesse a pressa.



Não é iluminação, é pausa.

Não é milagre, é o cansaço que aprende a sentar.

No intervalo entre o que se esgota e o que começa, algo desperta.

É mais sopro que ideia, mais pele que palavra.

Viver é sentir.

Sentir é o único gesto que não mente.



É quando você acontece.

Não chega, se revela.

Nada em você exige lugar, mas tudo muda à sua volta.

O ar fica mais leve, as sombras perdem pressa.

O silêncio ao seu lado tem temperatura.

Parece uma mesa posta no meio da alma.



Você toca o lugar em mim que sempre esperou,

e algo, enfim, consente.

Ainda com medo, eu consinto.

Não há urgência, há respeito.

A ternura não anuncia sua entrada,

ela simplesmente chega e fica.

O medo, visto de perto, se torna pequeno.

A dúvida, cansada, adormece na varanda do peito.

O que antes era abismo agora é chão molhado,

com marcas de quem passou e ficou.



O ser é o campo onde o medo e o amor se escutam.

Ali, o humano e o eterno se olham sem querer vencer.

Quando há escuta, o silêncio deixa de ser muro e vira ponte.



Antes da calma houve deserto.

Antes da ternura, ferida.

Já temi o que mais amava,

já fugi do que me curaria.

Até que o orgulho se desfez,

e a suavidade entrou pela fresta da noite.



Nem tudo em mim é paz.

Ainda há grito guardado,

e o eco às vezes volta sem aviso.

Mas ele já não fere, apenas me devolve à carne.

O amor que prende é medo disfarçado de zelo.

O amor que acolhe tem mãos abertas e chão firme.

Nele, dois seres se olham sem truques.

Ambos feridos, ambos atentos.

Sabem que o outro teme, e ainda assim permanecem.



Eu tropeço.

Duvido.

Às vezes quero trancar a porta e esquecer o mundo.

Mas é a dúvida que me devolve à fé,

essa fé pequena, feita de respiração e paciência.

Só quem sente profundamente aceita não entender tudo.



Com você, o tempo não desaparece, ele respira.

A casa continua casa, o mundo continua áspero.

Há contas, filas, injustiças e gente que carrega o dia nas costas.

Mesmo assim, algo em nós encontra um ritmo bom,

um espaço simples onde a ternura sobrevive.

Não busco eternidade, busco verdade.

Prefiro o instante vivido à promessa que não cumpre calor.

O que é real não morre, apenas muda de rosto.

A presença é o milagre discreto que sustenta o mundo enquanto ninguém vê.



Não há promessa, há encontro.

Não há destino, há travessia.

Você não chega, acontece,

como chuva breve em tarde quente,

lavando o pó do que restou.



A plenitude não está em domar os sentimentos,

mas em atravessá-los inteiros.

Quando compreendo o medo, o amor deixa de ser fuga

e vira casa com portas que abrem por dentro.

Nem tudo que acalma cura.

O silêncio também corta,

mas é corte que limpa,

como mar depois da tempestade.

Às vezes a luz arde antes de iluminar.

Às vezes o amor desmonta o que eu usava para me proteger.



Se o tempo nos afastar, a presença não parte.

O sentir muda de tom, como maré que recua

só para lembrar que voltará.

Você é travessia,

o agora entre duas incertezas,

a prova de que o amor pode existir sem fazer barulho.



Se o silêncio for tudo o que restar,

ainda assim haverá amor.

O que é verdadeiro não precisa ser dito.

O toque fica mesmo quando a mão já se foi.

A lembrança não pede voz,

a pele ainda sabe o caminho.



Ser forte não é erguer muralhas,

é continuar sensível quando o mundo pede dureza.

É olhar o outro e ver o mesmo espanto,

a mesma fome de não ferir.



Escolho te sentir.

Não para possuir, mas para reconhecer.

Não para vencer, mas para ser verdadeiro.

Se o sentir trouxer dúvida, que venha.

Que confunda e console.

Que assuste e cure.

Que desfaça o chão só para mostrar o céu que sempre esteve ali.



Entre nós talvez não haja nome,

e tudo bem.

O real prefere ser vivido a ser explicado.

O amor que nasce quieto é o que mais permanece.

Ele não disputa palco, respira.

É o som do ser se reconhecendo no outro.



Quando o ser se torna simples, o medo aprende a ouvir.

Nada precisa ser vencido quando é compreendido.

A sabedoria não nasce da força,

mas da entrega.

Do instante em que o ser para de fugir de si

e percebe que nunca houve vazio,

apenas verdade esperando espaço.



A cidade enfim silencia.

Uma janela apaga, outra acende.

O ar cheira a terra molhada.

E no reflexo do vidro, eu me reconheço.

O silêncio me olha,

e nele eu ainda vejo.

A Arte de Ser Sóbrio


Autocontrole, Clareza Interior e Ética do Ser


Há quem pense que ser sóbrio é viver em negação.


Mas não é.


Ser sóbrio não é viver com menos vida.
É viver com mais presença.


É perceber o que acontece dentro de si antes de simplesmente reagir.
É reconhecer o desejo sem se tornar escravo dele.
É sentir sem precisar fugir.
É escolher sem precisar ser levado pelo impulso.


A vida oferece distrações o tempo inteiro.


Um excesso aqui.
Uma fuga ali.
Uma promessa de alívio imediato.


E então surge aquela voz:


“Só mais um pouco. Você merece.”


Talvez a pergunta mais importante seja outra:


“Eu realmente quero isso ou estou tentando escapar de alguma coisa?”


É nesse pequeno espaço entre o impulso e a escolha que a sobriedade começa.


Não como punição.
Não como privação.
Não como uma guerra contra aquilo que somos.


Mas como liberdade.


Porque autocontrole não é sufocar o que sentimos.


É conseguir ouvir o que sentimos sem entregar a isso o comando da nossa vida.


É respirar antes de responder.
É esperar antes de agir.
É saber quando parar.
É reconhecer quando algo deixou de ser escolha e começou a ser dependência.


Isso exige força.


Mas não uma força rígida.


É uma força serena.


Fogo domado.


A capacidade de permanecer inteiro mesmo quando alguma parte de nós pede excesso.


E talvez seja aí que a chamada pureza vibracional encontre seu verdadeiro significado.


Não como uma ideia de perfeição ou como uma lei invisível que precise ser provada, mas como uma imagem para aquilo que cultivamos dentro de nós.


Pensamentos influenciam atitudes.
Atitudes transformam relações.
Relações transformam ambientes.
Ambientes também nos transformam.


Aquilo que alimentamos interiormente deixa marcas.


Uma palavra pode aproximar.
Outra pode ferir.


Uma emoção pode ser compreendida.
Outra, quando ignorada, pode acabar conduzindo nossas escolhas.


Por isso, cuidar da própria energia também pode significar cuidar daquilo que pensamos, sentimos, consumimos, dizemos e transmitimos.


Pureza não é nunca se contaminar com a vida.


É saber reconhecer o que nos faz bem, o que nos desequilibra e o que precisamos deixar ir.


É cuidado.


É consciência.


É presença.


E existe ainda uma dimensão mais profunda da sobriedade: a ética.


Porque nossas escolhas não terminam em nós.


Aquilo que fazemos pode alcançar outras pessoas.


Por isso, respeitar os próprios limites também significa respeitar os limites do outro.


Não transformar nossa carência em cobrança.
Nossa raiva em agressão.
Nosso medo em controle.
Nossa frustração em ferida para alguém.


Existe uma ética que ninguém vê imediatamente.


Ela está na intenção.
Naquilo que fazemos quando ninguém está olhando.
Na responsabilidade que assumimos pelas consequências de nossas escolhas.


Sobriedade, nesse sentido, não nos torna melhores que ninguém.


Torna-nos mais responsáveis por aquilo que fazemos com aquilo que sentimos.


E talvez um dos excessos mais silenciosos da vida moderna seja justamente a dificuldade de permanecer consigo mesmo.


Estamos sempre procurando alguma coisa para preencher o silêncio.


Mais estímulo.
Mais distração.
Mais velocidade.


Qualquer coisa que nos impeça de parar.


Porque parar exige coragem.


Quando o ruído diminui, podemos encontrar aquilo que tentávamos evitar.


Uma dor.


Uma dúvida.


Uma lembrança.


Mas também podemos encontrar algo que estava escondido por trás de todo aquele ruído:


clareza.


Talvez seja por isso que a sobriedade possa ser entendida como um reencontro.


Não com uma versão perfeita de nós mesmos.


Mas com aquilo que somos quando deixamos de fugir.


Ser sóbrio é poder dizer:


“Eu posso sentir isso sem me perder.”


“Eu posso desejar sem precisar obedecer.”


“Eu posso dizer não.”


E, principalmente:


“Eu posso escolher.”


Porque liberdade não é fazer tudo aquilo que o impulso pede.


Liberdade é ter espaço interior suficiente para decidir.


É escolher aquilo que consumimos.
Aquilo que cultivamos.
Aquilo que falamos.
Aquilo que permitimos permanecer em nossa vida.


É saber que nem todo desejo precisa ser realizado,
nem todo pensamento precisa ser seguido,
nem toda emoção precisa se transformar em ação.


A sobriedade não promete uma vida sem dor.


Promete algo mais honesto:


a possibilidade de atravessar a vida sem precisar fugir de si mesmo.


E talvez seja essa a verdadeira lucidez.


Não chegar ao fim da estrada completamente intocado.


Mas chegar inteiro.


Inteiro depois das escolhas.
Inteiro depois das perdas.
Inteiro depois das tentações.
Inteiro depois dos dias difíceis.


Sem precisar apagar aquilo que sentimos para continuar caminhando.


🌕 Aos que sentem o chamado da lucidez, aproximem-se.


Não é preciso chegar perfeito.


Basta chegar verdadeiro.


Deixem à porta os disfarces, as pressas e aquilo que já não serve.


Aqui, a presença é o vinho.
A escuta é o banquete.
A consciência é a luz.
E a clareza, o altar.


Não se entra neste templo para fugir da vida.


Entra-se para estar mais inteiro dentro dela.


O templo está aberto.


A alma está pronta.


A sobriedade é a chave.

NÃO SOU O MUNDO — SOU O QUE ELE ME PERMITE SER

Por Marco Arawak

A Terra não é cenário. É a condição de tudo o que acontece. Antes de qualquer pensamento, existe aquilo que sustenta. Antes de qualquer palavra, existe aquilo que torna possível existir.

Nada em mim começou inteiramente em mim. Meu corpo é feito de coisas antigas: água que já foi nuvem, minerais que atravessaram montanhas, elementos forjados muito antes que meu nome existisse. Sou um encontro provisório de matérias que já pertenciam ao mundo antes de pertencerem a mim.

Não sou origem. Sou continuidade.

A Terra não me acolhe por escolha. Ela simplesmente existe. E, enquanto suas condições permitem, eu existo com ela. O chão não me sustenta por cuidado; sustenta porque é chão. Se deixa de existir sob meus pés, eu caio. Sem intenção. Sem julgamento.

A água não me protege. Ela corre. Quando está limpa, sustenta a vida; quando está contaminada, pode carregar essa alteração para dentro dos sistemas dos quais dependemos. O ar não se oferece. Ele está. E quando deixa de estar em condições que permitam a vida, não há filosofia capaz de substituí-lo.

Nada na natureza precisa me explicar o sentido da vida. Sua função não é me oferecer respostas. Basta que suas condições tornem a vida possível.

Não vivo em um mundo que foi criado para me refletir. Vivo em um mundo que me antecede e continuará depois de mim.

Minha história não é o centro da história da Terra. É uma passagem. Sou um instante dentro de algo muito maior, um acontecimento breve em um processo que não começou comigo e não terminará comigo.

E, ainda assim, existo.

Não como dono.

Como parte.

Cada respiração revela uma dependência. Cada passo pressupõe um chão. Cada alimento carrega uma cadeia de vida, matéria, água, energia e trabalho. Cada dia é uma experiência de equilíbrio que não controlamos inteiramente.

Nada em nós é garantido.

A Terra não é boa nem má. Não cuida de nós como uma consciência materna, nem nos pune como um juiz. Ela simplesmente segue suas leis e seus ciclos.

Mas nós sentimos.

Nós tememos.

Nós lembramos.

Nós escolhemos.

E é exatamente aí que algo muda.

A natureza não precisa ter intenção para produzir consequências. E nós não precisamos controlar o planeta para interferir profundamente nele.

A vida acontece enquanto suas condições permitem.

Dentro dessa fragilidade, construímos cidades, cultivamos alimentos, inventamos máquinas, criamos culturas, amamos, lembramos e sonhamos. Somos capazes de transformar o mundo porque dependemos dele. Essa é uma das grandes contradições da nossa existência: temos poder suficiente para modificar aquilo que não podemos substituir.

Somos forma por um tempo.

E toda forma, cedo ou tarde, muda.

O corpo retorna aos ciclos da matéria. A água continua circulando. Os elementos permanecem em movimento. Aquilo que chamamos de fim, muitas vezes, é apenas uma transformação dentro de processos muito maiores que nós.

Mas a nossa experiência individual é finita.

Eu posso desaparecer.

Você pode desaparecer.

Uma geração pode desaparecer.

E é justamente porque somos passageiros que nossas escolhas importam enquanto estamos aqui.

Existir é frágil. Não porque a vida não tenha valor, mas porque ela não vem acompanhada de nenhuma garantia de permanência.

O mundo não foi feito para mim.

Eu fui feito dentro dele.

E o modo como escolho viver dentro dele não é neutro.

Tudo o que faço interfere em alguma coisa: aquilo que extraio, consumo, desperdiço, transformo, descarto ou preservo. Nem tudo retorna diretamente para mim, nem tudo retorna da mesma maneira, mas quase nada simplesmente deixa de existir porque decidi chamar de “lixo”.

O que descartamos continua fazendo parte do mundo.

O que degradamos pode alterar os sistemas dos quais dependemos.

O que destruímos pode levar décadas, séculos ou gerações para se recompor — quando ainda pode se recompor.

Por isso, a natureza não precisa pedir admiração.

Precisa que reconheçamos limites.

Não precisa dos nossos discursos.

Precisa das nossas escolhas.

Não somos espectadores de um planeta externo a nós. Somos participantes de sistemas dos quais dependemos a cada instante.

Talvez esse seja o erro mais profundo da nossa época: imaginar que estar no mundo significa estar separado dele.

Não estou fora da natureza observando-a.

Estou dentro dela.

Meu corpo não é estrangeiro ao planeta. Minha água veio de ciclos anteriores. Meu alimento depende de solos, chuva, luz, organismos e trabalho. Minha respiração depende de uma atmosfera que não produzi.

Não carrego a Terra dentro de mim como símbolo.

Dependo dela como condição.

Se ela sustenta as condições necessárias à vida, eu existo.

Se essas condições se degradam, minha existência também se torna mais vulnerável.

Isso não é metáfora.

É condição material.

A natureza do planeta não é apenas uma ideia, um símbolo ou um consolo espiritual. É a base física sobre a qual a vida acontece.

Compreender isso não deveria nos tornar maiores.

Deveria nos tornar responsáveis.

Porque não estou aqui para dominar o mundo.

Estou aqui dentro dele.

E aquilo que me sustenta também sustenta milhões de outras formas de vida.

Talvez, portanto, a pergunta não seja “o que o mundo pode me dar?”.

Talvez seja:

“O que a minha presença deixa no mundo?”

Depois de mim, o que permanece?

Uma marca?

Uma ferida?

Uma construção?

Uma memória?

Um cuidado?

Uma possibilidade?

Não posso impedir que o mundo continue sem mim.

Mas posso escolher a maneira como participo dele enquanto estou aqui.

Posso consumir sem transformar tudo em descarte.

Posso construir sem considerar tudo ao redor como matéria disponível.

Posso usar sem esquecer que aquilo que uso veio de algum lugar.

Posso existir sem precisar transformar minha existência em domínio.

Porque não sou o mundo.

Não sou seu proprietário.

Não sou seu centro.

Sou uma pequena parte de uma realidade muito maior que me antecedeu, me sustenta e continuará existindo quando meu nome já não estiver sendo pronunciado.

E talvez essa consciência não seja uma diminuição.

Talvez seja uma libertação.

Não preciso ser o centro para ter valor.

Não preciso possuir a Terra para pertencer a ela.

Não preciso durar para sempre para que minha passagem tenha significado.

Sou apenas algo que acontece dentro deste mundo.

Breve.

Frágil.

Consciente.

E enquanto aconteço, posso escolher.

Posso cuidar.

Posso limitar.

Posso preservar.

Posso reparar.

Posso, ao menos, tentar não transformar em ruína aquilo que tornou possível a minha presença.

Talvez seja essa uma das formas mais silenciosas de responsabilidade humana:

saber que o mundo não existe para nós e, ainda assim, compreender que somos responsáveis pela maneira como existimos dentro dele.

Não sou o mundo.

Sou o que ele me permite ser.

E aquilo que eu fizer com essa possibilidade também fará parte do mundo.

Marco Arawak

Eu amo ser diferente..
Amo não me encaixar nos padrões da sociedade...
Amo dias cinzentos, nublados e tristes...
Amo o silêncio e os dias chuvosos... Amo a solidão e fazer dela minha melhor companhia...
Eu amo o oculto, o mistico, o desconhecido ... Sim eu sei ,sou um enigma indesvendavel, indecifrável..e eu amo ser assim ... Quem acha que me conhece está enganado ....não sabem nada sobre mim ... Sou um segredo guardado a sete chaves...

"Racistas só podem ser alguma espécie inferior aos Homo sapiens, que aflora, infelizmente em dias
atuais como um vírus incrustado na demência pior: a burrice! Herança Maldita!
Até hoje não sabem o que é adaptação ao meio, o por que da porcentagem e a existência da melanina na nossa pele, dentre outras características fenotípicas, piorou entender o momento genótipo. Coitados! É o unico prazer/orgarmo, que tem na vida... Triste vida... Eu não posso ter pena!!"

"Nunca ou jamais subestime alguém, porque você pode
ser surpreendido, afinal é preciso tomar certos cuidados, antes de perceber grandes equívocos..."

"Algumas pessoas deixam de ser importantes conforme suas atitudes. Outras são tão belas conforme sua simplicidade grandiosa."

"Uma maçã, depois de podre não voltará a ser vermelha tão pouco verde, a menos, que sua semente germine o novo, isso é muito além de uma lógica, apenas uma verdade e podemos perceber dentro disso diversas hipérboles metáforas"

Se titubeaste ante a imensidão do meu ser, projetando no meu suposto eu razões, ações e competências inexistentes ou inverossimilmente interpretadas, não há com o que sobrecarregar minha consciência, pois o problema consome e existe apenas em tua simplória consciência. Vede que as minhas obras entregam diversas e aparentemente distintas dimensões; é justamente nesse "aparente", portanto, que subjaz a profundidade de cada uma das dimensões do caleidoscópio do meu ser, porquanto jazem integradas.

Ser forte não é uma máscara que se usa. Ser forte é tirá-la!

Pior do que não conseguir ser pai, é ser pai ausente!

⁠Em uma vida repleta de desafios, recordemos o exemplo de Daniel, que optou por ser lançado na cova dos leões em vez de abrir mão da oração. Essa decisão corajosa nos inspira a ponderar sobre a relevância da comunhão com o divino, mesmo nos momentos mais árduos.
Adentremos nesse pensamento, reconhecendo que, assim como Daniel, confrontamos nossos próprios leões diariamente. Por vezes, as circunstâncias parecem intimidadoras, e a tentação de desistir é poderosa. Contudo, a oração nos conecta a algo maior, algo que transcende nossos receios e inquietações.
Em Daniel 6:10, deparamo-nos com um claro exemplo dessa postura perseverante: "Daniel, três vezes ao dia, se ajoelhava, orava e dava graças diante do seu Deus, como costumava fazer." Mesmo diante da proibição do rei, Daniel optou por manter sua prática de oração, evidenciando sua confiança inabalável no Senhor.
Assim como Daniel enfrentou os leões com fé e oração, que possamos encontrar vigor em nossa comunhão com Deus. Que, nos momentos desafiadores, possamos eleger a cova da oração em vez de sucumbir ao medo. Que nossa confiança no divino nos conduza, assim como conduziu Daniel, e que a presença do Senhor esteja conosco, fortalecendo-nos perante qualquer adversidade.

Não precisamos ser perfeitos para sermos felizes, pois a perfeição é apenas uma ilusão distante. A verdadeira paz começa a florescer no coração quando decidimos colocar cada detalhe da vida em ordem, encontrando a harmonia exata na simplicidade de quem somos.

Não é necessário ser jurista para reconhecer que o Supremo Tribunal Federal é, e sempre será, o guardião da Constituição Federal, jamais um partido político.


Benê Morais
⁠

O conservadorismo não transforma ninguém em uma pessoa melhor, tampouco impede alguém de ser desprezível. É apenas uma conduta, um conjunto de valores e princípios adotados diante da vida. O caráter, porém, revela-se nas atitudes — e não no rótulo ideológico que alguém escolhe carregar.


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"Sem Deus é inútil a tentativa do ser humano de encontrar alívio para as dores, medos e traumas escondidas nas profundezas da sua existência."

Qualquer posse que obtivermos por meio da espada não pode ser segura nem duradoura; o amor que se ganha com bondade é seguro e duradouro.


Alexandre Magno - Rei da Macedônia

⁠Não leve trabalho para casa. É a chave para ser feliz.

(Patrick Jane)

The Mentalist
6ª temporada, episódio 16.

Remoer é tão inútil e inevitável que chega a ser ridículo.

O que esperar de uma geração que acha que o Coringa tem razão por ser vítima?

Que não entende que ele podia escolher outro caminho? O Batman, mesmo caricato, é vitima também, e poderia ter se tornado um vilão matador de pais, só por que mataram seus pais riquinhos. Já pensou nisso?

Ser bom ou mal, sempre será uma escolha nossa.

Bill Oliveira William