Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Os momentos de maior lucidez do ser encontram-se na profunda reflexão do próprio eu. Todas as experiências vividas habitam o consciente e o inconsciente.
A Educação é aessência primordialda
humanidade,é o que distingueo ser civilizadodo homem em seu
estado natural.
Alguns "gênios" determinaram que o ser humano é uma folha em branco, onde escreve-se os valores das classes dominantes. No entanto, resistir e reescrever sua própria história é um ato revolucionário.
Atualmente, ser racional e coerente é sinal de fraqueza, ingenuidade e fragilidade! Ambição, instintos e desejos são prioridades!
"Se eu pudesse escolher o que eu queria ser só para te fazer feliz, eu seria o sol, para te aquecer Em uma manhã de frio, ou eu seria a lua, para embelezar a sua noite sombria, eu seria até mesmo uma estrela para clarear os caminhos por onde você passar. Mas como eu não posso ser nada disso então eu permaneço sendo Simplesmente eu, te amando, te desejando e sonhando em um dia poder te tomar em meus braços e te amar"
Daltro
Menino do coração despedaçado
É, lá vou eu de novo, mais uma vez me entreguei pensando ser a pessoa certa e tô aqui insistindo por atenção, tentando te convencer. Cara, na real, por que isso só acontece comigo? Isso dói muito, tô aqui me despedaçando por dentro.
Há muito o que falar sobre o que é ser Filósofo, mas estas são algumas das características.
Filosofia,
Significa amor à verdade;
Afinidade à verdade.
A busca pela verdade requer do filósofo certas características, a fim de prevalecer somente e nada mais que a verdade, e impõe restrições, a fim de minimizar todo e qualquer desvio da busca pela verdade.
O objeto do Filósofo é o mundo, e dele tenta extrair alguma verdade, utilizando a análise, a lógica, a linguagem, e caso necessário, a experimentação, onde encontramos a ciência.
Um conceito é inválido quando não é baseado no mundo concreto. O Filósofo deve redefinir conceitos inválidos e torná-los válidos, para então usá-los.
O Filósofo deve:
Definir o objeto a ser analisado, a fim de maximizar a busca pela verdade;
Apreciar a vida que tem, pois ela é a única que o permite buscar a verdade;
Seguir uma única filosofia: a busca pela verdade;
Manter-se distante de toda religião ou crença, pois a permanência na convicção o priva de buscar a verdade;
O Filósofo não deve:
O Filósofo não deve, jamais, confiar na linguagem do homem antigo, pois ela é falha; a linguagem contém inúmeros conceitos inválidos, o que dificulta e por vezes trai o filósofo em sua busca, o engana;
Refletir a cerca de um objeto sem antes defini-lo, pois sem a definição, ficará à margem do erro, na impossibilidade de reconhecer o objeto no mundo;
Não deve menosprezar a vida, pois ao fazê-lo, estará menosprezando a busca pela verdade;
Seguir outras filosofias além da busca pela verdade, pois não há filosofia maior que o reconhecimento da sua ignorância e a busca contínua pela verdade;
Aceitar uma religião ou crença, pois caso isso aconteça, o filósofo aceitará parcialidade na busca pela verdade, e não há busca fiel se não houver imparcialidade.
Amar não significa aceitar ser diminuída. O amor-próprio é o limite que colocamos para que ninguém destrua a nossa essência.
Infeliz será o destino daquele que tentar vencer suas batalhas e ser bem-sucedido em seus ataques, mas que não cultiva o espírito empreendedor, criador; porque o resultado será a perda de tempo exatamente estagnação geral.
O Primevo não esquece. Tudo o que a consciência sepulta continua respirando nas profundezas do ser, aguardando apenas um corpo, um gesto ou um sonho por onde possa regressar. Nada do que é essencial desaparece; apenas desce para regiões onde a linguagem já não alcança. E, de tempos em tempos, rompe o silêncio para recordar ao homem que aquilo que ele chama de passado nunca deixou de ser presente.
O silêncio tornou-se insuportável não por ser vazio, mas por transbordar do que foi evitado. É nele que se acumulam as verdades adiadas, os afetos não elaborados, as perguntas que não encontraram coragem. A exposição contínua não busca comunicar — busca encobrir. E, assim, quanto mais se fala, mais se foge; porque o silêncio, quando enfim se impõe, não oferece ausência — oferece encontro.
A visibilidade deixou de ser excesso — tornou-se prótese. Não se exibe por abundância, mas por sustentação: sem o olhar do outro, o sujeito não encontra chão suficiente para existir. A audiência não é ornamento, é muleta existencial. E assim, quanto mais se mostra, mais se revela a dependência — não de ser visto, mas de só conseguir ser quando visto.
Nem todo altruísmo nasce do puro desapego — muitas vezes carrega o desejo de permanecer, de ser lembrado, de inscrever o próprio nome no gesto que deveria dissolvê-lo. Raramente é anônimo, e nisso se revela a ambiguidade: há doação, mas também há busca. Talvez, em certos casos, o altruísta não seja a negação do ego, mas sua forma mais refinada — um narcisismo que aprendeu a vestir a máscara da generosidade.
A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.
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